O Brasiliense viveu, em 2009, situação semelhante à atual, com troca de técnico na reta final do campeonato local, mas ainda assim comemorou o título.
Há dois anos, depois da eliminação na Copa do Brasil, diante do Goiás, com uma goleada de 4 x 1 no Serra Dourada, o mesmo Reinaldo Gueldini pediu demissão a três jogos do fim do torneio do DF.
Em meio ao quadrangular semifinal, o Brasiliense já estava classificado antecipadamente para a decisão - faltava definir apenas o adversário.
Roberval Davino assumiu o cargo no 1 x 1 com o Gama, na última rodada da segunda fase, resultado que eliminou o alviverde. Depois, o substituto comemorou a conquista com as duas vitórias sobre o Brasília nas duas partidas das finais: 2 x 1, de virada, no Cave, e 2 x 0, no Serejão.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Bebeto lamenta bobeira
A vitória de 2 x 1 sobre o Brasiliense, em pleno Serejão, no sábado passado, foi tão comemorada pelos jogadores do Gama quanto uma conquista de título.
Mas o atacante Bebeto fez questão de diminuir a festa do inimigo, ao lembrar que, apesar de ter sido batido no jogo decisivo do quadrangular semifinal, só será o campeão quem for o melhor depois dos dois jogos finais,
"Quando as equipes jogam contra o Brasiliense, elas tentam dificultar ao máximo. A luta do Gama foi grande e provada dentro de campo. O Brasiliense deu bobeira e acabou cedendo os dois gols, mas ainda temos dois jogos para definir quem vai ser o vencedor do campeonato".
O velocista, com cinco gols no campeonato, respirou aliviado com a combinação de resultados que favoreceu e garantiu o Brasiliense em mais uma final: "Deixamos a desejar no jogo, mas o objetivo de chegar à final foi alcançado. Agora são dois jogos para sermos campeões".
Lamentando que a classificação tenha acontecido em uma situação tão delicada, Bebeto avaliou que o time sentiu o impacto dos dois gols relâmpago do Gama, marcados aos 36 e 38 minutos do primeiro tempo.
"Depois do primeiro gol, o time se desestabilizou um pouco. O segundo deu muita confiança para eles, mas, felizmente, descontamos logo. Entramos no segundo tempo mais ligados, criando chances de ter empatado. Mas o dia era mesmo do Gama".
Mas o atacante Bebeto fez questão de diminuir a festa do inimigo, ao lembrar que, apesar de ter sido batido no jogo decisivo do quadrangular semifinal, só será o campeão quem for o melhor depois dos dois jogos finais,
"Quando as equipes jogam contra o Brasiliense, elas tentam dificultar ao máximo. A luta do Gama foi grande e provada dentro de campo. O Brasiliense deu bobeira e acabou cedendo os dois gols, mas ainda temos dois jogos para definir quem vai ser o vencedor do campeonato".
O velocista, com cinco gols no campeonato, respirou aliviado com a combinação de resultados que favoreceu e garantiu o Brasiliense em mais uma final: "Deixamos a desejar no jogo, mas o objetivo de chegar à final foi alcançado. Agora são dois jogos para sermos campeões".
Lamentando que a classificação tenha acontecido em uma situação tão delicada, Bebeto avaliou que o time sentiu o impacto dos dois gols relâmpago do Gama, marcados aos 36 e 38 minutos do primeiro tempo.
"Depois do primeiro gol, o time se desestabilizou um pouco. O segundo deu muita confiança para eles, mas, felizmente, descontamos logo. Entramos no segundo tempo mais ligados, criando chances de ter empatado. Mas o dia era mesmo do Gama".
UniCeub/BRB parte para a primeira final
Com a série empatada em 2 x 2, partida de hoje, contra o Uberlândia, vale a vaga na semifinal do NBB. Técnico assume o favoritismo e confia no mando de quadra e na energia da torcida para avançar
Após duas vitórias contundentes em casa na semana passada, quando em nenhum momento chegou a ser ameaçado pelo Unitri/Uberlândia, muitos torcedores candangos imaginaram que o UniCeub/BRB fecharia a série das quartas de final do Novo Basquete Brasil (NBB) em 3 x 1.
Mas, em seus domínios, o Uberlândia, com uma “ajudinha” dos candangos, que jogaram abaixo do esperado, tratou de estragar os planos da torcida e, na sexta-feira, voltou a vencer no interior mineiro.
Com o confronto empatado em 2 x 2, a vaga para as semifinais só será decidida no quinto duelo, esta noite (20h), no ginásio da Asceb (904 Sul), o que transformará o embate em uma guerra de nervos.
Para o Uniceub, atual campeão do torneio, uma eliminação seria desastrosa. Ciente disso, o técnico José Carlos Vidal confia que seus comandados farão valer o mando de quadra, saberão usar a energia da torcida, que mais uma vez deve lotar o ginásio e conquistarão a vaga.
Nunca é demais lembrar que, em casa, o UniCeub/BRB perdeu apenas uma partida neste campeonato, o que demonstra a força do time na capital.
“Temos que assumir o favoritismo por jogar em casa e repetir o que fizemos nas duas partidas aqui”, declarou José Carlos Vidal. “Temos que novamente marcar bem os norte-americanos (os alas Robert Day e Robby Collum) e sair rápido na transição” orientou.
Vidal, entretanto, não poupou críticas à atuação de seus jogadores em Uberlândia, na sexta-feira. “Jogamos muito mal e aí não tem jeito. Não merecíamos vencer aquele jogo. Saímos totalmente de nossas características e aí complicou”.
O treinador, entretanto, não acredita que o nervosismo da partida de hoje possa afetar a atuação de seus atletas. “Para nós, o jogo é uma final e estamos acostumados a isso”, explicou.
E continuou: “A rivalidade com o Uberlândia (que tem três ex-atletas do Universo: o armador Valtinho e os pivôs Estevam e Brasília) só aumenta com o componente da eliminação. Mas contamos com jogadores de alto nível, acostumados a decisões, e acho que o aspecto psicológico não vai pesar”.
Três equipes — Franca, Flamengo e Pinheiros — já estão garantidas nas semifinais e aguardam apenas o UniCeub/BRB ou Uberlândia para que a chave possa estar completa. Se vencer, o time candango enfrenta o Pinheiros na disputa por uma vaga na decisão.
As entradas para o ginásio da Asceb valem R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A bilheteria da Asceb estará à disposição dos torcedores a partir das 18h30.
Após duas vitórias contundentes em casa na semana passada, quando em nenhum momento chegou a ser ameaçado pelo Unitri/Uberlândia, muitos torcedores candangos imaginaram que o UniCeub/BRB fecharia a série das quartas de final do Novo Basquete Brasil (NBB) em 3 x 1.
Mas, em seus domínios, o Uberlândia, com uma “ajudinha” dos candangos, que jogaram abaixo do esperado, tratou de estragar os planos da torcida e, na sexta-feira, voltou a vencer no interior mineiro.
Com o confronto empatado em 2 x 2, a vaga para as semifinais só será decidida no quinto duelo, esta noite (20h), no ginásio da Asceb (904 Sul), o que transformará o embate em uma guerra de nervos.
Para o Uniceub, atual campeão do torneio, uma eliminação seria desastrosa. Ciente disso, o técnico José Carlos Vidal confia que seus comandados farão valer o mando de quadra, saberão usar a energia da torcida, que mais uma vez deve lotar o ginásio e conquistarão a vaga.
Nunca é demais lembrar que, em casa, o UniCeub/BRB perdeu apenas uma partida neste campeonato, o que demonstra a força do time na capital.
“Temos que assumir o favoritismo por jogar em casa e repetir o que fizemos nas duas partidas aqui”, declarou José Carlos Vidal. “Temos que novamente marcar bem os norte-americanos (os alas Robert Day e Robby Collum) e sair rápido na transição” orientou.
Vidal, entretanto, não poupou críticas à atuação de seus jogadores em Uberlândia, na sexta-feira. “Jogamos muito mal e aí não tem jeito. Não merecíamos vencer aquele jogo. Saímos totalmente de nossas características e aí complicou”.
O treinador, entretanto, não acredita que o nervosismo da partida de hoje possa afetar a atuação de seus atletas. “Para nós, o jogo é uma final e estamos acostumados a isso”, explicou.
E continuou: “A rivalidade com o Uberlândia (que tem três ex-atletas do Universo: o armador Valtinho e os pivôs Estevam e Brasília) só aumenta com o componente da eliminação. Mas contamos com jogadores de alto nível, acostumados a decisões, e acho que o aspecto psicológico não vai pesar”.
Três equipes — Franca, Flamengo e Pinheiros — já estão garantidas nas semifinais e aguardam apenas o UniCeub/BRB ou Uberlândia para que a chave possa estar completa. Se vencer, o time candango enfrenta o Pinheiros na disputa por uma vaga na decisão.
As entradas para o ginásio da Asceb valem R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A bilheteria da Asceb estará à disposição dos torcedores a partir das 18h30.
Andrade quer voltar
O novo treinador do Brasiliense deve ser anunciado na tarde de hoje, quando o clube se reapresenta às 16h, visando os jogos da final do Candangão contra o Gama. No clube, há rumores de que Andrade possa voltar a comandar o Jacaré.
O treinador, campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009, seria uma das opções para o restante da temporada do Jacaré, que ainda não sabe se irá disputar a Série B ou C,
à espera do julgamento do Caso Leandro Chaves, meia do Duque de Caxias escalado de forma irregular por duas vezes na Série B do ano passado.
Andrade treinou o Brasiliense na Série B do ano passado, e não foi capaz de evitar a queda para a Terceirona. Ele comandou o Brasiliense em 15 partidas e conquistou
seis vitórias, empatou uma e foi derrotado oito vezes, com um aproveitamento
de 42,2%.
Perguntado sobre um possível retorno, Andrade disse que não foi procurado pelos dirigentes do time, mas que voltaria ao clube de Taguatinga.
“Não tive contato com ninguém, mas voltaria a treinar com o maior prazer. Sempre deixei em aberto que, independentemente de Série B ou C, treinaria o time”, avisa o comandante.
Enquanto um novo nome não é anunciado, o auxiliar técnico Marcos Soares comandará os treinos da equipe a partir de hoje. Ele não sabe se será efetivado no cargo, mas se mostra à vontade e preparado para o que vier.
“Não me comunicaram nada, só sei que vou comandar o treino amanhã (hoje). Se eu for efetivado, estarei preparado, e se tiver que treinar por esses jogos, ajudar a ser campeão e voltar a ser auxiliar, eu volto. Estamos aqui para ajudar o clube em todas as situações”, admite o auxiliar técnico do Jacaré, que salvou o Ceilandense do rebaixamento na reta final da primeira fase do Candangão deste ano.
Disposto a animar o grupo, Soares quer corrigir os erros que têm atrapalhado o time nos últimos jogos. “Agora é corrigir uma coisa ou outra. Zerou tudo, temos dois jogos pela frente. O time não pode achar que o mundo acabou. É sentar e conversar com calma. Temos um grupo muito bom e que tem uma campanha excelente”, garante o auxiliar técnico.
O treinador, campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009, seria uma das opções para o restante da temporada do Jacaré, que ainda não sabe se irá disputar a Série B ou C,
à espera do julgamento do Caso Leandro Chaves, meia do Duque de Caxias escalado de forma irregular por duas vezes na Série B do ano passado.
Andrade treinou o Brasiliense na Série B do ano passado, e não foi capaz de evitar a queda para a Terceirona. Ele comandou o Brasiliense em 15 partidas e conquistou
seis vitórias, empatou uma e foi derrotado oito vezes, com um aproveitamento
de 42,2%.
Perguntado sobre um possível retorno, Andrade disse que não foi procurado pelos dirigentes do time, mas que voltaria ao clube de Taguatinga.
“Não tive contato com ninguém, mas voltaria a treinar com o maior prazer. Sempre deixei em aberto que, independentemente de Série B ou C, treinaria o time”, avisa o comandante.
Enquanto um novo nome não é anunciado, o auxiliar técnico Marcos Soares comandará os treinos da equipe a partir de hoje. Ele não sabe se será efetivado no cargo, mas se mostra à vontade e preparado para o que vier.
“Não me comunicaram nada, só sei que vou comandar o treino amanhã (hoje). Se eu for efetivado, estarei preparado, e se tiver que treinar por esses jogos, ajudar a ser campeão e voltar a ser auxiliar, eu volto. Estamos aqui para ajudar o clube em todas as situações”, admite o auxiliar técnico do Jacaré, que salvou o Ceilandense do rebaixamento na reta final da primeira fase do Candangão deste ano.
Disposto a animar o grupo, Soares quer corrigir os erros que têm atrapalhado o time nos últimos jogos. “Agora é corrigir uma coisa ou outra. Zerou tudo, temos dois jogos pela frente. O time não pode achar que o mundo acabou. É sentar e conversar com calma. Temos um grupo muito bom e que tem uma campanha excelente”, garante o auxiliar técnico.
Ele diz adeus
A derrota em casa para o maior rival culminou na demissão do treinador Reinaldo Gueldini
Depois da campanha invicta no primeiro turno e do bom futebol apresentado nos primeiros 14 jogos do ano, o Brasiliense caiu de rendimento, sendo eliminado da Copa do Brasil com um gol aos 48 minutos do segundo tempo, e apresentando um desempenho irregular no quadrangular final do Candangão.
Com 99 jogos à frente do Jacaré, Gueldini deixa o clube com um bom aproveitamento, de 58,9%, tendo conquistado 47 vitórias, 25 empates e sendo derrotado em 27 partidas. Ele foi o treinador que mais esteve sob o comando do time amarelo.
Em sua quarta passagem pelo Serejão, conquistou 14 vitórias, empatou sete vezes e
foi derrotado em três ocasiões, contra o Ceará, Formosa e Gama.
Nos bastidores do clube, especula-se que Gueldini teve problemas com parte da comissão técnica e, principalmente, com a assessoria de imprensa do clube, apesar de ser bem visto por boa parte do corpo de funcionários do Jacaré.
Solidário e trabalhador, o jeito sisudo do treinador escondeu boas ações que ele nunca fez questão de divulgar. Gueldini chegou a tirar dinheiro do próprio bolso para pagar as lavadeiras do clube, que ameaçaram entrar em greve pelo baixo salário recebido.
Ele também chegou a comprar cestas básicas para funcionários e lutava para que todos os jogadores, inclusive os que não jogassem, recebessem o “bicho”, premiação dada aos atletas que entram em campo.
Sem pressa para decidir o futuro, ele comentou sobre a saída do clube. "São os melhores números do Brasiliense nos últimos tempos. Em 10 anos de clube perdi duas vezes para o Gama. Mais uma vez, deixo o título de mão beijada", garantiu o agora
ex-treinador.
O ex-comandante lembrou também da pressão sofrida. “O problema não sou eu, é o clube. É uma pressão gerada em cima de mim. Tem muito tempo que o Gueldini não serve. Elogio é 2% só, e 98% são de críticas. O mal não venceu o bem. Saio tranquilo
do clube”, finalizou. Gueldini deixa o time com 58,9% de aproveitamento
Por: Ian Ferraz
ian.ferraz@jornaldebrasilia.com.br
Depois da campanha invicta no primeiro turno e do bom futebol apresentado nos primeiros 14 jogos do ano, o Brasiliense caiu de rendimento, sendo eliminado da Copa do Brasil com um gol aos 48 minutos do segundo tempo, e apresentando um desempenho irregular no quadrangular final do Candangão.
Com 99 jogos à frente do Jacaré, Gueldini deixa o clube com um bom aproveitamento, de 58,9%, tendo conquistado 47 vitórias, 25 empates e sendo derrotado em 27 partidas. Ele foi o treinador que mais esteve sob o comando do time amarelo.
Em sua quarta passagem pelo Serejão, conquistou 14 vitórias, empatou sete vezes e
foi derrotado em três ocasiões, contra o Ceará, Formosa e Gama.
Nos bastidores do clube, especula-se que Gueldini teve problemas com parte da comissão técnica e, principalmente, com a assessoria de imprensa do clube, apesar de ser bem visto por boa parte do corpo de funcionários do Jacaré.
Solidário e trabalhador, o jeito sisudo do treinador escondeu boas ações que ele nunca fez questão de divulgar. Gueldini chegou a tirar dinheiro do próprio bolso para pagar as lavadeiras do clube, que ameaçaram entrar em greve pelo baixo salário recebido.
Ele também chegou a comprar cestas básicas para funcionários e lutava para que todos os jogadores, inclusive os que não jogassem, recebessem o “bicho”, premiação dada aos atletas que entram em campo.
Sem pressa para decidir o futuro, ele comentou sobre a saída do clube. "São os melhores números do Brasiliense nos últimos tempos. Em 10 anos de clube perdi duas vezes para o Gama. Mais uma vez, deixo o título de mão beijada", garantiu o agora
ex-treinador.
O ex-comandante lembrou também da pressão sofrida. “O problema não sou eu, é o clube. É uma pressão gerada em cima de mim. Tem muito tempo que o Gueldini não serve. Elogio é 2% só, e 98% são de críticas. O mal não venceu o bem. Saio tranquilo
do clube”, finalizou. Gueldini deixa o time com 58,9% de aproveitamento
Por: Ian Ferraz
ian.ferraz@jornaldebrasilia.com.br
Iranildo inconformado
Substituído durante o segundo tempo do clássico contra o Gama, o meio campista Iranildo deixou o gramado irritado e não sentou com os demais companheiros no banco de reservas.
“Estava chateado pela derrota, mas fiquei ali perto do túnel”, afirmou, mostrando-se bastante indignado com o placar de 2 x 1 para o rival alviverde.
“A gente tem que esquecer a partida de sábado. Não jogamos nada, tem dia que é assim mesmo. Erramos bastante e deixamos a desejar. Agora precisamos pensar nos jogos finais e entrar mais atentos”, afirmou.
Informado sobre a demissão do técnico Reinaldo Gueldini, o jogador se disse surpreso. “Na reta final, não fizemos por merecer e sobrou para o treinador. Temos que estar preparados agora, independentemente de quem assumir. Fico chateado por ele (Gueldini), mas em todos os lugares é assim, o que vale é a vitória.”
“Estava chateado pela derrota, mas fiquei ali perto do túnel”, afirmou, mostrando-se bastante indignado com o placar de 2 x 1 para o rival alviverde.
“A gente tem que esquecer a partida de sábado. Não jogamos nada, tem dia que é assim mesmo. Erramos bastante e deixamos a desejar. Agora precisamos pensar nos jogos finais e entrar mais atentos”, afirmou.
Informado sobre a demissão do técnico Reinaldo Gueldini, o jogador se disse surpreso. “Na reta final, não fizemos por merecer e sobrou para o treinador. Temos que estar preparados agora, independentemente de quem assumir. Fico chateado por ele (Gueldini), mas em todos os lugares é assim, o que vale é a vitória.”
Demitido, Gueldini desabafa
Dispensado pelo Brasiliense após a derrota diante do Gama, técnico se mostra inconformado e diz que fez a sua parte ao classificar a equipe para a decisão
Faltava apenas um jogo para que Reinaldo Gueldini completasse 100 partidas como técnico do Jacaré. O confronto de sábado, contudo — em que o time perdeu em casa por 2 x 1 para o Gama, pela sexta e última rodada do quadrangular semifinal do Metropolitano —, não permitiu que ele atingisse esta marca.
O anúncio da sua saída do comando amarelo foi feito no fim da manhã de ontem, por intermédio do site oficial do clube.
Gueldini estava em sua quarta passagem pelo clube, que só se classificou para a decisão, em dois jogos, por causa de uma improvável vitória do lanterna Botafogo-DF sobre o Formosa, por 4 x 1.
Luiz Estevão, o dono do Brasiliense, justificou da seguinte forma a demissão do técnico: “Não dá para continuar apostando em um trabalho que vem perdendo consistência a cada jogo. Estamos gratos ao Gueldini por ter conquistado essa vantagem que vamos ter na final, mas chegamos à conclusão de que temos que trocar”.
O agora ex-treinador do Jacaré desabafou. “A equipe está classificada, não está? Eu fiz a minha parte, não tenho o que comentar”, disparou. “O site é quem manda no Brasiliense. Se a notícia está lá, deixa que eles comentem. Vou falar o quê? Essa é a segunda vez que perco para o Gama. Mas não estou chateado, agradeço a todos a oportunidade”.
Como dono da melhor campanha na primeira fase da competição, o Brasiliense terá a vantagem de jogar por dois empates contra o Gama e fará o segundo e decisivo confronto em seus domínios. A primeira das duas decisões será disputada sábado, no Bezerrão e a segunda no Serejão, quando será conhecido o novo campeão do DF.
Com Gueldini saíram também o auxiliar Caé Cunha e o assistente de preparação física Alexandre Coutinho, ambos indicados pelo técnico. Ainda não há uma definição sobre o novo comandante da equipe. Na reapresentação do grupo, hoje à tarde, os trabalhos ficarão a cargo do auxiliar técnico Marcos Soares.
O retrospecto de Gueldini à frente do Brasiliense é de 47 vitórias, 25 empates e 26 derrotas, um aproveitamento de 58,9%. Depois que retornou ao Jacaré, em janeiro deste ano, foram 24 jogos e um aproveitamento de 68%. Gueldini já havia atuado no Brasiliense nos anos de 2003, 2008 e 2009.
Por Ana Cláudia Felizola
O anúncio da sua saída do comando amarelo foi feito no fim da manhã de ontem, por intermédio do site oficial do clube.
Gueldini estava em sua quarta passagem pelo clube, que só se classificou para a decisão, em dois jogos, por causa de uma improvável vitória do lanterna Botafogo-DF sobre o Formosa, por 4 x 1.
Luiz Estevão, o dono do Brasiliense, justificou da seguinte forma a demissão do técnico: “Não dá para continuar apostando em um trabalho que vem perdendo consistência a cada jogo. Estamos gratos ao Gueldini por ter conquistado essa vantagem que vamos ter na final, mas chegamos à conclusão de que temos que trocar”.
O agora ex-treinador do Jacaré desabafou. “A equipe está classificada, não está? Eu fiz a minha parte, não tenho o que comentar”, disparou. “O site é quem manda no Brasiliense. Se a notícia está lá, deixa que eles comentem. Vou falar o quê? Essa é a segunda vez que perco para o Gama. Mas não estou chateado, agradeço a todos a oportunidade”.
Como dono da melhor campanha na primeira fase da competição, o Brasiliense terá a vantagem de jogar por dois empates contra o Gama e fará o segundo e decisivo confronto em seus domínios. A primeira das duas decisões será disputada sábado, no Bezerrão e a segunda no Serejão, quando será conhecido o novo campeão do DF.
Com Gueldini saíram também o auxiliar Caé Cunha e o assistente de preparação física Alexandre Coutinho, ambos indicados pelo técnico. Ainda não há uma definição sobre o novo comandante da equipe. Na reapresentação do grupo, hoje à tarde, os trabalhos ficarão a cargo do auxiliar técnico Marcos Soares.
O retrospecto de Gueldini à frente do Brasiliense é de 47 vitórias, 25 empates e 26 derrotas, um aproveitamento de 58,9%. Depois que retornou ao Jacaré, em janeiro deste ano, foram 24 jogos e um aproveitamento de 68%. Gueldini já havia atuado no Brasiliense nos anos de 2003, 2008 e 2009.
Por Ana Cláudia Felizola
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