Desde a primeira edição do torneio, em 1992, as rodadas inaugurais da Copa das Confederações tiveram alguns resultados surpreendentes. A seguir, vamos relembrar alguns desses momentos, formando uma lista que o Brasil não vai querer repetir neste sábado, quando enfrentará o Japão na abertura desta edição.
As três primeiras edições foram disputadas na Arábia Saudita, um país que, até aquele ano de 1992, jamais tinha jogado uma Copa do Mundo. No jogo de abertura daquele ano, os sauditas enfrentaram uma seleção dos Estados Unidos que chegava em alta, depois de disputar a Copa do Mundo de 1990 e de ganhar a Copa Ouro 1991.
Treinados por Bora Milutinovic, os norte-americanos contavam com uma boa geração de jogadores, entre os quais se sobressaíam Tony Meola, Tab Ramos e Marcelo Balboa, o que os tornavam favoritos à vitória.
Mas os anfitriões não se importaram com nada disso. Liderados pela categoria de Sami Al Jaber e com gols de Fahad Al Bishi, Youssef Al Tunayan e Khaled Al Muwallid, se impuseram com inapeláveis 3 x 0, provocando assim a primeira grande surpresa da história do torneio.
Para muitos, a goleada foi o cartão de visitas do futebol saudita no cenário internacional, já que aquela equipe não apenas chegou à final do torneio, mas também abriu caminho para quatro participações seguidas no Mundial da FIFA.
Na terceira edição do torneio, em 1997, a rodada de abertura da Copa das Confederações contou com outro resultado pouco esperado: a vitória da Austrália sobre o México por 3 x 1.
Os mexicanos vinham de um bicampeonato continental e chegavam ao torneio com uma seleção que combinava jogadores de renome, como Claudio Suárez, Ramón Ramírez e Luis García, com jovens talentos, como Oswaldo Sánchez, Cuauhtémoc Blanco e Luis Hernández. Desse modo, nada levava a crer que um tropeço semelhante pudesse ocorrer.
Além disso, os australianos tentavam digerir o fracasso das eliminatórias para a Copa do Mundo da França de 1998, após caírem na repescagem contra o Irã. Apesar de tudo, a Austrália bateu o México, com destacadas atuações de Mark Viduka e John Aloisi, dando o primeiro passo para uma participação histórica que a levaria à final, quando foi derrotada pelo Brasil.
"Dominamos o primeiro tempo e parecíamos ter tudo controlado, nada mais nos faltava para definir o jogo", explicou após o jogo o técnico mexicano, Manuel Lapuente, que no ano seguinte levaria o México às oitavas de final da França, em 1998. "Porém, acho que fomos confiantes demais. Nos fizeram um gol e vieram para cima."
Em 1999, foi a Alemanha a protagonista de outro resultado surpreendente: a derrota por 4 x 0 diante do Brasil no torneio disputado no México. É certo que os alemães foram ao torneio sem alguns dos seus melhores jogadores da época, mas naquele dia, em Guadalajara, atuaram nomes como Jens Lehmann, Lothar Matthäus e Michael Ballack.
"Não pudemos levar todas as nossas estrelas, e por isso alguns jogadores fizeram duas ou três partidas com a seleção naquele torneio e depois poucas chances receberam", lembrou, anos depois, o então técnico da Alemanha, Erich Ribbeck. "Os brasileiros estavam muito preparados, e nós fomos criticados duramente."
Zé Roberto, Ronaldinho e Alex (duas vezes) marcaram os gols do Brasil naquela que é, até hoje, a maior goleada brasileira na história diante da Alemanha. Embora aquele selecionado treinado por Luxemburgo tenha perdido a final contra o México, vários dos seus jogadores compuseram a base que foi campeã mundial na Coreia do Sul/Japão 2002, com Luiz Felipe Scolari.
Desde então, nenhuma outra rodada inicial da Copa das Confederações da FIFA teve um resultado tão surpreendente como os mencionados. O Japão, no entanto, tem planos de entrar na lista.
sábado, 15 de junho de 2013
Neymar vale 27 seleções do Taiti
Com Neymar avaliado em 191 milhões de reais, o Brasil tem o jogador mais caro entre os 184 convocados para a Copa das Confederações. O valor total do novo craque do Barcelona é 27 vezes maior do que toda a seleção do Taiti, que tem apenas um atleta profissional e está avaliada em 7 milhões de reais.
Porém, a Seleção Brasileira não possui o elenco com maior valor de mercado, como mostra estudo divulgado pela Pluri Consultoria.
A Espanha é a equipe mais cara do torneio que começa esta tarde em Brasília. O time comandado por Vicente Del Bosque tem, junto, valor estimado superior a 1,8 bilhão de reais. Ao todo, são nove jogadores entre os 20 mais valiosos da Copa das Confederações.
Com elenco no valor de quase 1,3 bilhão de reais, o Brasil aparece em segundo na lista, à frente de Itália (946 milhões) e Uruguai (608 milhões). Entre os jogadores, Neymar é seguido pelo seu agora companheiro de Barcelona Andrés Iniesta (174 milhões) e pelo atacante uruguaio Edinson Cavani, do Napoli, (160 milhões).
Além de Neymar, o Brasil ainda tem outros cinco jogadores na lista dos 20 mais caros: Hulk, Thiago Silva, Lucas, Oscar e Marcelo.
As seleções mais valiosas (em milhões de reais)
1. Espanha 1.838
2. Brasil 1.266,5
3. Itália 946, 4
4. Uruguai 608,6
5. Japão 307,3
6. México 255,0
7. Nigéria 188,9
8. Taiti 7,0
Os jogadores mais valiosos (em milhões de reais)
1. Neymar (Brasil) 191,4
2. Andrés Iniesta (Espanha) 174,9
3. Edinson Cavani (Uruguai) 160,2
4. Cesc Fabregas (Espanha) 159,6
5. David Silva (Espanha) 128,7
6. Juan Mata (Espanha) 126,9
7. Hulk (Brasil) 119,6
8. Sérgio Busquets (Espanha) 117,3
9. Luis Suárez (Uruguai) 109,9
10. Thiago Silva (Brasil) 109,1
11. Lucas (Brasil) 105,6
12. Gerard Piqué (Espanha) 99,7
13. Javi Martínez (Espanha) 96,8
14. Sérgio Ramos (Espanha) 94,0
15. Oscar (Brasil) 92,6
16. Claudio Marchisio (Itália) 83,5
17. Marcelo (Brasil) 82,1
18. Daniele De Rossi (Itália) 81,5
19. Mario Balotelli (Itália) 77,5
20. Pedro (Espanha) 77,1
Porém, a Seleção Brasileira não possui o elenco com maior valor de mercado, como mostra estudo divulgado pela Pluri Consultoria.
A Espanha é a equipe mais cara do torneio que começa esta tarde em Brasília. O time comandado por Vicente Del Bosque tem, junto, valor estimado superior a 1,8 bilhão de reais. Ao todo, são nove jogadores entre os 20 mais valiosos da Copa das Confederações.
Com elenco no valor de quase 1,3 bilhão de reais, o Brasil aparece em segundo na lista, à frente de Itália (946 milhões) e Uruguai (608 milhões). Entre os jogadores, Neymar é seguido pelo seu agora companheiro de Barcelona Andrés Iniesta (174 milhões) e pelo atacante uruguaio Edinson Cavani, do Napoli, (160 milhões).
Além de Neymar, o Brasil ainda tem outros cinco jogadores na lista dos 20 mais caros: Hulk, Thiago Silva, Lucas, Oscar e Marcelo.
As seleções mais valiosas (em milhões de reais)
1. Espanha 1.838
2. Brasil 1.266,5
3. Itália 946, 4
4. Uruguai 608,6
5. Japão 307,3
6. México 255,0
7. Nigéria 188,9
8. Taiti 7,0
Os jogadores mais valiosos (em milhões de reais)
1. Neymar (Brasil) 191,4
2. Andrés Iniesta (Espanha) 174,9
3. Edinson Cavani (Uruguai) 160,2
4. Cesc Fabregas (Espanha) 159,6
5. David Silva (Espanha) 128,7
6. Juan Mata (Espanha) 126,9
7. Hulk (Brasil) 119,6
8. Sérgio Busquets (Espanha) 117,3
9. Luis Suárez (Uruguai) 109,9
10. Thiago Silva (Brasil) 109,1
11. Lucas (Brasil) 105,6
12. Gerard Piqué (Espanha) 99,7
13. Javi Martínez (Espanha) 96,8
14. Sérgio Ramos (Espanha) 94,0
15. Oscar (Brasil) 92,6
16. Claudio Marchisio (Itália) 83,5
17. Marcelo (Brasil) 82,1
18. Daniele De Rossi (Itália) 81,5
19. Mario Balotelli (Itália) 77,5
20. Pedro (Espanha) 77,1
O Mané custa mais que toda a Seleção Brasileira
O Estádio Nacional Mané Garrincha, nosso novo cartão postal, custou mais para ser construído do que vale todo o time de Scolari, um dos mais valorizados do mundo.
O governo do DF gastou pouco mais de R$ 1,2 bilhão para reconstruir o Mané Garrincha, que tinha capacidade para 45 mil pessoas e hoje pode receber quase 71 mil espectadores.
Segundo divulgou o site europeu Transfermarkt, que avalia os valores das transações em todo o mundo, a Seleção Brasileira tem jogadores avaliados em R$ 1,16 bilhão.
Entregue em maio, cinco meses depois da previsão inicial e da orientação da Fifa, o estádio consumiu R$ 17 milhões, por exemplo, para a colocação dos assentos e para a implantação do gramado. É mais do que o valor de mercado de oito dos 23 atletas da seleção nacional.
O Mané Garrincha foi, junto com o Maracanã, o estádio mais caro construído para o Mundial do próximo ano. Dos outros quatro que recebem partidas da Copa das Confederações, o mais barato foi o de Fortaleza, que custou R$ 518,6 milhões.
O estádio terá apenas uma partida nesta Copa das Confederações, a de hoje, entre Brasil e Japão. No Mundial, receberá sete jogos ao todo.
Por: MARCEL RIZZO
MARTÍN FERNANDEZ
SÉRGIO RANGEL
O governo do DF gastou pouco mais de R$ 1,2 bilhão para reconstruir o Mané Garrincha, que tinha capacidade para 45 mil pessoas e hoje pode receber quase 71 mil espectadores.
Segundo divulgou o site europeu Transfermarkt, que avalia os valores das transações em todo o mundo, a Seleção Brasileira tem jogadores avaliados em R$ 1,16 bilhão.
Entregue em maio, cinco meses depois da previsão inicial e da orientação da Fifa, o estádio consumiu R$ 17 milhões, por exemplo, para a colocação dos assentos e para a implantação do gramado. É mais do que o valor de mercado de oito dos 23 atletas da seleção nacional.
O Mané Garrincha foi, junto com o Maracanã, o estádio mais caro construído para o Mundial do próximo ano. Dos outros quatro que recebem partidas da Copa das Confederações, o mais barato foi o de Fortaleza, que custou R$ 518,6 milhões.
O estádio terá apenas uma partida nesta Copa das Confederações, a de hoje, entre Brasil e Japão. No Mundial, receberá sete jogos ao todo.
Por: MARCEL RIZZO
MARTÍN FERNANDEZ
SÉRGIO RANGEL
Troféu é mais pesado que o do Mundial
O troféu da Copa das Confederações é o mais pesado dos que foram produzidos até agora pela Fifa. Com 8,6 kg, a taça pesa mais que a da Copa do Mundo, que tem 6,1 kg. A do Mundial de Clubes, por exemplo, pesa 5,2 kg.
Porém, o prêmio pela conquista do torneio preparatório para a Copa do próximo ano é feito de bronze e banhado a ouro e mede 40 centímetros de altura, com a base de 16 centimetros de diâmetro, sendo o ponto mais largo do troféu. Já a Copa do Mundo tem 4,9 kg de ouro puro em sua composição.
Segundo a Fifa, o campeão da Copa das Confederações, que acontece entre hoje e o dia 30, ganha um troféu vitalício. No entanto, a entidade mantém na sua sede a taça original, que tem na sua base todos os nomes dos ganhadores.
Fabricado na Suíça, o design foi feito por Fritz Juncker em 1997, quando a Fifa adotou a Copa do Rei Fahd --disputada na Arábia Saudita em 1992 e em 1995--, como um torneio oficial e o ampliou para a participação dos campeões das confederações.
Em 2012, a taça passou por uma reforma e recebeu uma base --de rocha azul lápis-lazúli e madeira de ébano--, em formato cônico mais amplo, com o objetivo de modernizá-lo e alinhá-lo aos demais troféus da entidade.
De acordo com a entidade máxima do futebol, o troféu da competição representa o tema do torneio: "Festival de Campeões". Duas fitas de ouro envolvem o corpo central da taça. Elas conectam visualmente os seis medalhões --cada um com o nome de uma confederação-- que ficam na base. O globo traz referências aos seis continentes representados pelas seleções participantes do torneio.
Mais de 739 mil ingressos já foram vendidos para os 16 jogos
Segundo balanço divulgado ontem, 739.176 ingressos já foram vendidos para esta edição da Copa das Confederações, mas ainda há mais de 120 mil tickets à venda no www.FIFA.com/ingressos e nos Centros de Coleta e Venda para todas as partidas, com exceção do jogo de abertura, neste sábado aqui em Brasília; a final no Rio de Janeiro, e as partidas da fase de grupos México x Itália, no Rio de Janeiro, e Espanha x Uruguai, no Recife (ambos no dia 16), e Brasil x Itália, em Salvador (dia 22).
Quase 194 mil dos ingressos vendidos ainda não foram retirados nos Centros de Distribuição de Ingressos nas seis sedes da Copa das Confederações.
A FIFA aumentou significativamente o número de horários de retirada prioritária por agendamento e solicita que, mesmo sem um horário marcado, é possível buscar as entradas entre 10h e 18h, em qualquer um dos Centros de Distribuição de Ingressos da FIFA (com exceção do hotel Windsor Guanabara, no Rio de Janeiro). Não é possível retirar os ingressos diretamente nos estádios.
É recomendável que os torcedores se antecipem e busquem seus ingressos o quanto antes. E no dia das partidas, que cheguem cedo aos estádios para que possam aproveitar a experiência de participar da Copa das Confederações da FIFA.
A partir de três horas antes dos jogos já haverá opções de entretenimento e alimentação em todas as nas arenas. A exceção é Brasília, onde os portões abrem ao meio dia. A cerimônia de abertura da Copa das Confederações terá início às 14h25.
Os espectadores podem encontrar mais informações sobre como se preparar para as partidas no guia de ingressos entregue nos Centros de Ingressos da FIFA e disponível no FIFA.com no endereço http://pt.fifa.com/mm/document/tournament/ticketing/02/09/75/01/fcc2013-ticketguide-por%5fportuguese.pdf.
A FIFA também lembra aos compradores de ingressos que assistirão aos jogos acompanhados de menores de idade que sempre levem consigo os documentos necessários estabelecidos pela lei vigente em cada cidade-sede.
O torcedor deve ter sempre em mente que esta lei foi alterada recentemente em Fortaleza, Recife e Belo Horizonte. De um modo geral, os que obtiveram descontos precisam levar consigo seus documentos de identidade e uma prova de que atendem os requisitos de elegibilidade. Haverá controles nas catracas das entradas.
Quase 194 mil dos ingressos vendidos ainda não foram retirados nos Centros de Distribuição de Ingressos nas seis sedes da Copa das Confederações.
A FIFA aumentou significativamente o número de horários de retirada prioritária por agendamento e solicita que, mesmo sem um horário marcado, é possível buscar as entradas entre 10h e 18h, em qualquer um dos Centros de Distribuição de Ingressos da FIFA (com exceção do hotel Windsor Guanabara, no Rio de Janeiro). Não é possível retirar os ingressos diretamente nos estádios.
É recomendável que os torcedores se antecipem e busquem seus ingressos o quanto antes. E no dia das partidas, que cheguem cedo aos estádios para que possam aproveitar a experiência de participar da Copa das Confederações da FIFA.
A partir de três horas antes dos jogos já haverá opções de entretenimento e alimentação em todas as nas arenas. A exceção é Brasília, onde os portões abrem ao meio dia. A cerimônia de abertura da Copa das Confederações terá início às 14h25.
Os espectadores podem encontrar mais informações sobre como se preparar para as partidas no guia de ingressos entregue nos Centros de Ingressos da FIFA e disponível no FIFA.com no endereço http://pt.fifa.com/mm/document/tournament/ticketing/02/09/75/01/fcc2013-ticketguide-por%5fportuguese.pdf.
A FIFA também lembra aos compradores de ingressos que assistirão aos jogos acompanhados de menores de idade que sempre levem consigo os documentos necessários estabelecidos pela lei vigente em cada cidade-sede.
O torcedor deve ter sempre em mente que esta lei foi alterada recentemente em Fortaleza, Recife e Belo Horizonte. De um modo geral, os que obtiveram descontos precisam levar consigo seus documentos de identidade e uma prova de que atendem os requisitos de elegibilidade. Haverá controles nas catracas das entradas.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Brasil segue com 100% na Liga Mundial de Vôlei.
Depois de bater em duas partidas a atual campeã, a Polônia, na casa da rival, a seleção de Bernardinho mais uma vez venceu no território "inimigo". Na noite desta sexta-feira, na cidade de Mendoza, a vítima foi a Argentina, derrotada por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/21 e 25/15, em pouco mais de 1h30m de jogo.
Com o resultado, o time de Bernardinho assume, ao menos temporariamente, a liderança do Grupo A da Liga Mundial, que pertencia a Bulgária, que tem duas vitórias, e perdeu apenas dois sets (o Brasil perdeu três no total). Os búlgaros jogam novamente nos dias 21 e 23, quando encaram os próprios argentinos, dentro de casa, e podem reassumir a ponta.
Neste sábado, Brasil e Argentina voltam a se enfrentar, às 20h30, também em Mendoza, na Argentina. Além de brasileiros e argentinos, completam o Grupo A da competição os Estados Unidos, Polônia, Bulgária e França.
O jogo não começou com um bom cenário para o Brasil. Falhando bastante na recepção, o time viu a Argentina chegar na frente no primeiro tempo técnico. Com problemas para virar as bolas e com a marcação da rede argentina atenta, o Brasil tinha dificuldades.
Conversando bastante em quadra, a equipe passou a se acertar, e com Bruninho distribuindo bem o jogo, Vissotto e Dante passaram a entrar na partida.
Assim, e com Éder bem nas bolas de meio, o Brasil passou à frente antes do segundo tempo técnico, com 16 x 14 no placar e não deixou mais a ponta. No restante do set, bastou administrar para fechar o set inicial em 25 x 20, em 27 minutos de jogo.
O segundo set começou com o Brasil dominando desde o início. Com Vissotto bem no saque, a seleção abriu logo 5 x 2. Lucarelli era outro bem no ataque. Assim, o time de Bernardinho virou o primeiro tempo técnico vencendo por 8 x 6. Do lado argentino, Castellani e Sebastian eram os maiores pontuadores.
Mesmo atrás do placar, os hermanos conseguiram vencer o maior rali do segundo set. Após belas defesas lá e cá, os argentinos pararam Dante no bloqueio. Depois, ainda anotaram o primeiro ponto de saque e pegaram Vissotto em novo paredão, trazendo a diferença para 13 x 10, fazendo Bernardinho parar o jogo. Na reta final do set, a seleção voltou a comandar as ações e fechou em 25 x 21.
O terceiro set teve início e o panorama parecia mostrar que seria o mais equilibrado. Apesar de estar sempre à frente do placar, a seleção brasileira via os argentinos em cima. Mas próximo ao segundo tempo técnico, o Brasil voltou a atropelar, com show do menino Lucarelli, e logo abriu 16 x 9.
Relaxados, os brasileiros soltaram o jogo e viram os argentinos sentirem a pressão. Tanto é que do tempo técnico em diante a equipe rival só anotou mais seis pontos. No bloqueio de Éder, o Brasil fechou o set em 25 x 13 e o jogo em 3 sets a 0, sem grandes dificuldades.
A seleção brasileira jogou com Bruninho, Isac, Eder, Vissotto, Lucarelli e Dante, com Mário Júnior de líbero. Entraram ainda Wallace e William. A Argentina atuou com Castellani, Martin, Uriarte, Sebastian, Federico, Bengolea e González de líbero. Entraram depois Quiroga, Nicolas, De Cecco e Romanutti.
Japão não deve ter surpresas na escalação
O treinador Alberto Zaccheroni seguiu o "protocolo" de outras seleções e também fechou grande parte do treinamento desta sexta-feira. Os jogadores do Japão fizeram o reconhecimento do gramado do Mané Garrincha, local da estreia na Copa das Confederações, contra o Brasil, neste sábado, às 16h.
Apesar do mistério, a seleção japonesa não deve apresentar novidades para o confronto. Alberto Zaccheroni afirmou que todos os seus jogadores estão à disposição e os japoneses vão com força máxima. O treinador deve repetir a escalação da equipe que empatou com a Austrália e garantiu a vaga na Copa do Mundo do próximo ano.
A única dúvida do time oriental é o meia Keisuke Honda, destaque japonês que atua no CSKA. O jogador, que fez o gol do empate contra a Austrália, vem de lesão e foi poupado da partida diante do Iraque. Alberto Zaccheroni, no entanto, alega que o atleta deve aparecer na escalação inicial deste sábado.
Com três homens para apoiar um atacante isolado, o Japão promete um futebol envolvente e com muita velocidade. Diante da Seleção Brasileira, Alberto Zaccheroni deve escalar Kawashima; Uchida, Yoshida, Konno, Nagatomo; Hasebe, Endo, Okazaki, Honda, Kagawa e Maeda.
Nesta sexta-feira, a imprensa teve acesso apenas às primeiras movimentações da equipe japonesa, ainda sob o comando do preparador físico. No momento em que a comissão técnica preparava um trabalho com bola em campo reduzida, o treino passou a ser fechado.
Apesar do mistério, a seleção japonesa não deve apresentar novidades para o confronto. Alberto Zaccheroni afirmou que todos os seus jogadores estão à disposição e os japoneses vão com força máxima. O treinador deve repetir a escalação da equipe que empatou com a Austrália e garantiu a vaga na Copa do Mundo do próximo ano.
A única dúvida do time oriental é o meia Keisuke Honda, destaque japonês que atua no CSKA. O jogador, que fez o gol do empate contra a Austrália, vem de lesão e foi poupado da partida diante do Iraque. Alberto Zaccheroni, no entanto, alega que o atleta deve aparecer na escalação inicial deste sábado.
Com três homens para apoiar um atacante isolado, o Japão promete um futebol envolvente e com muita velocidade. Diante da Seleção Brasileira, Alberto Zaccheroni deve escalar Kawashima; Uchida, Yoshida, Konno, Nagatomo; Hasebe, Endo, Okazaki, Honda, Kagawa e Maeda.
Nesta sexta-feira, a imprensa teve acesso apenas às primeiras movimentações da equipe japonesa, ainda sob o comando do preparador físico. No momento em que a comissão técnica preparava um trabalho com bola em campo reduzida, o treino passou a ser fechado.
Hulk luta para ser reconhecido no seu país
Um dos movimentos que o técnico Felipão promoveu em seu retorno à Seleção Brasileira foi a composição de um grupo com mais atletas que atuam dentro das fronteiras do país. Para esta Copa das Confederações, são 10 que se enquadram nessa categoria - sem contar Neymar, que ainda não fez a sua estreia pelo Barcelona.
Por outro lado, há aqueles que construíram uma carreira praticamente toda no exterior, como o paraibano Givanildo Vieira de Souza, o Hulk, com seu apelido popularizado mundo afora e que, enfim, depois de uma boa rodagem, vai ganhando fama também aqui em sua própria terra.
Com passagem pela base do São Paulo, mas lançado como profissional pelo Vitória, da Bahia, Hulk disputou apenas duas partidas pelo time baiano na elite do futebol brasileiro. A partir dali, iniciou uma peregrinação que o levou a três clubes japoneses, ao FC Porto e, na última temporada, ao Zenit St. Petersburg.
Só agora, com a Copa das Confederações batendo à porta, é que talvez tenha chegado a hora de o atacante - aos 26 anos e já consagrado internacionalmente -, mostrar seu cartão de visitas a seus compatriotas torcedores. Para isso, será titular na estreia contra o Japão, neste sábado, às 16h, em Brasília.
“Minha preocupação é fazer o trabalho bem feito, como venho fazendo. Tentar estar o mais concentrado possível e fazer o que o professor pede; não entrar necessariamente com o pensamento de querer agradar a torcida”, afirmou o jogador, depois da última sessão de treinos da Seleção no Mané Garrincha, nesta sexta-feira.
No amistoso contra a Inglaterra, disputado no Maracanã, Hulk e seus companheiros de time chegaram a escutar gritos pedindo por Lucas, aquele que em teoria é seu reserva imediato, vindo da arquibancada.
Na ocasião, o atacante do Zenit, da Rússia, disse que não se incomodava, por estar ciente do certo distanciamento que existe por parte do público local com relação a sua trajetória. Ele costuma dizer que é mais conhecido na Europa do que aqui.
O que é certo é que seus talentos ganharam o reconhecimento de Felipão - que conta com sua vitalidade e disciplina tática para ganhar em poder de marcação no meio-campo e em velocidade pelas pontas.
O próximo passo seria integrar essas qualidades com as dos parceiros e conseguir chegar ao plano tático pretendido pelo treinador. Para isso serviu o produtivo período de treinamento e testes que tiveram nas últimas semanas. Depois de empate por 2 x 2 com os ingleses, a equipe recebeu a França e venceu por 3 x 0 em Porto Alegre.
“Aos poucos, sem querer exagerar nada, sem querer pular etapas, conseguimos fazer um grande resultado no último jogo e vamos pegar essas coisas boas para, quando chegar o jogo, poder colocar em prática”, afirma.
Hulk deve começar a partida contra os campeões asiáticos cobrindo um lado do campo, enquanto o jovem astro Neymar fica do outro. A ideia, porém, é aproveitar uma sintonia mais afinada para alternar o posicionamento, tentando confundir o oponente.
“Temos total liberdade para trocar de posições, e isso vem dando certo. Não só eu e o Neymar, mas todos os jogadores ali da frente.”
Naturalmente, com um melhor entrosamento, então, o jogo fica mais propício para os atacantes brilharem e decidirem, com um facilitando a vida do outro. E aí pode pintar a chance para Hulk se apresentar para valer aos torcedores, mesmo que isso não seja uma obsessão para ele. “Se for para agradar, que seja, então, dentro de campo, dando o meu melhor. É isso o que eu pretendo fazer.”
Fonte: Fifa
Por outro lado, há aqueles que construíram uma carreira praticamente toda no exterior, como o paraibano Givanildo Vieira de Souza, o Hulk, com seu apelido popularizado mundo afora e que, enfim, depois de uma boa rodagem, vai ganhando fama também aqui em sua própria terra.
Com passagem pela base do São Paulo, mas lançado como profissional pelo Vitória, da Bahia, Hulk disputou apenas duas partidas pelo time baiano na elite do futebol brasileiro. A partir dali, iniciou uma peregrinação que o levou a três clubes japoneses, ao FC Porto e, na última temporada, ao Zenit St. Petersburg.
Só agora, com a Copa das Confederações batendo à porta, é que talvez tenha chegado a hora de o atacante - aos 26 anos e já consagrado internacionalmente -, mostrar seu cartão de visitas a seus compatriotas torcedores. Para isso, será titular na estreia contra o Japão, neste sábado, às 16h, em Brasília.
“Minha preocupação é fazer o trabalho bem feito, como venho fazendo. Tentar estar o mais concentrado possível e fazer o que o professor pede; não entrar necessariamente com o pensamento de querer agradar a torcida”, afirmou o jogador, depois da última sessão de treinos da Seleção no Mané Garrincha, nesta sexta-feira.
No amistoso contra a Inglaterra, disputado no Maracanã, Hulk e seus companheiros de time chegaram a escutar gritos pedindo por Lucas, aquele que em teoria é seu reserva imediato, vindo da arquibancada.
Na ocasião, o atacante do Zenit, da Rússia, disse que não se incomodava, por estar ciente do certo distanciamento que existe por parte do público local com relação a sua trajetória. Ele costuma dizer que é mais conhecido na Europa do que aqui.
O que é certo é que seus talentos ganharam o reconhecimento de Felipão - que conta com sua vitalidade e disciplina tática para ganhar em poder de marcação no meio-campo e em velocidade pelas pontas.
O próximo passo seria integrar essas qualidades com as dos parceiros e conseguir chegar ao plano tático pretendido pelo treinador. Para isso serviu o produtivo período de treinamento e testes que tiveram nas últimas semanas. Depois de empate por 2 x 2 com os ingleses, a equipe recebeu a França e venceu por 3 x 0 em Porto Alegre.
“Aos poucos, sem querer exagerar nada, sem querer pular etapas, conseguimos fazer um grande resultado no último jogo e vamos pegar essas coisas boas para, quando chegar o jogo, poder colocar em prática”, afirma.
Hulk deve começar a partida contra os campeões asiáticos cobrindo um lado do campo, enquanto o jovem astro Neymar fica do outro. A ideia, porém, é aproveitar uma sintonia mais afinada para alternar o posicionamento, tentando confundir o oponente.
“Temos total liberdade para trocar de posições, e isso vem dando certo. Não só eu e o Neymar, mas todos os jogadores ali da frente.”
Naturalmente, com um melhor entrosamento, então, o jogo fica mais propício para os atacantes brilharem e decidirem, com um facilitando a vida do outro. E aí pode pintar a chance para Hulk se apresentar para valer aos torcedores, mesmo que isso não seja uma obsessão para ele. “Se for para agradar, que seja, então, dentro de campo, dando o meu melhor. É isso o que eu pretendo fazer.”
Fonte: Fifa
Assinar:
Postagens (Atom)
