Iranildo acredita que o desabafo do presidente do Ceilandense contra a arbitragem é choro de perdedor. Seu time joga no domingoCrédito: AdalbertoMarques.com
Por acumular seis títulos seguidos no campeonato local, a partir de 2004, o Brasiliense entrou na temporada deste ano como o time a ser batido por parte dos adversários.
No entanto, iniciou a pior disputa de sua história na elite do futebol local. De favorito passou a ser ameaçado ao rebaixamento. Uma lástima, na visão dos mais críticos.
Às vésperas de garantir a classificação para a segunda fase, o time de Taguatinga voltou a ser cogitado como a “badalada sensação” a garantir o caneco deste ano.
Agora, no quadrangular semifinal, os comentários de obter o inédito heptacampeonato aumentam. A equipe amarela mantém a invencibilidade de dois jogos, é líder, com seis pontos, três a mais do atual segundo colocado, o Botafogo-DF.
Se vencer o Atlético Ceilandense, neste domingo, às 16h, no Abadião, dará os primeiros passos para se garantir na terceira fase.
“Todo mundo sabe que somos um time a ser batido. Não vamos fugir da nossa responsabilidade”, disse o meia Iranildo.
Porém, mesmo acreditando que a equipe liderada por ele ter demonstrado ser “de chegada” e crescido no momento certo, o título não está em mãos. “Ainda não ganhamos nada”, ponderou o camisa 10.
Na mesma linha de pensamento, o goleiro Guto acrescentou: “Mesmo que a gente não queira é uma realidade. Mas, se não estivermos centrados, demonstrando respeito pelos adversários, não vai dar certo”.
O técnico, Roberto Fernandes, vai no mesmo sentido, o de que é preciso estar com pés no chão, pois ainda não conquistaram nada. E a condição de favorito, está fora de hipótese.
“Isso está sendo comentado, falado externamente, mas, internamente sabemos da nossa responsabilidade momentânea. Não temos como fugir da responsabilidade”, justificou.
Segundo o comandante, ele não vai trabalhar o favoritismo com o elenco. “Eu posso estar dando um tiro no meu pé”, comparou, referindo-se caso o time passe a final e não obtenha resultados, o trabalho terá ido por água a baixo.
Se a disputa fosse por pontos corridos, por exemplo, facilitaria a vantagem numérica do time em levar o título. “A fórmula do campeonato não permite isso. O Brasiliense jamais vai trabalhar com isso [favoritismo]. A gente não vai cair nessa, não”, adiantou-se.
As declarações polêmicas do presidente rubro-negro, Marcelo Cruz, dominam os assuntos nos bastidores da Boca do Jacaré. Alguns em tom de “apreensão” outros a deboche. “Isso é choro de perdedor”, ironizou Iranildo.
Para o goleiro Guto, as provocações de Marcelo podem prejudicar o time de Taguatinga, principalmente a cobrança feita a atuação dos árbitros.
Na avaliação de Guto, estes (os áritros) se sentem pressionados quando apitam um jogo do Brasiliense. “Eu acho que essa pressão [do Marcelo Cruz] é um motivo de desviar o foco dos jogos que eles vêm fazendo. Erros de arbitragem acontecem”, disse Guto. “Mas eu não me preocupo não”, se referindo ao receio de ser prejudicado.
Por Felipe Menezes
No entanto, iniciou a pior disputa de sua história na elite do futebol local. De favorito passou a ser ameaçado ao rebaixamento. Uma lástima, na visão dos mais críticos.
Às vésperas de garantir a classificação para a segunda fase, o time de Taguatinga voltou a ser cogitado como a “badalada sensação” a garantir o caneco deste ano.
Agora, no quadrangular semifinal, os comentários de obter o inédito heptacampeonato aumentam. A equipe amarela mantém a invencibilidade de dois jogos, é líder, com seis pontos, três a mais do atual segundo colocado, o Botafogo-DF.
Se vencer o Atlético Ceilandense, neste domingo, às 16h, no Abadião, dará os primeiros passos para se garantir na terceira fase.
“Todo mundo sabe que somos um time a ser batido. Não vamos fugir da nossa responsabilidade”, disse o meia Iranildo.
Porém, mesmo acreditando que a equipe liderada por ele ter demonstrado ser “de chegada” e crescido no momento certo, o título não está em mãos. “Ainda não ganhamos nada”, ponderou o camisa 10.
Na mesma linha de pensamento, o goleiro Guto acrescentou: “Mesmo que a gente não queira é uma realidade. Mas, se não estivermos centrados, demonstrando respeito pelos adversários, não vai dar certo”.
O técnico, Roberto Fernandes, vai no mesmo sentido, o de que é preciso estar com pés no chão, pois ainda não conquistaram nada. E a condição de favorito, está fora de hipótese.
“Isso está sendo comentado, falado externamente, mas, internamente sabemos da nossa responsabilidade momentânea. Não temos como fugir da responsabilidade”, justificou.
Segundo o comandante, ele não vai trabalhar o favoritismo com o elenco. “Eu posso estar dando um tiro no meu pé”, comparou, referindo-se caso o time passe a final e não obtenha resultados, o trabalho terá ido por água a baixo.
Se a disputa fosse por pontos corridos, por exemplo, facilitaria a vantagem numérica do time em levar o título. “A fórmula do campeonato não permite isso. O Brasiliense jamais vai trabalhar com isso [favoritismo]. A gente não vai cair nessa, não”, adiantou-se.
As declarações polêmicas do presidente rubro-negro, Marcelo Cruz, dominam os assuntos nos bastidores da Boca do Jacaré. Alguns em tom de “apreensão” outros a deboche. “Isso é choro de perdedor”, ironizou Iranildo.
Para o goleiro Guto, as provocações de Marcelo podem prejudicar o time de Taguatinga, principalmente a cobrança feita a atuação dos árbitros.
Na avaliação de Guto, estes (os áritros) se sentem pressionados quando apitam um jogo do Brasiliense. “Eu acho que essa pressão [do Marcelo Cruz] é um motivo de desviar o foco dos jogos que eles vêm fazendo. Erros de arbitragem acontecem”, disse Guto. “Mas eu não me preocupo não”, se referindo ao receio de ser prejudicado.
Por Felipe Menezes
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