sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sem dar chance para o azar



Para o UniCeub/BRB ou o Pinheiros, a temida sexta-feira 13 será um dia de sorte. Logo mais, às 21h, as duas equipes entram em quadra no ginásio da Asceb pela quarta partida da série semifinal do Novo Basquete Brasil (NBB).

Para os donos da casa, a vitória significa a vaga na final. Para os paulistas, o triunfo vale a sobrevivência e a vantagem de atuar em um possível jogo cinco em São Paulo.

Entre os candangos, a superstição não vai entrar em quadra. A não ser pelo ala Alex, que vai seguir seus tradicionais rituais para não brincar com a sorte.

Questionado sobre a rotina pré-jogo, o camisa 10 informou qual é o passo a passo para espantar o azar.

“Em casa não tem muita coisa, só uns horários que eu gosto de dormir. Mas aqui, na quadra, eu mantenho a sequência de aquecimento e os três pulinhos na perna esquerda antes de entrar. Também dou um nó cego no tênis depois da oração. São coisas que eu gosto de fazer e que vêm dando certo há 10 anos”, afirmou.

O capitão do UniCeub/BRB disse não ter nada contra o 13 em especial, mas revelou ter uma relação, no mínimo curiosa, com os números.

“É um número difícil de ver por aí. Não sei se tem algum aqui no basquete brasileiro que usa, nunca vi. Em relação a isso, o que eu não gosto é de número ímpar. Se eu mudo o volume do carro ou da televisão, deixo em número par. Às vezes contando os passos, se dá ímpar, dou mais um para acabar em par”, comentou o jogador, sorrindo.

Mas, e se o time do DF vencer por 13 pontos? “O placar pode ser ímpar ou par. O importante é que a gente vença e vá para a final.”

Alex, no entanto, é uma exceção no elenco candango. Questionado sobre as manias e rituais antes dos jogos, a maioria esboçou um sorriso, mas disse não contar muito com isso.

“Falaram de trocar a camisa, jogar com a branca, mas, por mim, eu só quero estar em quadra. Se eu estiver bem, sem lesão ou dor nenhuma, é o que importa”, opinou o armador Nezinho.

“Eu não tenho nada disso. É só uma coincidência. E é sexta-feira 13 para a gente e para eles”, desconversou o ala-pivô Guilherme Giovannoni.

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