A torcida tricolor fez a sua parte, ontem, no Serra Dourada. Com seus gritos, incentivou os jogadores, cantou os hinos tradicionais e demonstrou que continua ao lado do time.
Gilson foi um marcador implacável sobre o atacante Fred. Não lhe espaços e ainda usou de força física para conter as jogadas do maestro tricolor. Foi um bom duelo no Serra Dourada.
O tanque do Atlético-GO não teve boa vida com a presença do central Gum. A exemplo de Gil e Fred, os dois travaram um duelo de titãs do estádio goiano.
Logo no início da partida, Leandro Euzébio usou a cabeça para construir a vantagem tricolor. Ele levou as mãos para os céus, como que agradecendo pelo feito em terras goianas.
O apagado Rodriguinho, que é atacante, conseguiu fazer falta no volante Agenor, do Atlético-GO. O atacante tricolor está longe de merecer uma vaga de titular no time carioca.Crédito: AdalbertoMarques.com
Não resta a menor dúvida que o meu Fluminense está muito longe – põe longe nisso -, de ser aquele time que encanta a sua torcida e amedronta os seus adversários.
Um espelho disso foi o duelo de ontem, em Goiânia, diante do Atlético. Na despedida do seu técnico interino, o Tricolor das Laranjeiras jogou apenas o trivial para sair do Serra Dourada com os tão ambicionados três pontos.
A sua defesa foi muito exigida. O meio campo e o ataque do rubro-negro goiano colocaram em xeque a eficiência dos defensores.
E, a julgar pelo placar – 1 x 0 -, ela, a defesa, se saiu muito bem. Taticamente, o Flu agiu certo ao prender os laterais Mariano e Júlio César.
Os dois ajudaram, e muito, os volante Valencia e Edinho, a conterem os avanços do time bicampeão goiano. Isto sem falar nos “cercos” de Deco e Conca na saída de bola adversária.
Na frente, contudo, estava o ponto fraco do Fluminense. Rodriguinho, nem de longe lembra aquele atacante impetuoso do Santo André. Foi uma peça facilmente contida pelos defensores atleticanos.
E Fred? Sinceramente, está muito distante da sua forma física ideal. Rendeu muito tempo. Demonstrou, por outro lado que, além de estar mal fisicamente, ainda estava com os olhos voltados para a Seleção Brasileira.
Enfim, foram os dois primeiros pontos. Ressalte-se que foram conquistados longe do Rio de Janeiro, mas, que ficou devendo à sua torcida, não resta a menor dúvida.
Um espelho disso foi o duelo de ontem, em Goiânia, diante do Atlético. Na despedida do seu técnico interino, o Tricolor das Laranjeiras jogou apenas o trivial para sair do Serra Dourada com os tão ambicionados três pontos.
A sua defesa foi muito exigida. O meio campo e o ataque do rubro-negro goiano colocaram em xeque a eficiência dos defensores.
E, a julgar pelo placar – 1 x 0 -, ela, a defesa, se saiu muito bem. Taticamente, o Flu agiu certo ao prender os laterais Mariano e Júlio César.
Os dois ajudaram, e muito, os volante Valencia e Edinho, a conterem os avanços do time bicampeão goiano. Isto sem falar nos “cercos” de Deco e Conca na saída de bola adversária.
Na frente, contudo, estava o ponto fraco do Fluminense. Rodriguinho, nem de longe lembra aquele atacante impetuoso do Santo André. Foi uma peça facilmente contida pelos defensores atleticanos.
E Fred? Sinceramente, está muito distante da sua forma física ideal. Rendeu muito tempo. Demonstrou, por outro lado que, além de estar mal fisicamente, ainda estava com os olhos voltados para a Seleção Brasileira.
Enfim, foram os dois primeiros pontos. Ressalte-se que foram conquistados longe do Rio de Janeiro, mas, que ficou devendo à sua torcida, não resta a menor dúvida.
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