De acordo com os matemáticos do site Chance de Gol, o Brasiliense, depois da goleada sofrida para o Bragantino (4 x 0), tem 80.5% de chances de cair para a Série C do próximo ano. Eles levaram em consideração a pontuação atual do time de Taguatinga.
Em relação ao jogo desta sexta-feira, às 21h, no Anacleto Campanella, os matemáticos dizem que existem 66.4% de possibilidade de vitória do Azulão; 19.9% que ocorra um empate e 13.6% de chances de um triunfo do time amarelo.
Por outro lado, enquanto o São Caetano ainda tem 16% de possibilidades de subir para a Série A da próxima temporada - é o sétimo colocado atualmente -, o Jacaré não tem a menor chance que tal ocorra, assim como o Asa, de Arapiraca; Vila Nova; Santo André; América (RN) e Ipatinga. A luta desses clubes é apenas a de fugir da degola.
Para tornar as coisas ainda mais difíceis para o Jacaré de Taguatinga, os dois próximos jogos serão disputados longe do Serejão. Na próxima sexta-feira o confronto é contra o São Caetano, no Grande ABC e no dia nove de outubro o adversário atende pelo nome de América (MG), que faz parte do G4, às 21h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, na Grande Belo Horizonte.
Em outras palavras, e sem querer demonstrar que sou um jornalista pessimista com a situação do Brasiliense, acho muito difícil, quase impossível, o time amarelo evitar o rebaixamento para a divisão onde esteve o Gama este ano. Com esse futebol que vem praticando?
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Jacaré de mal a pior
A vida do Brasiliense como integrante da Série B do Brasileiro está cada vez mais difícil, se levarmos em consideração o revés de ontem diante do Bragantino, na Boca do Jacaré, em Taguatinga. O vice-campeão do DF estacionou nos 27 pontos na 17ª colocação e jogará a sua próxima partida contra o São Caetano, no Anacleto Campanella, nesta sexta-feira, às 21h.
No retrospecto, o Jacaré, em 25 dos 38 jogos a serem cumpridos até o final da temporada, ganhou apenas seis deles, com nove empates e 10 derrotas - aproveitamento de 36%. Enquanto o seu "econômico" ataque marcou apenas 25 gols, a sua "esburacada" defesa sofreu 39.
A "sorte" do nosso representante é que os dois clubes que estão abaixo dele na zona de degola, também atuarão no estádio do inimigo, contra adversários potencialmente fortes e reais candidatos a uma vaga entre os quatro primeiros que subirão para a Série A do próximo ano.
Porém, é bom os torcedores do Jacaré ficarem de sobreaviso: o Brasiliense pode se afundar ainda mais na Z4, se o América (RN), que tem 25 pontos, na vice-lanterna, derrotar o Sport, na Ilha do Retiro, e o Santo André, que tem 26, na 18ª colocação, aprontar para cima do Coritiba, no Couto Pereira.
Se o Jacaré perder para o São Caetano e ocorrerem triunfos do Santo André e do América (RN), os dois passariam do nosso representante no número de pontos, o que acarretaria a sua caída para a 19ª posição na tabela de classificação.
Nunca é demais lembrar que o Azulão, que receberá o Brasiliense no Anacleto Campanella, é o sétimo colocado com 38 pontos ganhos, fruto de 11 vitórias e cinco empates. O time do ABC paulista perdeu nove vezes. O seu ataque marcou 38 gols e a sua defesa foi vazada 39 vezes. O aproveitamento é de 50%.
No seu último confronto, na terça-feira, em Recife, derrotou o Náutico, nos Aflitos, por 2 x 1. O time está em franco crescimento e está sendo cotado como favorito para o duelo desta sexta-feira, diante dos seus torcedores em São Caetano do Sul.
No retrospecto, o Jacaré, em 25 dos 38 jogos a serem cumpridos até o final da temporada, ganhou apenas seis deles, com nove empates e 10 derrotas - aproveitamento de 36%. Enquanto o seu "econômico" ataque marcou apenas 25 gols, a sua "esburacada" defesa sofreu 39.
A "sorte" do nosso representante é que os dois clubes que estão abaixo dele na zona de degola, também atuarão no estádio do inimigo, contra adversários potencialmente fortes e reais candidatos a uma vaga entre os quatro primeiros que subirão para a Série A do próximo ano.
Porém, é bom os torcedores do Jacaré ficarem de sobreaviso: o Brasiliense pode se afundar ainda mais na Z4, se o América (RN), que tem 25 pontos, na vice-lanterna, derrotar o Sport, na Ilha do Retiro, e o Santo André, que tem 26, na 18ª colocação, aprontar para cima do Coritiba, no Couto Pereira.
Se o Jacaré perder para o São Caetano e ocorrerem triunfos do Santo André e do América (RN), os dois passariam do nosso representante no número de pontos, o que acarretaria a sua caída para a 19ª posição na tabela de classificação.
Nunca é demais lembrar que o Azulão, que receberá o Brasiliense no Anacleto Campanella, é o sétimo colocado com 38 pontos ganhos, fruto de 11 vitórias e cinco empates. O time do ABC paulista perdeu nove vezes. O seu ataque marcou 38 gols e a sua defesa foi vazada 39 vezes. O aproveitamento é de 50%.
No seu último confronto, na terça-feira, em Recife, derrotou o Náutico, nos Aflitos, por 2 x 1. O time está em franco crescimento e está sendo cotado como favorito para o duelo desta sexta-feira, diante dos seus torcedores em São Caetano do Sul.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A Série C está logo ali



Estes são registros de Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br, feitos esta noite na Boca do Jacaré. O ataque é "de riso" e a defesa é de "fritar bolinhos".Quatro jogos seguidos sem vitória, sequer empate. E o que é mais preocupante: sem nenhum gol marcado. E vai mais além: o time entrou para a terrível zona de rebaixamento na rodada passada e parece que não quer sair mais de lá.
Esse é o panorama para de lá de preocupante do nosso representante na Série B do Campeonato Brasileiro, o Brasiliense, que esta noite perdeu de goleada para o Bragantino, em plena Boca do Jacaré, por 4 x 0.
Aloísio, Jean, Enilton, Bebeto, só para citar os chamados “homens de frente”, são jogadores bastante experientes, mas que não vêm correspondendo à expectativa no Jacaré.
Quero, neste espaço, fazer a defesa do patrono Luiz Estevão. Ele paga os gordos salários rigorosamente em dia, oferece ao seu grupo de jogadores uma estrutura de time da Série A, tem material de treinos e jogos de primeira qualidade, oferece ótima premiação para os padrões do futebol nacional, além de ter contratado um técnico de renome nacional na tentativa de tirar o time da situação em que se encontra.
Só com o salário do técnico Andrade, segundo me disseram, o Jacaré gasta R$ 200 mil, além de hospedagem e premiação. Outra informação é de que existe uma cláusula no contrato do ex-treinador do Flamengo, estipulando indenização de R$ 850 mil.
Certamente a esta altura dos acontecimentos, o patrono do Brasiliense deve estar uma “pilha de nervos”. O time não desencanta, as derrotas vão se acumulando e a Série C está cada vez mais próxima.
Entre outros assuntos que dominam o dia a dia do clube amarelo, o que mais tem se comentado é a média de idade da maioria dos jogadores, superior aos 30 anos e que esta é uma das razões pelas quais o time não consegue manter um padrão de jogo uniforme ao longo dos 90 minutos.
E isto é uma realidade. O próprio Andrade comentou depois do jogo em Florianópolis, que a queda de rendimento causou o revés para o time catarinense na sua estréia.
Esta tarde surgiu a notícia de que o Brasiliense está contratando Ramon Menezes, aquele mesmo que vinha jogando ultimamente pelo Vitória, da Bahia e que hoje carrega 38 anos nas costas.
Sinceramente como eu torço para que esta notícia não se confirme. De jogadores experientes basta os que lá se encontram e que não estão correspondendo durante os jogos.
Esse é o panorama para de lá de preocupante do nosso representante na Série B do Campeonato Brasileiro, o Brasiliense, que esta noite perdeu de goleada para o Bragantino, em plena Boca do Jacaré, por 4 x 0.
Aloísio, Jean, Enilton, Bebeto, só para citar os chamados “homens de frente”, são jogadores bastante experientes, mas que não vêm correspondendo à expectativa no Jacaré.
Quero, neste espaço, fazer a defesa do patrono Luiz Estevão. Ele paga os gordos salários rigorosamente em dia, oferece ao seu grupo de jogadores uma estrutura de time da Série A, tem material de treinos e jogos de primeira qualidade, oferece ótima premiação para os padrões do futebol nacional, além de ter contratado um técnico de renome nacional na tentativa de tirar o time da situação em que se encontra.
Só com o salário do técnico Andrade, segundo me disseram, o Jacaré gasta R$ 200 mil, além de hospedagem e premiação. Outra informação é de que existe uma cláusula no contrato do ex-treinador do Flamengo, estipulando indenização de R$ 850 mil.
Certamente a esta altura dos acontecimentos, o patrono do Brasiliense deve estar uma “pilha de nervos”. O time não desencanta, as derrotas vão se acumulando e a Série C está cada vez mais próxima.
Entre outros assuntos que dominam o dia a dia do clube amarelo, o que mais tem se comentado é a média de idade da maioria dos jogadores, superior aos 30 anos e que esta é uma das razões pelas quais o time não consegue manter um padrão de jogo uniforme ao longo dos 90 minutos.
E isto é uma realidade. O próprio Andrade comentou depois do jogo em Florianópolis, que a queda de rendimento causou o revés para o time catarinense na sua estréia.
Esta tarde surgiu a notícia de que o Brasiliense está contratando Ramon Menezes, aquele mesmo que vinha jogando ultimamente pelo Vitória, da Bahia e que hoje carrega 38 anos nas costas.
Sinceramente como eu torço para que esta notícia não se confirme. De jogadores experientes basta os que lá se encontram e que não estão correspondendo durante os jogos.
Braga se distancia ainda mais da zona da degola
No estilo dois vira, quatro acaba, o Bragantino derrotou o Brasiliense por 4 x 0, no Estádio Serejão, em Taguatinga, pela 26ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e chegou à sua segunda vitória consecutiva na competição.
Com o triunfo, o time paulista chegou ao seu quarto jogo sem derrota, com três vitórias e um empate somando 32 pontos, na 14ª posição. Por outro lado, o Brasiliense chegou à quarta derrota consecutiva, a segunda sob o comando de Andrade e entrou na zona de rebaixamento, com 27 pontos, na 17ª posição.
Brigando contra o rebaixamento, as duas equipes começaram a partida apostando na marcação e em um erro do adversário para abrir o placar. Nos primeiros 20 minutos, o Brasiliense tentou esboçar uma pressão, mas sem levar perigo ao gol defendido por Rodrigo Defendi.
O Bragantino tinha uma estratégia de jogo bem definida, esperando o time da casa no campo de defesa e esperando o momento certo para atacar. Foi assim, aos 23 minutos que a equipe abriu o placar. Marcelinho enfiou boa bola no meio da defesa do Brasiliense para Júlio César. O lateral dominou e fuzilou de perna esquerda, em chute cruzado.
Muito mal fisicamente, o gol não acordou o time do Brasiliense, que não tinha inspiração nenhuma, apostando muito nas bolas áreas para Aloísio, mas, atenta a defesa do Bragantino conseguia afastar os perigos.
No final do primeiro tempo, os visitantes ampliaram. Aos 46 minutos, depois de cobrança de escanteio pelo lado direito, Júnior Lopes subiu mais que a defesa e testou para o fundo da rede.
Na segunda etapa, o panorama da partida não mudou nada. O Brasiliense seguia sem inspiração no ataque e o Bragantino apostava na velocidade para definir o marcador e se afastar cada vez mais da zona da degola.
Aos 19 minutos o Bragantino fechou o caixão do Brasiliense. Em contra-ataque puxado por Maurim, João Salles apareceu para concluir, após erro de conclusão Marcelinho, que chutou errado.
Onze minutos depois veio o golpe de misericórdia. Mais uma vez em jogada de velocidade, o time visitante ampliou. Marcelinho recebeu cruzamento rasteiro, girou para cima de Fábio Braz e bateu no canto de Gatti, marcando um belo gol.
O Brasiliense volta a campo na próxima sexta-feira, às 21h, contra o São Caetano, no Estádio Anacleto Campanela, em São Caetano do Sul. No sábado, porém, no mesmo horário, o Bragantino tem o clássico paulista diante o Guaratinguetá, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.
Brasiliense 0 x 4 Bragantino
Local: Estádio Serejão, em Taguatinga-DF
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Assistentes: Márcia B. Lopes Caetano (RO) (Fifa) e Nadine Schram Câmara Bastos (SC)
Cartões amarelos: Rodrigo Defendi, Júlio César, Éder, Luciano Sorriso, André Astorga (Bragantino)
Gols: Júlio César, aos 23/1T; Júnior Lopes, aos 46’/1T; João Salles, aos 19’/2T e Marcelinho, aos 30’/2T (Bragantino)
Brasiliense
Gatti; Fábio Braz, Santiago e Deda; Ruy, Ferrugem, Thiaguinho (Cicinho), Iranildo e Victor (Bebeto); Aloísio e Enilton (Jean).
Técnico: Andrade.
Bragantino
Rafael Defendi; Júnior Lopes, André Astorga e Everaldo; Júlio César, Éder Silva, Luciano Sorriso (Adriano), Marcelinho (Finazzi) e Maurin ; Rodriguinho e João Salles (Éder).
Técnico: Marcelo Veiga.
Fonte: Futebol Interior
Com o triunfo, o time paulista chegou ao seu quarto jogo sem derrota, com três vitórias e um empate somando 32 pontos, na 14ª posição. Por outro lado, o Brasiliense chegou à quarta derrota consecutiva, a segunda sob o comando de Andrade e entrou na zona de rebaixamento, com 27 pontos, na 17ª posição.
Brigando contra o rebaixamento, as duas equipes começaram a partida apostando na marcação e em um erro do adversário para abrir o placar. Nos primeiros 20 minutos, o Brasiliense tentou esboçar uma pressão, mas sem levar perigo ao gol defendido por Rodrigo Defendi.
O Bragantino tinha uma estratégia de jogo bem definida, esperando o time da casa no campo de defesa e esperando o momento certo para atacar. Foi assim, aos 23 minutos que a equipe abriu o placar. Marcelinho enfiou boa bola no meio da defesa do Brasiliense para Júlio César. O lateral dominou e fuzilou de perna esquerda, em chute cruzado.
Muito mal fisicamente, o gol não acordou o time do Brasiliense, que não tinha inspiração nenhuma, apostando muito nas bolas áreas para Aloísio, mas, atenta a defesa do Bragantino conseguia afastar os perigos.
No final do primeiro tempo, os visitantes ampliaram. Aos 46 minutos, depois de cobrança de escanteio pelo lado direito, Júnior Lopes subiu mais que a defesa e testou para o fundo da rede.
Na segunda etapa, o panorama da partida não mudou nada. O Brasiliense seguia sem inspiração no ataque e o Bragantino apostava na velocidade para definir o marcador e se afastar cada vez mais da zona da degola.
Aos 19 minutos o Bragantino fechou o caixão do Brasiliense. Em contra-ataque puxado por Maurim, João Salles apareceu para concluir, após erro de conclusão Marcelinho, que chutou errado.
Onze minutos depois veio o golpe de misericórdia. Mais uma vez em jogada de velocidade, o time visitante ampliou. Marcelinho recebeu cruzamento rasteiro, girou para cima de Fábio Braz e bateu no canto de Gatti, marcando um belo gol.
O Brasiliense volta a campo na próxima sexta-feira, às 21h, contra o São Caetano, no Estádio Anacleto Campanela, em São Caetano do Sul. No sábado, porém, no mesmo horário, o Bragantino tem o clássico paulista diante o Guaratinguetá, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.
Brasiliense 0 x 4 Bragantino
Local: Estádio Serejão, em Taguatinga-DF
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Assistentes: Márcia B. Lopes Caetano (RO) (Fifa) e Nadine Schram Câmara Bastos (SC)
Cartões amarelos: Rodrigo Defendi, Júlio César, Éder, Luciano Sorriso, André Astorga (Bragantino)
Gols: Júlio César, aos 23/1T; Júnior Lopes, aos 46’/1T; João Salles, aos 19’/2T e Marcelinho, aos 30’/2T (Bragantino)
Brasiliense
Gatti; Fábio Braz, Santiago e Deda; Ruy, Ferrugem, Thiaguinho (Cicinho), Iranildo e Victor (Bebeto); Aloísio e Enilton (Jean).
Técnico: Andrade.
Bragantino
Rafael Defendi; Júnior Lopes, André Astorga e Everaldo; Júlio César, Éder Silva, Luciano Sorriso (Adriano), Marcelinho (Finazzi) e Maurin ; Rodriguinho e João Salles (Éder).
Técnico: Marcelo Veiga.
Fonte: Futebol Interior
Bragantino goleia e amplia crise do Jacaré
Na segunda partida de Andrade à frente do Brasiliense, quem comemorou foi o Bragantino. Em pleno estádio Boca do Jacaré, em Taguatinga, a equipe paulista fez 4 x 0, com facilidade, e chegou ao seu quarto jogo de invencibilidade, afastando ainda mais o fantasma do rebaixamento.
Por outro lado, a equipe candanga segue com a corda no pescoço e agora coleciona quatro derrotas seguidas.
Os gols marcados por Júlio César, Júnior Lopes, João Sales e Rodriguinho irritaram os torcedores da equipe da casa, que protestaram durante quase toda a segunda etapa do confronto.
Além das faixas colocadas de cabeça para baixo nas arquibancadas, os fanáticos pegaram no pé de alguns atletas, sobretudo do meia Iranildo, um dos mais experientes.
Na próxima rodada, o Brasiliense tentará colocar fim à série negativa fora de casa, contra o São Caetano, no Anacleto Campanella. Já o Bragantino encara o Guaratinguetá, no seu estádio, buscando ampliar a sua boa sequência e deixar a zona da degola cada vez mais longe.
Com o ofensivo Ruy escalado na lateral direita, a maior preocupação do Brasiliense era a contenção dos avanços do rival por aquele setor. Sem entendimento, o experiente ala e o zagueiro Fábio Brás acabaram deixando espaços na cobertura e foram castigados com o primeiro gol do rival.
Aos 26 minutos, quando a partida estava equilibrada, Júlio César aproveitou as lacunas deixadas pela zaga rival, recebeu sozinho pela esquerda e bateu cruzado, inaugurando o marcador.
A desvantagem fez com que os donos da casa apostassem nas bolas cruzadas, que o goleiro Rafael Defendi conseguiu conter.
Além disso, a fase da equipe não é mesmo favorável. Exemplo disso é o lateral direito Cicinho, que ganhou a vaga do contundido Thiaguinho aos 38 minutos e, logo em sua primeira aparição, protagonizou um lance bisonho, furando duas vezes consecutivas ao tentar fazer um cruzamento.
Aos 46, poucos minutos após Ferrugem desperdiçar a melhor oportunidade do Jacaré no primeiro tempo, o Bragantino conseguiu ampliar com o zagueiro Júnior Lopes, que aproveitou bola levantada pela direita e testou firme, sem chances para o goleiro Gatti.
No intervalo, os dois times fizeram alterações. No Bragantino, Adriano entrou no lugar de Luciano Sorriso. Andrade, por sua vez, colocou o atacante Bebeto improvisado na vaga do lateral esquerdo Victor e foi obrigado a gastar sua última mexida aos cinco minutos, quando Enílton saiu machucado e deu lugar a Jean.
O Brasiliense voltou dominando a posse de bola, mas não conseguiu pressionar o rival. Para piorar, deixou espaços para contra-ataques e levou o terceiro aos 19 minutos, quando Maurim avançou pela esquerda e tocou no meio para Marcelinho, que errou o chute e acabou dando um presente a João Sales, que não perdoou.
Aos 23, o autor do terceiro gol foi substituído por Éder, mas os alvinegros não diminuíram o ritmo. Com 31 minutos, para desespero dos torcedores, Ruy tentou o chute de fora da área e sequer acertou a bola, cedendo novo contra-ataque ao rival, que trabalhou bem e fez o quarto, com Rodriguinho, após giro na pequena área.
No fim da partida, em clima de “olé”, ainda houve tempo para a estreia do veterano Finazzi no Bragantino, mas o artilheiro não teve oportunidades para balançar as redes e ampliar o placar.
Fonte: Gazeta Esportiva
Por outro lado, a equipe candanga segue com a corda no pescoço e agora coleciona quatro derrotas seguidas.
Os gols marcados por Júlio César, Júnior Lopes, João Sales e Rodriguinho irritaram os torcedores da equipe da casa, que protestaram durante quase toda a segunda etapa do confronto.
Além das faixas colocadas de cabeça para baixo nas arquibancadas, os fanáticos pegaram no pé de alguns atletas, sobretudo do meia Iranildo, um dos mais experientes.
Na próxima rodada, o Brasiliense tentará colocar fim à série negativa fora de casa, contra o São Caetano, no Anacleto Campanella. Já o Bragantino encara o Guaratinguetá, no seu estádio, buscando ampliar a sua boa sequência e deixar a zona da degola cada vez mais longe.
Com o ofensivo Ruy escalado na lateral direita, a maior preocupação do Brasiliense era a contenção dos avanços do rival por aquele setor. Sem entendimento, o experiente ala e o zagueiro Fábio Brás acabaram deixando espaços na cobertura e foram castigados com o primeiro gol do rival.
Aos 26 minutos, quando a partida estava equilibrada, Júlio César aproveitou as lacunas deixadas pela zaga rival, recebeu sozinho pela esquerda e bateu cruzado, inaugurando o marcador.
A desvantagem fez com que os donos da casa apostassem nas bolas cruzadas, que o goleiro Rafael Defendi conseguiu conter.
Além disso, a fase da equipe não é mesmo favorável. Exemplo disso é o lateral direito Cicinho, que ganhou a vaga do contundido Thiaguinho aos 38 minutos e, logo em sua primeira aparição, protagonizou um lance bisonho, furando duas vezes consecutivas ao tentar fazer um cruzamento.
Aos 46, poucos minutos após Ferrugem desperdiçar a melhor oportunidade do Jacaré no primeiro tempo, o Bragantino conseguiu ampliar com o zagueiro Júnior Lopes, que aproveitou bola levantada pela direita e testou firme, sem chances para o goleiro Gatti.
No intervalo, os dois times fizeram alterações. No Bragantino, Adriano entrou no lugar de Luciano Sorriso. Andrade, por sua vez, colocou o atacante Bebeto improvisado na vaga do lateral esquerdo Victor e foi obrigado a gastar sua última mexida aos cinco minutos, quando Enílton saiu machucado e deu lugar a Jean.
O Brasiliense voltou dominando a posse de bola, mas não conseguiu pressionar o rival. Para piorar, deixou espaços para contra-ataques e levou o terceiro aos 19 minutos, quando Maurim avançou pela esquerda e tocou no meio para Marcelinho, que errou o chute e acabou dando um presente a João Sales, que não perdoou.
Aos 23, o autor do terceiro gol foi substituído por Éder, mas os alvinegros não diminuíram o ritmo. Com 31 minutos, para desespero dos torcedores, Ruy tentou o chute de fora da área e sequer acertou a bola, cedendo novo contra-ataque ao rival, que trabalhou bem e fez o quarto, com Rodriguinho, após giro na pequena área.
No fim da partida, em clima de “olé”, ainda houve tempo para a estreia do veterano Finazzi no Bragantino, mas o artilheiro não teve oportunidades para balançar as redes e ampliar o placar.
Fonte: Gazeta Esportiva
Meninas do Brasil respiram no Mundial
Após cesta milagrosa para forçar a prorrogação, equipe verde-amarela busca vitória contra as baixinhas asiáticas; rival desta quarta é a República TchecaCrédito: AFP
A diferença começava na média de altura, com 10 centímetros de vantagem para as brasileiras. No retrospecto histórico, então, havia um abismo. O que se viu na quadra nesta terça-feira, contudo, foi mais um capítulo do drama verde-amarelo no Mundial de basquete.
A seleção comandada pelo espanhol Carlos Colinas sofreu diante das baixinhas japonesas, precisou de um arremesso milagroso para forçar a prorrogação e outro no fim do tempo extra para vencer a árdua batalha por 93 x 91. Com isso, a equipe respira no Mundial da República Tcheca, mas ainda precisa vencer as donas da casa nesta quarta-feira para avançar à próxima fase.
A derrota foi evitada por um incrível arremesso de três de Silvia no estouro do cronômetro do tempo normal. Na prorrogação, Iziane também acertou uma bola de três para garantir a vantagem no placar, e Érika, com atuação monstruosa, apareceu no último lance para dar um toco salvador.
"Antes de arremessar, cheguei a pensar por um segundo, e a Helen gritou: "Sil, chuta!" Depois de tanto tempo treinando, consegui acertar. Foi bom, porque estamos no campeonato. A vitória foi importante para deixar o Brasil mais leve. Vamos com tudo contra a República Tcheca - afirmou Silvia, ainda eufórica.
A equipe volta à quadra às 13h desta quarta-feira. Só a vitória contra as tchecas interessa para garantir a classificação às quartas de final. Depois disso, o mais provável seria um confronto com Estados Unidos ou Austrália, fortes candidatos ao título.
Ao menos na memória, o Brasil tem motivos para ser otimista: no último Mundial, em 2006, foi justamente contra a República Tcheca a melhor atuação do Brasil, nas quartas de final no ginásio do Ibirapuera.
Érika teve uma atuação fantástica nesta terça-feira, com 32 pontos, 18 rebotes e o toco salvador. Iziane terminou com 24 pontos, incluindo os três decisivos na prorrogação. Silvia, além da cesta heroica no fim do tempo normal, registrou 11 pontos e 10 rebotes.
"A vitória foi suada. Para a gente nada é facil, tudo é difícil. Foi um grande esforço, lutamos até o fim do jogo. É difícil jogar contra as asiáticas, elas são muito rápidas. Mas também sou veloz. Se elas bobeassem, ia mostrar minha velocidade. E foi o que aconteceu. Foi um grande trabalho de equipe, uma vitória para sair de cabeça erguida", disse Iziane.
Preocupação antiga do novo treinador
No primeiro desafio em casa, Andrade fecha os portões do Serejão no treino para corrigir erros da derrota para o Figueirense. Comandante cobra atenção dobrada com as bolas paradas e o desgaste físico
Recém-chegado ao Brasiliense, o técnico Andrade teve apenas um jogo para avaliar a equipe. Na derrota por 1 x 0 para o Figueirense, o comandante observou um bom time na primeira etapa, que criou várias oportunidades de fazer o gol, e um outro totalmente diferente na segunda que, cansado, foi dominado pelo rival.
Esta noite, o treinador, atual campeão brasileiro, terá nova chance de tirar lições do Jacaré, que está na zona da degola, em 17º. No confronto direto com o Bragantino (15º), às 19h30, no Serejão, ele terá a dura missão de não deixar o rendimento da equipe cair na etapa final.
Em apenas quatro dias no time de Taguatinga, Andrade detectou o desgaste excessivo do elenco. Prova disso é que está prevista para hoje a chegada do preparador físico Alexandre Sanz, que trabalhou com o treinador no ano passado, no Flamengo.
“Claro que no segundo tempo (contra o Figueirense) o ritmo caiu. Mas isso é normal em qualquer time. Temos que trabalhar alguns jogadores que estão um pouco abaixo da condição física. Quero deixar claro que não são todos. Mas iremos fazer uma avaliação física, que já não é feita há muito tempo”, avisou o treinador.
Enquanto não pode contar com o trabalho do homem de confiança, Andrade usa as armas que tem para poder superar o Bragantino. Ontem, no último treino, ele fechou os portões do Serejão. “É uma prática normal. Não tem nada de especial, mas precisávamos treinar algumas situações de bola parada, o motivo do gol que levamos contra o Figueirense”, explicou.
“Cheguei há pouco tempo, mas encontrei um elenco com muita qualidade. Tenho que dar os parabéns aos jogadores. Precisamos antes de mais nada ter tranquilidade e não levar esse jogo como o dos desesperados.”
De volta ao time titular após cumprir suspensão, o atacante Aloísio admitiu que o segundo tempo da equipe tem deixado a desejar. “Concordo com isso. Começamos fazendo uma boa partida, mas caímos de rendimento. Precisamos fazer igual ao jogo do Santo André, quando fizemos um jogo perfeito”, lembra.
Naquela ocasião, o Brasiliense bateu o rival por 1 x 0. O camisa 9 aproveitou também para defender o companheiro Iranildo, alvo de muitas críticas da torcida. “Temos que dar todo apoio a ele. Os melhores times têm um camisa 10 que é ídolo e aqui temos o nosso. Tenho certeza que ele vai nos deixar na cara do gol amanhã (hoje)”, prevê.
“Pedimos todo o apoio ao nosso torcedor. Se ele vier ao estádio e nos apoiar os 90 minutos tenho certeza que sairemos com a vitória. Agora é a hora da verdade. A hora de assumir a responsabilidade. Se não fizermos nosso dever, a torcida pode nos cobrar“, concluiu Aloísio.
Por outro lado, com a suspensão de Willam, o jovem Victor, de 20 anos, se tornou a única opção para a lateral esquerda. Ontem, ele foi confirmado na posição. “O Andrade me perguntou se estava confiante e eu disse que sim. Quero assumir essa posição e amanhã (hoje) não temos escolha a não ser vencer”, discursou o garoto.
Pelo lado adversário, o técnico Marcelo Veiga não poderá contar com o goleiro Gilvan, expulso na última rodada, além do zagueiro Marcos Aurélio e do lateral-direito Nego, suspensos. Em contrapartida, ele conta com os retornos do zagueiro Everaldo e do lateral-direito Júlio Cesar. Outras novidades são os atacantes Éder e Finazzi, que ficam no banco.
Com: Roberto Wagner/CB
Esta noite, o treinador, atual campeão brasileiro, terá nova chance de tirar lições do Jacaré, que está na zona da degola, em 17º. No confronto direto com o Bragantino (15º), às 19h30, no Serejão, ele terá a dura missão de não deixar o rendimento da equipe cair na etapa final.
Em apenas quatro dias no time de Taguatinga, Andrade detectou o desgaste excessivo do elenco. Prova disso é que está prevista para hoje a chegada do preparador físico Alexandre Sanz, que trabalhou com o treinador no ano passado, no Flamengo.
“Claro que no segundo tempo (contra o Figueirense) o ritmo caiu. Mas isso é normal em qualquer time. Temos que trabalhar alguns jogadores que estão um pouco abaixo da condição física. Quero deixar claro que não são todos. Mas iremos fazer uma avaliação física, que já não é feita há muito tempo”, avisou o treinador.
Enquanto não pode contar com o trabalho do homem de confiança, Andrade usa as armas que tem para poder superar o Bragantino. Ontem, no último treino, ele fechou os portões do Serejão. “É uma prática normal. Não tem nada de especial, mas precisávamos treinar algumas situações de bola parada, o motivo do gol que levamos contra o Figueirense”, explicou.
“Cheguei há pouco tempo, mas encontrei um elenco com muita qualidade. Tenho que dar os parabéns aos jogadores. Precisamos antes de mais nada ter tranquilidade e não levar esse jogo como o dos desesperados.”
De volta ao time titular após cumprir suspensão, o atacante Aloísio admitiu que o segundo tempo da equipe tem deixado a desejar. “Concordo com isso. Começamos fazendo uma boa partida, mas caímos de rendimento. Precisamos fazer igual ao jogo do Santo André, quando fizemos um jogo perfeito”, lembra.
Naquela ocasião, o Brasiliense bateu o rival por 1 x 0. O camisa 9 aproveitou também para defender o companheiro Iranildo, alvo de muitas críticas da torcida. “Temos que dar todo apoio a ele. Os melhores times têm um camisa 10 que é ídolo e aqui temos o nosso. Tenho certeza que ele vai nos deixar na cara do gol amanhã (hoje)”, prevê.
“Pedimos todo o apoio ao nosso torcedor. Se ele vier ao estádio e nos apoiar os 90 minutos tenho certeza que sairemos com a vitória. Agora é a hora da verdade. A hora de assumir a responsabilidade. Se não fizermos nosso dever, a torcida pode nos cobrar“, concluiu Aloísio.
Por outro lado, com a suspensão de Willam, o jovem Victor, de 20 anos, se tornou a única opção para a lateral esquerda. Ontem, ele foi confirmado na posição. “O Andrade me perguntou se estava confiante e eu disse que sim. Quero assumir essa posição e amanhã (hoje) não temos escolha a não ser vencer”, discursou o garoto.
Pelo lado adversário, o técnico Marcelo Veiga não poderá contar com o goleiro Gilvan, expulso na última rodada, além do zagueiro Marcos Aurélio e do lateral-direito Nego, suspensos. Em contrapartida, ele conta com os retornos do zagueiro Everaldo e do lateral-direito Júlio Cesar. Outras novidades são os atacantes Éder e Finazzi, que ficam no banco.
Com: Roberto Wagner/CB
Andrade faz seu primeiro jogo na Boca do Jacaré

Na sua primeira partida no Serejão, no comando do Brasiliense, Andrade (foto) sonha em começar a recuperação ladeira acima do time atualmente na zona do rebaixamento
Crédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
Depois da estreia do treinador no sábado, com derrota por 1 x 0 para o Figueirense, no Orlando Scarpelli, o Jacaré garante a saída do grupo dos quatro últimos com uma vitória sobre o Bragantino, logo mais, às 19h30, em casa, pela 25ª rodada da Série B.
O Brasiliense está, pela primeira vez, entre os quatro piores, com 27 pontos, depois de três derrotas seguidas sem marcar nenhum gol. Já o Bragantino, a três rodadas sem derrota nem sofrer gol, com duas vitórias e um empate, é um concorrente direto na fuga da degola, na 15ª posição, com 29 pontos.
"Este jogo neste momento é um divisor de águas. Vai determinar o que vai ser este campeonato para a gente. Uma vitória vai servir para uma arrancada, trazer confiança. É o que o grupo precisa", ressaltou Andrade, atual campeão brasileiro da Série A, com o título do ano passado pelo Flamengo.
O vice-campeão do DF, só para reforçar, foi derrotado nas três últimas partidas. E o que é pior, sem fazer nenhum gol. Levou de 3 x 0 do Duque de Caxias, em São Januário; 1 x 0 favorável ao Coritiba, na Boca do Jacaré e 1 x 0 favorável ao Figueirense, no Orlando Scarpelli, na estreia do técnico Andrade.
Pelo lado dos paulistas, o Bragantino vem de três jogos sem derrota nem levar gols: 2 x 0 Portuguesa, em casa; 0 x 0 São Caetano, fora; e 3 x 0 Náutico, em casa.
Se você me perguntar qual será a formação do Brasiliense logo mais contra o Bragantino, pode esquecer. A exemplo do que ocorria nos tempos em que dirigia o Flamengo, o técnico Andrade esconde a escalação e diz que só fará o anuncio faltando 45 minutos para a partida começar.
Não sei se isto representa falta de confiança do novo técnico do time amarelo, ou ele realmente tem muitas ou poucas opções e precisa de um tempo maior para definir quem começará jogando contra os paulistas.
De uma forma ou de outra, o Brasiliense não pode pensar, por um minuto sequer, em sair de campo com o empate ou derrota. É vencer ou vencer, como diriam os antigos. Um outro revés seria desastroso para o vice-campeão do DF a esta altura do campeonato.
O Brasiliense está, pela primeira vez, entre os quatro piores, com 27 pontos, depois de três derrotas seguidas sem marcar nenhum gol. Já o Bragantino, a três rodadas sem derrota nem sofrer gol, com duas vitórias e um empate, é um concorrente direto na fuga da degola, na 15ª posição, com 29 pontos.
"Este jogo neste momento é um divisor de águas. Vai determinar o que vai ser este campeonato para a gente. Uma vitória vai servir para uma arrancada, trazer confiança. É o que o grupo precisa", ressaltou Andrade, atual campeão brasileiro da Série A, com o título do ano passado pelo Flamengo.
O vice-campeão do DF, só para reforçar, foi derrotado nas três últimas partidas. E o que é pior, sem fazer nenhum gol. Levou de 3 x 0 do Duque de Caxias, em São Januário; 1 x 0 favorável ao Coritiba, na Boca do Jacaré e 1 x 0 favorável ao Figueirense, no Orlando Scarpelli, na estreia do técnico Andrade.
Pelo lado dos paulistas, o Bragantino vem de três jogos sem derrota nem levar gols: 2 x 0 Portuguesa, em casa; 0 x 0 São Caetano, fora; e 3 x 0 Náutico, em casa.
Se você me perguntar qual será a formação do Brasiliense logo mais contra o Bragantino, pode esquecer. A exemplo do que ocorria nos tempos em que dirigia o Flamengo, o técnico Andrade esconde a escalação e diz que só fará o anuncio faltando 45 minutos para a partida começar.
Não sei se isto representa falta de confiança do novo técnico do time amarelo, ou ele realmente tem muitas ou poucas opções e precisa de um tempo maior para definir quem começará jogando contra os paulistas.
De uma forma ou de outra, o Brasiliense não pode pensar, por um minuto sequer, em sair de campo com o empate ou derrota. É vencer ou vencer, como diriam os antigos. Um outro revés seria desastroso para o vice-campeão do DF a esta altura do campeonato.
Duelo de apertados pela zona de rebaixamento
O ameaçado técnico Silas parece indicar para seus comandados o melhor caminho para sair da incômoda posição em que se encontra na Série ACrédito: Vipcomm.com.br
Goiás vive realidade há algum tempo, mas reage. Atual campeão cai pelas tabelas e tem técnico ameaçado
O Serra Dourada será palco esta noite da reunião de duas torcidas agoniadas. Para o Goiás, a situação já esteve pior. A zona de rebaixamento é uma realidade em 19 das 25 rodadas da Série A, mas a brecha que indica a saída aumentou desde a chegada do técnico Jorginho.
O Flamengo, ao contrário, vive situação inversa. O atual campeão ainda não ficou entre os quatro últimos, só que a sequência de uma vitória nos últimos 11 jogos o coloca cada vez mais perto da fronteira que não gostaria de cruzar. Nem a troca de comando, de Rogério Lourenço por Silas, colocou o time em outro rumo.
O confronto entre goianos e cariocas terá arbitragem de Paulo César Oliveira (Fifa-SP). Os seus assistentes serão Vicente Neto e Marcelo Van Gasse, ambos de São Paulo.
A equipe alviverde, comandada por Jorginho tentará, em casa, confirmar aquilo que demonstrou no sábado, quando venceu o São Paulo por 3 x 0, no Morumbi: que se reencontrou e pode escapar do rebaixamento.
Esta noite, o time esmeraldino tenta voltar a vencer no Serra Dourada, após o tropeço no clássico diante do Atlético-GO. A equipe está na 18ª posição, com 24 pontos, a quatro do primeiro time fora do Z4, justamente o adversário desta noite.
No Flamengo, não é exagero dizer que, após oito jogos e apenas uma vitória, o cargo de Silas está sob ameaça. O Rubro-Negro não tem padrão de jogo e a defesa, que já foi a melhor do campeonato, passou a sofrer, em média, dois gols por jogo. O reflexo está na classificação: 16º lugar, com 28 pontos e ameaça de rebaixamento.
A equipe goiana deve ir a campo sem alterações no 3-5-2 que deu equilíbrio à defesa e ajudou a surpreender o Tricolor Paulista. O time deverá ter novidade no meio, onde Jonílson entra na vaga do suspenso Wellington Monteiro. Na zaga, Valmir Lucas volta ao time. Romerito rescindiu contrato e assinou com o Sport.
A menos que ocorra algum problema de última hora, a equipe goiana deverá ir a campo com: Harlei; Marcão, Rafael Tolói e Valmir Lucas; Wendel, Jonilson, Amaral, Carlos Alberto e Júnior; Rafael Moura e Felipe.
No rubro-negro carioca, alegando que o time não é tão jovem como deveria, o técnico Silas não realizou qualquer treino tático antes da partida. Sabe-se, porém, que Maldonado entra na vaga de Toró. Há uma dúvida na zaga: liberado do último jogo para resolver um problema particular, Ronaldo Angelim está à disposição e disputa vaga com Jean.
Assim, a provável escalação do Flamengo será: Marcelo Lomba; Léo Moura, Jean (Ronaldo Angelim), David Braz e Juan; Maldonado, Willians, Kleberson e Renato; Diogo e Deivid.
Nas duas últimas visitas ao Serra Dourada, o Flamengo perdeu com gols no fim – 3 x 2 em 2009 e 2 x 1 em 2008. Ambos marcados por Iarley. Para azar dos goianos e sorte dos cariocas, o atacante mudou de clube.
No primeiro turno, as equipes se enfrentaram no Maracanã, na última rodada antes da paralisação para a Copa do Mundo. A partida foi a última do goleiro Bruno pelo Flamengo. Os mandantes até saíram na frente, com um gol de Toró e tiveram chances de ampliar. Porém, aos 40 e 42 minutos do segundo tempo, Hugo e Otacílio Neto viraram o placar com colaboração do camisa 1 rubro-negro.
O Flamengo, ao contrário, vive situação inversa. O atual campeão ainda não ficou entre os quatro últimos, só que a sequência de uma vitória nos últimos 11 jogos o coloca cada vez mais perto da fronteira que não gostaria de cruzar. Nem a troca de comando, de Rogério Lourenço por Silas, colocou o time em outro rumo.
O confronto entre goianos e cariocas terá arbitragem de Paulo César Oliveira (Fifa-SP). Os seus assistentes serão Vicente Neto e Marcelo Van Gasse, ambos de São Paulo.
A equipe alviverde, comandada por Jorginho tentará, em casa, confirmar aquilo que demonstrou no sábado, quando venceu o São Paulo por 3 x 0, no Morumbi: que se reencontrou e pode escapar do rebaixamento.
Esta noite, o time esmeraldino tenta voltar a vencer no Serra Dourada, após o tropeço no clássico diante do Atlético-GO. A equipe está na 18ª posição, com 24 pontos, a quatro do primeiro time fora do Z4, justamente o adversário desta noite.
No Flamengo, não é exagero dizer que, após oito jogos e apenas uma vitória, o cargo de Silas está sob ameaça. O Rubro-Negro não tem padrão de jogo e a defesa, que já foi a melhor do campeonato, passou a sofrer, em média, dois gols por jogo. O reflexo está na classificação: 16º lugar, com 28 pontos e ameaça de rebaixamento.
A equipe goiana deve ir a campo sem alterações no 3-5-2 que deu equilíbrio à defesa e ajudou a surpreender o Tricolor Paulista. O time deverá ter novidade no meio, onde Jonílson entra na vaga do suspenso Wellington Monteiro. Na zaga, Valmir Lucas volta ao time. Romerito rescindiu contrato e assinou com o Sport.
A menos que ocorra algum problema de última hora, a equipe goiana deverá ir a campo com: Harlei; Marcão, Rafael Tolói e Valmir Lucas; Wendel, Jonilson, Amaral, Carlos Alberto e Júnior; Rafael Moura e Felipe.
No rubro-negro carioca, alegando que o time não é tão jovem como deveria, o técnico Silas não realizou qualquer treino tático antes da partida. Sabe-se, porém, que Maldonado entra na vaga de Toró. Há uma dúvida na zaga: liberado do último jogo para resolver um problema particular, Ronaldo Angelim está à disposição e disputa vaga com Jean.
Assim, a provável escalação do Flamengo será: Marcelo Lomba; Léo Moura, Jean (Ronaldo Angelim), David Braz e Juan; Maldonado, Willians, Kleberson e Renato; Diogo e Deivid.
Nas duas últimas visitas ao Serra Dourada, o Flamengo perdeu com gols no fim – 3 x 2 em 2009 e 2 x 1 em 2008. Ambos marcados por Iarley. Para azar dos goianos e sorte dos cariocas, o atacante mudou de clube.
No primeiro turno, as equipes se enfrentaram no Maracanã, na última rodada antes da paralisação para a Copa do Mundo. A partida foi a última do goleiro Bruno pelo Flamengo. Os mandantes até saíram na frente, com um gol de Toró e tiveram chances de ampliar. Porém, aos 40 e 42 minutos do segundo tempo, Hugo e Otacílio Neto viraram o placar com colaboração do camisa 1 rubro-negro.
Série B tem briga pelo G-4 e contra a queda
Não resta dúvida que esta terça-feira promete ser muito movimentada pela Série B, quando será realizada a 25ª rodada com os dez jogos.
Certamente a tabela de classificação deverá sofrer alterações tanto na parte de cima, na briga pelo G-4, o grupo de acesso, como na zona de rebaixamento. Um dos confrontos mais aguardados vai acontecer na cidade de Campinas.
Líder isolado com 46 pontos, o Coritiba espera aproveitar o momento de instabilidade que a Ponte Preta está passando, depois de surpreender com seis vitórias seguidas, para seguir na ponta. O jogo está marcado para às 19h, no Moisés Lucarelli, em Campinas.
O time paranaense vem de vitória sobre o Asa, de Arapiraca, enquanto que o adversário perdeu em casa para o São Caetano e se manteve com 40 pontos e caiu para o quinto lugar.
Quem sonha em assumir a liderança é o Bahia, que recebe o inconstante Icasa, de Juazeiro (CE) às 19h30, no estádio de Pituaçu, em Salvador, e vai ficar de olho no confronto entre Ponte Preta e Coritiba, já que uma derrota do time paranaense e uma vitória em casa recoloca os baianos no topo.
Na última rodada, o Tricolor da Boa Terra venceu o Sport, na Ilha do Retiro, chegando aos 44 pontos, enquanto que o adversário perdeu para o Duque de Caxias e se manteve com 29, na 14ª colocação.
Ainda no G-4, o Figueirense, com 42 pontos, em quarto lugar após vencer o Brasiliense, tem um difícil compromisso contra o Asa, às 21h50, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. O time alagoano tem 29 pontos, em 13º lugar.
Outro que quer se manter entre os primeiros é o América-MG, que vem de vitória sobre o Ipatinga, somando 43 pontos, em terceiro lugar. Terá pela frente a Portuguesa, às 21h50, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). A Lusa está em crise após a derrota para o Bragantino e soma 34 pontos, em nono lugar.
Os times pernambucanos buscam a reabilitação. O ascendente Sport, na 6ª posição com 37 pontos, vai até Curitiba para pegar o Paraná, 12º com 32. O rubro-negro perdeu, em casa, uma invencibilidade de 12 jogos para o Bahia, mas quer provar que ainda pode brigar pelo G-4. O time tricolor paranaense, após empatar com o Vila Nova, quer se distanciar do bloco de baixo.
O Náutico, que sofreu a sua oitava derrota consecutiva fora de casa, diante do América-RN, vai buscar a reabilitação nos Aflitos, no Recife, diante do São Caetano, que venceu a Ponte Preta e chegou aos 35 pontos, em oitavo lugar. Os pernambucanos somam 34, na 10ª colocação.
Mas a rodada também promete fortes emoções contra a degola. O Brasiliense, com 27 pontos em 17º lugar, faz um confronto direto em casa diante do Bragantino, que tem 29, em 15º,assim como Santo André, com 25 em 18º, e Vila Nova, com 28 em 16º, que se enfrentam no Bruno José Daniel, no ABC paulista. O time goiano não sabe o que é derrota há nove jogos, sendo seis vitórias e três empates.
Cada vez mais perto do rebaixamento, o América, de Natal, vice-lanterna com 22 pontos, e Ipatinga, lanterna com 18, enfrentam o ascendente Duque de Caxias, com 35 pontos em 7º, e o regular Guaratinguetá, com 34 em 11º, respectivamente, precisando do resultado positivo para respirar na Série B.
Confira a 25ª rodada da Série B:
Hoje
19h
Ponte Preta x Coritiba
Náutico x São Caetano
19h30
Bahia x Icasa
Santo André x Vila Nova
Brasiliense x Bragantino
21h50
América-MG x Portuguesa
Guaratinguetá x Ipatinga
América-RN x Duque de Caxias
ASA x Figueirense
Paraná x Sport
Certamente a tabela de classificação deverá sofrer alterações tanto na parte de cima, na briga pelo G-4, o grupo de acesso, como na zona de rebaixamento. Um dos confrontos mais aguardados vai acontecer na cidade de Campinas.
Líder isolado com 46 pontos, o Coritiba espera aproveitar o momento de instabilidade que a Ponte Preta está passando, depois de surpreender com seis vitórias seguidas, para seguir na ponta. O jogo está marcado para às 19h, no Moisés Lucarelli, em Campinas.
O time paranaense vem de vitória sobre o Asa, de Arapiraca, enquanto que o adversário perdeu em casa para o São Caetano e se manteve com 40 pontos e caiu para o quinto lugar.
Quem sonha em assumir a liderança é o Bahia, que recebe o inconstante Icasa, de Juazeiro (CE) às 19h30, no estádio de Pituaçu, em Salvador, e vai ficar de olho no confronto entre Ponte Preta e Coritiba, já que uma derrota do time paranaense e uma vitória em casa recoloca os baianos no topo.
Na última rodada, o Tricolor da Boa Terra venceu o Sport, na Ilha do Retiro, chegando aos 44 pontos, enquanto que o adversário perdeu para o Duque de Caxias e se manteve com 29, na 14ª colocação.
Ainda no G-4, o Figueirense, com 42 pontos, em quarto lugar após vencer o Brasiliense, tem um difícil compromisso contra o Asa, às 21h50, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. O time alagoano tem 29 pontos, em 13º lugar.
Outro que quer se manter entre os primeiros é o América-MG, que vem de vitória sobre o Ipatinga, somando 43 pontos, em terceiro lugar. Terá pela frente a Portuguesa, às 21h50, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). A Lusa está em crise após a derrota para o Bragantino e soma 34 pontos, em nono lugar.
Os times pernambucanos buscam a reabilitação. O ascendente Sport, na 6ª posição com 37 pontos, vai até Curitiba para pegar o Paraná, 12º com 32. O rubro-negro perdeu, em casa, uma invencibilidade de 12 jogos para o Bahia, mas quer provar que ainda pode brigar pelo G-4. O time tricolor paranaense, após empatar com o Vila Nova, quer se distanciar do bloco de baixo.
O Náutico, que sofreu a sua oitava derrota consecutiva fora de casa, diante do América-RN, vai buscar a reabilitação nos Aflitos, no Recife, diante do São Caetano, que venceu a Ponte Preta e chegou aos 35 pontos, em oitavo lugar. Os pernambucanos somam 34, na 10ª colocação.
Mas a rodada também promete fortes emoções contra a degola. O Brasiliense, com 27 pontos em 17º lugar, faz um confronto direto em casa diante do Bragantino, que tem 29, em 15º,assim como Santo André, com 25 em 18º, e Vila Nova, com 28 em 16º, que se enfrentam no Bruno José Daniel, no ABC paulista. O time goiano não sabe o que é derrota há nove jogos, sendo seis vitórias e três empates.
Cada vez mais perto do rebaixamento, o América, de Natal, vice-lanterna com 22 pontos, e Ipatinga, lanterna com 18, enfrentam o ascendente Duque de Caxias, com 35 pontos em 7º, e o regular Guaratinguetá, com 34 em 11º, respectivamente, precisando do resultado positivo para respirar na Série B.
Confira a 25ª rodada da Série B:
Hoje
19h
Ponte Preta x Coritiba
Náutico x São Caetano
19h30
Bahia x Icasa
Santo André x Vila Nova
Brasiliense x Bragantino
21h50
América-MG x Portuguesa
Guaratinguetá x Ipatinga
América-RN x Duque de Caxias
ASA x Figueirense
Paraná x Sport
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Brasil perde para Cuba no tie-break
O brasileiro Vissoto tenta furar o bloqueio cubano. Apesar da derrota no quinto set, o técnico Bernardinho aprovou a atuação do seu timeCrédito: Divulgação
Polônia e Bulgária são os próximos adversários do Brasil
A seleção brasileira masculina encerrou a fase inicial do Campeonato Mundial, em Verona, na Itália, em segundo lugar no grupo B. O Brasil perdeu para Cuba, nesta segunda-feira, por 3 sets a 2, com parciais de 32/34, 25/18, 25/23, 21/25 e 12/15, em 2h09 de jogo no Palácio de Esportes Palaolimpia.
Polônia (1º da chave F) e Bulgária (3º da E) serão os próximos adversários do time brasileiro, que seguirá nesta terça para Ancona.
Fernando Hernandez, de Cuba, foi o principal pontuador da partida, com 28 pontos. Pelo Brasil, Murilo e o cubano León tiveram 24 acertos, cada. Vissotto marcou 17 vezes.
Apesar da derrota, o técnico Bernardinho gostou da atuação da equipe. “Ficamos chateados, preocupados, mas o Brasil jogou uma boa partida. Faltaram alguns detalhes em momentos do jogo. O saque ora entrou bem, ora não. Perdemos contra-ataques em situações importantes. Taticamente fomos bem, mas tecnicamente cometemos erros. Se conseguirmos corrigir estes detalhes, vamos crescer de novo. É hora de levantar a cabeça. O caminho vai ficar mais difícil, mas nunca foi fácil. Nem em 2002 e nem em 2006”, diz Bernardinho.
Dezoito equipes divididas em seis grupos de três, cada, jogarão a próxima fase do Mundial. Novamente jogam entre si dentro das chaves e classificam-se para a terceira fase as duas equipes mais bem colocadas de cada grupo.
As partidas começarão quinta-feira. O Brasil jogará contra a Polônia. No dia seguinte folgará na tabela, e no sábado enfrentará a Bulgária.
Com o término desta primeira fase do Mundial, seis seleções se despediram da competição nesta segunda-feira: Austrália, Canadá, China, Irã, Venezuela e Tunísia. Todas terminaram em quarto lugar dentro de seus grupos.
Como foi
Murilo e Hernandez foram os maiores pontuadores do primeiro set, com sete pontos cada. O saque foi o principal fundamento de Cuba neste set.
O Brasil chegou a ter vantagem sobre os cubanos fazendo 3/1, no bloqueio de Dante, Mas, neste mesmo fundamento, o time caribenho empatou. Em seguida, no saque de Leal, Cuba fez 4/3, e chegou na frente na primeira parada técnica também: 8/6, com o jovem León.
Com um bloqueio e um ace, Cuba fez 16/13. O empate entre as duas equipes veio apenas no 20º ponto, após um bloqueio brasileiro. Daí para a frente, os dois times se revezaram na liderança do marcador.
O Brasil teve cinco sets points. Porém, no bloqueio, Cuba chegou à vitória por 34/32, após 34 minutos.
No segundo set, a seleção brasileira não deu chances aos cubanos. Vissotto marcou 8/6. Em seguida, Murilo, no saque marcou dois pontos: 9/6 e 10/6. O segundo tempo técnico veio com Bruno: 16/12. Dante também fez um ace: 22/16. O levantador Bruno fechou o segundo set: 25/18, em 24 minutos.
O Brasil conseguiu uma grande virada no terceiro set – chegou a estar perdendo por cinco pontos (6/11). Na segunda parada técnica os cubanos tinham apenas a vantagem de 16/14.
Foi a vez do oposto Leandro Vissotto aparecer bem na partida. Com ele, a seleção brasileira fez três pontos consecutivos – duas finalizações e um de bloqueio. Assim, veio a reação: 19/17.
Mas os cubanos também reagiram. O empate entre os dois times permaneceu até 23 pontos. Murilo fez 24/23 e no erro de recepção de Cuba, o Brasil ganhou por 25/23, após 27 minutos.
No quarto set, Cuba chegou em vantagem nas duas paradas técnicas: 8/6 e 16/14. A equipe caribenha aproveitou os contra-ataques e os erros do Brasil para vencer por 25/21.
No tie-break, os cubanos chegaram a abrir uma vantagem de dois pontos no saque de Leal: 6/4. Com Rodrigão, a seleção brasileira empatou: 8/8. Giba, no ace, leva a equipe a um novo empate: 10/10.
NÚMEROS DO JOGO
BRASIL
Ataque – 61; bloqueio – 13; saque – 8; pontos em erros do adversário - 33
CUBA
Ataque – 69; bloqueio – 14; saque – 6; pontos em erros do adversário - 26
EQUIPES
BRASIL – Bruno, Vissotto, Lucas, Rodrigão, Murilo e Dante. Líbero – Mário Jr. Entraram – Giba, Théo e João Paulo Bravo. Técnico - Bernardinho
CUBA - Camejo, Leon, Leal, Hierrezuelo, Hernandez e Simon. Líbero – Gutierrez.. Entraram – Mesa e Diaz. Técnico – Orlando Samuels
OS MELHORES APÓS A PRIMEIRA FASE
Maior pontuador – Ndaki Mboulet, de Camarões, com 65 pontos
Brasileiro mais bem colocado - Murilo, em 20º lugar, com 45 acertos
Melhor atacante – Maxim Mikhaylov, da Rússia, com 66,67% de eficiência
Brasileiro mais bem colocado – Murilo, em 14º lugar, com 54,29%
Melhor bloqueio – Rodrigão, do BRASIL, com 17 pontos
Melhor saque - Maxim Mikhaylov, da Rússia, com 11 aces
Brasileiro mais bem colocado – Bruno, com seis aces
Melhor defesa – Daniel Lewis, do Canadá
Brasileiro mais bem colocado – Bruno, em 60º lugar
Melhor levantador – Nikola Grbic, da Sérvia (Bruno está em terceiro lugar)
Melhor recepção – Qi Ren, da China, com 77,36%
Brasileiro mais brm colocado – Murilo, com 64,44%
Melhor líbero – Daniel Lewis, do Canadá (Mário Jr aparece em 15º lugar)
Confronto direto contra a zona da degola
Brasiliense e Bragantino se enfrentam nesta terça-feira, às 19h30, no Estádio Serejão, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, em um confronto direto contra o rebaixamento.
Os donos da casa querem deixar a incômodo como freqüentador da zona da degola, enquanto o adversário espera embalar sua segunda vitória seguida e respirar.
Vindo de três derrotas seguidas, o Jacaré brasiliense perdeu na última rodada para o Figueirense por 1 x 0, permanecendo com 27 pontos e ocupando o 17ª lugar. Por outro lado, o Massa Bruta venceu a Portuguesa por 2 x 0 e subiu para o 15ª lugar, com 29 pontos.
Sem vencer há três jogos, o Brasiliense, como não poderia ser diferente, espera se recuperar na Série B e deixar a zona de rebaixamento. O técnico Andrade terá os retornos do atacante Aloísio e do volante Ferrugem, que cumpriram suspensão.
Em contra partida, Willian foi expulso em Santa Catarina e desfalca o time. As opções do treinador são o lateral Vitor e o atacante Bebeto.
Para o confronto direto contra a degola, o técnico do Bragantino, Marcelo Veiga, não poderá contar com o goleiro Gilvan, que foi expulso na última rodada, além do zagueiro Marcos Aurélio e do lateral-direito Nego, que cumprem suspensão pelo terceiro cartão amarelo. O também goleiro Rafael Defendi está em tratamento no Departamento Médico.
Por outro lado, o zagueiro Everaldo e o lateral-direito Júlio César retornam ao time titular, enquanto Poti e Vitor brigam pela camisa 1. Além dessas mudanças, os atacantes Éder e Finazzi, que foram contratados junto ao Fortaleza, devem ficar apenas como opção no banco de reservas.
Os donos da casa querem deixar a incômodo como freqüentador da zona da degola, enquanto o adversário espera embalar sua segunda vitória seguida e respirar.
Vindo de três derrotas seguidas, o Jacaré brasiliense perdeu na última rodada para o Figueirense por 1 x 0, permanecendo com 27 pontos e ocupando o 17ª lugar. Por outro lado, o Massa Bruta venceu a Portuguesa por 2 x 0 e subiu para o 15ª lugar, com 29 pontos.
Sem vencer há três jogos, o Brasiliense, como não poderia ser diferente, espera se recuperar na Série B e deixar a zona de rebaixamento. O técnico Andrade terá os retornos do atacante Aloísio e do volante Ferrugem, que cumpriram suspensão.
Em contra partida, Willian foi expulso em Santa Catarina e desfalca o time. As opções do treinador são o lateral Vitor e o atacante Bebeto.
Para o confronto direto contra a degola, o técnico do Bragantino, Marcelo Veiga, não poderá contar com o goleiro Gilvan, que foi expulso na última rodada, além do zagueiro Marcos Aurélio e do lateral-direito Nego, que cumprem suspensão pelo terceiro cartão amarelo. O também goleiro Rafael Defendi está em tratamento no Departamento Médico.
Por outro lado, o zagueiro Everaldo e o lateral-direito Júlio César retornam ao time titular, enquanto Poti e Vitor brigam pela camisa 1. Além dessas mudanças, os atacantes Éder e Finazzi, que foram contratados junto ao Fortaleza, devem ficar apenas como opção no banco de reservas.
Na última parte do treino de portões fechados do Brasiliense na Boca do Jacaré, na tarde desta segunda-feira, quatro jogadores calibraram a pontaria na cobrança de faltas para o duelo desta terça-feira, no mesmo local, contra o Bragantino.
Sob o comando do técnico Andrade, o lateral-esquerdo Victor, o zagueiro Santiago, o meia Iranildo e o atacante Acosta ensaiaram os chutes sobre a barreira móvel de metal.
Santiago, Iranildo e Victor tiveram bom desempenho. Ainda sem marcar nenhuma vez neste ano nessa especialidade, nem pelo Boavista no campeonato do Rio, Santiago acertou oito de 13 tentativas. "Quando a gente acerta o jeito de bater na bola, no jogo fica mais fácil", confessa o zagueiro.
Do lado esquerdo da área, o melhor para cobradores destros, Iranildo chegou a marcar cinco vezes em seis tentativas contra o goleiro Gatti. Depois, contra Eduardo, acertou uma batida e perdeu duas.
"Tem que treinar. A gente não estava treinando até porque não tinha tempo, com jogos às terças e sábados. Tudo na vida é treinamento. Se não treinar não acerta no jogo", aposta o meia.
Sob o comando do técnico Andrade, o lateral-esquerdo Victor, o zagueiro Santiago, o meia Iranildo e o atacante Acosta ensaiaram os chutes sobre a barreira móvel de metal.
Santiago, Iranildo e Victor tiveram bom desempenho. Ainda sem marcar nenhuma vez neste ano nessa especialidade, nem pelo Boavista no campeonato do Rio, Santiago acertou oito de 13 tentativas. "Quando a gente acerta o jeito de bater na bola, no jogo fica mais fácil", confessa o zagueiro.
Do lado esquerdo da área, o melhor para cobradores destros, Iranildo chegou a marcar cinco vezes em seis tentativas contra o goleiro Gatti. Depois, contra Eduardo, acertou uma batida e perdeu duas.
"Tem que treinar. A gente não estava treinando até porque não tinha tempo, com jogos às terças e sábados. Tudo na vida é treinamento. Se não treinar não acerta no jogo", aposta o meia.
Bebeto e Victor brigam pela lateral-esquerda
A expulsão do lateral-esquerdo Willian na derrota para o Figueirense, no sábado, abriu uma briga pela camisa 6 do Brasiliense para o jogo contra o Bragantino, na terça-feira, na Boca do Jacaré, pela 25ª rodada da Série B.
O técnico Andrade está entre improvisar um jogador mais experiente (o atacante canhoto Bebeto, de 33 anos) ou escalar um novato especialista na posição (Victor, de 20 anos), cria das categorias de base do time de Taguatinga.
"O professor já conversou comigo sobre a possibilidade de atuar na posição. Soube que eu já joguei ali", revela Bebeto, com a natural dificuldade de marcar se for improvisado. "Tem que defender um pouco mais, mas a gente vai ajudar da melhor maneira", promete.
O técnico Andrade está entre improvisar um jogador mais experiente (o atacante canhoto Bebeto, de 33 anos) ou escalar um novato especialista na posição (Victor, de 20 anos), cria das categorias de base do time de Taguatinga.
"O professor já conversou comigo sobre a possibilidade de atuar na posição. Soube que eu já joguei ali", revela Bebeto, com a natural dificuldade de marcar se for improvisado. "Tem que defender um pouco mais, mas a gente vai ajudar da melhor maneira", promete.
Andrade explica treino de portões fechados
O primeiro treino do técnico Andrade pelo Brasiliense na Boca do Jacaré, nesta segunda-feira, foi de portões fechados. Nem repórteres nem torcedores tiveram acesso ao estádio durante o último ensaio.
Depois de estrear no último sábado, na derrota para o Figueirense, Andrade revela ter o costume de restringir a presença da imprensa e da torcida nos treinos anteriores aos jogos.
"É um hábito que eu tenho desde o Flamengo. É uma forma de o jogador entrar mais focado", alega o atual técnico campeão brasileiro da Série A, com o título rubro-negro no ano passado.
Na 17ª posição, com 27 pontos, o Brasiliense deixa a indesejável zona de rebaixamento com uma vitória sobre o Bragantino, concorrente direto na parte de baixo da tabela, em 15º, com dois pontos a mais.
O time amarelo vem de três derrotas seguidas sem marcar nenhum gol, com um treinador em cada uma dessas partidas: Roberval Davino, Adelson de Almeida e o próprio Andrade.
Foram relacionados 19 jogadores para o importante jogo contra o Bragantino, na Boca do Jacaré, pela 25ª rodada, do Brasileiro da Série B:
Goleiros: Gatti e Eduardo
Laterais: Cicinho e Victor
Zagueiros: Fábio Braz, Santiago e Dezinho
Volantes: Deda, Luciano Totó e Ferrugem
Meias: Iranildo, Ruy, Thiaguinho e Jonathan
Atacantes: Aloísio, Enilton, Jean, Bebeto e Acosta
Depois de estrear no último sábado, na derrota para o Figueirense, Andrade revela ter o costume de restringir a presença da imprensa e da torcida nos treinos anteriores aos jogos.
"É um hábito que eu tenho desde o Flamengo. É uma forma de o jogador entrar mais focado", alega o atual técnico campeão brasileiro da Série A, com o título rubro-negro no ano passado.
Na 17ª posição, com 27 pontos, o Brasiliense deixa a indesejável zona de rebaixamento com uma vitória sobre o Bragantino, concorrente direto na parte de baixo da tabela, em 15º, com dois pontos a mais.
O time amarelo vem de três derrotas seguidas sem marcar nenhum gol, com um treinador em cada uma dessas partidas: Roberval Davino, Adelson de Almeida e o próprio Andrade.
Foram relacionados 19 jogadores para o importante jogo contra o Bragantino, na Boca do Jacaré, pela 25ª rodada, do Brasileiro da Série B:
Goleiros: Gatti e Eduardo
Laterais: Cicinho e Victor
Zagueiros: Fábio Braz, Santiago e Dezinho
Volantes: Deda, Luciano Totó e Ferrugem
Meias: Iranildo, Ruy, Thiaguinho e Jonathan
Atacantes: Aloísio, Enilton, Jean, Bebeto e Acosta
Jacaré ataca o Braga
Andrade repete, agora no Brasiliense, o velho método de treinar seus times com os portões fechados para a imprensa e os torcedoresCrédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
O técnico Andrade revelou apenas uma informação sobre quais jogadores iniciarão a batalha contra o Bragantino, nesta terça-feira, às 19h30, no Serejão, em Taguatinga.
"O Enilton vai jogar com o Aloísio. Precisamos ser mais ofensivos", ponderou o treinador na entrevista coletiva depois do treinamento de hoje à tarde, com os portões fechados.
Depois de usar o esquema 4-2-3-1, o mesmo adotado no título brasileiro do ano passado pelo Flamengo na sua estreia, sábado, na derrota para o Figueirense, Andrade preferiu adotar o tradicional 4-4-2 para encarar o Bragantino. "É um jogo dentro de casa. Se der certo, podemos manter esse sistema fora", prometeu.
De volta de suspensão, do mesmo modo que o volante Ferrugem, o centrovante Aloísio já tinha a volta antecipada pelo técnico desde domingo.
Único atacante na estreia de Andrade, Enilton terá a missão de voltar para marcar um dos volantes. Na lateral-esquerda, o especialista e novato Victor (20 anos) disputa com o experiente atacante Bebeto (33) a vaga de Willian, expulso contra o Figueirense.
O time titular no treino fechado de hoje à tarde, teve mais duas mudanças, mas Andrade preferiu mantê-las sob sigilo até a hora do jogo contra o Bragantino.
O treinador comandou um exercício tático, com 16 jogadores de linha divididos em oito de ataque contra oito de defesa. A formação principal começou na defesa e depois passou ao ataque. Depois, o comandante amarelo passou a exercitar cobranças de escanteios e faltas.
"O Enilton vai jogar com o Aloísio. Precisamos ser mais ofensivos", ponderou o treinador na entrevista coletiva depois do treinamento de hoje à tarde, com os portões fechados.
Depois de usar o esquema 4-2-3-1, o mesmo adotado no título brasileiro do ano passado pelo Flamengo na sua estreia, sábado, na derrota para o Figueirense, Andrade preferiu adotar o tradicional 4-4-2 para encarar o Bragantino. "É um jogo dentro de casa. Se der certo, podemos manter esse sistema fora", prometeu.
De volta de suspensão, do mesmo modo que o volante Ferrugem, o centrovante Aloísio já tinha a volta antecipada pelo técnico desde domingo.
Único atacante na estreia de Andrade, Enilton terá a missão de voltar para marcar um dos volantes. Na lateral-esquerda, o especialista e novato Victor (20 anos) disputa com o experiente atacante Bebeto (33) a vaga de Willian, expulso contra o Figueirense.
O time titular no treino fechado de hoje à tarde, teve mais duas mudanças, mas Andrade preferiu mantê-las sob sigilo até a hora do jogo contra o Bragantino.
O treinador comandou um exercício tático, com 16 jogadores de linha divididos em oito de ataque contra oito de defesa. A formação principal começou na defesa e depois passou ao ataque. Depois, o comandante amarelo passou a exercitar cobranças de escanteios e faltas.
sábado, 25 de setembro de 2010
Brasília leva virada quase impossível
Com uma virada espetacular, o Araguaína bateu o Brasília no primeiro jogo do mata mata da terceira fase da Série D.
Após permitir que o Colorado abrisse 3 x 0, o Tourão do Norte veio com tudo e marcou quatro vezes, fechando o placar em 4 x 3, neste sábado, no Estádio Leôncio Miranda.
O Brasília marcou o primeiro gol com o lateral Kaká, aos 11 minutos. No final do primeiro tempo, Claudionor aumentou a vantagem para 2 x 0. Logo aos cinco minutos da segunda etapa, Claudionor, mais uma vez, anotou o terceiro, praticamente sacramentando o resultado.
Entretanto, apoiado pela torcida e sob o comando do meia Ederson, o Araguaína iniciou uma virada épica. O primeiro gol foi marcado por Ederson, aos 23 minutos, de pênalti. Três minutos depois, Dequinha anotou o segundo. Aos 36 minutos, Ederson, mais uma vez marcou e deixou tudo empatado. Finalmente, aos 39 minutos, Ederson outra vez colocou a bola no fundo das redes e fechou o placar em 4 x 3 para o time da casa.
As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo sábado, às 16h, no Estádio Serejão. Para avançar, o Colorado precisa vencer por pelo menos um gol de diferença, desde que não sofra três. Já o Araguaína precisa de um simples empate para continuar sonhando com o acesso à Terceira Divisão.
Após permitir que o Colorado abrisse 3 x 0, o Tourão do Norte veio com tudo e marcou quatro vezes, fechando o placar em 4 x 3, neste sábado, no Estádio Leôncio Miranda.
O Brasília marcou o primeiro gol com o lateral Kaká, aos 11 minutos. No final do primeiro tempo, Claudionor aumentou a vantagem para 2 x 0. Logo aos cinco minutos da segunda etapa, Claudionor, mais uma vez, anotou o terceiro, praticamente sacramentando o resultado.
Entretanto, apoiado pela torcida e sob o comando do meia Ederson, o Araguaína iniciou uma virada épica. O primeiro gol foi marcado por Ederson, aos 23 minutos, de pênalti. Três minutos depois, Dequinha anotou o segundo. Aos 36 minutos, Ederson, mais uma vez marcou e deixou tudo empatado. Finalmente, aos 39 minutos, Ederson outra vez colocou a bola no fundo das redes e fechou o placar em 4 x 3 para o time da casa.
As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo sábado, às 16h, no Estádio Serejão. Para avançar, o Colorado precisa vencer por pelo menos um gol de diferença, desde que não sofra três. Já o Araguaína precisa de um simples empate para continuar sonhando com o acesso à Terceira Divisão.
Para Andrade, desespero não resolve nada
O técnico Andrade procurou levantar o moral do grupo do Brasiliense depois da derrota por 1 x 0 para o Figueirense, esta tarde, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.
O revés na estreia do treinador deixou o Jacaré na zona de rebaixamento da Série B, com 27 pontos em 24 jogos.
"Agora é trabalhar e ter tranquilidade. Desespero não resolve nada", avisou o comandante amarelo depois da sua primeira partida e com apenas três dias no cargo.
Atual campeão brasileiro, com o título do Flamengo no ano passado, Andrade fez questão de elogiar o grupo pelo bom futebol, apresentado principalmente no primeiro tempo.
"Os jogadores estão de parabéns pela partida que fizeram. Temos que valorizar. As melhores oportunidades foram nossas", lembrou o ex-volante.
Já o meia Ruy perdeu as duas principais chances de gol na derrota do Brasiliense por 1 x 0 para o Figueirense, pela 24ª rodada da Série B. As duas foram na etapa inicial.
Na primeira delas, em sobra de rebote do goleiro Wilson em cabeçada de Enilton, o meia, sem ângulo, carimbou a trave direita. Na segunda, recebeu livre na área um passe de cabeça do lateral-esquerdo Willian, mas bateu para fora na saída de Wilson. "Era uma dividida. Tentei tirar do goleiro, mas ela saiu", lamentou-se.
Enquanto isso, o goleiro Gatti se tornou o melhor jogador do Brasiliense. Depois de bater roupa e se recuperar em chute do meia Fernandes no primeiro tempo, o camisa 12 evitou o pior na etapa final.
Gatti já tinha feito duas defesas em chutes de Reinaldo e Hélder antes de levar o gol de Roberto Firmino em cabeçada fulminante. Aos 38, o goleiro titular do Jacaré salvou arrojadamente nos pés do lateral Lucas.
O revés na estreia do treinador deixou o Jacaré na zona de rebaixamento da Série B, com 27 pontos em 24 jogos.
"Agora é trabalhar e ter tranquilidade. Desespero não resolve nada", avisou o comandante amarelo depois da sua primeira partida e com apenas três dias no cargo.
Atual campeão brasileiro, com o título do Flamengo no ano passado, Andrade fez questão de elogiar o grupo pelo bom futebol, apresentado principalmente no primeiro tempo.
"Os jogadores estão de parabéns pela partida que fizeram. Temos que valorizar. As melhores oportunidades foram nossas", lembrou o ex-volante.
Já o meia Ruy perdeu as duas principais chances de gol na derrota do Brasiliense por 1 x 0 para o Figueirense, pela 24ª rodada da Série B. As duas foram na etapa inicial.
Na primeira delas, em sobra de rebote do goleiro Wilson em cabeçada de Enilton, o meia, sem ângulo, carimbou a trave direita. Na segunda, recebeu livre na área um passe de cabeça do lateral-esquerdo Willian, mas bateu para fora na saída de Wilson. "Era uma dividida. Tentei tirar do goleiro, mas ela saiu", lamentou-se.
Enquanto isso, o goleiro Gatti se tornou o melhor jogador do Brasiliense. Depois de bater roupa e se recuperar em chute do meia Fernandes no primeiro tempo, o camisa 12 evitou o pior na etapa final.
Gatti já tinha feito duas defesas em chutes de Reinaldo e Hélder antes de levar o gol de Roberto Firmino em cabeçada fulminante. Aos 38, o goleiro titular do Jacaré salvou arrojadamente nos pés do lateral Lucas.
Bola parada estraga a estreia de Andrade

Pelas lentes do fotógrafo Cláudio Bispo, do Brasiliensefc.com.br, duas imagens do duelo diante dos catarinenses, onde uma bola levantada na área determinou o triunfo dos anfitriõesNa estreia do técnico Andrade, o Brasiliense deu sinais de evolução tanto na marcação quanto na criatividade, mas voltou a sofrer com a falta de poder de reação na derrota por 1 x 0 para o Figueirense, pela 24ª rodada da Série B, na tarde deste sábado, no Orlando Scarpelli.
Depois de um bom primeiro tempo, quando o meia Ruy chegou a acertar a trave, o Jacaré caiu de rendimento na segunda etapa, principalmente depois de sofrer o gol, de cabeça, do meia Roberto Firmino, aos 23 minutos do segundo tempo.
Com a derrota, o Brasiliense fecha a rodada na zona de rebaixamento, com 27 pontos, provisoriamente na 17ª posição, mas sob o risco de cair mais um posto caso o Santo André vença o Guaratinguetá, em casa, ainda hoje.
O Jacaré busca a recuperação na próxima terça-feira, em Taguatinga, contra o Bragantino, um confronto direto na luta para fugir da degola.
O gol decisivo surgiu em um vacilo da defesa amarela na cobrança de escanteio do lateral-esquerdo Juninho, pela direita, desviada por Firmino na primeira trave. A bola encobriu o goleiro Gatti para entrar no ângulo direito.
O Jacaré sentiu o baque e não teve forças para reagir. Aos 38 minutos, Gatti conseguiu evitar o pior com uma defesa salvadoras nos pés do lateral-direito Lucas. Aos 32, a situação do Brasiliense ficou mais complicada, com a expulsão do lateral-esquerdo Willian em entrada no volante Coutinho.
Na única chance de empatar, em erro de saída de bola do volante Túlio, o atacante Acosta bateu fraco nas mãos de Wilson, aos 46 minutos. O resultado manteve a síndrome de visitante do Jacaré, sem nenhuma vitória fora de casa na Série B: agora com quatro empates e oito derrotas.
O Brasiliense começou muito bem o jogo. No 4-2-3-1, os três meias (Ruy, Iranildo e Thiaguinho) trocavam passes com velocidade e levavam perigo ao gol de Wilson. Logo aos 2 minutos, Thiaguinho recebeu de Ruy pela esquerda, avançou e cruzou forte, mas o centroavante Enilton não alcançou a bola.
Na melhor chance amarela, aos 10, Willian cruzou na medida para Enilton cabecear. Wilson salvou e no rebote, sem ângulo, Ruy acertou a trave direita do gol catarinense.
O mesmo Ruy ainda perdeu outra oportunidade, aos 34, depois de receber, livre na área, passe de cabeça de Willian e bater para fora na saída do goleiro adversário.
A delegação amarela volta a Brasília ainda esta noite, com escala em São Paulo. Os jogadores se reapresentam na tarde deste domingo, no centro de treinamento, no Setor de Clubes Sul. A concentração começa logo depois do treino.
Por: Roberto Naves
Jacaré entra na zona
Figueirense chega aos 42 pontos com um gol de Roberto Firmino, no segundo tempoFoto:Flávio Neves/Diário Catarinense
O time catarinense espantou a má fase, já que vinha de duas derrotas consecutivas. Derrotou o Brasiliense por 1 x 0, esta tarde, em Florianópolis. Em conseqüência, voltou ao G-4 da Série B.
O gol do alvinegro de Santa Catarina foi marcado por Roberto Firmino, aos 23 minutos do segundo período.
Com este resultado, o Furacão, como o Figueirense é chamado, chega aos 42 pontos na tabela de classificação. Já o Brasiliense segue em 17º, abrindo a zona da degola, com 27 pontos.
Como foi
O Figueirense começou a partida um pouco tímido, dando espaços para o Brasiliense chegar. Depois de boas investidas do Jacaré, o alvinegro conseguiu cadenciar bons passes e teve oportunidade de marcar.
Aos 13 minutos, Lucas chegou com velocidade pela direita, chutou cruzado e Fábio Braz mandou para escanteio. Três minutos depois Fernandes perdeu uma grande chance. Após armação de jogada de Túlio com Reinaldo, a bola sobrou para o meio campista, que não conseguiu concluir.
Um minutinho depois, Reinaldo abriu pela esquerda, mandou a bola alta na área, mas Fernandes subiu e não achou nada. Nem deu tempo para respirar e Fernandes deixou Vinícius Pacheco na boa para conseguir um escanteio.
A resposta mais perigosa do Brasiliense veio dos pés de Ruy, aos 34 minutos. Ele ficou na cara do gol, mas chutou para fora. Sorte do goleiro Wilson.
Se o Figueira melhorou no decorrer do primeiro tempo, no segundo mandou bem mais em campo. O Brasiliense parecia estar mais cansado, e o alvinegro estava determinado a chutar para bem longe a fase sem vitórias na competição.
Aos oito minutos, Reinaldo chegou na cara do gol de Gatti, após cruzamento de Hélder, que entrou no lugar de Fernandes. O goleiro do Jacaré fez uma grande defesa, evitando o que seria o primeiro gol.
Aos 10 minutos, Maicon disparou uma bomba do meio da rua que assustou. Gatti espalmou, fazendo, mais uma vez, uma grande defesa.
O Furacão não cansava de atacar, mas falhava na conclusão. Mas, foi só Roberto Firmino entrar no lugar de Baraka, que o gol saiu. Só deu tempo para ele se deslocar da linha lateral para dentro da pequena área, saltar e cabecear para o fundo das redes, aos 23 minutos.
Depois do gol, o Figueirense ainda teve chances de marcar o segundo gol. Foi uma série de escanteios, em sequência. Juninho corria de um lado para outro para cobrar. Mas o goleiro do Brasiliense estava num dia bom e conseguiu fechar a porta.
O Jacaré ainda ficou com um jogador a menos. Aos 42 minutos, Willian fez uma falta, que mais pareceu um golpe de luta em Coutinho, e levou o segundo amarelo, consequentemente foi tomar banho mais cedo.
O Figueira volta a campo na próxima terça-feira, às 21h50, contra o ASA, em Arapiraca. No mesmo dia, às 19h30, o Brasiliense recebe o Bragantino, em Taguatinga.
Figueirense (1)
Wilson; Lucas, João Paulo, Roger Carvalho e Juninho; Baraka (Roberto Firmino), Túlio, Maicon (Coutinho), Fernandes (Hélder); Vinícius Pacheco e Reinaldo
Técnico: Márcio Goiano
Brasiliense (0)
Gatti; Cicinho (Djavan), Fábio Braz, Santiago e Willian; Deda, Luciano Totó, Ruy, Thiaguinho e Iranildo (Acosta); Enilton (Bebeto)
Técnico: Andrade.
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira
Assistentes: Luiz Muniz de Oliveira e Vinicius Barone Pampurre
Gol: Roberto Firmino, aos 23 minutos do segundo tempo
Amarelos: Reinaldo, Maicon, Juninho e Vinícius Pacheco (F); Santiago (B)
Vermelhos: William (B)
Público total: 8.356
Público pagante: 7.671
Renda: R$ 30.992,50
O gol do alvinegro de Santa Catarina foi marcado por Roberto Firmino, aos 23 minutos do segundo período.
Com este resultado, o Furacão, como o Figueirense é chamado, chega aos 42 pontos na tabela de classificação. Já o Brasiliense segue em 17º, abrindo a zona da degola, com 27 pontos.
Como foi
O Figueirense começou a partida um pouco tímido, dando espaços para o Brasiliense chegar. Depois de boas investidas do Jacaré, o alvinegro conseguiu cadenciar bons passes e teve oportunidade de marcar.
Aos 13 minutos, Lucas chegou com velocidade pela direita, chutou cruzado e Fábio Braz mandou para escanteio. Três minutos depois Fernandes perdeu uma grande chance. Após armação de jogada de Túlio com Reinaldo, a bola sobrou para o meio campista, que não conseguiu concluir.
Um minutinho depois, Reinaldo abriu pela esquerda, mandou a bola alta na área, mas Fernandes subiu e não achou nada. Nem deu tempo para respirar e Fernandes deixou Vinícius Pacheco na boa para conseguir um escanteio.
A resposta mais perigosa do Brasiliense veio dos pés de Ruy, aos 34 minutos. Ele ficou na cara do gol, mas chutou para fora. Sorte do goleiro Wilson.
Se o Figueira melhorou no decorrer do primeiro tempo, no segundo mandou bem mais em campo. O Brasiliense parecia estar mais cansado, e o alvinegro estava determinado a chutar para bem longe a fase sem vitórias na competição.
Aos oito minutos, Reinaldo chegou na cara do gol de Gatti, após cruzamento de Hélder, que entrou no lugar de Fernandes. O goleiro do Jacaré fez uma grande defesa, evitando o que seria o primeiro gol.
Aos 10 minutos, Maicon disparou uma bomba do meio da rua que assustou. Gatti espalmou, fazendo, mais uma vez, uma grande defesa.
O Furacão não cansava de atacar, mas falhava na conclusão. Mas, foi só Roberto Firmino entrar no lugar de Baraka, que o gol saiu. Só deu tempo para ele se deslocar da linha lateral para dentro da pequena área, saltar e cabecear para o fundo das redes, aos 23 minutos.
Depois do gol, o Figueirense ainda teve chances de marcar o segundo gol. Foi uma série de escanteios, em sequência. Juninho corria de um lado para outro para cobrar. Mas o goleiro do Brasiliense estava num dia bom e conseguiu fechar a porta.
O Jacaré ainda ficou com um jogador a menos. Aos 42 minutos, Willian fez uma falta, que mais pareceu um golpe de luta em Coutinho, e levou o segundo amarelo, consequentemente foi tomar banho mais cedo.
O Figueira volta a campo na próxima terça-feira, às 21h50, contra o ASA, em Arapiraca. No mesmo dia, às 19h30, o Brasiliense recebe o Bragantino, em Taguatinga.
Figueirense (1)
Wilson; Lucas, João Paulo, Roger Carvalho e Juninho; Baraka (Roberto Firmino), Túlio, Maicon (Coutinho), Fernandes (Hélder); Vinícius Pacheco e Reinaldo
Técnico: Márcio Goiano
Brasiliense (0)
Gatti; Cicinho (Djavan), Fábio Braz, Santiago e Willian; Deda, Luciano Totó, Ruy, Thiaguinho e Iranildo (Acosta); Enilton (Bebeto)
Técnico: Andrade.
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira
Assistentes: Luiz Muniz de Oliveira e Vinicius Barone Pampurre
Gol: Roberto Firmino, aos 23 minutos do segundo tempo
Amarelos: Reinaldo, Maicon, Juninho e Vinícius Pacheco (F); Santiago (B)
Vermelhos: William (B)
Público total: 8.356
Público pagante: 7.671
Renda: R$ 30.992,50
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Concentração para sábado começa hoje
A concentração do Brasiliense para o duelo de sábado contra o Figueirense, em Florianólis, começa hoje, um dia mais cedo que o normal.
Os jogadores vão para o hotel, no Setor Hoteleiro Norte, logo depois do treino de apresentação do técnico Andrade. A viagem à capital catarinense está marcada para a manhã desta sexta-feira.
O Jacaré antecipou a preparação em um dia porque ocupa a 16ª posição, com 27 pontos, apenas um acima da zona de rebaixamento.
"Foi uma decisão minha, tomada desde o começo da semana. É para conscientizar os jogadores do momento importante. É um jogo difícil para a gente, mas se nossos jogadores se conscientizarem e atuarem com a qualidade que têm vai se tornar um jogo muito difícil para o Figueirense também", revela o patrocinador do Jacaré, Luiz Estevão.
Os jogadores vão para o hotel, no Setor Hoteleiro Norte, logo depois do treino de apresentação do técnico Andrade. A viagem à capital catarinense está marcada para a manhã desta sexta-feira.
O Jacaré antecipou a preparação em um dia porque ocupa a 16ª posição, com 27 pontos, apenas um acima da zona de rebaixamento.
"Foi uma decisão minha, tomada desde o começo da semana. É para conscientizar os jogadores do momento importante. É um jogo difícil para a gente, mas se nossos jogadores se conscientizarem e atuarem com a qualidade que têm vai se tornar um jogo muito difícil para o Figueirense também", revela o patrocinador do Jacaré, Luiz Estevão.
Estevão aposta em Andrade para motivar os mais experientes
O patrono do Brasiliense, Luiz Estevão, aposta na contratação do técnico Andrade no lugar de Adelson de Almeida para reanimar os jogadores mais experientes do time na luta para fugir do rebaixamento na Série B -- o clube de Taguatinga ocupa a 16ª posição, com 27 pontos, apenas um acima do grupo de risco.
"O Andrade é o atual campeão brasileiro, foi auxiliar de todos os técnicos que passaram recentemente pelo Flamengo e um senhor jogador. É um interlocutor qualificado para falar com jogadores como o Aloísio, o Jean, o Ruy...", assinalou Estevão.
O dirigente lembrou até o passado como torcedor do Fluminense nos anos 70/80 para elogiar o novo treinador, o quinto do Brasiliense na Série B e sexto na temporada.
"Eu até não gosto do Andrade", brinca. "Para mim, ele era junto do Adílio o artífice daquele time do Flamengo", revelou, em alusão à participação do então volante na década dourada do rubro-negro carioca, com direito a um Mundial Interclubes e uma Libertadores, ambos em 1981, e quatro títulos brasileiros (1980, 1982, 1983 e 1987).
Andrade tem o recorde individual de conquistas da elite nacional, com seis títulos. Foram cinco como jogador (além dos quatro pelo Flamengo, ganhou o de 1989 pelo arquirrival Vasco) e um como treinador, no ano passado, quando de interino passou a efetivo na campanha que acabou com 17 anos de jejum rubro-negro.
Roberto Fernandes, Ivo Wortmann e Roberval Davino foram os outros comandantes do Jacaré na Série B. Mauro Fernandes trabalhou apenas no campeonato candango.
"O Andrade é o atual campeão brasileiro, foi auxiliar de todos os técnicos que passaram recentemente pelo Flamengo e um senhor jogador. É um interlocutor qualificado para falar com jogadores como o Aloísio, o Jean, o Ruy...", assinalou Estevão.
O dirigente lembrou até o passado como torcedor do Fluminense nos anos 70/80 para elogiar o novo treinador, o quinto do Brasiliense na Série B e sexto na temporada.
"Eu até não gosto do Andrade", brinca. "Para mim, ele era junto do Adílio o artífice daquele time do Flamengo", revelou, em alusão à participação do então volante na década dourada do rubro-negro carioca, com direito a um Mundial Interclubes e uma Libertadores, ambos em 1981, e quatro títulos brasileiros (1980, 1982, 1983 e 1987).
Andrade tem o recorde individual de conquistas da elite nacional, com seis títulos. Foram cinco como jogador (além dos quatro pelo Flamengo, ganhou o de 1989 pelo arquirrival Vasco) e um como treinador, no ano passado, quando de interino passou a efetivo na campanha que acabou com 17 anos de jejum rubro-negro.
Roberto Fernandes, Ivo Wortmann e Roberval Davino foram os outros comandantes do Jacaré na Série B. Mauro Fernandes trabalhou apenas no campeonato candango.
Adelson Almeida não aceita permanecer
Com a chegada do técnico Andrade, a diretoria do Brasiliense manifestou o interesse na permanência de Adelson Almeida (foto), que esteve à frente do Brasiliense interinamente no jogo da última terça-feira, quando o Jacaré foi derrotado pelo Coritiba."O Adelson Almeida foi convidado para assumir o time temporariamente e a nossa intenção, com a vinda do Andrade, é que ele permanecesse no Brasiliense como auxiliar técnico", explicou o patrocinador do Brasiliense, Luiz Estevão.
Para compor sua comissão técnica, Andrade trouxe o auxiliar técnico Marcelo Salles, e Adelson não aceitou o convite da diretoria e preferiu deixar o Brasiliense.
Andrade disposto a retribuir a confiança

Andrade, ex-técnico do Flamengo, chega com a responsabilidade de tirar o Jacaré da incômoda posição na tabela de classificação da Série B do BrasileiroCrédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
Atual campeão brasileiro pelo Flamengo, o técnico Andrade, conforme antecipamos antes do meio dia, chegou em Brasília nesta quinta-feira esbanjando confiança e otimismo na missão de assumir o Brasiliense, na 16ª posição da Série B, com 27 pontos, apenas um acima da zona de rebaixamento.
"O Brasiliense vai ser uma grande escola para mim, um desafio para a minha vida", apostou ao desembarcar a pouco no aeroporto internacional Juscelino Kubitschek.
Desempregado desde abril, quando deixou o Flamengo, o ex-volante Andrade já comanda o treino amarelo na tarde desta quinta-feira, no Centro de Treinamento, no Setor de Clubes Sul, quando conhecerá o elenco completo.
A estréia, complicada, por sinal, será neste sábado, contra o Figueirense, em Florianópolis.
"A melhor maneira de retribuir a confiança é conseguindo resultados", avisou o profissional com carreira marcada pelas passagens pelo time da Gávea, com cinco títulos brasileiros, quatro como jogador e um como treinador. "Sou muito grato ao Flamengo, mas a vida segue."
"O Brasiliense vai ser uma grande escola para mim, um desafio para a minha vida", apostou ao desembarcar a pouco no aeroporto internacional Juscelino Kubitschek.
Desempregado desde abril, quando deixou o Flamengo, o ex-volante Andrade já comanda o treino amarelo na tarde desta quinta-feira, no Centro de Treinamento, no Setor de Clubes Sul, quando conhecerá o elenco completo.
A estréia, complicada, por sinal, será neste sábado, contra o Figueirense, em Florianópolis.
"A melhor maneira de retribuir a confiança é conseguindo resultados", avisou o profissional com carreira marcada pelas passagens pelo time da Gávea, com cinco títulos brasileiros, quatro como jogador e um como treinador. "Sou muito grato ao Flamengo, mas a vida segue."
Dimba está de luto
Faleceu no último fim de semana, aos 81 anos, "seu" Pedro, pai do artilheiro Dimba. O jogador, como não poderia ser diferente, está sofrendo muito com a perda do pai.
Segundo informações de pessoas próximas à família, "seu" Pedro caiu na semana passada na chácara que fica próxima à Brasilinha de Goiás. Foi levado ao hospital para o atendimento de praxe, liberado, mas teve que retornar por causa de fortes dores na cabeça. Não resistiu.
Pedro era casado há várias décadas com "dona" Nice. Ficaram vários filhos e netos, lamentando a morte do patriarca da família Vieira.
Dimba tinha comprado a chácara há vários anos, justamente para atender a um desejo do pai, o de tomar conta de algo que lembrasse o campo. Por causa da morte do pai, Dimba, além de estar desolado, não sabe se continua praticando o que mais gosta, o futebol, num futuro próximo.
Quero me congratular com o Dimba, de quem sou amigo particular, com a sua mãe, "dona" Nice e os demais familiares e dizer-lhes que "seu" Pedro foi um exemplo para todos.
Segundo informações de pessoas próximas à família, "seu" Pedro caiu na semana passada na chácara que fica próxima à Brasilinha de Goiás. Foi levado ao hospital para o atendimento de praxe, liberado, mas teve que retornar por causa de fortes dores na cabeça. Não resistiu.
Pedro era casado há várias décadas com "dona" Nice. Ficaram vários filhos e netos, lamentando a morte do patriarca da família Vieira.
Dimba tinha comprado a chácara há vários anos, justamente para atender a um desejo do pai, o de tomar conta de algo que lembrasse o campo. Por causa da morte do pai, Dimba, além de estar desolado, não sabe se continua praticando o que mais gosta, o futebol, num futuro próximo.
Quero me congratular com o Dimba, de quem sou amigo particular, com a sua mãe, "dona" Nice e os demais familiares e dizer-lhes que "seu" Pedro foi um exemplo para todos.
Se for mesmo verdade...
...será uma autêntica boma para o futebol do DF, notadamente nas hostes do Brasiliense.
Um passarinho pousou no meu ombro, ainda a pouco, e me disse que Adelson de Almeida foi defenestrado do trono de treinador do Jacaré.
Ainda segundo este passarinho, o nome do novo comandante do time amarelo atende pelo nome de Andrade, campeão brasileiro no ano passado com o Flamengo e que estava desempregado desde que foi mandado embora do rubro-negro carioca.
Ainda segundo esse mesmo passarinho, o desembarque de Andrade no aeroporto internacional de Brasília acontecerá no começo da tarde. Com o ex-técnico do Flamengo chegam também os membros da nova comissão.
A rigor, Adelson de Almeida não sabia de duas coisas. A primeira delas a de que era "técnico interino" do Brasiliense e, segunda, que está demitido do comando técnico, apesar de ter dirigido o time em apenas uma oportunidade.
Esta manhã, no centro de treinamento, alguém perguntou a ele se já sabia do "cartão vermelho" e que Andrade estava chegando para substitui-lo. A surpresa do ex-técnico do Ceilândia foi tanta que ele perdeu o sorriso de otimismo que o acompanhava desde que desembarcou pelos lados da Boca do Jacaré.
Neste momento não resta outra alternativa a não ser esperar pela confirmação da contratação de Andrade e sua comissão técnica até o fim do Campeonato Brasileiro da Série B.
Honestamente, torço para que tal não ocorra, pois Adelson de Almeida é um rapaz competente e merece a oportunidade de mostrar seus conhecimentos no time de Luiz Estevão.
Um passarinho pousou no meu ombro, ainda a pouco, e me disse que Adelson de Almeida foi defenestrado do trono de treinador do Jacaré.
Ainda segundo este passarinho, o nome do novo comandante do time amarelo atende pelo nome de Andrade, campeão brasileiro no ano passado com o Flamengo e que estava desempregado desde que foi mandado embora do rubro-negro carioca.
Ainda segundo esse mesmo passarinho, o desembarque de Andrade no aeroporto internacional de Brasília acontecerá no começo da tarde. Com o ex-técnico do Flamengo chegam também os membros da nova comissão.
A rigor, Adelson de Almeida não sabia de duas coisas. A primeira delas a de que era "técnico interino" do Brasiliense e, segunda, que está demitido do comando técnico, apesar de ter dirigido o time em apenas uma oportunidade.
Esta manhã, no centro de treinamento, alguém perguntou a ele se já sabia do "cartão vermelho" e que Andrade estava chegando para substitui-lo. A surpresa do ex-técnico do Ceilândia foi tanta que ele perdeu o sorriso de otimismo que o acompanhava desde que desembarcou pelos lados da Boca do Jacaré.
Neste momento não resta outra alternativa a não ser esperar pela confirmação da contratação de Andrade e sua comissão técnica até o fim do Campeonato Brasileiro da Série B.
Honestamente, torço para que tal não ocorra, pois Adelson de Almeida é um rapaz competente e merece a oportunidade de mostrar seus conhecimentos no time de Luiz Estevão.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Governo potiguar lança edital de licitação do Estádio das Dunas
O Governo do Estado lançou, ontem, o edital de licitação no modelo de Parceria Público-Privada (PPP) para a contratação do projeto básico de construção do Estádio das Dunas (Novo Machadão) - visando a realização do Mundial, na capital potiguar, em 2014. A apresentação do modelo do edital coube ao secretário Extraordinário para Assuntos Relativos à Copa do Mundo de 2014, Fernando Fernandes.
"Sem dúvida nenhuma, esse é um evento que vai marcar a história de Natal e do Rio Grande do Norte. Hoje, estamos dando mais um importante passo para consolidar a nossa participação na Copa do Mundo. Nós temos absoluta consciência do valor dessa conquista e do legado que ela vai deixar para o Estado", observou o governador Iberê Ferreira.
Estiveram presentes ao lançamento do edital os secretários estaduais de Turismo, Múcio Sá; da Infraestrutura, Dâmocles Trinta; do Esporte e Lazer, Júlio Protásio; o presidente da Federação Norte-Riograndense de Futebol, José Vanildo, e a prefeita de Natal, Micarla de Sousa.
Duas importantes decisões foram determinantes para o lançamento do edital: a aprovação da última adequação necessária à construção do novo estádio pelo Comitê Local da Federação Internacional de Futebol (FIFA), no dia 10 deste mês, e a aprovação do Fundo Garantidor da Copa, pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, no último dia 8.
Para garantir a participação de Natal como sede dos jogos, o Rio Grande do Norte já assegurou, junto ao Governo Federal, recursos de R$ 400 milhões para obras de mobilidade urbana, está realizando as obras de prolongamento da avenida Prudente de Morais, a ampliação do porto de Natal com terminal de passageiros e acessibilidade marítima, num investimento de R$ 54 milhões, e avançou nas obras do aeroporto de São Gonçalo do Amarante para as pistas de pouso e decolagem.
Por Demis Roussos/Agência RN
"Sem dúvida nenhuma, esse é um evento que vai marcar a história de Natal e do Rio Grande do Norte. Hoje, estamos dando mais um importante passo para consolidar a nossa participação na Copa do Mundo. Nós temos absoluta consciência do valor dessa conquista e do legado que ela vai deixar para o Estado", observou o governador Iberê Ferreira.
Estiveram presentes ao lançamento do edital os secretários estaduais de Turismo, Múcio Sá; da Infraestrutura, Dâmocles Trinta; do Esporte e Lazer, Júlio Protásio; o presidente da Federação Norte-Riograndense de Futebol, José Vanildo, e a prefeita de Natal, Micarla de Sousa.
Duas importantes decisões foram determinantes para o lançamento do edital: a aprovação da última adequação necessária à construção do novo estádio pelo Comitê Local da Federação Internacional de Futebol (FIFA), no dia 10 deste mês, e a aprovação do Fundo Garantidor da Copa, pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, no último dia 8.
Para garantir a participação de Natal como sede dos jogos, o Rio Grande do Norte já assegurou, junto ao Governo Federal, recursos de R$ 400 milhões para obras de mobilidade urbana, está realizando as obras de prolongamento da avenida Prudente de Morais, a ampliação do porto de Natal com terminal de passageiros e acessibilidade marítima, num investimento de R$ 54 milhões, e avançou nas obras do aeroporto de São Gonçalo do Amarante para as pistas de pouso e decolagem.
Por Demis Roussos/Agência RN
Coletivo ruim preocupa
Nem o novo técnico aprovou o seu primeiro coletivo como técnico do Brasiliense, ontem à noite, na Boca do Jacaré.
No ensaio para a complicada estreia, esta noite contra o vice-líder Coritiba, no mesmo gramado, Adelson de Almeida sofreu com o baixo poder de fogo dos titulares nos 30 minutos de treino. A sofrida vitória de 1 x 0 veio com um gol de Acosta depois de cobrança rápida de falta de Iranildo.
O Jacaré mostrou falta de pontaria até no treino de bola parada, antes do coletivo, sem balançar as redes dos reservas. No geral, o time principal, montado no 4-2-3-1, preocupou o treinador.
Tanto ofensivamente quanto defensivamente. "Em virtude do treinamento, pra ser sincero, não gostei. A zaga estava muito lenta", confessa Adelson, satisfeito apenas com a vontade demonstrada pelos jogadores. "Em termos de desempenho não se pode falar que faltou nada, mas faltou qualidade."
Com a reprovação técnica, Adelson evitou confirmar o time. E ameaça mudar até mesmo o esquema tático, mesmo sem ter mais tempo para treinar. Apesar de inicialmente anunciar que iria adotar um 3-5-2, o treinador optou no treino pelo esquema da moda, no 4-2-3-1 usado por tantas seleções na Copa, como a campeã Espanha ou até o Brasil.
O sistema testado deixou Iranildo mais livre no meio, com o destro Thiaguinho e o canhoto Bebeto formando o trio de meias e Aloísio como único atacante. "Não dá pra jogar com três zagueiros se o Coritiba só joga com um atacante", alega Adelson.
No ensaio para a complicada estreia, esta noite contra o vice-líder Coritiba, no mesmo gramado, Adelson de Almeida sofreu com o baixo poder de fogo dos titulares nos 30 minutos de treino. A sofrida vitória de 1 x 0 veio com um gol de Acosta depois de cobrança rápida de falta de Iranildo.
O Jacaré mostrou falta de pontaria até no treino de bola parada, antes do coletivo, sem balançar as redes dos reservas. No geral, o time principal, montado no 4-2-3-1, preocupou o treinador.
Tanto ofensivamente quanto defensivamente. "Em virtude do treinamento, pra ser sincero, não gostei. A zaga estava muito lenta", confessa Adelson, satisfeito apenas com a vontade demonstrada pelos jogadores. "Em termos de desempenho não se pode falar que faltou nada, mas faltou qualidade."
Com a reprovação técnica, Adelson evitou confirmar o time. E ameaça mudar até mesmo o esquema tático, mesmo sem ter mais tempo para treinar. Apesar de inicialmente anunciar que iria adotar um 3-5-2, o treinador optou no treino pelo esquema da moda, no 4-2-3-1 usado por tantas seleções na Copa, como a campeã Espanha ou até o Brasil.
O sistema testado deixou Iranildo mais livre no meio, com o destro Thiaguinho e o canhoto Bebeto formando o trio de meias e Aloísio como único atacante. "Não dá pra jogar com três zagueiros se o Coritiba só joga com um atacante", alega Adelson.
Jacaré defende tabu na Série B
Se como visitante o Brasiliense divide com o Ipatinga o jejum de não vencer longe de casa, o Jacaré vira o bicho quando se trata de atuar em seus domínios.
Só para que os leitores tenham uma idéia, o time de Taguatinga é o único dos 20 participantes da Série B ainda invicto como anfitrião. Ao todo foram seis vitórias e cinco empates na Boca do Jacaré em 11 atuações na segundona.
A invencibilidade caseira será posta à prova novamente nesta terça-feira, contra o vice-líder Coritiba, às 21h, "Tomara que continue assim. A gente tem confiança aqui e conhece bem o campo", aposta o meia Iranildo, maior ídolo na história do Brasiliense.
"Fora de casa, a gente começa concentrado, mas se perde depois que toma o gol", critica o centroavante Aloísio, uma das principais contratações da temporada.
A marca invicta na Boca do Jacaré chega a 20 jogos nesta temporada se forem acrescentados oito jogos pelo torneio candango (seis vitórias e dois empates) e um triunfo pela Copa do Brasil. O Brasiliense não perde em casa desde 3 de fevereiro, quando caiu por 2 x 1 diante do Brasília.
Por Roberto Naves
Só para que os leitores tenham uma idéia, o time de Taguatinga é o único dos 20 participantes da Série B ainda invicto como anfitrião. Ao todo foram seis vitórias e cinco empates na Boca do Jacaré em 11 atuações na segundona.
A invencibilidade caseira será posta à prova novamente nesta terça-feira, contra o vice-líder Coritiba, às 21h, "Tomara que continue assim. A gente tem confiança aqui e conhece bem o campo", aposta o meia Iranildo, maior ídolo na história do Brasiliense.
"Fora de casa, a gente começa concentrado, mas se perde depois que toma o gol", critica o centroavante Aloísio, uma das principais contratações da temporada.
A marca invicta na Boca do Jacaré chega a 20 jogos nesta temporada se forem acrescentados oito jogos pelo torneio candango (seis vitórias e dois empates) e um triunfo pela Copa do Brasil. O Brasiliense não perde em casa desde 3 de fevereiro, quando caiu por 2 x 1 diante do Brasília.
Por Roberto Naves
Nenhum técnico estreou com vitória este ano
Crédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.brO técnico Adelson de Almeida (foto, com Iranildo), que teve uma trajetória marcada à frente do Ceilândia, por quem, por sinal, sagrou-se campeão metropolitano este ano, tem um desafio e tanto na noite desta terça-feira.
Diante do Coritiba, um dos grandes clubes do futebol nacional que está perto de regressar à Série A em 2011, ele pode se tornar o primeiro técnico a estrear com vitória pelo Brasiliense em 2010.
Nunca é demais relembrar que os seus quatro antecessores no cargo nesta temporada fracassaram, com três empates (Mauro Fernandes, Ivo Wortmann e Roberval Davino) e uma derrota (Roberto Fernandes).
A escrita começou com Mauro Fernandes no 1 x 1 com o Botafogo-DF, no Cave, na primeira rodada do campeonato metropolitano deste ano, o primeiro passo da perda do hepta local para o Ceilândia de Adelson de Almeida.
Depois, com Roberto Fernandes, o Brasiliense apanhou de 3 x 0 da Chapecoense, no interior catarinense, pela Copa do Brasil, resultado determinante na pior campanha amarela na competição, com a eliminação inédita na primeira fase e diante de um adversário que acabaria rebaixado no torneio estadual -- a vitória do Jacaré por 2 x 1 na volta não serviu de nada.
A novela de fracassos dos técnicos estreantes teve mais dois capítulos na Série B, ambos em plena Boca do Jacaré. Ivo Wortmann teve como batismo o 1 x 1 com o São Caetano, enquanto Roberval Davino arrancou com um 2 x 2 com o Guaratinguetá.
Desempenho dos antecessores
Mauro Fernandes - 33% 1 vitória, 2 empates e 2 derrotas
Roberto Fernandes - 50% 13 vitórias, 6 empates e 6 derrotas
Ivo Wortmann - 38% 2 vitórias, 2 empates e 3 derrotas
Roberval Davino - 37% 2 vitórias, 4 empates e 3 derrotas
Com: Roberto Naves/Brasiliensefc.com.br
Diante do Coritiba, um dos grandes clubes do futebol nacional que está perto de regressar à Série A em 2011, ele pode se tornar o primeiro técnico a estrear com vitória pelo Brasiliense em 2010.
Nunca é demais relembrar que os seus quatro antecessores no cargo nesta temporada fracassaram, com três empates (Mauro Fernandes, Ivo Wortmann e Roberval Davino) e uma derrota (Roberto Fernandes).
A escrita começou com Mauro Fernandes no 1 x 1 com o Botafogo-DF, no Cave, na primeira rodada do campeonato metropolitano deste ano, o primeiro passo da perda do hepta local para o Ceilândia de Adelson de Almeida.
Depois, com Roberto Fernandes, o Brasiliense apanhou de 3 x 0 da Chapecoense, no interior catarinense, pela Copa do Brasil, resultado determinante na pior campanha amarela na competição, com a eliminação inédita na primeira fase e diante de um adversário que acabaria rebaixado no torneio estadual -- a vitória do Jacaré por 2 x 1 na volta não serviu de nada.
A novela de fracassos dos técnicos estreantes teve mais dois capítulos na Série B, ambos em plena Boca do Jacaré. Ivo Wortmann teve como batismo o 1 x 1 com o São Caetano, enquanto Roberval Davino arrancou com um 2 x 2 com o Guaratinguetá.
Desempenho dos antecessores
Mauro Fernandes - 33% 1 vitória, 2 empates e 2 derrotas
Roberto Fernandes - 50% 13 vitórias, 6 empates e 6 derrotas
Ivo Wortmann - 38% 2 vitórias, 2 empates e 3 derrotas
Roberval Davino - 37% 2 vitórias, 4 empates e 3 derrotas
Com: Roberto Naves/Brasiliensefc.com.br
O momento é de definição
O goleiro Edson Bastos é um dos titulares que hoje enfrentam o Jacaré. Jogo em Taguatinga é considerado fundamental no bom momento vivido pelo Coxa na Série BCoritiba está na Capital Federal onde encara o Brasiliense no Serejão
Depois da volta para casa - derrotou a Portuguesa na última rodada -, o time coxa-branca tem seu foco agora na partida diante do Brasiliense, que acontece esta noite (21h), pela 23ª rodada da Série B do Brasileiro.
Após a vitória sobre a Lusa, diante dos torcedores, em Curitiba, o goleiro Edson Bastos fala do momento alviverde na competição.
"Será um jogo dificil contra o Brasiliense. Mas uma equipe que tem o objetivo muito claro de ser campeão precisa buscar pontos tanto dentro como fora de casa", diz o goleiro, que retornou a equipe justamente na volta para casa.
Segundo o camisa 1 do Coxa, "a vitória na volta ao Couto Pereira é muito bom para o ego, afinal, sabíamos que iamos reencontrar o nosso estádio lotado e não poderíamos decepcionar as pessoas que estariam lá. Agora já passou, foi um momento importante, mas agora é pensar exclusivamente no Brasiliense. Temos que manter essa condição de estar entre os primeiros colocados, fazer o dever de casa e lá na frente pensar no título", planeja.
"Nosso objetivo é fazer uma campanha melhor do que no primeiro turno. Se repetirmos a campanha tenho certeza que voltaremos para a elite do futebol brasileiro, mas não sei se em questão de título é o suficiente. Então precisamos vencer para ficar entre os primeiros colocados e depois pensar nisso", avalia.
"Agora é o momento de definição. Temos que ser competentes, mas todos os adversários são dificeis e o Brasiliense também será", prevê Edson Bastos.
O volante Leandro Donizete e o meia Dudu são os destaques na relação de convocados para o jogo contra o Brasiliense. Ao todo, são 19 atletas na lista de convocados. Entre as ausências estão Pereira e Andrade, suspensos pelo terceiro cartão amarelo da série.
Confira a relação dos que estão em Brasília para a partida contra o Brasiliense, na Boca do Jacaré:
Goleiros: Edson Bastos e Vanderlei;
Zagueiros: Jeci, Cleiton e Lucas Mendes;
Laterais: Triguinho, Ângelo e Denis;
Volantes: Leandro Donizete, Leo Gago e Marcos Paulo;
Meias: Rafinha, Enrico, Geraldo, Dudu, Sandro e Tcheco;
Atacantes: Leonardo e Bill.
Ainda compõem a comissão coxa-branca o auxiliar técnico Moacir Pereira, o médico Bráulio Moreira Jr., o preparador físico Alexandre Lopes, o preparador de goleiros Marcelo Giacomelli, o massagista Marcelo Clemines e o roupeiro Fabiano Gavazzoni.
O confronto entre brasilienses e paranaenses é recente, disputado apenas desde 2005, mas com algumas emoções. O primeiro encontro teve casa cheia no Alto da Glória e terminou empatado em 1 x 1 no Brasileiro daquele ano.
Ao todo, são sete confrontos, dos quais o Coritiba venceu três, foram registrados dois empates e duas derrotas. São oito gols marcados pelo Coxa e 10 sofridos.
Após a vitória sobre a Lusa, diante dos torcedores, em Curitiba, o goleiro Edson Bastos fala do momento alviverde na competição.
"Será um jogo dificil contra o Brasiliense. Mas uma equipe que tem o objetivo muito claro de ser campeão precisa buscar pontos tanto dentro como fora de casa", diz o goleiro, que retornou a equipe justamente na volta para casa.
Segundo o camisa 1 do Coxa, "a vitória na volta ao Couto Pereira é muito bom para o ego, afinal, sabíamos que iamos reencontrar o nosso estádio lotado e não poderíamos decepcionar as pessoas que estariam lá. Agora já passou, foi um momento importante, mas agora é pensar exclusivamente no Brasiliense. Temos que manter essa condição de estar entre os primeiros colocados, fazer o dever de casa e lá na frente pensar no título", planeja.
"Nosso objetivo é fazer uma campanha melhor do que no primeiro turno. Se repetirmos a campanha tenho certeza que voltaremos para a elite do futebol brasileiro, mas não sei se em questão de título é o suficiente. Então precisamos vencer para ficar entre os primeiros colocados e depois pensar nisso", avalia.
"Agora é o momento de definição. Temos que ser competentes, mas todos os adversários são dificeis e o Brasiliense também será", prevê Edson Bastos.
O volante Leandro Donizete e o meia Dudu são os destaques na relação de convocados para o jogo contra o Brasiliense. Ao todo, são 19 atletas na lista de convocados. Entre as ausências estão Pereira e Andrade, suspensos pelo terceiro cartão amarelo da série.
Confira a relação dos que estão em Brasília para a partida contra o Brasiliense, na Boca do Jacaré:
Goleiros: Edson Bastos e Vanderlei;
Zagueiros: Jeci, Cleiton e Lucas Mendes;
Laterais: Triguinho, Ângelo e Denis;
Volantes: Leandro Donizete, Leo Gago e Marcos Paulo;
Meias: Rafinha, Enrico, Geraldo, Dudu, Sandro e Tcheco;
Atacantes: Leonardo e Bill.
Ainda compõem a comissão coxa-branca o auxiliar técnico Moacir Pereira, o médico Bráulio Moreira Jr., o preparador físico Alexandre Lopes, o preparador de goleiros Marcelo Giacomelli, o massagista Marcelo Clemines e o roupeiro Fabiano Gavazzoni.
O confronto entre brasilienses e paranaenses é recente, disputado apenas desde 2005, mas com algumas emoções. O primeiro encontro teve casa cheia no Alto da Glória e terminou empatado em 1 x 1 no Brasileiro daquele ano.
Ao todo, são sete confrontos, dos quais o Coritiba venceu três, foram registrados dois empates e duas derrotas. São oito gols marcados pelo Coxa e 10 sofridos.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Desapontamento de um torcedor gamense
Publicado ontem no Blogama, uma espécie de representação das torcidas organizadas do Gama, republico neste espaço uma correspondência assinada por um torcedor alviverde. Eis o seu conteúdo:
"Hoje, definitivamente, é um dia triste, muito triste para a maior torcida do futebol candango. Após agonizante campanha na Série "C", sem nenhuma vitória, o Gama desce aos escombros do futebol nacional.
Temo, inclusive, que o clube seja desfeito, pois, com certeza, os dirigentes que estiveram na frente da instituição nos últimos anos sugaram tudo que encontraram por lá. Só não retiraram o carinho que os verdadeiros torcedores nutrem pelo Gamão do Povão. É torcer para que eu esteja equivocado.
Agora, resta ao Gama juntar os pedaços da sua história, que serão recolhidos entre as cinzas de um time que conheceu todos os segmentos do futebol nacional. E assim, nesta difícil recomposição de rumos, quem sabe, o time possa renascer para surpresa de muitos.
Torço muito para que, no despontar deste novo tempo, se é que novos horizontes possam surgir, que alguns nomes, que já não tem mais espaços para o futebol local, sejam esquecidos pela história. Seria medida de inteira justiça e de respeito para com os torcedores históricos que sempre acompanham o time em qualquer situação, entre os quais me incluo e neste momento recordo o nome de bons amigos que conheci nas arquibancadas do Bezerrão e do Mané Garrincha.
Está provado que uma grande empresa, uma grande instituição e um grande time de futebol precisam de homens de pensamentos equilibrados, com pinceladas de competência, seriedade e de amor. Em se tratando de time de futebol é preciso que eles vistam o uniforme da equipe e se juntem aos sentimentos dos torcedors e lutem para fazer o melhor pelo clube, no caso, a Sociedade Esportiva do Gama.
Lamentavelmente não foi o que aconteceu com os dirigentes do Gama nos últimos anos. Eles foram pequenos diante da história do clube e do sentimento de uma comunidade que hoje está triste, muito triste com as tardes de domingos vazias ao redor do Bezerrão.
Durante o compeonato da Série C não encontrei motivos para produzir as minhas crônicas. Fiquei preocupado ao ver no time do Gama jogadores sem a menor postura de equilíbrio emocional e com isso perdiam jogadas fáceis de serem transformadas em gol, a exemplo do que aconteceu no jogo contra o Marília, aqui, no DF.
Era só fazer o gol da forma mais simples possível. No entanto, o atleta buscou o caminho mais difícil e perdeu a chance de nos livrar da degola. Aquele atleta teve participação direta no nosso rebaixamento, pois, dentro de campo a culpa dos atletas pelos resultados obtidos é bem superior à culpa dos dirigentes.
Fico por aqui, com a minha camisa personalizada da Sociedade Esportiva do Gama. Vou guardá-la para usá-la em momentos especiais, afinal, sou Gama e o meu sentimento de apreço pela história do time não foi rebaixado. Na Série D vamos encontrar, também, um velho e vitorioso time, o Juventude de Caxias - RS. Coisas da vida.
Atenciosamente,
Remy Soares de Carvalho
Asa Norte - DF, 19.9.2010
"Hoje, definitivamente, é um dia triste, muito triste para a maior torcida do futebol candango. Após agonizante campanha na Série "C", sem nenhuma vitória, o Gama desce aos escombros do futebol nacional.
Temo, inclusive, que o clube seja desfeito, pois, com certeza, os dirigentes que estiveram na frente da instituição nos últimos anos sugaram tudo que encontraram por lá. Só não retiraram o carinho que os verdadeiros torcedores nutrem pelo Gamão do Povão. É torcer para que eu esteja equivocado.
Agora, resta ao Gama juntar os pedaços da sua história, que serão recolhidos entre as cinzas de um time que conheceu todos os segmentos do futebol nacional. E assim, nesta difícil recomposição de rumos, quem sabe, o time possa renascer para surpresa de muitos.
Torço muito para que, no despontar deste novo tempo, se é que novos horizontes possam surgir, que alguns nomes, que já não tem mais espaços para o futebol local, sejam esquecidos pela história. Seria medida de inteira justiça e de respeito para com os torcedores históricos que sempre acompanham o time em qualquer situação, entre os quais me incluo e neste momento recordo o nome de bons amigos que conheci nas arquibancadas do Bezerrão e do Mané Garrincha.
Está provado que uma grande empresa, uma grande instituição e um grande time de futebol precisam de homens de pensamentos equilibrados, com pinceladas de competência, seriedade e de amor. Em se tratando de time de futebol é preciso que eles vistam o uniforme da equipe e se juntem aos sentimentos dos torcedors e lutem para fazer o melhor pelo clube, no caso, a Sociedade Esportiva do Gama.
Lamentavelmente não foi o que aconteceu com os dirigentes do Gama nos últimos anos. Eles foram pequenos diante da história do clube e do sentimento de uma comunidade que hoje está triste, muito triste com as tardes de domingos vazias ao redor do Bezerrão.
Durante o compeonato da Série C não encontrei motivos para produzir as minhas crônicas. Fiquei preocupado ao ver no time do Gama jogadores sem a menor postura de equilíbrio emocional e com isso perdiam jogadas fáceis de serem transformadas em gol, a exemplo do que aconteceu no jogo contra o Marília, aqui, no DF.
Era só fazer o gol da forma mais simples possível. No entanto, o atleta buscou o caminho mais difícil e perdeu a chance de nos livrar da degola. Aquele atleta teve participação direta no nosso rebaixamento, pois, dentro de campo a culpa dos atletas pelos resultados obtidos é bem superior à culpa dos dirigentes.
Fico por aqui, com a minha camisa personalizada da Sociedade Esportiva do Gama. Vou guardá-la para usá-la em momentos especiais, afinal, sou Gama e o meu sentimento de apreço pela história do time não foi rebaixado. Na Série D vamos encontrar, também, um velho e vitorioso time, o Juventude de Caxias - RS. Coisas da vida.
Atenciosamente,
Remy Soares de Carvalho
Asa Norte - DF, 19.9.2010
Rebaixamento difícil de ser digerido
Confeço-lhes que até agora não conseguiu entender bem o que acaba de acontecer com o Gama, ou seja, a passagem para a Série D do Campeonato Brasileiro do próximo ano. Autor de tantas glórias num passado não tão distante assim, o Periquito parece ter sido atacado pela total falta de competência dos seus últimos dirigentes.
A esta altura dos acontecimentos, como estará a cabeça do presidente Paulo Goyaz? Não acredito que ele tenha dormido bem com os acontecimentos de ontem, em Macaé, quando o time foi, bisonhamente, derrotado pelos danos da casa e, o que pior, foi rebaixado para o inferno das divisões do futebol brasileiro.
Se de alguma forma serve de consolo, o também gigante Juventude, de Caxias do Sul, também foi para o interno, além do Remo, do Pará. Mas, voltando ao nosso combalido futebol, depois de ter comemorado o memorável título da Série B de 98 e ter frequentado a chamada elite do futebol nacional por quatro anos consecutivos, a eliminação de ontem, conhvenhamos, é dolorosa.
Com 10 títulos metropolitanos, o Gama não passa hoje de um arremedo de time. Sim, porque não pode mais ser chamado de clube, uma vez que nem sede tem. Até o centro de treinamento que utiliza para os seus treinos é emprestado, é do ex-presidente Wagner Marques e do seu sócio Agrício Braga Filho.
Acho que o Periquito merece um pouco mais de respeito. Os lamentáveis acontecimentos de ontem já se desenhavam lá atrás, no campeonato metropolitano. Ele sequer ficou entre os quatro melhores da competição - Ceilândia, Brasiliense, Ceilandense e Botafogo. Sua posição foi intermediária em um torneio que teve a participação de apenas oito clubes.
O presidente Paulo Goyaz, em sua defesa, pode alegar que não teve dinheiro de patrocinadores para contratar bons jogadores. Mas, e ainda está o seu prestígio junto ao empresariado local e nacional? Será que não foi possivel levantar ajuda para formar um grupo de jogadores à altura da Serie C?
Acredito que o mandatário do Periquito deve explicações aos fanáticos e chateados torcedores alviverdes. O que verdadeiramente aconteceu? Esta eliminação certamente já correu o mundo e, a esta altura dos acontecimentos, o mundo do futebol já sabe que um dos "outrora" grandes clubes do DF praticamente fechou as portas, está no inferno.
O que o presidente Paulo Goyaz vai fazer para bancar a folha de pagamento dos jogadores que têm os direitos federativos presos ao Gama? Jogos, até janeiro, não existem mais. A continuar nesta pisada, que a torcida alviverde não fique surpresa se o Periquito cair para a segunda divisão local em 2011.
Será que estou falando alguma inverdade?
A esta altura dos acontecimentos, como estará a cabeça do presidente Paulo Goyaz? Não acredito que ele tenha dormido bem com os acontecimentos de ontem, em Macaé, quando o time foi, bisonhamente, derrotado pelos danos da casa e, o que pior, foi rebaixado para o inferno das divisões do futebol brasileiro.
Se de alguma forma serve de consolo, o também gigante Juventude, de Caxias do Sul, também foi para o interno, além do Remo, do Pará. Mas, voltando ao nosso combalido futebol, depois de ter comemorado o memorável título da Série B de 98 e ter frequentado a chamada elite do futebol nacional por quatro anos consecutivos, a eliminação de ontem, conhvenhamos, é dolorosa.
Com 10 títulos metropolitanos, o Gama não passa hoje de um arremedo de time. Sim, porque não pode mais ser chamado de clube, uma vez que nem sede tem. Até o centro de treinamento que utiliza para os seus treinos é emprestado, é do ex-presidente Wagner Marques e do seu sócio Agrício Braga Filho.
Acho que o Periquito merece um pouco mais de respeito. Os lamentáveis acontecimentos de ontem já se desenhavam lá atrás, no campeonato metropolitano. Ele sequer ficou entre os quatro melhores da competição - Ceilândia, Brasiliense, Ceilandense e Botafogo. Sua posição foi intermediária em um torneio que teve a participação de apenas oito clubes.
O presidente Paulo Goyaz, em sua defesa, pode alegar que não teve dinheiro de patrocinadores para contratar bons jogadores. Mas, e ainda está o seu prestígio junto ao empresariado local e nacional? Será que não foi possivel levantar ajuda para formar um grupo de jogadores à altura da Serie C?
Acredito que o mandatário do Periquito deve explicações aos fanáticos e chateados torcedores alviverdes. O que verdadeiramente aconteceu? Esta eliminação certamente já correu o mundo e, a esta altura dos acontecimentos, o mundo do futebol já sabe que um dos "outrora" grandes clubes do DF praticamente fechou as portas, está no inferno.
O que o presidente Paulo Goyaz vai fazer para bancar a folha de pagamento dos jogadores que têm os direitos federativos presos ao Gama? Jogos, até janeiro, não existem mais. A continuar nesta pisada, que a torcida alviverde não fique surpresa se o Periquito cair para a segunda divisão local em 2011.
Será que estou falando alguma inverdade?
Fla x Flu - um clássico de tirar o fôlego
Os tradicionais rivais do futebol carioca ficaram iguais no primeiro jogo disputado entre ambos fora do Maracanã, hoje interditadoCrédito: Nina Lima/Vipcomm.com
Clássicos são sempre imprevisíveis. A máxima é batida, mas não há como fugir de tal mística que envolve os Fla x Flu. Ontem, rubro-Negros e tricolores fizeram um duelo digno de suas tradições no Engenhão.
Eletrizante, com muitos gols, casa cheia e equilíbrio até o último minuto. E, mais uma vez, como na história dos confrontos longe de seu palco principal, o Maracanã, ficaram no empate: 3 x 3.
Deivid, David e Renato marcaram os gols do Flamengo que, com o empate fica na 15ª colocação, com 27 pontos. O Fluminense, com 42 pontos, fica com o segundo lugar. Na próxima rodada, quarta-feira, o time do técnico Silas vai a Porto Alegre enfrentar o Grêmio.
O Flamengo entrou em campo com uma escalação mais ofensiva do que a da vitória sobre o Grêmio Prudente no meio de semana. Silas surpreendeu ao manter Kleberson e tirar Correa do time titular. Na zaga, outra alteração: David entrou na vaga de Jean.
Mas apesar do esquema mais ousado do rubro-negro, quem abriu o placar foi o Fluminense. Logo aos oito minutos, Conca cobrou escanteio no primeiro pau, Rodriguinho desviou e o zagueiro Leandro Euzébio, de cabeça, fez 1 x 0.
O gol não abateu o time da Gávea, que foi atrás do empate. Cinco minutos depois, Léo Moura quase marcou em cobrança de falta da entrada da área tricolor.
O jogo continuou movimentado, com as duas torcidas incentivando bastante suas equipes. E, aos 22 minutos foi a vez de os rubro-negros, em maioria no Engenhão, soltarem o grito de gol.
Diogo fez jogada individual e a bola sobrou para Kleberson, que cruzou na medida para Deivid marcar seu primeiro gol com a camisa do Flamengo e deixar tudo igual.
Se o atacante Deivid fez o gol de empate, seu quase xará, o zagueiro David, não poderia deixar por menos. Surpresa de Silas na escalação, foi ele quem fez o gol da virada.
Aos 40 minutos, usando a mesma arma do gol tricolor, Renato cobrou escanteio no primeiro pau, Diogo desviou a bola sobrou limpa para o camisa 14 rubro-negro fazer explodir a metade rubro-negra do Engenhão: 2 x 1, e o time foi para os vestiários aos gritos de "o campeão voltou".
A etapa final começou um pouco mais morna e com o Fluminense buscando mais o ataque. Atrás no placar, o time de Muricy levou perigo ao gol de Marcelo Lomba aos 10 com Conca e aos 12 minutos com Washington.
O Flamengo tentou equilibrar na base dos contra-ataques, como no chute de Renato de perna direita aos 15 minutos, mas foi Rodriguinho, aos 19, que balançou as redes e empatou o placar para o Fluminense, batendo com categoria na saída de Marcelo Lomba.
A festa tricolor, no entanto, durou muito pouco. No minuto seguinte, Renato, como nos velhos tempos, acertou uma belíssima cobrança de falta, forte, no ângulo de Rafael e recolocou o Flamengo em vantagem: 3 x 2.
Só que, mais uma vez, o Fluminense correu atrás do placar. Em nova bola aérea, aos 28 minutos, Rodriguinho recebeu livre, dentro da pequena área, para fazer 3 x 3. Aos 41, Deivid ainda teve duas boas chances de recolocar o Fla em vantagem, mas o jogo terminou mesmo empatado.
FLAMENGO 3 x 3 FLUMINENSE
Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro
Árbitro: Guttemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Ricardo de Almeida (RJ)
Cartões amarelos: Willians e Jean (Fla); Mariano (Flu)
Renda: R$ 441.430
Público pagante:15.886
Público presente: 18.911
Gols: Leandro Euzébio 9'/1ºT; Deivid 22'/1ºT e David 39'/1ºT; Rodriguinho 18'/2ºT; Renato 20'/2ºT e Rodriguinho 27'/2ºT
FLAMENGO: Marcelo Lomba; Léo Moura, David (Jean), Ronaldo Angelim e Rodrigo Alvim; Toró, Kleberson (Maldonado), Willians e Renato; Diogo (Diego Maurício) e Deivid. Técnico: Silas.
FLUMINENSE: Rafael; Leandro Euzébio, Gum e André Luis (Marquinho); Mariano, Diogo, Fernando Bob, Conca e Carlinhos; Rodriguinho e Washington. Técnico: Muricy Ramalho.
Eletrizante, com muitos gols, casa cheia e equilíbrio até o último minuto. E, mais uma vez, como na história dos confrontos longe de seu palco principal, o Maracanã, ficaram no empate: 3 x 3.
Deivid, David e Renato marcaram os gols do Flamengo que, com o empate fica na 15ª colocação, com 27 pontos. O Fluminense, com 42 pontos, fica com o segundo lugar. Na próxima rodada, quarta-feira, o time do técnico Silas vai a Porto Alegre enfrentar o Grêmio.
O Flamengo entrou em campo com uma escalação mais ofensiva do que a da vitória sobre o Grêmio Prudente no meio de semana. Silas surpreendeu ao manter Kleberson e tirar Correa do time titular. Na zaga, outra alteração: David entrou na vaga de Jean.
Mas apesar do esquema mais ousado do rubro-negro, quem abriu o placar foi o Fluminense. Logo aos oito minutos, Conca cobrou escanteio no primeiro pau, Rodriguinho desviou e o zagueiro Leandro Euzébio, de cabeça, fez 1 x 0.
O gol não abateu o time da Gávea, que foi atrás do empate. Cinco minutos depois, Léo Moura quase marcou em cobrança de falta da entrada da área tricolor.
O jogo continuou movimentado, com as duas torcidas incentivando bastante suas equipes. E, aos 22 minutos foi a vez de os rubro-negros, em maioria no Engenhão, soltarem o grito de gol.
Diogo fez jogada individual e a bola sobrou para Kleberson, que cruzou na medida para Deivid marcar seu primeiro gol com a camisa do Flamengo e deixar tudo igual.
Se o atacante Deivid fez o gol de empate, seu quase xará, o zagueiro David, não poderia deixar por menos. Surpresa de Silas na escalação, foi ele quem fez o gol da virada.
Aos 40 minutos, usando a mesma arma do gol tricolor, Renato cobrou escanteio no primeiro pau, Diogo desviou a bola sobrou limpa para o camisa 14 rubro-negro fazer explodir a metade rubro-negra do Engenhão: 2 x 1, e o time foi para os vestiários aos gritos de "o campeão voltou".
A etapa final começou um pouco mais morna e com o Fluminense buscando mais o ataque. Atrás no placar, o time de Muricy levou perigo ao gol de Marcelo Lomba aos 10 com Conca e aos 12 minutos com Washington.
O Flamengo tentou equilibrar na base dos contra-ataques, como no chute de Renato de perna direita aos 15 minutos, mas foi Rodriguinho, aos 19, que balançou as redes e empatou o placar para o Fluminense, batendo com categoria na saída de Marcelo Lomba.
A festa tricolor, no entanto, durou muito pouco. No minuto seguinte, Renato, como nos velhos tempos, acertou uma belíssima cobrança de falta, forte, no ângulo de Rafael e recolocou o Flamengo em vantagem: 3 x 2.
Só que, mais uma vez, o Fluminense correu atrás do placar. Em nova bola aérea, aos 28 minutos, Rodriguinho recebeu livre, dentro da pequena área, para fazer 3 x 3. Aos 41, Deivid ainda teve duas boas chances de recolocar o Fla em vantagem, mas o jogo terminou mesmo empatado.
FLAMENGO 3 x 3 FLUMINENSE
Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro
Árbitro: Guttemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Ricardo de Almeida (RJ)
Cartões amarelos: Willians e Jean (Fla); Mariano (Flu)
Renda: R$ 441.430
Público pagante:15.886
Público presente: 18.911
Gols: Leandro Euzébio 9'/1ºT; Deivid 22'/1ºT e David 39'/1ºT; Rodriguinho 18'/2ºT; Renato 20'/2ºT e Rodriguinho 27'/2ºT
FLAMENGO: Marcelo Lomba; Léo Moura, David (Jean), Ronaldo Angelim e Rodrigo Alvim; Toró, Kleberson (Maldonado), Willians e Renato; Diogo (Diego Maurício) e Deivid. Técnico: Silas.
FLUMINENSE: Rafael; Leandro Euzébio, Gum e André Luis (Marquinho); Mariano, Diogo, Fernando Bob, Conca e Carlinhos; Rodriguinho e Washington. Técnico: Muricy Ramalho.
Acosta pode estrear
Goleador pode se transformar na aposta de Adelson de Almeida contra o Coritiba
Apesar de ter feito apenas um treino sob o seu comando, o novo técnico do Jacaré, Adelson de Almeida, deixou claro, ontem, que já tem em mente a equipe que vai a campo contra o Coritiba nesta terça-feira, no Serejão.
Porém, o novo técnico garante não ter definido os 11 jogadores que começarão jogando, mesmo com a lista dos 18 convocados já ter sido divulgada.
"Só amanhã [hoje), no coletivo. Primeiro vou assistir aos vídeos do jogo do Coritiba e montar a equipe conforme o nosso adversário", justificou.
Em sua primeira atividade a frente do clube, Adelson montou uma equipe titular composta por 14 jogadores na tentativa de tirar as dúvidas pendentes.
A novidade nessa tática um tanto quanto povoada, foi a opção pelo esquema com um trio de zagueiros e outro de atacantes. As alterações nesse setor, inclusive, foram as de maiores proporções.
Sem Enílton e Aloísio, Adelson de Almeida usou Djavan, Bebeto e o uruguaio Acosta. No entanto, a tendência é que Adelson decida-se por uma dupla, de preferência formada por esses dois últimos.
Após o treino, fizeram finalizações, foram observados e instruídos por Adelson. Eles, inclusive, depois chegaram a conversar a sós por alguns minutos.
"Há a possibilidade deles e de qualquer outro. Mas vamos conversar e analisar porque todos têm condições de jogo", esquivou-se Adelson, em referência se Bebeto e Acosta seriam os titulares nas vagas de Enílton e Aloísio.
Dos dois, apenas Aloísio está na lista dos relacionados, pois Enílton só volta do Rio de Janeiro hoje. O atacante foi liberado pelo ex-treinador Roberval Davino para ficar no Rio. Djavan fica com a quarta vaga do setor.
Bebeto está esperançoso em voltar a ser titular. Afinal, o atacante não joga desde a 11ª rodada, quando o time perdeu por 3 x 1 para o Ipatinga, fora de casa. Depois do fiasco, se machucou e ficou fora por quase um mês. Recuperado, não foi relacionado desde então.
"Fico feliz por ter a confiança dele [Adelson], que já me conhece do Candangão. Mas ser titular ou ficar na reserva o que é importante é ajudar o grupo", minimizou.
O zagueiro Santiago, que desde a troca de Ivo Wortamann por Roberval Davino não atua, também está confiante. "Não sabe ainda quem vai ser ou não. Mas aparecendo a oportunidade é dar o melhor para ajudar o time a sair dessa situação".
A dúvida de Adelson de Almeida é quem será o terceiro defensor. Confirmados são Dezinho, no meio, e o volante Michel Schmöller, na direita. Santiago e Moacri brigam pela esquerda.
No treino, Michel atuou em sua posição de origem, enquanto Moacri, Dezinho e Santiago formaram o trio defensivo. "O novo treinador chegou e vamos esperar que corrija os erros do passado", acredita Santiago, autor do gol da derrota de 2 x 1 para o Coritiba, em Joinville. O Brasiliense estagnou na 14ª posição, com 27 pontos, apenas dois a mais do que o atual 17º, o Bragantino, o primeiro dos quatro últimos.
Por Felipe Menezes
Apesar de ter feito apenas um treino sob o seu comando, o novo técnico do Jacaré, Adelson de Almeida, deixou claro, ontem, que já tem em mente a equipe que vai a campo contra o Coritiba nesta terça-feira, no Serejão.
Porém, o novo técnico garante não ter definido os 11 jogadores que começarão jogando, mesmo com a lista dos 18 convocados já ter sido divulgada.
"Só amanhã [hoje), no coletivo. Primeiro vou assistir aos vídeos do jogo do Coritiba e montar a equipe conforme o nosso adversário", justificou.
Em sua primeira atividade a frente do clube, Adelson montou uma equipe titular composta por 14 jogadores na tentativa de tirar as dúvidas pendentes.
A novidade nessa tática um tanto quanto povoada, foi a opção pelo esquema com um trio de zagueiros e outro de atacantes. As alterações nesse setor, inclusive, foram as de maiores proporções.
Sem Enílton e Aloísio, Adelson de Almeida usou Djavan, Bebeto e o uruguaio Acosta. No entanto, a tendência é que Adelson decida-se por uma dupla, de preferência formada por esses dois últimos.
Após o treino, fizeram finalizações, foram observados e instruídos por Adelson. Eles, inclusive, depois chegaram a conversar a sós por alguns minutos.
"Há a possibilidade deles e de qualquer outro. Mas vamos conversar e analisar porque todos têm condições de jogo", esquivou-se Adelson, em referência se Bebeto e Acosta seriam os titulares nas vagas de Enílton e Aloísio.
Dos dois, apenas Aloísio está na lista dos relacionados, pois Enílton só volta do Rio de Janeiro hoje. O atacante foi liberado pelo ex-treinador Roberval Davino para ficar no Rio. Djavan fica com a quarta vaga do setor.
Bebeto está esperançoso em voltar a ser titular. Afinal, o atacante não joga desde a 11ª rodada, quando o time perdeu por 3 x 1 para o Ipatinga, fora de casa. Depois do fiasco, se machucou e ficou fora por quase um mês. Recuperado, não foi relacionado desde então.
"Fico feliz por ter a confiança dele [Adelson], que já me conhece do Candangão. Mas ser titular ou ficar na reserva o que é importante é ajudar o grupo", minimizou.
O zagueiro Santiago, que desde a troca de Ivo Wortamann por Roberval Davino não atua, também está confiante. "Não sabe ainda quem vai ser ou não. Mas aparecendo a oportunidade é dar o melhor para ajudar o time a sair dessa situação".
A dúvida de Adelson de Almeida é quem será o terceiro defensor. Confirmados são Dezinho, no meio, e o volante Michel Schmöller, na direita. Santiago e Moacri brigam pela esquerda.
No treino, Michel atuou em sua posição de origem, enquanto Moacri, Dezinho e Santiago formaram o trio defensivo. "O novo treinador chegou e vamos esperar que corrija os erros do passado", acredita Santiago, autor do gol da derrota de 2 x 1 para o Coritiba, em Joinville. O Brasiliense estagnou na 14ª posição, com 27 pontos, apenas dois a mais do que o atual 17º, o Bragantino, o primeiro dos quatro últimos.
Por Felipe Menezes
Série C rebaixa Juventude e Gama
Precisando da vitória para se salvar, Juventude e Gama decepcionaram fora de casa
A rodada decisiva da Série C teve um triste fim para o Juventude, de Caxias do Sul e para o Gama, dois clubes tradicionais nos seus respectivos estados e que já frequentaram a chamada elite do futebol nacional.
Os dois simplesmente foram rebaixados à Quarta Divisão, o inferno, o que de pior existe em termos de projeção. Seus algozes, Macaé e Criciúma, terminaram sorrindo e com a classificação à segunda fase da competição.
A equipe fluminense recebeu o Gama em Macaé, pelo Grupo C. Cumpriu bem sua missão ao aplicar a vantagem por 2 x 1, gols de Bruno Luiz e Gedeil, ainda no primeiro tempo. Pedrão ainda deu esperanças ao Periquito com um gol na etapa final, aos 29, mas parou por aí.
No outro jogo do grupo, o Ituiutaba-MG também se garantiu em seu território com uma vitória por 3 x 1 sobre o Luverdense (MT). Peri (2) e Stanley marcaram para o time mineiro. Roger descontou o clube matogrossense.
Na classificação final, o Ituiutaba ficou em primeiro lugar, com 15 pontos, um a mais que o Macaé, vice-líder. O Luverdense, com 12, e Marília, com seis, assistiram à rodada de camarote, se salvaram e foram terceiro e quatro colocados respectivamente. Rebaixado, o Gama terminou com apenas cinco.
A sorte do Juventude foi decidida fora de casa, diante do Criciúma (SC), no estádio Heriberto Hulse. O placar de 1 x 1 levou os gaúchos a oito pontos, dois a menos que Caxias e Brasil, que também empataram, em 0 x 0. Assim, os dois catarinenses se classificaram. O Criciúma foi o primeiro, com 12 pontos, enquanto a Chapecoense terminou em segundo, com 11.
No Grupo A, os paraenses Paysandu e Águia se deram bem e continuam no torneio. O Papão entrou em campo praticamente classificado e não precisou lamentar a derrota por 3 x 1 para o Rio Branco, do Acre. Já o clube de Marabá recebeu o Fortaleza e se garantiu com o empate em 1 x 1. O rebaixado foi o São Raimundo, do Pará, que não entrou em campo e terminou sua campanha com apenas três pontos.
No encerramento da rodada do Grupo B, o classificado ABC perdeu para o CRB fora de casa por 1 x 0. Já o Alecrim estava garantido na segunda fase até os 25 minutos do segundo tempo, mas os gol do Salgueiro rebaixaram o clube potiguar e mantiveram os pernambcanos na competição. Sem jogar, o Campinense precisou de sorte para não ser rebaixado. Terminou em quarto.
A rodada decisiva da Série C teve um triste fim para o Juventude, de Caxias do Sul e para o Gama, dois clubes tradicionais nos seus respectivos estados e que já frequentaram a chamada elite do futebol nacional.
Os dois simplesmente foram rebaixados à Quarta Divisão, o inferno, o que de pior existe em termos de projeção. Seus algozes, Macaé e Criciúma, terminaram sorrindo e com a classificação à segunda fase da competição.
A equipe fluminense recebeu o Gama em Macaé, pelo Grupo C. Cumpriu bem sua missão ao aplicar a vantagem por 2 x 1, gols de Bruno Luiz e Gedeil, ainda no primeiro tempo. Pedrão ainda deu esperanças ao Periquito com um gol na etapa final, aos 29, mas parou por aí.
No outro jogo do grupo, o Ituiutaba-MG também se garantiu em seu território com uma vitória por 3 x 1 sobre o Luverdense (MT). Peri (2) e Stanley marcaram para o time mineiro. Roger descontou o clube matogrossense.
Na classificação final, o Ituiutaba ficou em primeiro lugar, com 15 pontos, um a mais que o Macaé, vice-líder. O Luverdense, com 12, e Marília, com seis, assistiram à rodada de camarote, se salvaram e foram terceiro e quatro colocados respectivamente. Rebaixado, o Gama terminou com apenas cinco.
A sorte do Juventude foi decidida fora de casa, diante do Criciúma (SC), no estádio Heriberto Hulse. O placar de 1 x 1 levou os gaúchos a oito pontos, dois a menos que Caxias e Brasil, que também empataram, em 0 x 0. Assim, os dois catarinenses se classificaram. O Criciúma foi o primeiro, com 12 pontos, enquanto a Chapecoense terminou em segundo, com 11.
No Grupo A, os paraenses Paysandu e Águia se deram bem e continuam no torneio. O Papão entrou em campo praticamente classificado e não precisou lamentar a derrota por 3 x 1 para o Rio Branco, do Acre. Já o clube de Marabá recebeu o Fortaleza e se garantiu com o empate em 1 x 1. O rebaixado foi o São Raimundo, do Pará, que não entrou em campo e terminou sua campanha com apenas três pontos.
No encerramento da rodada do Grupo B, o classificado ABC perdeu para o CRB fora de casa por 1 x 0. Já o Alecrim estava garantido na segunda fase até os 25 minutos do segundo tempo, mas os gol do Salgueiro rebaixaram o clube potiguar e mantiveram os pernambcanos na competição. Sem jogar, o Campinense precisou de sorte para não ser rebaixado. Terminou em quarto.
sábado, 18 de setembro de 2010
Adelson vai trabalhar por um time motivado
A apresentação de Adelson de Almeida como o novo técnico do Brasiliense será neste domingo. Terça-feira o inimigo atende pelo nome de CoritibaCrédito: Cláudio Bispo
Quando foi procurado pelo Brasiliense para assumir o comando do time, o treinador Adelson de Almeida, sem contrato desde a eliminação do Ceilândia da Série D do Brasileiro, garantiu que não fez nem questão de saber sobre as bases salariais do novo contrato.
"Não estou indo pela questão financeira. Primeiro, seria impossível recusar o convite e perder uma oportunidade destas. Quero me dedicar ao Brasiliense e ao futebol de Brasília. Além de ser da cidade e ter vontade de colaborar com o time, aceitei por amor ao clube. Mesmo treinando o Ceilândia, sempre deixei claro que torcia para o Brasiliense em Brasília", assegurou.
Sem abrir mão de seu estilo paternal, Adelson falou de como deve ser a sua filosofia de trabalho a partir de agora nesta sua volta ao Jacaré:
"O principal trabalho agora não é campo técnico, tático ou físico. É motivação, conversar. O que passou, passou. Temos que pensar daqui para frente, colocar a cabeça no lugar, porque sei que há qualidade".
Mas deixou que ocorrerão cobranças: "É importante que os jogadores entendam que estar nesta situação é ruim para todo mundo. Temos jogadores com currículo de peso, e não custa nada se dedicar um pouco mais ao clube para que ele possa ser forte e grande".
A identificação do novo treinador do Jacaré vem dos tempos em que Adelson era treinador das categorias de base do clube, função que desempenhou por quatro anos, até outubro do ano passado.
"Já existia uma confiança da diretoria no meu trabalho, que me conhece desde os tempos que eu trabalhei na base. Com certeza vencer o campeonato do DF em cima do próprio Brasiliense foi fundamental para reforçar a seriedade do que faço, porque senão creio que o caminho até onde estou hoje seria bem mais longo".
Outro fator que fez Adelson de Almeida aceitar o desafio foi justamente a possibilidade de ter nas mãos um elenco qualificado.
"Isso pesa, porque vejo que temos um plantel bom. Porque estamos ocupando uma posição incômoda é um grande mistério".
Tentar compreender porque o Brasiliense tem apresentado futebol abaixo da média é o primeiro passo da nova empreitada de Adelson. "Quero entender porque elenco tão valioso tecnicamente não ocupa a posição que merece. Vou conversar com os membros da comissão técnica que permanecem, porque confesso que é impossível responder isso estando de fora".
Mesmo tendo experimentado o contexto da Série B em apenas uma partida - quando dirigiu o Jacaré interinamente na vitória por 2 x 1 sobre o Gama pela Série B de 2007 -, o novo comandante do Jacaré quer se inspirar nos feitos passados do Brasiliense para colocar o time em posições melhores no campeonato.
"Quando se fala em Brasiliense, a gente logo associa à coisas grandiosas. Disputar uma Série B me motiva mais ainda". E justifica seu mérito com base nos seus resultados: "Com um grupo limitado, já consegui bons resultados. Agora, com jogadores de ótimo nível, não vejo dificuldade nenhuma de atingir isso também".
Nem mesmo a dura sequência de adversários do Jacaré - Coritiba, na terça-feira, e Figueirense, no sábado -, intimida o estreante Adelson:
"Não tem momento melhor para dar a volta por cima que enfrentando virtuais candidatos ao acesso. Só assim é que a gente vai conseguir medir a nossa motivação daqui para frente".
Por fim, o treinador dor Brasiliense falou diretamente à torcida amarela: "Peço que eles (os torcedores) não deixem de acreditar no nosso trabalho, porque trabalhamos sempre para eles. Sou uma pessoa que conhece o clube, a história e a torcida e espero que a torcida vá ao estádio para ver o Brasiliense começar uma nova fase na competição. Estou muito disposto e cheio de vontade de colaborar para que o time almeje vôos ainda mais altos".
Com: Agência Brasiliense
"Não estou indo pela questão financeira. Primeiro, seria impossível recusar o convite e perder uma oportunidade destas. Quero me dedicar ao Brasiliense e ao futebol de Brasília. Além de ser da cidade e ter vontade de colaborar com o time, aceitei por amor ao clube. Mesmo treinando o Ceilândia, sempre deixei claro que torcia para o Brasiliense em Brasília", assegurou.
Sem abrir mão de seu estilo paternal, Adelson falou de como deve ser a sua filosofia de trabalho a partir de agora nesta sua volta ao Jacaré:
"O principal trabalho agora não é campo técnico, tático ou físico. É motivação, conversar. O que passou, passou. Temos que pensar daqui para frente, colocar a cabeça no lugar, porque sei que há qualidade".
Mas deixou que ocorrerão cobranças: "É importante que os jogadores entendam que estar nesta situação é ruim para todo mundo. Temos jogadores com currículo de peso, e não custa nada se dedicar um pouco mais ao clube para que ele possa ser forte e grande".
A identificação do novo treinador do Jacaré vem dos tempos em que Adelson era treinador das categorias de base do clube, função que desempenhou por quatro anos, até outubro do ano passado.
"Já existia uma confiança da diretoria no meu trabalho, que me conhece desde os tempos que eu trabalhei na base. Com certeza vencer o campeonato do DF em cima do próprio Brasiliense foi fundamental para reforçar a seriedade do que faço, porque senão creio que o caminho até onde estou hoje seria bem mais longo".
Outro fator que fez Adelson de Almeida aceitar o desafio foi justamente a possibilidade de ter nas mãos um elenco qualificado.
"Isso pesa, porque vejo que temos um plantel bom. Porque estamos ocupando uma posição incômoda é um grande mistério".
Tentar compreender porque o Brasiliense tem apresentado futebol abaixo da média é o primeiro passo da nova empreitada de Adelson. "Quero entender porque elenco tão valioso tecnicamente não ocupa a posição que merece. Vou conversar com os membros da comissão técnica que permanecem, porque confesso que é impossível responder isso estando de fora".
Mesmo tendo experimentado o contexto da Série B em apenas uma partida - quando dirigiu o Jacaré interinamente na vitória por 2 x 1 sobre o Gama pela Série B de 2007 -, o novo comandante do Jacaré quer se inspirar nos feitos passados do Brasiliense para colocar o time em posições melhores no campeonato.
"Quando se fala em Brasiliense, a gente logo associa à coisas grandiosas. Disputar uma Série B me motiva mais ainda". E justifica seu mérito com base nos seus resultados: "Com um grupo limitado, já consegui bons resultados. Agora, com jogadores de ótimo nível, não vejo dificuldade nenhuma de atingir isso também".
Nem mesmo a dura sequência de adversários do Jacaré - Coritiba, na terça-feira, e Figueirense, no sábado -, intimida o estreante Adelson:
"Não tem momento melhor para dar a volta por cima que enfrentando virtuais candidatos ao acesso. Só assim é que a gente vai conseguir medir a nossa motivação daqui para frente".
Por fim, o treinador dor Brasiliense falou diretamente à torcida amarela: "Peço que eles (os torcedores) não deixem de acreditar no nosso trabalho, porque trabalhamos sempre para eles. Sou uma pessoa que conhece o clube, a história e a torcida e espero que a torcida vá ao estádio para ver o Brasiliense começar uma nova fase na competição. Estou muito disposto e cheio de vontade de colaborar para que o time almeje vôos ainda mais altos".
Com: Agência Brasiliense
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