quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Depois de dois meses de especulação, a governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) confirmou que vai renunciar ao cargo. O ato acontecerá na manhã da próxima terça-feira (9).

Ela fez o anúncio oficial a deputados estaduais da base aliada, na residência do Palácio dos Leões, em São Luís, durante almoço ontem. Nesta quinta-feira, ela fez a despedida aos integrantes do Judiciário e Ministério Público.

Com a saída de Roseana, quem assume o governo até o dia 1º de janeiro de 2015 é o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB). Isso ocorre porque o vice-governador, Washington Oliveira, renunciou ao cargo, no final do ano passado, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.

"A governadora não entrou em detalhes. Disse apenas que ia sair, que ia deixar tudo saneado, falou das emendas dos deputados. Ela entrega a carta às 9h da terça-feira, na Assembleia", afirmou o deputado César Pires (DEM), líder do governo no Legislativo.

Segundo o líder do governo na Assembleia, a governadora disse que iria passar uma temporada de quatro meses de descanso após a renúncia fora do país. "Em seguida, ela disse que volta a São Luís. 

O grande fato novo foi que ela garantiu que vai seguir na vida política, não vai deixar", afirmou.
Em junho, a governadora anunciou que não iria mais concorrer a cargos públicos e iria se dedicar mais à família.

César Pires afirmou ainda que, ao contrário do que era especulado, não há problemas de saúde com Roseana que justifiquem sua saída do cargo. "Não é nada de saúde. Ela estava muito alegre por sinal. Normalmente, ela conversa conosco e dá detalhes. Foi uma decisão pessoal, ela quer sair mesmo, não vejo nenhuma vantagem a ninguém pela renúncia", declarou.

Segundo políticos maranhenses, a hipótese mais provável para a renúncia de Roseana a pouco mais de 20 dias de terminar o mandato é por conta da derrota nas urnas em outubro, quando Flávio Dino (PC do B) foi eleito governador ainda no primeiro turno, derrotando o senador Edison Lobão Filho (PMDB). Ela não gostaria de participar da cerimônia de posse e passar a faixa ao novo chefe do Executivo.

Em entrevistas, Dino tem feito duras críticas ao governo Sarney. A equipe de transição de governo também reclamou que não estaria recebendo informações sobre a situação e projetos do Estado.


Nova equipe econômica toma posse na próxima semana

A nova equipe econômica, liderada por Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, deve tomar posse na próxima semana, depois de baixar a poeira da batalha da presidente Dilma Rousseff para afrouxar as metas fiscais deste ano, disse uma fonte do governo.

Após uma extensa votação, o Congresso aprovou o projeto que amplia os descontos da meta de superavit primário (economia para pagar os juros da dívida), na madrugada desta quinta-feira, apesar das inúmeras manobras da oposição, que explorou à exaustão os instrumentos regimentais para alongar a sessão.

No entanto, ainda falta analisar uma última emenda da oposição, que deve ser votada em sessão na próxima terça-feira.

A demora na aprovação atrasou a posse do novo ministro da Fazenda devido à necessidade de protegê-lo de ações legais e políticas por não atingir a meta fiscal. Levy deve assumir após a conclusão da votação da mudança orçamentária para "evitar um problema legal", disse a fonte, que falou sob condição de anonimato.

A nova equipe, que inclui Nelson Barbosa como ministro do Planejamento, poderia assumir na quinta-feira ou sexta-feira da próxima semana, disse a fonte, e o restante da equipe assumiria em 1º de janeiro, quando começa o segundo mandato da presidente Dilma.


Levy está trabalhando em um escritório no Palácio do Planalto em planos para aumentar as receitas fiscais que incluem um mix de aumento de impostos e eliminação de desonerações, segundo a fonte.

PT promete ter candidato à presidência da Câmara




O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (PT), disse nesta quinta-feira (4) que o partido deverá apresentar o seu candidato à presidência da Casa na próxima terça-feira (9). A apresentação promete esquentar ainda mais o clima em torno da disputa já que PMDB lançou, na última terça-feira a candidatura de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para o cargo. Questionado sobre se Cunha teria perfil para presidir a Casa, Vicentinho ironizou. "Prefiro responder que temos nomes melhores."
O líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, Vicentinho, afirmou que a legenda vai se reunir na semana que vem com lideranças do seu partido. O líder não citou nenhum nome, mas nos bastidores, os mais cotados dentro do partido são: Arlindo Chinaglia (PT-SP), José Guimarães (PT-CE) e o do deputado eleito Patrus Ananias (PT-MG), que tomará posse no ano que vem.
Segundo o petista, a candidatura do partido não representa uma "afronta" ao nome de Eduardo Cunha, conhecido por ser crítico ao governo Dilma. 
"Não pode ser considerada afronta (...) os maiores partidos sempre fizeram um rodízio, e nós do Partido dos Trabalhadores imaginávamos e queríamos que essa indicação fosse natural. Mas não falaram nada conosco e nos sentimos no direito", disse Vicentinho.
Nos últimos anos, um acordo estipulava que as duas maiores bancadas se revezassem na presidência da Câmara, mas a candidatura de Cunha, segundo Vicentinho, quebrou esse acordo.
Vicentinho disse ainda que o PT poderá apoiar um candidato de outro partido para a disputa com o PMDB.
"Queremos que o nome que a gente apresente seja para a reflexão  com os outros partidos e nessa reflexão com outros partidos um outro nome de outro partido poderá surgir.  Tenho certeza de que teremos uma unidade seja lá qual for o nome", afirmou.
Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília

terça-feira, 8 de julho de 2014

Turco é quem apitará Holanda x Argentina

A FIFA já anunciou o árbitro escolhido para a segunda semifinal da Copa do Mundo, entre Holanda e Argentina. O turco Cüneyt Çakir, de 37 anos, comandará a partida, sua terceira na competição, após Brasil x México e Argélia x Rússia.
Çakir iniciou sua carreira internacional em 2006 e foi um dos primeiros árbitros do seu país a se tornar profissional. 
Ele foi designado para a UEFA EURO 2012, onde supervisionou uma das semifinais. Também foi responsável pela semifinal da Copa do Mundo Sub-20 da FIFA 2011. 
Outro destaque no currículo do árbitro turco são os dois jogos na Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2012, incluindo a final entre Corinthians e Chelsea. Em 2013, além de comandar a final da Copa do Mundo Sub-20 na Turquia, Çakir esteve à frente de Ucrânia x França pela repescagem das Eliminatórias para o Brasil 2014.
Cüneyt Çakir é o segundo árbitro turco a participar da Copa do Mundo, 40 anos depois de Dogan Babacan arbitrar na Alemanha 1974.

sábado, 15 de junho de 2013

Aberturas com algumas surpresas

Desde a primeira edição do torneio, em 1992, as rodadas inaugurais da Copa das Confederações tiveram alguns resultados surpreendentes. A seguir, vamos relembrar alguns desses momentos, formando uma lista que o Brasil não vai querer repetir neste sábado, quando enfrentará o Japão na abertura desta edição.

As três primeiras edições foram disputadas na Arábia Saudita, um país que, até aquele ano de 1992, jamais tinha jogado uma Copa do Mundo. No jogo de abertura daquele ano, os sauditas enfrentaram uma seleção dos Estados Unidos que chegava em alta, depois de disputar a Copa do Mundo de 1990 e de ganhar a Copa Ouro 1991.

Treinados por Bora Milutinovic, os norte-americanos contavam com uma boa geração de jogadores, entre os quais se sobressaíam Tony Meola, Tab Ramos e Marcelo Balboa, o que os tornavam favoritos à vitória.

Mas os anfitriões não se importaram com nada disso. Liderados pela categoria de Sami Al Jaber e com gols de Fahad Al Bishi, Youssef Al Tunayan e Khaled Al Muwallid, se impuseram com inapeláveis 3 x 0, provocando assim a primeira grande surpresa da história do torneio.

Para muitos, a goleada foi o cartão de visitas do futebol saudita no cenário internacional, já que aquela equipe não apenas chegou à final do torneio, mas também abriu caminho para quatro participações seguidas no Mundial da FIFA.

Na terceira edição do torneio, em 1997, a rodada de abertura da Copa das Confederações contou com outro resultado pouco esperado: a vitória da Austrália sobre o México por 3 x 1.

Os mexicanos vinham de um bicampeonato continental e chegavam ao torneio com uma seleção que combinava jogadores de renome, como Claudio Suárez, Ramón Ramírez e Luis García, com jovens talentos, como Oswaldo Sánchez, Cuauhtémoc Blanco e Luis Hernández. Desse modo, nada levava a crer que um tropeço semelhante pudesse ocorrer.

Além disso, os australianos tentavam digerir o fracasso das eliminatórias para a Copa do Mundo da França de 1998, após caírem na repescagem contra o Irã. Apesar de tudo, a Austrália bateu o México, com destacadas atuações de Mark Viduka e John Aloisi, dando o primeiro passo para uma participação histórica que a levaria à final, quando foi derrotada pelo Brasil.

"Dominamos o primeiro tempo e parecíamos ter tudo controlado, nada mais nos faltava para definir o jogo", explicou após o jogo o técnico mexicano, Manuel Lapuente, que no ano seguinte levaria o México às oitavas de final da França, em  1998. "Porém, acho que fomos confiantes demais. Nos fizeram um gol e vieram para cima."

Em 1999, foi a Alemanha a protagonista de outro resultado surpreendente: a derrota por 4 x 0 diante do Brasil no torneio disputado no México. É certo que os alemães foram ao torneio sem alguns dos seus melhores jogadores da época, mas naquele dia, em Guadalajara, atuaram nomes como Jens Lehmann, Lothar Matthäus e Michael Ballack.

"Não pudemos levar todas as nossas estrelas, e por isso alguns jogadores fizeram duas ou três partidas com a seleção naquele torneio e depois poucas chances receberam", lembrou, anos depois, o então técnico da Alemanha, Erich Ribbeck. "Os brasileiros estavam muito preparados, e nós fomos criticados duramente."

Zé Roberto, Ronaldinho e Alex (duas vezes) marcaram os gols do Brasil naquela que é, até hoje, a maior goleada brasileira na história diante da Alemanha. Embora aquele selecionado treinado por Luxemburgo tenha perdido a final contra o México, vários dos seus jogadores compuseram a base que foi campeã mundial na Coreia do Sul/Japão 2002, com Luiz Felipe Scolari.

Desde então, nenhuma outra rodada inicial da Copa das Confederações da FIFA teve um resultado tão surpreendente como os mencionados. O Japão, no entanto, tem planos de entrar na lista.

Neymar vale 27 seleções do Taiti

Com Neymar avaliado em 191 milhões de reais, o Brasil tem o jogador mais caro entre os 184 convocados para a Copa das Confederações. O valor total do novo craque do Barcelona é 27 vezes maior do que toda a seleção do Taiti, que tem apenas um atleta profissional e está avaliada em 7 milhões de reais.

Porém, a Seleção Brasileira não possui o elenco com maior valor de mercado, como mostra estudo divulgado pela Pluri Consultoria.

A Espanha é a equipe mais cara do torneio que começa esta tarde em Brasília. O time comandado por Vicente Del Bosque tem, junto, valor estimado superior a 1,8 bilhão de reais. Ao todo, são nove jogadores entre os 20 mais valiosos da Copa das Confederações.

Com elenco no valor de quase 1,3 bilhão de reais, o Brasil aparece em segundo na lista, à frente de Itália (946 milhões) e Uruguai (608 milhões). Entre os jogadores, Neymar é seguido pelo seu agora companheiro de Barcelona Andrés Iniesta (174 milhões) e pelo atacante uruguaio Edinson Cavani, do Napoli, (160 milhões).

Além de Neymar, o Brasil ainda tem outros cinco jogadores na lista dos 20 mais caros: Hulk, Thiago Silva, Lucas, Oscar e Marcelo.

As seleções mais valiosas (em milhões de reais)
1. Espanha 1.838
2. Brasil 1.266,5
3. Itália 946, 4
4. Uruguai 608,6
5. Japão 307,3
6. México 255,0
7. Nigéria 188,9
8. Taiti 7,0

Os jogadores mais valiosos (em milhões de reais)
1. Neymar (Brasil) 191,4
2. Andrés Iniesta (Espanha) 174,9
3. Edinson Cavani (Uruguai) 160,2
4. Cesc Fabregas (Espanha) 159,6
5. David Silva (Espanha) 128,7
6. Juan Mata (Espanha) 126,9
7. Hulk (Brasil) 119,6
8. Sérgio Busquets (Espanha) 117,3
9. Luis Suárez (Uruguai) 109,9
10. Thiago Silva (Brasil) 109,1
11. Lucas (Brasil) 105,6
12. Gerard Piqué (Espanha) 99,7
13. Javi Martínez (Espanha) 96,8
14. Sérgio Ramos (Espanha) 94,0
15. Oscar (Brasil) 92,6
16. Claudio Marchisio (Itália) 83,5
17. Marcelo (Brasil) 82,1
18. Daniele De Rossi (Itália) 81,5
19. Mario Balotelli (Itália) 77,5
20. Pedro (Espanha) 77,1

O Mané custa mais que toda a Seleção Brasileira

O Estádio Nacional Mané Garrincha, nosso novo cartão postal, custou mais para ser construído do que vale todo o time de Scolari, um dos mais valorizados do mundo.

O governo do DF gastou pouco mais de R$ 1,2 bilhão para reconstruir o Mané Garrincha, que tinha capacidade para 45 mil pessoas e hoje pode receber quase 71 mil espectadores.

Segundo divulgou o site europeu Transfermarkt, que avalia os valores das transações em todo o mundo, a Seleção Brasileira tem jogadores avaliados em R$ 1,16 bilhão.

Entregue em maio, cinco meses depois da previsão inicial e da orientação da Fifa, o estádio consumiu R$ 17 milhões, por exemplo, para a colocação dos assentos e para a implantação do gramado. É mais do que o valor de mercado de oito dos 23 atletas da seleção nacional.

O Mané Garrincha foi, junto com o Maracanã, o estádio mais caro construído para o Mundial do próximo ano. Dos outros quatro que recebem partidas da Copa das Confederações, o mais barato foi o de Fortaleza, que custou R$ 518,6 milhões.

O estádio terá apenas uma partida nesta Copa das Confederações, a de hoje, entre Brasil e Japão. No Mundial, receberá sete jogos ao todo.

Por: MARCEL RIZZO
MARTÍN FERNANDEZ
SÉRGIO RANGEL

Troféu é mais pesado que o do Mundial

O troféu da Copa das Confederações é o mais pesado dos que foram produzidos até agora pela Fifa. Com 8,6 kg, a taça pesa mais que a da Copa do Mundo, que tem 6,1 kg. A do Mundial de Clubes, por exemplo, pesa 5,2 kg.

Porém, o prêmio pela conquista do torneio preparatório para a Copa do próximo ano é feito de bronze e banhado a ouro e mede 40 centímetros de altura, com a base de 16 centimetros de diâmetro, sendo o ponto mais largo do troféu. Já a Copa do Mundo tem 4,9 kg de ouro puro em sua composição.

Segundo a Fifa, o campeão da Copa das Confederações, que acontece entre hoje e o dia 30, ganha um troféu vitalício. No entanto, a entidade mantém na sua sede a taça original, que tem na sua base todos os nomes dos ganhadores.

Fabricado na Suíça, o design foi feito por Fritz Juncker em 1997, quando a Fifa adotou a Copa do Rei Fahd --disputada na Arábia Saudita em 1992 e em 1995--, como um torneio oficial e o ampliou para a participação dos campeões das confederações.

Em 2012, a taça passou por uma reforma e recebeu uma base --de rocha azul lápis-lazúli e madeira de ébano--, em formato cônico mais amplo, com o objetivo de modernizá-lo e alinhá-lo aos demais troféus da entidade.

De acordo com a entidade máxima do futebol, o troféu da competição representa o tema do torneio: "Festival de Campeões". Duas fitas de ouro envolvem o corpo central da taça. Elas conectam visualmente os seis medalhões --cada um com o nome de uma confederação-- que ficam na base. O globo traz referências aos seis continentes representados pelas seleções participantes do torneio.

Mais de 739 mil ingressos já foram vendidos para os 16 jogos

Segundo balanço divulgado ontem, 739.176 ingressos já foram vendidos para esta edição da Copa das Confederações, mas ainda há mais de 120 mil tickets à venda no www.FIFA.com/ingressos e nos Centros de Coleta e Venda para todas as partidas, com exceção do jogo de abertura, neste sábado aqui em Brasília; a final no Rio de Janeiro, e as partidas da fase de grupos México x Itália, no Rio de Janeiro, e Espanha x Uruguai, no Recife (ambos no dia 16), e Brasil x Itália, em Salvador (dia 22).
Quase 194 mil dos ingressos vendidos ainda não foram retirados nos Centros de Distribuição de Ingressos nas seis sedes da Copa das Confederações.
A FIFA aumentou significativamente o número de horários de retirada prioritária por agendamento e solicita que, mesmo sem um horário marcado, é possível buscar as entradas entre 10h e 18h, em qualquer um dos Centros de Distribuição de Ingressos da FIFA (com exceção do hotel Windsor Guanabara, no Rio de Janeiro). Não é possível retirar os ingressos diretamente nos estádios.
É recomendável que os torcedores se antecipem e busquem seus ingressos o quanto antes. E no dia das partidas, que cheguem cedo aos estádios para que possam aproveitar a experiência de participar da Copa das Confederações da FIFA.
A partir de três horas antes dos jogos já haverá opções de entretenimento e alimentação em todas as nas arenas. A exceção é Brasília, onde os portões abrem ao meio dia. A cerimônia de abertura da Copa das Confederações terá início às 14h25.
Os espectadores podem encontrar mais informações sobre como se preparar para as partidas no guia de ingressos entregue nos Centros de Ingressos da FIFA e disponível no FIFA.com no endereço http://pt.fifa.com/mm/document/tournament/ticketing/02/09/75/01/fcc2013-ticketguide-por%5fportuguese.pdf.
A FIFA também lembra aos compradores de ingressos que assistirão aos jogos acompanhados de menores de idade que sempre levem consigo os documentos necessários estabelecidos pela lei vigente em cada cidade-sede.
O torcedor deve ter sempre em mente que esta lei foi alterada recentemente em Fortaleza, Recife e Belo Horizonte. De um modo geral, os que obtiveram descontos precisam levar consigo seus documentos de identidade e uma prova de que atendem os requisitos de elegibilidade. Haverá controles nas catracas das entradas.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Brasil segue com 100% na Liga Mundial de Vôlei.

Depois de bater em duas partidas a atual campeã, a Polônia, na casa da rival, a seleção de Bernardinho mais uma vez venceu no território "inimigo". Na noite desta sexta-feira, na cidade de Mendoza, a vítima foi a Argentina, derrotada por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/21 e 25/15, em pouco mais de 1h30m de jogo.
Com o resultado, o time de Bernardinho assume, ao menos temporariamente, a liderança do Grupo A da Liga Mundial, que pertencia a Bulgária, que tem duas vitórias, e perdeu apenas dois sets (o Brasil perdeu três no total). Os búlgaros jogam novamente nos dias 21 e 23, quando encaram os próprios argentinos, dentro de casa, e podem reassumir a ponta.
Neste sábado, Brasil e Argentina voltam a se enfrentar, às 20h30, também em Mendoza, na Argentina. Além de brasileiros e argentinos, completam o Grupo A da competição os Estados Unidos, Polônia, Bulgária e França.
O jogo não começou com um bom cenário para o Brasil. Falhando bastante na recepção, o time viu a Argentina chegar na frente no primeiro tempo técnico. Com problemas para virar as bolas e com a marcação da rede argentina atenta, o Brasil tinha dificuldades. 
Conversando bastante em quadra, a equipe passou a se acertar, e com Bruninho distribuindo bem o jogo, Vissotto e Dante passaram a entrar na partida.
Assim, e com Éder bem nas bolas de meio, o Brasil passou à frente antes do segundo tempo técnico, com 16 x 14 no placar e não deixou mais a ponta. No restante do set, bastou administrar para fechar o set inicial em 25 x 20, em 27 minutos de jogo.
O segundo set começou com o Brasil dominando desde o início. Com Vissotto bem no saque, a seleção abriu logo 5 x 2. Lucarelli era outro bem no ataque. Assim, o time de Bernardinho virou o primeiro tempo técnico vencendo por 8 x 6. Do lado argentino, Castellani e Sebastian eram os maiores pontuadores.
Mesmo atrás do placar, os hermanos conseguiram vencer o maior rali do segundo set. Após belas defesas lá e cá, os argentinos pararam Dante no bloqueio. Depois, ainda anotaram o primeiro ponto de saque e pegaram Vissotto em novo paredão, trazendo a diferença para 13 x 10, fazendo Bernardinho parar o jogo. Na reta final do set, a seleção voltou a comandar as ações e fechou em 25 x 21.
O terceiro set teve início e o panorama parecia mostrar que seria o mais equilibrado. Apesar de estar sempre à frente do placar, a seleção brasileira via os argentinos em cima. Mas próximo ao segundo tempo técnico, o Brasil voltou a atropelar, com show do menino Lucarelli, e logo abriu 16 x 9.
Relaxados, os brasileiros soltaram o jogo e viram os argentinos sentirem a pressão. Tanto é que do tempo técnico em diante a equipe rival só anotou mais seis pontos. No bloqueio de Éder, o Brasil fechou o set em 25 x 13 e o jogo em 3 sets a 0, sem grandes dificuldades.
A seleção brasileira jogou com Bruninho, Isac, Eder, Vissotto, Lucarelli e Dante, com Mário Júnior de líbero. Entraram ainda Wallace e William. A Argentina atuou com Castellani, Martin, Uriarte, Sebastian, Federico, Bengolea e González de líbero. Entraram depois Quiroga, Nicolas, De Cecco e Romanutti.

Japão não deve ter surpresas na escalação

O treinador Alberto Zaccheroni seguiu o "protocolo" de outras seleções e também fechou grande parte do treinamento desta sexta-feira. Os jogadores do Japão fizeram o reconhecimento do gramado do Mané Garrincha, local da estreia na Copa das Confederações, contra o Brasil, neste sábado, às 16h.

Apesar do mistério, a seleção japonesa não deve apresentar novidades para o confronto. Alberto Zaccheroni afirmou que todos os seus jogadores estão à disposição e os japoneses vão com força máxima. O treinador deve repetir a escalação da equipe que empatou com a Austrália e garantiu a vaga na Copa do Mundo do próximo ano.

A única dúvida do time oriental é o meia Keisuke Honda, destaque japonês que atua no CSKA. O jogador, que fez o gol do empate contra a Austrália, vem de lesão e foi poupado da partida diante do Iraque. Alberto Zaccheroni, no entanto, alega que o atleta deve aparecer na escalação inicial deste sábado.

Com três homens para apoiar um atacante isolado, o Japão promete um futebol envolvente e com muita velocidade. Diante da Seleção Brasileira, Alberto Zaccheroni deve escalar Kawashima; Uchida, Yoshida, Konno, Nagatomo; Hasebe, Endo, Okazaki, Honda, Kagawa e Maeda.

Nesta sexta-feira, a imprensa teve acesso apenas às primeiras movimentações da equipe japonesa, ainda sob o comando do preparador físico. No momento em que a comissão técnica preparava um trabalho com bola em campo reduzida, o treino passou a ser fechado.

Hulk luta para ser reconhecido no seu país

Um dos movimentos que o técnico Felipão promoveu em seu retorno à Seleção Brasileira foi a composição de um grupo com mais atletas que atuam dentro das fronteiras do país. Para esta Copa das Confederações, são 10 que se enquadram nessa categoria - sem contar Neymar, que ainda não fez a sua estreia pelo Barcelona.
Por outro lado, há aqueles que construíram uma carreira praticamente toda no exterior, como o paraibano Givanildo Vieira de Souza, o Hulk, com seu apelido popularizado mundo afora e que, enfim, depois de uma boa rodagem, vai ganhando fama também aqui em sua própria terra.
Com passagem pela base do São Paulo, mas lançado como profissional pelo Vitória, da Bahia, Hulk disputou apenas duas partidas pelo time baiano na elite do futebol brasileiro. A partir dali, iniciou uma peregrinação que o levou a três clubes japoneses, ao FC Porto e, na última temporada, ao Zenit St. Petersburg.
Só agora, com a Copa das Confederações batendo à porta, é que talvez tenha chegado a hora de o atacante - aos 26 anos e já consagrado internacionalmente -, mostrar seu cartão de visitas a seus compatriotas torcedores. Para isso, será titular na estreia contra o Japão, neste sábado, às 16h, em Brasília.
“Minha preocupação é fazer o trabalho bem feito, como venho fazendo. Tentar estar o mais concentrado possível e fazer o que o professor pede; não entrar necessariamente com o pensamento de querer agradar a torcida”, afirmou o jogador, depois da última sessão de treinos da Seleção no Mané Garrincha, nesta sexta-feira.
No amistoso contra a Inglaterra, disputado no Maracanã, Hulk e seus companheiros de time chegaram a escutar gritos pedindo por Lucas, aquele que em teoria é seu reserva imediato, vindo da arquibancada.
Na ocasião, o atacante do Zenit, da Rússia, disse que não se incomodava, por estar ciente do certo distanciamento que existe por parte do público local com relação a sua trajetória. Ele costuma dizer que é mais conhecido na Europa do que aqui.
O que é certo é que seus talentos ganharam o reconhecimento de Felipão - que conta com sua vitalidade e disciplina tática para ganhar em poder de marcação no meio-campo e em velocidade pelas pontas.
O próximo passo seria integrar essas qualidades com as dos parceiros e conseguir chegar ao plano tático pretendido pelo treinador. Para isso serviu o produtivo período de treinamento e testes que tiveram nas últimas semanas. Depois de empate por 2 x 2 com os ingleses, a equipe recebeu a França e venceu por 3 x 0 em Porto Alegre.
“Aos poucos, sem querer exagerar nada, sem querer pular etapas, conseguimos fazer um grande resultado no último jogo e vamos pegar essas coisas boas para, quando chegar o jogo, poder colocar em prática”, afirma.
Hulk deve começar a partida contra os campeões asiáticos cobrindo um lado do campo, enquanto o jovem astro Neymar fica do outro. A ideia, porém, é aproveitar uma sintonia mais afinada para alternar o posicionamento, tentando confundir o oponente.
“Temos total liberdade para trocar de posições, e isso vem dando certo. Não só eu e o Neymar, mas todos os jogadores ali da frente.”
Naturalmente, com um melhor entrosamento, então, o jogo fica mais propício para os atacantes brilharem e decidirem, com um facilitando a vida do outro. E aí pode pintar a chance para Hulk se apresentar para valer aos torcedores, mesmo que isso não seja uma obsessão para ele. “Se for para agradar, que seja, então, dentro de campo, dando o meu melhor. É isso o que eu pretendo fazer.”
Fonte: Fifa

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Estádios de Manaus, Natal e Cuiabá sob sinal de alerta




Obras em cidades-sede da Copa de 2014 preocupam especialistas, pois menos da metade está concluída. Custo total dos 12 estádios foi revisado: aumento de 20% em relação a janeiro de 2011. E pode haver mais surpresas.

Faltando apenas 18 meses para o pontapé inicial da próxima Copa do Mundo, a construção ou a reforma dos estádios das cidades-sede de Manaus, Natal e Cuiabá ainda é motivo de preocupação. Nelas, menos de 50% das obras foram concluídas.

“As obras nessas três cidades – Natal (43%), Manaus (47%) e Cuiabá (50%) – precisam andar mais rápido para que fiquem prontas até o início do Mundial, em junho de 2014”, frisou José Roberto Bernasconi, presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia do Estado de São Paulo (Sinaenco/SP).

Acrescentou que, "se as obras se mantiverem no ritmo que impera desde o início, há grandes motivos para preocupação. E são obras públicas, portanto, dependem do envolvimento dos governos federal, estadual e municipal para que os estádios fiquem prontos a tempo", disse Bernasconi.

Se o atraso permanecer, existe até mesmo o risco de essas cidades deixarem de ser sede da Copa. "Isso vai depender da Fifa. Mas o próprio Jérôme Valcke [secretário-geral da Fifa] demonstrou que está olhando com muito cuidado para esses três estádios, que precisam mostrar serviço. A resposta está na mão dos gestores dos estados", concluiu Bernasconi.

Já para Agostinho Guerreiro, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), é possível que a Fifa reduza o número de sedes para a realização dos jogos em 2014 caso haja problemas muitos grandes. "Se houver uma emergência, pode-se lançar mão desse caminho."

Entre os demais estádios programados para receber os jogos do Mundial, as arenas de Porto Alegre (52%), Curitiba (55%) e de São Paulo (58%) estão dentro do prazo e pertencem à iniciativa privada.

"Em Porto Alegre é realizada uma reforma, que está dentro do cronograma. A obra de Curitiba é considerada a de menor intervenção das 12 sedes. Em São Paulo, o ritmo das obras é muito forte", afirmou Bernasconi.

As outras seis arenas para o evento em 2014 deverão ter o seu teste de fogo na Copa das Confederações, em junho deste ano. Dois desses estádios já foram reinaugurados pela presidente Dilma Rousseff: o Mineirão, em Belo Horizonte, e o Castelão, em Fortaleza.

Já os estádios de Brasília (85% das obras prontas) e Salvador (80% concluído) devem ficar prontos, na avaliação de Bernasconi, até abril de 2013 – portanto antes do evento.

Mesmo com 85% da reforma pronta, o Maracanã exige um acompanhamento mais cuidadoso. "O estádio tem o sinal amarelo porque é uma obra de grande complexidade. A obra está acelerada, mas houve demolições e havia problemas na cobertura. Mas deve ficar pronto até o prazo final", disse.

Já o estádio do Recife é o lanterna na preparação para a Copa das Confederações. Mesmo com 70% da construção pronta, ele recebe um sinal amarelo de Bernasconi. "A obra demorou para ser iniciada. 

Estão sendo construídas vias de acesso e a urbanização está sendo realizada. O ritmo da obra deve ser acelerado, pois o prazo final é a Copa das Confederações", frisou Bernasconi.

De janeiro de 2011 a novembro de 2012, o custo total das construções e reformas dos estádios das 12 cidades-sede aumentou cerca de 20%, passando de R$ 5,63 bilhões para R$ 6,76 bilhões. Especialistas afirmam que esse aumento se dá, muitas vezes, pelo fato de a licitação de construção ou de reforma ser realizada a partir do projeto básico – que é elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares.

"O melhor seria realizar a licitação da obra com um projeto totalmente pronto [projeto executivo]. Quando a obra não está totalmente definida, ela fica sujeita a custos extras", disse Bernasconi. 

Guerreiro, do Crea-RJ, disse que a situação reflete "um certo vício de comportamento" em que o planejamento não é realizado em tempo hábil.

Bernasconi destaca que há a possibilidade de os estádios de Manaus, Natal e Cuiabá – os mais atrasados – terem um aumento em seus custos de reforma ou construção. "Seguramente esse risco existe", afirmou.

Autor: Fernando Caulyt
Revisão: Alexandre Schossler

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Lucas já vestiu a camisa do PSG

Distante de São Paulo, esta segunda-feira começou agitada para o ex-são-paulino Lucas.

Assim que chegou em Doha, no Qatar, o jogador realizou uma bateria de exames médicos e, em seguida, vestiu a camisa do Paris Saint-Germain, o multimilionário clube francês.

A apresentação está prevista para ocorrer nesta terça-feira. A coletiva de imprensa será transmitida pelo site oficial do clube francês.

Lucas foi contratado pelo PSG em agosto, mas um acordo entre os dois times permitiu que ele continuasse no Braqsil até o fim do ano.

Na primeira quinzena de janeiro, o São Paulo receberá do PSG os 43 milhões de euros (R$ 116,2 milhões) pela venda de Lucas, que embarcou na madrugada de ontem para o Qatar.

Do valor total a ser recebido pelo PSG, o Tricolor paulista tem direito a 75%. Com isso, restará ao clube R$ 87,2 milhões. Como a negociação foi firmada em agosto, e só será selada em janeiro, a valorização do euro ajudou o São Paulo.

O valor total ao clube aumentou em R$ 6 milhões. Após a venda, a diretoria também não fez o seguro de garantia para Lucas, e deixou de gastar outros R$ 4 milhões.

Brasil fará amistoso contra italianos


A Seleção Brasileira enfrentará a Itália em partida amistosa, em Genebra, no dia 21 de março de 2013, exatamente três meses antes do clássico que as duas equipes terão pela Copa das Cofederações no Brasil no ano que vem.

O amistoso com a Itália, a ser disputado no rstádio de Genebra, será o segundo da nossa seleção no novo ano, já que a equipe agora comandada por Luiz Felipe Scolari tem programado um amistoso contra a Inglaterra no estádio de Wembley no dia 6 de fevereiro, segundo divulgou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O Brasil, que aparece apenas na 18ª posição no ranking da Fifa, por sinal, a sua pior posição, enfrentou neste ano seleções de pouca tradição, como China, Japão e o Irã, vencendo facilmente todos os amistosos.

Para 2013, quando será disputada a Copa das Confederações no nosso país e começará a preparação para a Copa do Mundo de 2014, o Brasil planeja enfrentar rivais de maior expressividade e qualidade.

O amistoso contra a Itália será o segundo que o Brasil disputará novamente sob o comando de Luiz Felipe Scolari, o técnico que conduziu a seleção à conquista da Copa do Mundo de 2002.

O duelo em Genebra representa uma prévia do clássico que o Brasil e Itália protagonizarão 22 de junho em Salvador, em jogo válido pela Copa das confederações.

As duas seleções estão no considerado grupo da morte do torneio (Grupo A) junto ao Japão e ao México.

O Brasil enfrentará o Japão em 15 de junho em Brasília, e quatro dias depois, enfrentará o México em Fortaleza. É por isso que o compromisso com a Itália provavelmente definirá a classificação.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Um título para dar tranquilidade



Não podemos esconder que a possível conquista do chamado Superclássico das Américas é meramente simbólica. Ao pensarmos em termos de 2014, o “amistoso” deste fim de noite entre Brasil e Argentina igualmente pode ser taxado de uma importância apenas limitada, já que os dois times não contam com os jogadores que atuam no exterior.

Contudo, uma derrota no principal clássico sul-americano, em Resistência, sempre é motivo de turbulência, principalmente no caso do técnico Mano Menezes, que segue sem despertar a confiança da torcida.

“Esse jogo tem o mesmo peso do ano passado, não vai resolver os problemas da seleção, mas é ótimo vencer a Argentina, sempre é difícil jogar contra eles. Para esse grupo, vai significar o aumento de confiança, um enfrentamento forte, cada um vai tirar proveito, a gente vai tirar na proporção que significa”, garantiu o técnico brasileiro.

Independentemente da importância do título, o elenco brasileiro utiliza um discurso que valoriza o confronto. O fato de a partida ser realizada na cidade de Resistência, com um estádio que lembra um caldeirão, faz os atletas esperarem uma grande pressão.

“Acho que vai ter muita disputa, catimba, com muita rivalidade, é claro. Só esperamos que o torcedor tenha a mesma postura do jogo em Goiânia. Sabemos que confusões são normais em campo, mas não pode ter pedras ou confusão”, comentou o meia campista Thiago Neves.

Na teoria, o Brasil carrega algumas vantagens no confronto. Primeiro, sua base nacional é considerada mais forte. Além disso, a equipe de Mano Menezes venceu o jogo de ida por 2 x 1 e tem a vantagem do empate para levantar o bicampeonato do Superclássico.

A Argentina necessita, por sua vez, de um triunfo por dois gols de diferença para ser campeã. Se ganhar por margem mínima, leva a decisão para os pênaltis. “É difícil falar sobre favoritismo em uma partida como essa. Quando começa o jogo, a porcentagem das equipes é a mesma”, minimizou o volante Arouca.

Na escalação, o técnico Mano Menezes sinalizou mudanças até no esquema. No último treino antes da viagem para a Argentina, a Seleção Brasileira atuou no esquema 4-4-2. O meio-campo contou com Ralf, Paulinho, Arouca e Thiago Neves, que tinha a função de abastecer o ataque com Lucas e Neymar.

No entanto, o técnico evita confirmar a escalação de forma antecipada. Assim, ele deixa aberta a chance de escalar Leandro Damião no ataque, na vaga de Arouca.

Na Argentina, a tendência é que o ataque siga com uma dupla conhecida dos brasileiros, formada por Martínez, do Corinthians, e Barcos, do Palmeiras. Ainda assim, a ideia é modificar a postura dentro de campo.

"Devemos fazer uma partida diferente e ser protagonistas perante o Brasil, apesar de que o nosso treinador ter manifestado estar contente com o desempenho da equipe no jogo de Goiânia", avisou Barcos.

No confronto de ida, a Argentina apostou em uma forma de jogo defensiva e chegou a se defender com até nove jogadores de linha. “Estamos ajustando algumas coisas na parte tática e esperamos que seja diferente do primeiro encontro. Vamos tentar pressionar”, prometeu o meio-campista Maxi Rodríguez.

FICHA TÉCNICA

ARGENTINA x BRASIL

Local: Estádio Bicentenário, em Resistência (Argentina)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Enrique Ossés (Chile) Assistentes: Francisco Mondria e Carlos Astroza (Chile)
ARGENTINA: Ustari; Peruzzi, Lisandro López, Sebá Dominguez, Desábato e Clemente Rodríguez; Maxi Rodríguez, Braña e Guiñazu; Martínez e Barcos. Técnico: Alejandro Sabella.
BRASIL: Jefferson; Lucas Marques, Dedé, Réver e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Arouca (Leandro Damião) e Thiago Neves; Lucas e Neymar. Técnico: Mano Menezes.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Jurídico do Brasiliense defende atacante e clube



Com quatro pontos distantes da zona de classificação, o Brasiliense pode ter a baixa de Romarinho nas duas próximas rodadas da Série C do Brasileiro.

Expulso contra o Madureira por “ato desleal”, o camisa 17 será julgado nesta quarta-feira pela Terceira Comissão Disciplinar do STJD, a partir das 17h.

Além de Romarinho, o Jacaré também será julgado e pode ser multado, após ser acusado de “descumprir o regulamento da competição”.

Na partida disputada no dia 1º de setembro, o Brasiliense recebeu o Madureira na Boca do Jacaré. Conforme relatado na súmula, Romarinho foi expulso aos 10 minutos da segunda metade por atingir o tornozelo direito de seu adversário com um carrinho lateral. Como já havia sido advertido com um cartão amarelo, ele foi excluído da partida.

Além disso, consta na súmula que o Brasiliense entregou a relação nominal de sua equipe às 15h44, descumprindo assim o artigo 72 do regulamento da competição, que diz claramente que tal documento deve ser “entregue ao quarto árbitro até 45 minutos antes da hora marcada para o início da partida”.

O atacante foi denunciado por infração ao artigo 250 (praticar ato desleal ou hostil durante a partida) do CBJD, e pode ser suspenso de uma a três partidas. Já o clube candango responde ao artigo 191, inciso III, também do CBJD e, se punido, pode ter que desembolsar multa de R$ 100 a R$ 100 mil.

Pelo Grupo B da competição, o Brasiliense soma 17 pontos e ainda segue com chances reais de classificação. No próximo sábado, o time amarelo encara a Chapecoense, às 16h, pela 15ª rodada da primeira fase.

Por Daniela Lameira