O técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, aprovou a escolha do Bezerrão para a partida decisiva contra o Goiás. No entanto, o treinador lamentou pelo clube esmeraldino prometer cobrar ingresso de R$ 400 para o confronto de domingo.
O comandante são-paulino vê que o preço está fora da realidade mesmo com o desconto de 50% para quem doar um quilo de alimento não perecível.
“É um preço difícil porque R$ 400 não existem. Na verdade, o preço é R$ 200 e mais um quilo de alimento, mas, mesmo assim, é caro. Para nosso nível, R$ 200 não é brincadeira”, afirmou.
O Goiás não poderá mandar a partida para o Serra Dourada por conta de punição imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Assim, o clube esmeraldino terá de jogar no Bezerrão, no Gama.
Como a capacidade do estádio da partida é de cerca de 20 mil espectadores, a diretoria do Goiás alega que terá de cobrar R$ 400 para não sair no prejuízo. O time mandante ainda planeja cobrar “apenas” R$ 200 para quem doar um quilo de alimento, que seria mandado para as vítimas das chuvas em Santa Catarina.
Assim como o treinador, o zagueiro Rodrigo também reclamou do preço estipulado pelo Goiás para a entrada no Bezerrão. O jogador afirmou que, se fosse torcedor, não desembolsaria uma grande quantia para ir a uma partida de futebol.
“Eu não iria, porque R$ 400 são muita coisa. O São Paulo vai ver se consegue abaixar. Lógico que futebol é uma paixão nacional, mas este valor não se enquadra a muitos torcedores. Com R$ 400, daria para sustentar uma família”, comparou o atleta.
Apesar de não concordar com o preço dos ingressos, o técnico Muricy Ramalho acredita que o estádio não trará problemas ao São Paulo. O comandante elogiou o campo que recebeu o amistoso entre Brasil e Portugal, no mês passado.
“O campo parece muito bom. A seleção esteve lá e é um campo que tem qualidade. Parece que é um local muito bom para o público também. Para a seleção jogar lá, o estádio tem de ser muito bom. Claro que o número de torcedores é pequeno, mas foi o estádio escolhido e temos de acatar”, comentou.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Gama já conhece adversários na Série C
A Sociedade Esportiva do Gama já conhece seus adversários no Brasileiro da Série C da próxima temporada. Rebaixado este ano em penúltimo lugar, numa campanha ridícula sob todos os pontos de vista, o Periquito terá adversários das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Eis os adversários do alviverde, quarto colocado no Metropolitano da atual temporada: Brasil, de Pelotas, Caxias, de Caxias, ambos do Rio Grande do Sul, América Mineiro, Guaratinguetá e Marília, os dois de São Paulo, Ituiutaba, de Minas Gerais, Marcílio Dias, de Santa Catarina, Mixto, de Cuiabá (MT) e Criciúma, de Santa Catarina.
O regulamento da competição prevê que os clubes se enfrentarão dentre de suas chaves em turno e returno, se classificando os quatro primeiros de cada uma delas, que jogarão em sistema no sistema mata-mata até a final. Os dois piores de cada grupo serão rebaixados à Série D.
Os 10 integrantes do outro grupo, serão das regiões Norte e Nordeste. Eis-los: CRB (AL), Rio Branco (AC), Luverdense (MT), Paysandu (PA), Águia (PA), Sampaio Corrêa (MA), Icasa (CE), Confiança (SE), ASA (AL) e Salgueiro (PE).
Eis os adversários do alviverde, quarto colocado no Metropolitano da atual temporada: Brasil, de Pelotas, Caxias, de Caxias, ambos do Rio Grande do Sul, América Mineiro, Guaratinguetá e Marília, os dois de São Paulo, Ituiutaba, de Minas Gerais, Marcílio Dias, de Santa Catarina, Mixto, de Cuiabá (MT) e Criciúma, de Santa Catarina.
O regulamento da competição prevê que os clubes se enfrentarão dentre de suas chaves em turno e returno, se classificando os quatro primeiros de cada uma delas, que jogarão em sistema no sistema mata-mata até a final. Os dois piores de cada grupo serão rebaixados à Série D.
Os 10 integrantes do outro grupo, serão das regiões Norte e Nordeste. Eis-los: CRB (AL), Rio Branco (AC), Luverdense (MT), Paysandu (PA), Águia (PA), Sampaio Corrêa (MA), Icasa (CE), Confiança (SE), ASA (AL) e Salgueiro (PE).
Goiás terá três desfalques contra o São Paulo
O Goiás virou um dos protagonistas do Brasileirão nesta reta final do campeonato. Além de arrancar um empate contra o Flamengo, no último domingo, diminuindo as chances do time carioca em conquistar uma vaga à Libertadores, a equipe goiana enfrenta o líder São Paulo pela última rodada, com o título ainda indefinido.
E para o jogo decisivo diante do time paulista, no Bezerrão, no Gama, o Goiás não poderá contar com três de seus titulares. Os volantes Fahel e Ramalho e o atacante Iarley estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Os substitutos só começarão a ser definidos pelo técnico Hélio dos Anjos nesta terça-feira, quando a equipe se reapresenta em Goiânia.
Com o Goiás envolvido na disputa pelo título, que está entre São Paulo e Grêmio, o zagueiro Henrique fez questão de afirmar que o time só pensa na vitória. "O Goiás terá de vencer a partida, independente de quem será campeão", disse o jogador.
"O time todo do São Paulo é perigoso, é um time entrosado, mas vamos procurar fazer o nosso jogo para sair tranqüilo dessa partida e garantir a sexta posição no campeonato."
E para o jogo decisivo diante do time paulista, no Bezerrão, no Gama, o Goiás não poderá contar com três de seus titulares. Os volantes Fahel e Ramalho e o atacante Iarley estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Os substitutos só começarão a ser definidos pelo técnico Hélio dos Anjos nesta terça-feira, quando a equipe se reapresenta em Goiânia.
Com o Goiás envolvido na disputa pelo título, que está entre São Paulo e Grêmio, o zagueiro Henrique fez questão de afirmar que o time só pensa na vitória. "O Goiás terá de vencer a partida, independente de quem será campeão", disse o jogador.
"O time todo do São Paulo é perigoso, é um time entrosado, mas vamos procurar fazer o nosso jogo para sair tranqüilo dessa partida e garantir a sexta posição no campeonato."
Momento e dívida impulsionam Goiás
Um empate é tudo que o São Paulo precisa na última rodada do Campeonato Brasileiro para conquistar o seu terceiro título consecutivo. E o Goiás nem poderá jogar em casa - o time esmeraldino foi punido pelo STJD e precisou mudar a sede da partida do Serra Dourada para o Bezerrão, no Gama.
Ainda assim, o momento do rival e uma dívida com o Grêmio, outro postulante à taça, contrariam a expectativa paulista para sua derradeira apresentação na competição nacional.
O jogo entre Goiás e São Paulo reunirá dois dos times com as melhores campanhas do segundo turno do Brasileiro. A equipe de Muricy Ramalho detém a liderança na metade final, com 38 pontos, e o clube esmeraldino aparece na quarta posição, com 29.
Além disso, o clube tricolor é o único entre os cinco primeiros colocados do Brasileiro que ainda não perdeu pontos para o Goiás - venceu por 2 x 1 no primeiro turno, em partida disputada no Morumbi.
"Isso foi até um dos assuntos que eu abordei na palestra aos atletas antes de enfrentar o Flamengo. Nós conseguimos resultados importantes contra todos os times que estão na frente, menos diante do São Paulo. É uma responsabilidade a mais para a última rodada", classificou o técnico do time goiano, Hélio dos Anjos.
Entre os cinco primeiros colocados, o Cruzeiro tem a pior campanha nos duelos com o Goiás - derrotas no primeiro e no segundo turno. O Flamengo foi superado por 2 x 1 em Goiânia e chegou a abrir 3 x 0 no Rio, no domingo passado, antes de ceder um empate por 3 x 3. O Palmeiras acumulou um revés por 3 x 2 fora de casa e um triunfo por 1 x 0 em São Paulo.
Outro time que somou três pontos contra o Goiás foi o vice-líder Grêmio. O elenco dirigido por Celso Roth obteve um triunfo por 3 x 0 no primeiro turno, fora de casa. Na metade derradeira do certame, porém, a equipe esmeraldina causou o primeiro revés dos gaúchos como mandantes no torneio (2 x 1, de virada, no dia 13 de setembro).
"Facilidade pelo Goiás não ter muitas pretensões? No futebol, ninguém joga mais ou menos. Tenho certeza de que eles vão fazer de tudo para ganhar o jogo", determinou Muricy Ramalho.
Entretanto, o retrospecto contra os líderes e a ascensão no segundo turno não são os únicos fatores que respaldam o Goiás para o jogo de domingo. O time esmeraldino também é movido por uma dívida com o Grêmio.
Na última rodada do Brasileiro do ano passado, os gaúchos empataram por 1 x 1 com o Corinthians, no Olímpico, rebaixaram o clube do Parque São Jorge e salvaram a equipe goiana, que bateu o Internacional por 2 x 1.
"Existe essa dívida e essa gratidão por eles (Grêmio). Se não fosse o empate contra o Corinthians, nós estaríamos rebaixados", lembrou o lateral-direito Vítor.
O Goiás ainda briga pelo sexto lugar do Campeonato Brasileiro. O time esmeraldino ocupa atualmente a sétima posição da tabela, uma atrás do Internacional (os gaúchos somaram 54 pontos, um à frente do rival).
"É a última partida, deve ter gente com o contrato acabando, querendo renovar, vai ter muito empresário olhando. A imagem do jogador também é importante. Não vai ser nada fácil", complementou Muricy.
Ainda assim, o momento do rival e uma dívida com o Grêmio, outro postulante à taça, contrariam a expectativa paulista para sua derradeira apresentação na competição nacional.
O jogo entre Goiás e São Paulo reunirá dois dos times com as melhores campanhas do segundo turno do Brasileiro. A equipe de Muricy Ramalho detém a liderança na metade final, com 38 pontos, e o clube esmeraldino aparece na quarta posição, com 29.
Além disso, o clube tricolor é o único entre os cinco primeiros colocados do Brasileiro que ainda não perdeu pontos para o Goiás - venceu por 2 x 1 no primeiro turno, em partida disputada no Morumbi.
"Isso foi até um dos assuntos que eu abordei na palestra aos atletas antes de enfrentar o Flamengo. Nós conseguimos resultados importantes contra todos os times que estão na frente, menos diante do São Paulo. É uma responsabilidade a mais para a última rodada", classificou o técnico do time goiano, Hélio dos Anjos.
Entre os cinco primeiros colocados, o Cruzeiro tem a pior campanha nos duelos com o Goiás - derrotas no primeiro e no segundo turno. O Flamengo foi superado por 2 x 1 em Goiânia e chegou a abrir 3 x 0 no Rio, no domingo passado, antes de ceder um empate por 3 x 3. O Palmeiras acumulou um revés por 3 x 2 fora de casa e um triunfo por 1 x 0 em São Paulo.
Outro time que somou três pontos contra o Goiás foi o vice-líder Grêmio. O elenco dirigido por Celso Roth obteve um triunfo por 3 x 0 no primeiro turno, fora de casa. Na metade derradeira do certame, porém, a equipe esmeraldina causou o primeiro revés dos gaúchos como mandantes no torneio (2 x 1, de virada, no dia 13 de setembro).
"Facilidade pelo Goiás não ter muitas pretensões? No futebol, ninguém joga mais ou menos. Tenho certeza de que eles vão fazer de tudo para ganhar o jogo", determinou Muricy Ramalho.
Entretanto, o retrospecto contra os líderes e a ascensão no segundo turno não são os únicos fatores que respaldam o Goiás para o jogo de domingo. O time esmeraldino também é movido por uma dívida com o Grêmio.
Na última rodada do Brasileiro do ano passado, os gaúchos empataram por 1 x 1 com o Corinthians, no Olímpico, rebaixaram o clube do Parque São Jorge e salvaram a equipe goiana, que bateu o Internacional por 2 x 1.
"Existe essa dívida e essa gratidão por eles (Grêmio). Se não fosse o empate contra o Corinthians, nós estaríamos rebaixados", lembrou o lateral-direito Vítor.
O Goiás ainda briga pelo sexto lugar do Campeonato Brasileiro. O time esmeraldino ocupa atualmente a sétima posição da tabela, uma atrás do Internacional (os gaúchos somaram 54 pontos, um à frente do rival).
"É a última partida, deve ter gente com o contrato acabando, querendo renovar, vai ter muito empresário olhando. A imagem do jogador também é importante. Não vai ser nada fácil", complementou Muricy.
São Paulo se concentra na decisão de domingo
Passado o empate com o Fluminense, o São Paulo deixa para trás o fato de não ter levado o título brasileiro no Morumbi e agora se concentra para ganhar a competição neste domingo, contra o Goiás , no Bezerrão, no Gama.
Apesar da frustração, os jogadores do time paulista ressaltam que a decisão na última rodada é reflexo de um campeonato equilibrado. E estar com a cabeça boa é fundamental para não deixar o tri seguido escapar, ressalta Jorge Wagner.
“Todo jogo é difícil e isso demonstra o que é o Brasileiro . Em certo momento da competição, várias equipes brigaram pelo título e agora são apenas duas. A gente traçou planos durante a semana de acabar com o campeonato neste jogo, em casa, onde nos sentimos bem, mas não aconteceu. Vamos trabalhar concentrados. Corremos riscos, claro, mas teremos que ter a cabeça no lugar e vamos contar com o psicológico”, enfatizou.
Já o volante Hernanes acha que o São Paulo pode ter sido traído pela ansiedade de querer resolver o Brasileiro em casa. Mas está confiante no título diante do Goiás. Para ser campeão, o time paulista pode até empatar.
“Futebol é assim, é difícil, mas não acabou ainda, domingo que vem tem mais. Talvez os erros tenham acontecido porque o time queria decidir logo, e isto cria uma certa ansiedade. Vamos em busca do título contra o Goiás”, acrescentou o volante.
Apesar da frustração, os jogadores do time paulista ressaltam que a decisão na última rodada é reflexo de um campeonato equilibrado. E estar com a cabeça boa é fundamental para não deixar o tri seguido escapar, ressalta Jorge Wagner.
“Todo jogo é difícil e isso demonstra o que é o Brasileiro . Em certo momento da competição, várias equipes brigaram pelo título e agora são apenas duas. A gente traçou planos durante a semana de acabar com o campeonato neste jogo, em casa, onde nos sentimos bem, mas não aconteceu. Vamos trabalhar concentrados. Corremos riscos, claro, mas teremos que ter a cabeça no lugar e vamos contar com o psicológico”, enfatizou.
Já o volante Hernanes acha que o São Paulo pode ter sido traído pela ansiedade de querer resolver o Brasileiro em casa. Mas está confiante no título diante do Goiás. Para ser campeão, o time paulista pode até empatar.
“Futebol é assim, é difícil, mas não acabou ainda, domingo que vem tem mais. Talvez os erros tenham acontecido porque o time queria decidir logo, e isto cria uma certa ansiedade. Vamos em busca do título contra o Goiás”, acrescentou o volante.
CBF se posiciona contrária ao aumento exorbitante
O diretor técnico da Confederação Brasileira de Futebol, Virgílio Elísio, afirmou que a entidade é totalmente contra o aumento dos ingressos para a partida entre Goiás e São Paulo, no próximo domingo, no Bezerrão, pela última rodada do Campeonato Brasileiro.
Em entrevista por telefone, o dirigente da entidade declarou que a decisão oficial sobre os preços dos bilhetes sairá nesta terça-feira. A tendência é que as entradas custem entre R$ 100 e R$ 50.
“A CBF é totalmente contra esse aumento exorbitante dos ingressos. Não posso afirmar o preço que será definido, mas a decisão sairá nesta terça”, garantiu.
Ontem à noite, a direção do Goiás confirmou o preço de R$ 400. Segundo o diretor administrativo do clube, Marcelo Segurado, a medida seria para cobrir gastos como o aluguel do estádio, avaliado em R$ 135 mil mais 10% da renda.
Quem levar alimentos ou roupas para ajudar na campanha beneficente, pagará meia-entrada, o equivalente a R$ 200. Marcelo ainda alegou que se o esmeraldino estivesse em final de Brasileiro, pagaria o valor.
No entanto, ao contrário do usual, a diretoria do Alviverde não limitou a carga de ingressos para os visitantes. A expectativa é que boa parte dos 19.400 lugares esteja ocupada por são-paulinos no próximo domingo.
Em entrevista por telefone, o dirigente da entidade declarou que a decisão oficial sobre os preços dos bilhetes sairá nesta terça-feira. A tendência é que as entradas custem entre R$ 100 e R$ 50.
“A CBF é totalmente contra esse aumento exorbitante dos ingressos. Não posso afirmar o preço que será definido, mas a decisão sairá nesta terça”, garantiu.
Ontem à noite, a direção do Goiás confirmou o preço de R$ 400. Segundo o diretor administrativo do clube, Marcelo Segurado, a medida seria para cobrir gastos como o aluguel do estádio, avaliado em R$ 135 mil mais 10% da renda.
Quem levar alimentos ou roupas para ajudar na campanha beneficente, pagará meia-entrada, o equivalente a R$ 200. Marcelo ainda alegou que se o esmeraldino estivesse em final de Brasileiro, pagaria o valor.
No entanto, ao contrário do usual, a diretoria do Alviverde não limitou a carga de ingressos para os visitantes. A expectativa é que boa parte dos 19.400 lugares esteja ocupada por são-paulinos no próximo domingo.
Cartola tenta justificar o injustificável
O torcedor que quiser acompanhar a partida que pode definir o hexacampeonato brasileiro do São Paulo, domingo, às 17h, no Bezerrão, no Gama, terá de desembolsar R$ 400,00. A medida, adotada pela diretoria do Goiás, pretende reaver o prejuízo de não poder utilizar o Serra Dourada, já que o clube esmeraldino perdeu o mando de campo por conta de brigas entre torcedores na partida contra o Cruzeiro.
“A princípio, nós não fomos comunicados pela CBF da mudança do jogo para o Bezerrão. Nós queríamos outros locais que nos ofereceram este jogo. Alguns queriam comprar todos os ingressos e tudo. Em Brasília, a capacidade é de 19.400 pagantes. Estão nos cobrando uma taxa de aluguel do estádio de 135 mil reais, fora a porcentagem da federação, de um borderô comum. Os encargos, somente com o estádio, ficaram muito caros, mais o deslocamento da delegação, de funcionários. Então, precisamos amenizar esse prejuízo”, explicou Marcelo Segurado, diretor administrativo do Goiás.
Os torcedores que levarem um ou dois quilos de alimentos e os estudantes, pagam meia-entrada de R$ 200. Os alimentos serão doados para as vítimas das enchentes de Santa Catarina. O dirigente ainda afirmou que a medida não pode ser classsificada como oportunista:
“Não quero que seja levado como oportunismo e uma afronta à torcida. Temos que cobrir nossos encargos. Se a federação de Brasília reduzir o que está nos cobrando, poderíamos reduzir. Por enquanto, nós vamos vender a 200 reais porque tenho certeza de que a torcida vai trazer alimentos”, enfatizou o cartola goiano.
E acrescentou: “Quero oficializar tudo isso até esta terça-feira. Já passei o ofício para a Federação Goiana, que vai passar para a CBF. Se eles conseguirem fazer com que a federação de Brasília retire os encargos, nós estamos dispostos a reduzir o preço dos ingressos. As taxas deles também são oportunistas. Eu tenho que administrar um prejuízo e vou dividir isso com a torcida do São Paulo”, concluiu.
“A princípio, nós não fomos comunicados pela CBF da mudança do jogo para o Bezerrão. Nós queríamos outros locais que nos ofereceram este jogo. Alguns queriam comprar todos os ingressos e tudo. Em Brasília, a capacidade é de 19.400 pagantes. Estão nos cobrando uma taxa de aluguel do estádio de 135 mil reais, fora a porcentagem da federação, de um borderô comum. Os encargos, somente com o estádio, ficaram muito caros, mais o deslocamento da delegação, de funcionários. Então, precisamos amenizar esse prejuízo”, explicou Marcelo Segurado, diretor administrativo do Goiás.
Os torcedores que levarem um ou dois quilos de alimentos e os estudantes, pagam meia-entrada de R$ 200. Os alimentos serão doados para as vítimas das enchentes de Santa Catarina. O dirigente ainda afirmou que a medida não pode ser classsificada como oportunista:
“Não quero que seja levado como oportunismo e uma afronta à torcida. Temos que cobrir nossos encargos. Se a federação de Brasília reduzir o que está nos cobrando, poderíamos reduzir. Por enquanto, nós vamos vender a 200 reais porque tenho certeza de que a torcida vai trazer alimentos”, enfatizou o cartola goiano.
E acrescentou: “Quero oficializar tudo isso até esta terça-feira. Já passei o ofício para a Federação Goiana, que vai passar para a CBF. Se eles conseguirem fazer com que a federação de Brasília retire os encargos, nós estamos dispostos a reduzir o preço dos ingressos. As taxas deles também são oportunistas. Eu tenho que administrar um prejuízo e vou dividir isso com a torcida do São Paulo”, concluiu.
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