A diretoria do Brasiliense decidiu e divulgou o preço dos ingressos para o clássico contra Gama neste domingo, às 16h, no Serejão, pelo returno da fase de classificação. As entradas serão com valores de estudante e serão vendidas apenas no dia do jogo, a partir das 12h, nas bilheterias do estádio.
Confira os preços:
Brasiliense
Arquibancada Norte: R$ 1,00
Arquibancada Leste: R$ 5,00
Gama
Arquibancada Sul: R$ 10,00
Demais torcedores
Arquibancada Oeste: R$ 20,00
Cadeiras: R$ 50,00
De acordo com o sorteio feito pela Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol (Ceaf), Almir Camargos terá a responsabilidade de apitar este clássico. Seus assistentes serão José Reinaldo e Whestane Cassiano. Já o quarto árbitro será Gildevan Lacerda
No retrospecto entre Jacaré e Periquito foram disputados 38 jogos, com 13 vitórias do Gama, 13 vitórias do Brasiliense, sendo registrados ainda 12 empates. Ao todo foram marcados 89 gols, sendo 47 pelo Brasiliense e 42 pelo Gama.
Na última vez que o Brasiliense derrotou o Gama foi no dia 25 de março do ano passado. Fez 1 x 0, gol de Gustavo, que hoje atua no interior do Rio Grande do Sul. Já o último triunfo do Periquito ocorreu no no último dia de janeiro: 3 x 1, com gols de Keké, Kabrine e Ferrugem, enquanto Iranildo descontou.
sexta-feira, 5 de março de 2010
De volta para o seu aconchego
O jovem repórter Fellip Del Bosco, do site Esporte Candango, escreve que, apesar da boa fase no campeonato, a diretoria do Ceilandense revelou uma parceria no mínimo esquisita com alguns jogadores que vieram do futebol do norte.
No inicio da pré-temporada, o rubro negro trouxe o treinador João Carlos Cavalo e mais quatro jogadores: Doriva, Ismael, Josa e Rogério Taruacá. Porém, os quatro jogadores tiveram suas rescisões contratuais publicadas no BID (Boletim Informativo Diário), da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Ismael e Rogério Taruacá eram titulares e Josa era considerado o 12º jogador. Apesar de perder seus homens de confiança, o técnico João Carlos Cavalo garantiu que já sabia da situação. “ Isso já estava combinado, eles voltariam para o Rio Branco/AC, para disputar o campeonato acreano”, revelou.
O gerente de futebol do Ceilandense, líder do campeonato do DF, Carlos Félix, garantiu que nenhum jogador chegará, pelo menos enquanto, para suprir as carências. “Vamos buscar as peças dentro do próprio elenco. Não estamos negociando com nenhum jogador”, garantiu.
O Ceilandense entra em campo no domingo, às 16h, diante do Ceilândia, no estádio Abadião, no clássico local.
No inicio da pré-temporada, o rubro negro trouxe o treinador João Carlos Cavalo e mais quatro jogadores: Doriva, Ismael, Josa e Rogério Taruacá. Porém, os quatro jogadores tiveram suas rescisões contratuais publicadas no BID (Boletim Informativo Diário), da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Ismael e Rogério Taruacá eram titulares e Josa era considerado o 12º jogador. Apesar de perder seus homens de confiança, o técnico João Carlos Cavalo garantiu que já sabia da situação. “ Isso já estava combinado, eles voltariam para o Rio Branco/AC, para disputar o campeonato acreano”, revelou.
O gerente de futebol do Ceilandense, líder do campeonato do DF, Carlos Félix, garantiu que nenhum jogador chegará, pelo menos enquanto, para suprir as carências. “Vamos buscar as peças dentro do próprio elenco. Não estamos negociando com nenhum jogador”, garantiu.
O Ceilandense entra em campo no domingo, às 16h, diante do Ceilândia, no estádio Abadião, no clássico local.
A Segundona está logo ali
Clube que não tem estrutura, dinheiro, bons dirigentes e patrocinadores, a tendência é ir "por água abaixo" como se diz na linguagem do povo. Estou me referindo ao Brasília, vice-campeão do DF da última temporada e que muito próximo de cair para a Série B do nosso futebol.
Além de o time fazer uma pífia campanha ao longo do nosso campeonato de profissionais, está sem técnico desde a saída de Humberto Ramos, sem presidente, uma vez que Roberto Marques jogou a toalha e sem futebol, uma vez que a penúltima colocação é o retrato desse estado de coisas.
Só para que o leitor/torcedor fique sabendo, o Brasília soma 11 pontos em 11 jogos. Só ganhou três confrontos, com dois empates e seis derrotas. Enquanto os seus atacantes marcaram 13 gols, a sua defesa já sofreu 16. O aproveitamento no torneio é de apenas 33 por cento.
Não sei quais foram os motivos que levaram o presidente Roberto Marques, reconhecidamente um desportista batalhador, a deixar de responder pela presidência do clube. E acredito que nunca vou sabê-lo. É coisa interna entre ele e o seu sócio no clube-empresa, o José Roberto.
De uma forma ou de outra, tudo leva a crer que o tradicional Brasília frequentará a Série B, a menos que ocorra um verdadeiro milagre, isto é, que ele vença os três jogos que lhe restam e se mantenha na chamada elite do nosso futebol.
Além de o time fazer uma pífia campanha ao longo do nosso campeonato de profissionais, está sem técnico desde a saída de Humberto Ramos, sem presidente, uma vez que Roberto Marques jogou a toalha e sem futebol, uma vez que a penúltima colocação é o retrato desse estado de coisas.
Só para que o leitor/torcedor fique sabendo, o Brasília soma 11 pontos em 11 jogos. Só ganhou três confrontos, com dois empates e seis derrotas. Enquanto os seus atacantes marcaram 13 gols, a sua defesa já sofreu 16. O aproveitamento no torneio é de apenas 33 por cento.
Não sei quais foram os motivos que levaram o presidente Roberto Marques, reconhecidamente um desportista batalhador, a deixar de responder pela presidência do clube. E acredito que nunca vou sabê-lo. É coisa interna entre ele e o seu sócio no clube-empresa, o José Roberto.
De uma forma ou de outra, tudo leva a crer que o tradicional Brasília frequentará a Série B, a menos que ocorra um verdadeiro milagre, isto é, que ele vença os três jogos que lhe restam e se mantenha na chamada elite do nosso futebol.
Confirmação da pena
A situação do garoto e desmiolado Jóbson, do Brasiliense, realmente não está boa e tende a ficar pior ainda. Soube logo no começo da manhã que a Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa), referendou a pena imposta ao jogador pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), com dois anos de suspensão, por causa do doping.
Um detalhe que precisa ficar na memória do leitor/torcedor: o recurso que a defesa do jogador deu entrada no mesmo STJD ainda não foi julgado, sequer agendado. Isto posto, tanto a pena pode ser mantida como ela pode diminuir, o que é uma hipótese pouco provável, convenhamos.
Os problemas de Jobson começaram na vitória do Botafogo, clube que ele defendia ao longo do Brasileiro do ano passado, sobre Coritiba, no dia 8 de novembro, quando o exame antidoping apontou resultado positivo para um metabólico da cocaína, substância proibida pela Agência Mundial Antidopagem (Wada) e pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Para piorar, no dia 6 de dezembro, depois que o Botafogo derrotou o Palmeiras pela última rodada da Série A, Jobson mais uma vez foi pego no doping pela mesma substância. Com a divulgação dos resultados, Jobson foi suspenso preventivamente no dia 17 de dezembro e denunciado pela Procuradoria do STJD no Código Mundial Antidopagem, no artigo 2.1 (Aplicação de sanções disciplinares por uso de substâncias ou métodos proibidos), que prevê suspensão de até dois anos ou, em caso de reincidência, o banimento do esporte.
Também soube que o Cruzeiro, que iria comprá-lo antes que o problema viesse a público, está disposto a ajudá-lo. Não que esteja disposto a contratá-lo para jogar, mas transformando-o em palestrante, com o foco direcionado a jovens infratores de drogas.
De uma forma ou de outra, Jóbson está no olho do furacão. O Brasiliense deixou de ganhar um bom dinheiro com a desistência do Cruzeiro e o próprio jogador, que deixa de fechar um bom contrato e, em consequência, de ajudar à sua família.
Sinceramente, torço para que toda essa celeuma chegue logo ao fim e que possamos vê-lo em ação o mais breve possível, mas com a cabeça no lugar.
Um detalhe que precisa ficar na memória do leitor/torcedor: o recurso que a defesa do jogador deu entrada no mesmo STJD ainda não foi julgado, sequer agendado. Isto posto, tanto a pena pode ser mantida como ela pode diminuir, o que é uma hipótese pouco provável, convenhamos.
Os problemas de Jobson começaram na vitória do Botafogo, clube que ele defendia ao longo do Brasileiro do ano passado, sobre Coritiba, no dia 8 de novembro, quando o exame antidoping apontou resultado positivo para um metabólico da cocaína, substância proibida pela Agência Mundial Antidopagem (Wada) e pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Para piorar, no dia 6 de dezembro, depois que o Botafogo derrotou o Palmeiras pela última rodada da Série A, Jobson mais uma vez foi pego no doping pela mesma substância. Com a divulgação dos resultados, Jobson foi suspenso preventivamente no dia 17 de dezembro e denunciado pela Procuradoria do STJD no Código Mundial Antidopagem, no artigo 2.1 (Aplicação de sanções disciplinares por uso de substâncias ou métodos proibidos), que prevê suspensão de até dois anos ou, em caso de reincidência, o banimento do esporte.
Também soube que o Cruzeiro, que iria comprá-lo antes que o problema viesse a público, está disposto a ajudá-lo. Não que esteja disposto a contratá-lo para jogar, mas transformando-o em palestrante, com o foco direcionado a jovens infratores de drogas.
De uma forma ou de outra, Jóbson está no olho do furacão. O Brasiliense deixou de ganhar um bom dinheiro com a desistência do Cruzeiro e o próprio jogador, que deixa de fechar um bom contrato e, em consequência, de ajudar à sua família.
Sinceramente, torço para que toda essa celeuma chegue logo ao fim e que possamos vê-lo em ação o mais breve possível, mas com a cabeça no lugar.
Cão que late não morde
O título e a frase acima são de domínio público. E eles se aplicam ao experiente jogador Iranildo, do Brasiliense. Como sempre faz às vésperas de uma partida importante, como a que acontecerá neste domingo diante do Gama, no Serejão, o jogador se utiliza de algumas frases de efeito, com o claro objetivo de levar público ao estádio e alimentar uma rivalidade.
A esta altura dos acontecimentos, não existe a necessidade que tal ocorra para que os torcedores compareçam ao estádio de Taguatinga. A história dos confrontos entre os dois clubes fala por sí só.
Iranildo, esse tipo de atitude pública, e até se justificava, ocorria há dezenas de anos, quando a mídia não dispunha da rapidez que nos tempos atuais tem à disposição.
Agora, Iranildo se utiliza do resultado e dos acontecimentos do confronto do primeiro turno, para "turbinar" o reencontro. O Jacaré, naquela oportunidade, perdeu por 3 x 1, seu principal jogador teve um desentendimento com um gandula, o caso foi parar na delegacia do Gama, mas ficou só nisso. Não houve maiores consequências.
Sabiamente, o técnico do clube alviverde, Gérson Vieira, já alertou os seus jogadores para que encarem o jogo de domingo como outro qualquer dentro da competição. E mais: que eles não entrem no clima hostil, "da boca para fora", provocado por Iranildo, aliás, sem razão de ser.
Um lembrete para o xodó do Jacaré: e se o Gama utilizar seus comentários revanchistas para se motivar? E se o Brasiliense perder novamente? E se você esquecer de jogar e não ajudar seus companheiros? Quem vai ser tachado como culpado pelo revés?
Diz uma frase originária dos campos de futebol: "o jogo só acaba quando termina", ou, poderia ser traduzida da seguinte forma: "não se ganha jogo antes que ele comece".
Iranildo, cão que late não morde, só balança o rabo!
A esta altura dos acontecimentos, não existe a necessidade que tal ocorra para que os torcedores compareçam ao estádio de Taguatinga. A história dos confrontos entre os dois clubes fala por sí só.
Iranildo, esse tipo de atitude pública, e até se justificava, ocorria há dezenas de anos, quando a mídia não dispunha da rapidez que nos tempos atuais tem à disposição.
Agora, Iranildo se utiliza do resultado e dos acontecimentos do confronto do primeiro turno, para "turbinar" o reencontro. O Jacaré, naquela oportunidade, perdeu por 3 x 1, seu principal jogador teve um desentendimento com um gandula, o caso foi parar na delegacia do Gama, mas ficou só nisso. Não houve maiores consequências.
Sabiamente, o técnico do clube alviverde, Gérson Vieira, já alertou os seus jogadores para que encarem o jogo de domingo como outro qualquer dentro da competição. E mais: que eles não entrem no clima hostil, "da boca para fora", provocado por Iranildo, aliás, sem razão de ser.
Um lembrete para o xodó do Jacaré: e se o Gama utilizar seus comentários revanchistas para se motivar? E se o Brasiliense perder novamente? E se você esquecer de jogar e não ajudar seus companheiros? Quem vai ser tachado como culpado pelo revés?
Diz uma frase originária dos campos de futebol: "o jogo só acaba quando termina", ou, poderia ser traduzida da seguinte forma: "não se ganha jogo antes que ele comece".
Iranildo, cão que late não morde, só balança o rabo!
quinta-feira, 4 de março de 2010
Universo busca recuperação em casa
Guilherme Giovannoni é um dos astros do Universo que busca reabilitação, agora atuando em casa nesta sexta-feiraCrédito: Divulgação
O Universo/BRB/Financeira busca de todas as formas se recuperar na segunda edição do Novo Basquete Brasil (NBB) – 2009/2010. Será nesta sexta-feira, às 20h, no ginásio da Asceb (904 Sul), quando enfrentará o Bauru.
O duelo diante dos paulistas tem validade pela quinta rodada do returno da fase inicial. O time brasiliense, comandado pelo técnico Aluisio Ferreira, o Lula, lidera a competição com 82,35% de aproveitamento, fruto de 14 vitórias e apenas três derrotas.
Lula terá a volta de três jogadores importantes – Alex Garcia, Nezinho e Mineiro –, que haviam sido desqualificados no confronto diante do Franca e não haviam atuado em Araraquara, nas duas rodadas anteriores. Com o time completo, o Universo quer retomar o seu ritmo normal e manter o primeiro lugar de forma isolada.
Para o ala/pivô Guilherme Giovannoni, o Universo/BRB/Financeira Brasília tem que vencer para se manter na ponta, sem dar chances aos adversários mais próximos na classificação de encostar.
“O time vem de duas derrotas, atuando com desfalques, mas, em casa e com o retorno do Alex, Mineiro e Nezinho, não podemos pensar em outra coisa que não seja a vitória, mesmo enfrentando uma equipe composta por grandes jogadores e com um poderio ofensivo muito grande. Temos que atuar com atenção defensiva, especialmente nos tiros de média e longa distâncias, saindo com rapidez para o ataque e colocando em prática o nosso ritmo de atuar”, analisou.
No seu compromisso mais recente, o representante de Brasília foi superado pelo Araraquara, por 95 x 90; enquanto o time paulista, que ocupa a oitava colocação na classificação geral, com 43,75% de aproveitamento (7 vitórias e 9 derrotas), perdeu para o Assis Basket, por 93 x 80. No duelo entre estas duas equipes, válido pelo turno desta fase inicial, a vitória foi do Universo, mesmo atuando distante de sua torcida, por 81 x 75.
O duelo diante dos paulistas tem validade pela quinta rodada do returno da fase inicial. O time brasiliense, comandado pelo técnico Aluisio Ferreira, o Lula, lidera a competição com 82,35% de aproveitamento, fruto de 14 vitórias e apenas três derrotas.
Lula terá a volta de três jogadores importantes – Alex Garcia, Nezinho e Mineiro –, que haviam sido desqualificados no confronto diante do Franca e não haviam atuado em Araraquara, nas duas rodadas anteriores. Com o time completo, o Universo quer retomar o seu ritmo normal e manter o primeiro lugar de forma isolada.
Para o ala/pivô Guilherme Giovannoni, o Universo/BRB/Financeira Brasília tem que vencer para se manter na ponta, sem dar chances aos adversários mais próximos na classificação de encostar.
“O time vem de duas derrotas, atuando com desfalques, mas, em casa e com o retorno do Alex, Mineiro e Nezinho, não podemos pensar em outra coisa que não seja a vitória, mesmo enfrentando uma equipe composta por grandes jogadores e com um poderio ofensivo muito grande. Temos que atuar com atenção defensiva, especialmente nos tiros de média e longa distâncias, saindo com rapidez para o ataque e colocando em prática o nosso ritmo de atuar”, analisou.
No seu compromisso mais recente, o representante de Brasília foi superado pelo Araraquara, por 95 x 90; enquanto o time paulista, que ocupa a oitava colocação na classificação geral, com 43,75% de aproveitamento (7 vitórias e 9 derrotas), perdeu para o Assis Basket, por 93 x 80. No duelo entre estas duas equipes, válido pelo turno desta fase inicial, a vitória foi do Universo, mesmo atuando distante de sua torcida, por 81 x 75.
Sedes da Copa têm prazo até junho
Os ministros do Turismo, Luiz Barretto, e do Esporte, Orlando Silva, em reunião com representantes das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, que tratou da instalação e do funcionamento do comitê responsável pelo andamento das obras e projetos de mobilidade urbana, além de ações promocionais da Copa do Brasil no Mundial de Futebol da África do SulCrédito: Roosewelt Pinheiro/ABr
O ministro do Esporte, Orlando Silva, teve nesta quinta-feira uma reunião com representantes das 12 cidades que sediarão os jogos do Mundial de 2014 e alertou que o prazo para assinatura de contratos e convênios de financiamento público vai até o dia 3 de junho, uma vez que 2010 é ano eleitoral.
Assim, aquelas cidades que não se habilitarem dentro do prazo aos financiamentos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para construção e reforma de estádios, e da Caixa Econômica Federal para projetos de mobilidade urbana, poderão perder a condição de cidade-sede.
De acordo com o ministro, “a parte do Governo Federal foi feita”, com a reafirmação dos compromissos do BNDES, da Caixa e do Ministério do Turismo com relação a recursos para ampliação da rede hoteleira.
“Estamos no nosso limite. O que poderíamos fazer era oferecer os recursos. Isso foi feito. A operação é responsabilidade de cada cidade", disse o ministro do Esporte. "Os alertas foram feitos e hoje chamei a atenção, particularmente, do problema eleitoral. E eu confio que as cidades cumprirão com seus compromisso.”
O ministro enfatizou que se os contratos não forem assinados até 3 de junho, eles só poderão ser assinados em 2011, "o que seria um prejuízo enorme para a preparação do Mundial”.
Na reunião, de acordo com o ministro, ficou acertado um modelo de gestão dos preparativos para a Copa que vai permitir a circulação de informações e a concentração delas no plano federal, tornando o diálogo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) mais eficiente.
Outro objetivo da reunião foi apresentar aos representantes das cidades-sede da Copa o projeto Casa Brasil, um espaço de promoção do país na África do Sul, durante a Copa deste ano, e que será inaugurado no dia 12 de junho, três dias antes da estreia da Seleção Brasileira. Lá será apresentado o mascote da Copa de 2014 no Brasil.
Sobre as obras nos estádios e possíveis atrasos no cronograma, o ministro disse que todas as cidades estão preocupadas em minimizar qualquer contratempo, mas que foi importante a informação de que algumas cidades já começaram os trabalhos com recursos próprios.
Ele lembrou que o Comitê Local da Copa, formado pela Fifa, pelo governo e pela Confederação Brasileria de Futebol (CBF), já definiu um novo prazo para o início das obras em todos os estádios – 3 de maio – “e esse prazo necessariamente será cumprido”.
Em relação a Brasília, que enfrenta uma crise política envolvendo o governo local e a Câmara Legislativa, e que será uma das sedes do Mundial, o ministro Orlando Silva afirmou ter recebido do representante da cidade garantias de que “não há nenhuma instabilidade nos processos de gestão local".
Orlando Silva esclareceu: "Combinamos fazer reuniões especialmente com Brasília. Espero que não haja sobressaltos e instabilidade, e que a preparação da Copa aconteça sem nenhum problema”, disse.
Assim, aquelas cidades que não se habilitarem dentro do prazo aos financiamentos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para construção e reforma de estádios, e da Caixa Econômica Federal para projetos de mobilidade urbana, poderão perder a condição de cidade-sede.
De acordo com o ministro, “a parte do Governo Federal foi feita”, com a reafirmação dos compromissos do BNDES, da Caixa e do Ministério do Turismo com relação a recursos para ampliação da rede hoteleira.
“Estamos no nosso limite. O que poderíamos fazer era oferecer os recursos. Isso foi feito. A operação é responsabilidade de cada cidade", disse o ministro do Esporte. "Os alertas foram feitos e hoje chamei a atenção, particularmente, do problema eleitoral. E eu confio que as cidades cumprirão com seus compromisso.”
O ministro enfatizou que se os contratos não forem assinados até 3 de junho, eles só poderão ser assinados em 2011, "o que seria um prejuízo enorme para a preparação do Mundial”.
Na reunião, de acordo com o ministro, ficou acertado um modelo de gestão dos preparativos para a Copa que vai permitir a circulação de informações e a concentração delas no plano federal, tornando o diálogo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) mais eficiente.
Outro objetivo da reunião foi apresentar aos representantes das cidades-sede da Copa o projeto Casa Brasil, um espaço de promoção do país na África do Sul, durante a Copa deste ano, e que será inaugurado no dia 12 de junho, três dias antes da estreia da Seleção Brasileira. Lá será apresentado o mascote da Copa de 2014 no Brasil.
Sobre as obras nos estádios e possíveis atrasos no cronograma, o ministro disse que todas as cidades estão preocupadas em minimizar qualquer contratempo, mas que foi importante a informação de que algumas cidades já começaram os trabalhos com recursos próprios.
Ele lembrou que o Comitê Local da Copa, formado pela Fifa, pelo governo e pela Confederação Brasileria de Futebol (CBF), já definiu um novo prazo para o início das obras em todos os estádios – 3 de maio – “e esse prazo necessariamente será cumprido”.
Em relação a Brasília, que enfrenta uma crise política envolvendo o governo local e a Câmara Legislativa, e que será uma das sedes do Mundial, o ministro Orlando Silva afirmou ter recebido do representante da cidade garantias de que “não há nenhuma instabilidade nos processos de gestão local".
Orlando Silva esclareceu: "Combinamos fazer reuniões especialmente com Brasília. Espero que não haja sobressaltos e instabilidade, e que a preparação da Copa aconteça sem nenhum problema”, disse.
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