O técnico Andrade já solucionou o quebra-cabeça armado no meio de campo do Brasiliense, lançado por conta das ausências de Thiaguinho e Iranildo, os dois meias de ofício do Brasiliense.
Com a dupla fora do jogo por conta de lesões, o técnico do Jacaré vai incumbir ao versátil Ruy o papel de ser o homem de criação do Brasiliense no jogo contra o São Caetano, esta noite (21h), e ainda lançar mão de um jogador que ainda não teve a chance de ser titular desde quando chegou na Boca do Jacaré: o uruguaio Beto Acosta.
"Vamos tentar recompor o setor e temos algumas opções. Perdemos nossos articuladores, mas o Ruy é um jogador experiente que dá estas opções de jogo. E o Acosta vai vir de trás. Ele se sente melhor fazendo isso do que jogando como atacante enfiado. Ele vai ajudar a servir o centroavante de referência, o Aloísio, que joga mais lá na frente. Ajuda muito ainda o fato dele ter uma boa estatura", explicou o técnico Andrade, ao confirmar que tanto Ruy quanto Acosta vão ser os responsáveis por municiar o ataque amarelo na partida contra o São Caetano.
A parceria Aloísio e Acosta é inédita na linha de frente do Jacaré. Acosta é o autor dos dois últimos gols do Brasiliense em nove jogos, ambos assinalados em cobranças de pênalti. No jogo contra o Figueirense, Andrade testou Ruy no meio de campo, atuando como um terceiro meia.
Com: Agência Brasiliense
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Erivelto reforça o ataque do Brasiliense
O atacante Erivelto, de 28 anos, é a mais nova contratação do Jacaré para o prosseguimento da temporada. O avante, sem espaço no Náutico, assinou contrato com o Brasiliense até maio de 2011 e deposita no time amarelo a expectativa de recuperar o seu melhor futebol.
"Estou feliz por ter vindo e quero reencontrar a alegria e a vontade de trabalhar aqui. Sei que o grupo vive um momento que precisa da colaboração de todos, e eu vim para dar a minha".
Revelado no São Paulo, Erivelto foi um dos artilheiros do Campeonato Goiano deste ano, quando marcou 10 gols pela Canedense. O atacante vinha disputado o Campeonato do Nordeste pelo Náutico, e esteve em campo pela última vez no duelo contra o América (RN), no dia 19 de agosto.
Erivelto se define como um jogador, acima de tudo, extremamente focado no clube: "Sou um jogador de muito empenho. Eu me dedico ao máximo para conseguir os resultados e jogo com determinação e raça".
Sabendo do afastamento do Brasiliense das redes adversárias, projeta: "O intuito é chegar e fazer os gols que o Brasiliense precisa. Sempre fui um jogador muito feliz nas finalizações e espero que, com o meu trabalho, consiga ajudar o time".
Quem é
Nome: Erivelto Alexandrino da Silva
Apelido: Erivelto
Nascimento: 07/04/1982, em Guarulhos (SP)
Posição: Atacante
Altura: 1m84
Peso: 78kg
Carreira: São Paulo (SP), Goiás, Corinthians (AL), Rio Branco (SP), Americano (SP), Canedense (GO) e Náutico (PE)
Contrato: maio/2011
Com: Agência Brasiliense
"Estou feliz por ter vindo e quero reencontrar a alegria e a vontade de trabalhar aqui. Sei que o grupo vive um momento que precisa da colaboração de todos, e eu vim para dar a minha".
Revelado no São Paulo, Erivelto foi um dos artilheiros do Campeonato Goiano deste ano, quando marcou 10 gols pela Canedense. O atacante vinha disputado o Campeonato do Nordeste pelo Náutico, e esteve em campo pela última vez no duelo contra o América (RN), no dia 19 de agosto.
Erivelto se define como um jogador, acima de tudo, extremamente focado no clube: "Sou um jogador de muito empenho. Eu me dedico ao máximo para conseguir os resultados e jogo com determinação e raça".
Sabendo do afastamento do Brasiliense das redes adversárias, projeta: "O intuito é chegar e fazer os gols que o Brasiliense precisa. Sempre fui um jogador muito feliz nas finalizações e espero que, com o meu trabalho, consiga ajudar o time".
Quem é
Nome: Erivelto Alexandrino da Silva
Apelido: Erivelto
Nascimento: 07/04/1982, em Guarulhos (SP)
Posição: Atacante
Altura: 1m84
Peso: 78kg
Carreira: São Paulo (SP), Goiás, Corinthians (AL), Rio Branco (SP), Americano (SP), Canedense (GO) e Náutico (PE)
Contrato: maio/2011
Com: Agência Brasiliense
Danilo Portugal está na lista de convocados
Os recém-contratados Dieguinho e Danilo Portugal, além do zagueiro Miltão, são as apostas de Andrade para surpreender o São Caetano no jogo desta noite, no Anacleto Campanela.
O trio estreia na lista de jogadores convocados pelo comandante amarelo para a partida, que ainda conta com a volta de Willian, que cumpriu suspensão por expulsão no jogo contra o Bragantino.
Dieguinho chegou a participar do treinamento de ontem, no centro de treinamentos do Jacaré. Já Danilo Portugal, que chegou em Brasília ontem de manhã, vai para o jogo sem sequer ter treinado com os demais jogadores.
O nome de Miltão volta a aparecer na convocação depois de três jogos: o zagueiro de 20 anos chegou a ser titular, ao lado de Dezinho, sob o comando de Roberval Davino, e perdeu a posição para Santiago no jogo contra o Coritiba.
Os desfalques mais importantes da pré-lista - com 19 jogadores, um a mais que o número de atletas que vão para o jogo -, são os meias Iranildo, que trata um inchaço no joelho e dores no adutor, e Thiaguinho, que sofreu uma contratura no adutor.
Além da dupla de criação do meio de campo do Jacaré, o time também não poderá contar mais com Enílton até o fim da temporada. Embora tenha perdido três jogadores que foram titulares no jogo contra o Bragantino, o técnico Andrade não terá problemas com cartões para escalar seu time, já que nenhum jogador foi suspenso.
Eis a relação:
Goleiros: Gatti e Eduardo
Laterais: Cicinho, Willian e Dieguinho
Zagueiros: Fábio Braz, Dezinho, Santiago e Miltão
Volantes: Deda, Ferrugem, Luciano Totó e Danilo Portugal
Meias: Ruy e Jonathan
Atacantes: Aloísio, Jean, Bebeto e Acosta
O trio estreia na lista de jogadores convocados pelo comandante amarelo para a partida, que ainda conta com a volta de Willian, que cumpriu suspensão por expulsão no jogo contra o Bragantino.
Dieguinho chegou a participar do treinamento de ontem, no centro de treinamentos do Jacaré. Já Danilo Portugal, que chegou em Brasília ontem de manhã, vai para o jogo sem sequer ter treinado com os demais jogadores.
O nome de Miltão volta a aparecer na convocação depois de três jogos: o zagueiro de 20 anos chegou a ser titular, ao lado de Dezinho, sob o comando de Roberval Davino, e perdeu a posição para Santiago no jogo contra o Coritiba.
Os desfalques mais importantes da pré-lista - com 19 jogadores, um a mais que o número de atletas que vão para o jogo -, são os meias Iranildo, que trata um inchaço no joelho e dores no adutor, e Thiaguinho, que sofreu uma contratura no adutor.
Além da dupla de criação do meio de campo do Jacaré, o time também não poderá contar mais com Enílton até o fim da temporada. Embora tenha perdido três jogadores que foram titulares no jogo contra o Bragantino, o técnico Andrade não terá problemas com cartões para escalar seu time, já que nenhum jogador foi suspenso.
Eis a relação:
Goleiros: Gatti e Eduardo
Laterais: Cicinho, Willian e Dieguinho
Zagueiros: Fábio Braz, Dezinho, Santiago e Miltão
Volantes: Deda, Ferrugem, Luciano Totó e Danilo Portugal
Meias: Ruy e Jonathan
Atacantes: Aloísio, Jean, Bebeto e Acosta
Primeiro a defesa e depois o ataque
O técnico Andrade resolveu reforçar a defesa para tirar o Brasiliense da zona do rebaixamento. Depois de estrear no 4-2-3-1 na derrota por 1 x 0 para o Figueirense, em Florianópolis, e usar o 4-4-2 na desastrosa goleada de 4 x 0 diante do Bragantino, na Boca do Jacaré, o novo treinador muda novamente o esquema.
No treino de ontem, o campeão brasileiro de 2009 pelo Flamengo resolveu apostar no esquema com três zagueiros para o duelo desta sexta-feira, contra o São Caetano, no Anacleto Campanella, pela 26ª rodada da Série B, às 21h.
Apesar da falta de gols do ataque amarelo (foram apenas dois anotados, ambos de pênalti, nos últimos nove jogos), Andrade preferiu reforçar a zaga, uma peneira contra o Bragantino e a quarta pior da competição, com 39 bolas na rede em 25 jogos (média de 1,56 por partida).
O prata-da-casa, Miltão, ganha a chance de fazer a sobra, atrás da linha formada pelos experientes Fábio Braz e Santiago. "A preocupação é primeiro ter que arrumar a parte defensiva para depois pensar em sair para o jogo", explicou o treinador, com apenas dois jogos no cargo.
Na 17ª posição, com 27 pontos, o Brasiliense tem a chance de sair da zona da degola se conseguir quebrar o jejum de quatro jogos sem vencer e ainda contar com derrota de um dos dois concorrentes dois pontos acima: o Asa (15º), que visita o Icasa (13º, com 32 pontos); ou o Vila Nova (16º), em casa, diante do América-MG (4º, com 43).
O Jacaré vem de quatro derrotas seguidas sem marcar nenhum gol, o que ainda inclui as quedas por 3 x 0 para o Duque de Caxias, ainda sob o comando de Roberval Davino, e por 1 x 0 diante do Coritiba, na passagem-relâmpago de Adelson de Almeida.
O maior responsável por acabar com o jejum de gols do Jacaré será o centroavante Aloísio, único atacante no novo esquema. Curiosamente, o autor dos dois únicos gols nos últimos nove jogos, ambos de pênalti, ganha uma chance, mas mais recuado - o atacante Acosta será improvisado na meia, ao lado de Ruy.
Cicinho, na ala-direita, e o recém-chegado Dieguinho, ex-Fluminense, na esquerda completam as quatro mudanças na escalação. "Vai ter que ter uma aproximação maior. Principalmente do Acosta e do Ruy, e os alas vão ter mais liberdade", prega Andrade.
O Jacaré terá três desfalques por lesão: o atacante Enilton (tendão de aquiles) e os meias Thiaguinho (coxa) e Iranildo (joelho).
No treino de ontem, o campeão brasileiro de 2009 pelo Flamengo resolveu apostar no esquema com três zagueiros para o duelo desta sexta-feira, contra o São Caetano, no Anacleto Campanella, pela 26ª rodada da Série B, às 21h.
Apesar da falta de gols do ataque amarelo (foram apenas dois anotados, ambos de pênalti, nos últimos nove jogos), Andrade preferiu reforçar a zaga, uma peneira contra o Bragantino e a quarta pior da competição, com 39 bolas na rede em 25 jogos (média de 1,56 por partida).
O prata-da-casa, Miltão, ganha a chance de fazer a sobra, atrás da linha formada pelos experientes Fábio Braz e Santiago. "A preocupação é primeiro ter que arrumar a parte defensiva para depois pensar em sair para o jogo", explicou o treinador, com apenas dois jogos no cargo.
Na 17ª posição, com 27 pontos, o Brasiliense tem a chance de sair da zona da degola se conseguir quebrar o jejum de quatro jogos sem vencer e ainda contar com derrota de um dos dois concorrentes dois pontos acima: o Asa (15º), que visita o Icasa (13º, com 32 pontos); ou o Vila Nova (16º), em casa, diante do América-MG (4º, com 43).
O Jacaré vem de quatro derrotas seguidas sem marcar nenhum gol, o que ainda inclui as quedas por 3 x 0 para o Duque de Caxias, ainda sob o comando de Roberval Davino, e por 1 x 0 diante do Coritiba, na passagem-relâmpago de Adelson de Almeida.
O maior responsável por acabar com o jejum de gols do Jacaré será o centroavante Aloísio, único atacante no novo esquema. Curiosamente, o autor dos dois únicos gols nos últimos nove jogos, ambos de pênalti, ganha uma chance, mas mais recuado - o atacante Acosta será improvisado na meia, ao lado de Ruy.
Cicinho, na ala-direita, e o recém-chegado Dieguinho, ex-Fluminense, na esquerda completam as quatro mudanças na escalação. "Vai ter que ter uma aproximação maior. Principalmente do Acosta e do Ruy, e os alas vão ter mais liberdade", prega Andrade.
O Jacaré terá três desfalques por lesão: o atacante Enilton (tendão de aquiles) e os meias Thiaguinho (coxa) e Iranildo (joelho).
O problema é a idade
O Brasiliense tem uma nova pedreira pela frente, esta noite, no estádio do São Caetano, diante do Azulão. Um assunto que tem sido lembrado em todas as rodas do futebol local, diz respeito à condição física dos jogadores do Jacaré, particularmente nesta Série B do Brasileiro.
Com a saída do prepador físico Flávio Trevisan, há três meses, o rendimento do Brasiliense caiu drasticamente nas partidas. Aquele nível de preparo "invejável" por outros clubes e comemorado dentro do Jacaré, voltou a condição inicial: à deriva.
Os sucessores tentaram, de certa forma, e a maneira deles, evitar o desgaste do elenco, porém, não conseguiram impor o mesmo ritmo de cobrança e trabalho de recuperação implantados por Trevisan.
Ciente desse grave problema, principalmente porque o time ocupa a 17ª posição, o técnico Andrade, há pouco mais de uma semana no cargo, pediu a contratação imediata de Alexandre Sanz, seu colega na vitoriosa campanha do Flamengo no Brasileiro.
"Não adianta falar do passado e, sim, trabalhar", esquivou-se Sanz, que diz desconhecer o trabalho de Flávio Trevisan, colega de profissão. "Vamos analisar o nível de preparação dos atletas e traçar uma estratégia para corrigir essas deficiências [físicas]. Identificar o por que tiveram essa perda de rendimento para que possamos voltar as conquistas. Mas só vou fazer essas avaliações no cotidiano, pois não posso parar o elenco todo e fazer isso [relatório físico]", acrescentou o novo preparador físico do Jacaré.
A pedido do comandante Andrade, Alexandre Sanz desembarcou na capital federal no começo da semana, a tempo de assistir a partida contra o Bragantino e ter uma idéia da situação dos jogadores.
A primeira impressão, segundo deixou claro, foi positiva, mesmo com a goleada vexatória, em casa. "Quando o time joga e se posiciona mal o culpado é sempre do preparador físico", critica. "Mas o grupo é muito bom e mostra querer trabalhar. Contudo, preciso ver o que foi feito a nível de treinamento. Se teve treino de mais ou de menos", argumentou Sanz.
Além de ter que enfrentar o desgaste físico de alguns jogadores como um dos principais problemas no clube, o técnico do Brasiliense tem outro vilão a ser batido. Desta vez, o desafio é lutar contra um elenco experiente. Ou melhor, maduro na idade.
Dos atuais 29 jogadores, 13 estão na casa dos 30 anos, 14 dos 20 e dois de 10, sendo Victor, 18, e Celso, 19. Aliás, na última rodada, dos sete dos 11 titulares eram titios. Aposta arriscada, pois a resistência e o desempenho era previsível: só nos primeiros 45 minutos.
"O grupo de jogadores que eu encontrei são dessa idade. Jogadores de qualidade, mas já acima de 30 anos. E o que eu tenho para trabalhar são esses", justificou-se Andrade. "Temos alguns jogadores como Thiaguinho (26), Cicinho (21), Willian (22) e o Ferrugem (22), que são jogadores mais jovens. Então a minha intenção era a de mescalar a experiência com a juventude. Mas eu necessito de algum tempo para fazer isso", lamentou o técnico.
Para Alexandre Sanz, o jogador jovem tem recomposição mais fácil de uma partida para outra, ao contrário de um de veterano. "Por isso um atleta com idade avançada não treina como o que tem menos. Tem perda na secreção de hormônios, enquanto nos de 25 a 28 são imperceptíveis", explica o prepador físico.
Com a saída do prepador físico Flávio Trevisan, há três meses, o rendimento do Brasiliense caiu drasticamente nas partidas. Aquele nível de preparo "invejável" por outros clubes e comemorado dentro do Jacaré, voltou a condição inicial: à deriva.
Os sucessores tentaram, de certa forma, e a maneira deles, evitar o desgaste do elenco, porém, não conseguiram impor o mesmo ritmo de cobrança e trabalho de recuperação implantados por Trevisan.
Ciente desse grave problema, principalmente porque o time ocupa a 17ª posição, o técnico Andrade, há pouco mais de uma semana no cargo, pediu a contratação imediata de Alexandre Sanz, seu colega na vitoriosa campanha do Flamengo no Brasileiro.
"Não adianta falar do passado e, sim, trabalhar", esquivou-se Sanz, que diz desconhecer o trabalho de Flávio Trevisan, colega de profissão. "Vamos analisar o nível de preparação dos atletas e traçar uma estratégia para corrigir essas deficiências [físicas]. Identificar o por que tiveram essa perda de rendimento para que possamos voltar as conquistas. Mas só vou fazer essas avaliações no cotidiano, pois não posso parar o elenco todo e fazer isso [relatório físico]", acrescentou o novo preparador físico do Jacaré.
A pedido do comandante Andrade, Alexandre Sanz desembarcou na capital federal no começo da semana, a tempo de assistir a partida contra o Bragantino e ter uma idéia da situação dos jogadores.
A primeira impressão, segundo deixou claro, foi positiva, mesmo com a goleada vexatória, em casa. "Quando o time joga e se posiciona mal o culpado é sempre do preparador físico", critica. "Mas o grupo é muito bom e mostra querer trabalhar. Contudo, preciso ver o que foi feito a nível de treinamento. Se teve treino de mais ou de menos", argumentou Sanz.
Além de ter que enfrentar o desgaste físico de alguns jogadores como um dos principais problemas no clube, o técnico do Brasiliense tem outro vilão a ser batido. Desta vez, o desafio é lutar contra um elenco experiente. Ou melhor, maduro na idade.
Dos atuais 29 jogadores, 13 estão na casa dos 30 anos, 14 dos 20 e dois de 10, sendo Victor, 18, e Celso, 19. Aliás, na última rodada, dos sete dos 11 titulares eram titios. Aposta arriscada, pois a resistência e o desempenho era previsível: só nos primeiros 45 minutos.
"O grupo de jogadores que eu encontrei são dessa idade. Jogadores de qualidade, mas já acima de 30 anos. E o que eu tenho para trabalhar são esses", justificou-se Andrade. "Temos alguns jogadores como Thiaguinho (26), Cicinho (21), Willian (22) e o Ferrugem (22), que são jogadores mais jovens. Então a minha intenção era a de mescalar a experiência com a juventude. Mas eu necessito de algum tempo para fazer isso", lamentou o técnico.
Para Alexandre Sanz, o jogador jovem tem recomposição mais fácil de uma partida para outra, ao contrário de um de veterano. "Por isso um atleta com idade avançada não treina como o que tem menos. Tem perda na secreção de hormônios, enquanto nos de 25 a 28 são imperceptíveis", explica o prepador físico.
Cecílio pede cautela na sua estreia em casa
Até agora, foram dois jogos e duas vitórias. Sob o comando de Toninho Cecílio, o São Caetano deu a volta por cima na Série B ao ganhar de Ponte Preta e Náutico, ambos por 2 x 1, fora de casa.
Nesta sexta-feira, às 21h, no seu estádio, o Anacleto Campanella, o Azulão recebe o Brasiliense que, como se sabe, hoje figura na chamada zona de rebaixamento (17º) – o time do Grande ABC é o sétimo.
“O fato de a equipe estar na parte inferior da tabela não significa nada. E o campeonato já provou isto. Precisaremos de muita paciência contra o Brasiliense, que trocou de comando (Andrade assumiu) e vem lutando, assim como nós, por dias melhores”, afirmou Toninho, que sentará pela primeira vez no banco de reservas do Anacleto Campanella.
Na sua opinião, os jogadores “entenderam a sua forma de trabalhar” e são os responsáveis por deixar o São Caetano olhando para o G-4.
“Acho que esta união, na qual a torcida deve participar, tem tudo para dar certo. A Série B não tem nenhum time bonzinho. Por isso, a inteligência e paciência são fatores fundamentais para vencermos a cada rodada. Será mais uma partida complicadíssima”, completou.
O meia Éverton Ribeiro, que desfalcou o time contra o Náutico, passou por exames no joelho direito. A lesão em um dos ligamentos deve afastá-lo por mais três semanas dos gramados. Já o outro meia, Roger, que deixou o campo no Recife com dores na coxa esquerda, é dúvida contra o Brasiliense. O volante Augusto Recife cumpriu suspensão e volta a ser opção para o técnico.
Ontem, dois reforços treinaram com elenco. O atacante Tatu retornou de empréstimo do Fortaleza – onde fez 16 gols na temporada – e outro homem de frente, Henrique Dias, que estava no Grêmio Prudente – com passagem marcante pelo Coritiba –, foi contratado e também iniciou os trabalhos. Ambos já estão no BID e tem condições de jogo.
Nesta sexta-feira, às 21h, no seu estádio, o Anacleto Campanella, o Azulão recebe o Brasiliense que, como se sabe, hoje figura na chamada zona de rebaixamento (17º) – o time do Grande ABC é o sétimo.
“O fato de a equipe estar na parte inferior da tabela não significa nada. E o campeonato já provou isto. Precisaremos de muita paciência contra o Brasiliense, que trocou de comando (Andrade assumiu) e vem lutando, assim como nós, por dias melhores”, afirmou Toninho, que sentará pela primeira vez no banco de reservas do Anacleto Campanella.
Na sua opinião, os jogadores “entenderam a sua forma de trabalhar” e são os responsáveis por deixar o São Caetano olhando para o G-4.
“Acho que esta união, na qual a torcida deve participar, tem tudo para dar certo. A Série B não tem nenhum time bonzinho. Por isso, a inteligência e paciência são fatores fundamentais para vencermos a cada rodada. Será mais uma partida complicadíssima”, completou.
O meia Éverton Ribeiro, que desfalcou o time contra o Náutico, passou por exames no joelho direito. A lesão em um dos ligamentos deve afastá-lo por mais três semanas dos gramados. Já o outro meia, Roger, que deixou o campo no Recife com dores na coxa esquerda, é dúvida contra o Brasiliense. O volante Augusto Recife cumpriu suspensão e volta a ser opção para o técnico.
Ontem, dois reforços treinaram com elenco. O atacante Tatu retornou de empréstimo do Fortaleza – onde fez 16 gols na temporada – e outro homem de frente, Henrique Dias, que estava no Grêmio Prudente – com passagem marcante pelo Coritiba –, foi contratado e também iniciou os trabalhos. Ambos já estão no BID e tem condições de jogo.
Síndrome das pequenas pedras deixa Azulão em alerta
Calejado por conta dos últimos fracassos em casa diante de equipes que já frequentaram ou ainda estão na zona de rebaixamento, o São Caetano recebe o Brasiliense (17º, com 27 pontos) hoje, às 21h, disposto a não mais tropeçar em pequenas pedras. Apesar das duas vitórias seguidas fora de casa - Náutico e Ponte Preta -, o time usa a cautela ao falar do jogo.
"Desde o ano passado isso acontece (perder ou empatar em casa com equipes teoricamente inferiores). Precisamos ter cautela e controlar a ansiedade. Acho que isso nos atrapalhou em alguns jogos aqui (no Anacleto Campanella) e fomos surpreendidos", avaliou Bruno Recife.
O São Caetano não conseguiu vencer três compromissos como mandante. Empatou com o Paraná (2 x 2) e Bragantino (0 x 0) e perdeu para o Vila Nova (2 x 1).
O técnico Toninho Cecílio, que estreia em casa, reforça o discurso dos jogadores e prevê dificuldades. O Brasiliense vem de quatro derrotas seguidas, duas delas já sob o comando de Andrade, campeão brasileiro com o Flamengo no ano passado.
"A situação deles não nos permite achar que será fácil. O Brasiliense atravessa esse momento difícil, mas tem feito bons jogos e conta com jogadores acostumados a decidir", avaliou.
Cecílio preferiu não comentar o que teria levado sua equipe a mudar de postura tão rapidamente, a ponto de vencer dois jogos fora de casa em confrontos diretos com times que também brigam pelo acesso.
"Toda análise vai partir de um ponto de comparação. No entanto, o que observo é que o grupo foi receptivo ao trabalho e assimilou a avaliação sobre o que ainda temos que fazer para seguirmos na briga pelo acesso", resumiu.
O Azulão terá três desfalques no jogo. O goleiro Luiz e o atacante Eduardo estão suspensos, enquanto que o meia Everton Ribeiro ainda se recupera de torção no joelho direito e ficará afastado por três a quatro semanas.
Após a dispensa do atacante Hugo, agora no Grêmio Prudente, e do volante Alex Silva, que se transferiu para o Santo André, o São Caetano aproveitou a data-limite para inscrições na Série B do Brasileiro e apresentou ontem Henrique Dias, 26 anos.
O atacante estava no Grêmio Prudente e chega sob a tutela do técnico Toninho Cecílio, com quem trabalhou no Paulistão deste ano.
O jogador já está inscrito na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e pode estrear esta noite contra o Brasiliense. Ele iniciou a carreira no Coritiba e, em 2007, ajudou o time a conquistar o retorno à Série A do Brasileiro. Ele fez o gol do acesso diante do Santa Cruz.
No ano passado, Henrique Dias foi campeão paranaense com o Coxa diante do rival Atlético-PR. No segundo semestre de 2009 foi para o Prudente.
"Desde o ano passado isso acontece (perder ou empatar em casa com equipes teoricamente inferiores). Precisamos ter cautela e controlar a ansiedade. Acho que isso nos atrapalhou em alguns jogos aqui (no Anacleto Campanella) e fomos surpreendidos", avaliou Bruno Recife.
O São Caetano não conseguiu vencer três compromissos como mandante. Empatou com o Paraná (2 x 2) e Bragantino (0 x 0) e perdeu para o Vila Nova (2 x 1).
O técnico Toninho Cecílio, que estreia em casa, reforça o discurso dos jogadores e prevê dificuldades. O Brasiliense vem de quatro derrotas seguidas, duas delas já sob o comando de Andrade, campeão brasileiro com o Flamengo no ano passado.
"A situação deles não nos permite achar que será fácil. O Brasiliense atravessa esse momento difícil, mas tem feito bons jogos e conta com jogadores acostumados a decidir", avaliou.
Cecílio preferiu não comentar o que teria levado sua equipe a mudar de postura tão rapidamente, a ponto de vencer dois jogos fora de casa em confrontos diretos com times que também brigam pelo acesso.
"Toda análise vai partir de um ponto de comparação. No entanto, o que observo é que o grupo foi receptivo ao trabalho e assimilou a avaliação sobre o que ainda temos que fazer para seguirmos na briga pelo acesso", resumiu.
O Azulão terá três desfalques no jogo. O goleiro Luiz e o atacante Eduardo estão suspensos, enquanto que o meia Everton Ribeiro ainda se recupera de torção no joelho direito e ficará afastado por três a quatro semanas.
Após a dispensa do atacante Hugo, agora no Grêmio Prudente, e do volante Alex Silva, que se transferiu para o Santo André, o São Caetano aproveitou a data-limite para inscrições na Série B do Brasileiro e apresentou ontem Henrique Dias, 26 anos.
O atacante estava no Grêmio Prudente e chega sob a tutela do técnico Toninho Cecílio, com quem trabalhou no Paulistão deste ano.
O jogador já está inscrito na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e pode estrear esta noite contra o Brasiliense. Ele iniciou a carreira no Coritiba e, em 2007, ajudou o time a conquistar o retorno à Série A do Brasileiro. Ele fez o gol do acesso diante do Santa Cruz.
No ano passado, Henrique Dias foi campeão paranaense com o Coxa diante do rival Atlético-PR. No segundo semestre de 2009 foi para o Prudente.
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