O Ginásio Nilson Nelson recebeu mais de 14 mil pessoas, ontem, para ser o palco de um jogo emocionante, com a vitória do Universo por apenas um ponto (85 x 84), mas também de uma confusão generalizada após a terceira partida da série melhor-de-cinco das finais do Novo Basquete Brasil (NBB).
Com a vitória, a equipe candanga assumiu a liderança do confronto com 2 a 1, mas o começo da tarde de ontem foi manchada pela desorganização e pela violência após o término do jogo, que teve saldo negativo com torcedores machucados, com o pivô Wágner ferido e o supervisor rubro-negro André Guimarães desmaiou após inalar o spray de pimenta que foi lançado pelos policiais no túnel de saída do ginásio.
Marcelinho Machado, capitão do time da Gávea, considerou absurda a confusão e cobra providências da organização do campeonato.
- É hora da Liga sair de cima do muro e tomar uma atitude! O que aconteceu em Brasília foi um absurdo! Não pode, depois de um jogo nervoso e tenso como esse, em plena decisão, a imagem final ser essa! De uma invasão de quadra, de latinhas voando, correria e pancadaria. Onde nós vamos parar? É assim que queremos fazer o basquete voltar a crescer, voltar a ser forte? Tem gente confundindo rivalidade com guerra. É hora de fazer alguma coisa, não dá para simplesmente ignorar, fingir que nada aconteceu, esperar o campeonato acabar e esquecer. Isso é algo que vem acontecendo há muito tempo dentro do Brasil. É essa a imagem que estamos passando para o mundo todo, para patrocinadores, para os jovens e crianças. Os culpados precisam ser punidos", afirmou Marcelinho Machado.
O quarto jogo da série final será disputada na HSBC Arena, no Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira, a partir das 16h. Se o Flamengo vencer, força a quinta partida. Se perder, dá adeus ao sonho do tricampeonato brasileiro.
Em tempo: tudo bem que o espetáculo foi deprimente, mas o jogador do Flamengo não pode jogar a culpa apenas nos "torcedores" do Universo. Eles certamente foram provocados e reagiram como "torcedores" que são. Querer justificar a derrota jogando pedras no nosso principal ginásio? Ou será que a mesma coisa não acontece no Rio de Janeiro?
Marcelinho! menos, menos!
TABELA DOS PLAYOFFS
22.05 - Fla 88 x 84 Universo
28.05 - Universo 93 x 90 Fla
30.05 - Universo 85 x 84 Fla
03.06 - Fla x Universo - 16h
06.06 - Universo x Fla * se necessário
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Kaká se emociona com reconhecimento do torcedor
Pelas cidades dos vários países onde a Seleção Brasileira passa, a cena se repete. Na chegada ao hotel, nas saídas para os treinos, os torcedores demonstram todo o seu carinho e empolgação pelos jogadores.Quando o ônibus da delegação chega aos estádios, para jogos de competições oficiais, então, a manifestação de apoio se multiplica, vinda de uma verdadeira multidão de torcedores à espera da Seleção.
Mas nada deixa os jogadores mais sensibilizados quando, nos trajetos de ônibus da delegação, são saudados nas ruas, na maioria das vezes por pessoas simples, como tem acontecido nesses dias em Joanesburgo.
O craque Kaká, sempre um dos mais assediados do grupo, conta o que sente nesses momentos: "Fico emocionado, não tem outra maneira de explicar o que sinto. Agora mesmo, indo para o treino, passamos por um mecânico, ele estava trabalhando, e a reação dele, a maneira como ele nos saudava, sensibilizou a todos".
Robinho é outro muito assediado e que se sente bem ao ver a reação dos torcedores. "Quem não gosta de saber que é querido? É muito legal ver a alegria com que as pessoas ficam só para nos ver, às vezes de longe. Nessas horas, dá para sentir que o futebol é tudo mesmo na minha vida".
Já o lateral Daniel Alves lembra que nem no seu melhor sonho imaginou viver essa experiência – em Barcelona, onde é ídolo, mal pode sair na rua para passear que junta gente. "Isso tudo graças à Seleção Brasileira".
Embarque
A delegação do Brasil embarca às 20h (15h de Brasília) desta terça-feira, do Aeroporto Internacional de Joanesburgo, com destino a Harare, no Zimbábue. O ônibus da delegação deixa o The Fairway Hotel depois do jantar, às 19h15, para o aeroporto.
Em Harare, a delegação ficará no Rainbow Towers Hotel, onde tem chegada programada às 22h30.
Na quarta-feira, a Seleção Brasileira enfrentará a de Zimbábue, no Estádio Nacional.
Entrevistas
A entrevista coletiva de amanhã, terça-feira, será com os jogadores Robinho e Elano. A coletiva acontecerá às 12h15 (7h15 de Brasília), depois do almoço no The Fairway Hotel. O treino da Seleção Brasileira será às 15h30.
Victor pode desfalcar o Jacaré
Revelação do Brasiliense pode ser suspenso por seis jogos; preparador físico do Duque de Caxias também na berlinda
No jogo Brasiliense e Duque de Caxias, no dia 22 de maio, apesar de vencer a partida por 2 x 0 e sair de campo com os três pontos, o Jacaré ganhou uma preocupação.
Isso porque o lateral-esquerdo Victor foi expulso e acabou denunciado pela Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e pode pegar o gancho de até seis jogos. O julgamento acontecerá depois de amanhã, a partir das 18h.
O jogador levou o cartão vermelho e o árbitro relatou o seguinte na súmula: “Expulsei o jogador por atingir violentamente com as travas da chuteira o peito do adversário [...] na disputa de bola. Informo ainda que o atleta atingido saiu de campo para receber atendimento médico e não voltou a disputar a partida".
Por conta disso, Victor responderá por praticar jogada violenta - artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva - e pode ser suspenso de uma a seis partidas. Caso pegue a pena mínima, o jogador estará livre para jogar contra o São Caetano no dia 4 de junho, no Serejão.
Além de Victor, neste mesmo jogo, o preparador físico do Duque de Caxias, Joelton Urtiga, também foi denunciado. O relato da expulsão foi da seguinte forma: “ Expulso por depois de ser advertido por mim verbalmente continuar a gesticular, com os braços, para cima e dizer as seguintes palavras: ‘foi falta p..., você ta cego”.
O membro da comissão técnica do time da Baixada Fluminense foi denunciado no artigo 258 do CBJD (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras deste Código) e pode ser punido de um a seis jogos.
No jogo Brasiliense e Duque de Caxias, no dia 22 de maio, apesar de vencer a partida por 2 x 0 e sair de campo com os três pontos, o Jacaré ganhou uma preocupação.
Isso porque o lateral-esquerdo Victor foi expulso e acabou denunciado pela Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e pode pegar o gancho de até seis jogos. O julgamento acontecerá depois de amanhã, a partir das 18h.
O jogador levou o cartão vermelho e o árbitro relatou o seguinte na súmula: “Expulsei o jogador por atingir violentamente com as travas da chuteira o peito do adversário [...] na disputa de bola. Informo ainda que o atleta atingido saiu de campo para receber atendimento médico e não voltou a disputar a partida".
Por conta disso, Victor responderá por praticar jogada violenta - artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva - e pode ser suspenso de uma a seis partidas. Caso pegue a pena mínima, o jogador estará livre para jogar contra o São Caetano no dia 4 de junho, no Serejão.
Além de Victor, neste mesmo jogo, o preparador físico do Duque de Caxias, Joelton Urtiga, também foi denunciado. O relato da expulsão foi da seguinte forma: “ Expulso por depois de ser advertido por mim verbalmente continuar a gesticular, com os braços, para cima e dizer as seguintes palavras: ‘foi falta p..., você ta cego”.
O membro da comissão técnica do time da Baixada Fluminense foi denunciado no artigo 258 do CBJD (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras deste Código) e pode ser punido de um a seis jogos.
Jobson longe do Botafogo
Desentendimento entre Luiz Estevão e diretoria botafoguense inviabiliza o retorno do atacante ao Alvinegro
O retorno do atacante Jobson ao Botafogo, que era dado como certa pela diretoria alvinegro, ficou mais difícil. Tudo por conta do desentendimento entre o patrono do Brasiliense, Luiz Estevão, e a diretoria do clube carioca, que não gostou do fato de a proposta ter se tornado pública.
Em entrevista ao jornal Correio Braziliense de hoje, Luiz Estevão explicou a decisão em divulgar a proposta do Botafogo, que era de pagar R$ 300 mil pelo empréstimo de Jobson até o fim do ano e depois mais R$ 400 mil para o empréstimo ser renovado por mais uma temporada.
Luiz Estevão ironizou a proposta do Botafogo e revelou que clubes de fora do país estão interessados no atacante.
"Com esse tipo de contrato eu compro o time do Botafogo inteiro. Com essa modalidade de contrato não dá. E também não fizemos contraproposta".
Jobson ainda cumpre suspensão imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva por uso de crack e só poderá voltar ao futebol em julho, depois da Copa do Mundo. O empresário Antenor Joaquim espera resolver o futuro do atacante o quanto antes, para que ele possa treinar no novo clube já durante o Mundial da África do Sul.
O retorno do atacante Jobson ao Botafogo, que era dado como certa pela diretoria alvinegro, ficou mais difícil. Tudo por conta do desentendimento entre o patrono do Brasiliense, Luiz Estevão, e a diretoria do clube carioca, que não gostou do fato de a proposta ter se tornado pública.
Em entrevista ao jornal Correio Braziliense de hoje, Luiz Estevão explicou a decisão em divulgar a proposta do Botafogo, que era de pagar R$ 300 mil pelo empréstimo de Jobson até o fim do ano e depois mais R$ 400 mil para o empréstimo ser renovado por mais uma temporada.
Luiz Estevão ironizou a proposta do Botafogo e revelou que clubes de fora do país estão interessados no atacante.
"Com esse tipo de contrato eu compro o time do Botafogo inteiro. Com essa modalidade de contrato não dá. E também não fizemos contraproposta".
Jobson ainda cumpre suspensão imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva por uso de crack e só poderá voltar ao futebol em julho, depois da Copa do Mundo. O empresário Antenor Joaquim espera resolver o futuro do atacante o quanto antes, para que ele possa treinar no novo clube já durante o Mundial da África do Sul.
Nilson Nelson é interditado
Se houver a necessidade do jogo final, Alex terá que atuar distante dos torcedores brasilienses. Nenhum ginásio local atende às exigências para uma final de campeonatoCrédito: Cadu Gomes/Divulgação
Depois da confusão de ontem entre torcedores do Universo e os jogadores do Fla, o nosso principal ginásio de esportes é fechado
Se a decisão do Novo Basquete Brasil (NBB) chegar ao quinto e decisivo jogo, o Universo terá que procurar um novo local para mandar a partida.
Após a confusão entre os torcedores da equipe da casa e jogadores do Flamengo, ontem, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) resolveu interditar o Ginásio Nilson Nelson por tempo indeterminado, até que sejam tomadas as devidas providências.
Dessa forma, o Universo não poderá mandar a quinta partida da final do NBB, caso esta aconteça, no Nilson Nelson. A opção do time candango seria o ginásio da Asceb, onde jogou toda a competição, mas a sua capacidade é para apenas três mil pessoas, o que o torna incompatível. Por conta dessa interdição, o Universo será obrigado a atuar em outra cidade.
"Aleguei no pedido que houve uma falta de ordem e que o caso é análogo ao do Coritiba na última rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado. O ginásio não tem condições de receber uma final. Antes da denúncia ser elaborada, entramos com essa medida cautelar para que o estádio seja interditado imediatamente", explicou o procurador-geral do STJD de basquete, Marcelo Jucá.
A confusão começou logo após o final do jogo, quando torcedores invadiram a quadra para comemorar a vitória da equipe da casa por apenas um ponto no jogo 3 da série.
Com jogadores do Flamengo ainda em quadra, as provocações foram inevitáveis, assim como a troca de agressões. No fim, o pivô Wagner, do time carioca, foi para os vestiários sangrando e um torcedor ficou estendido na quadra, também com ferimentos. Objetos também foram atirados nos atletas flamenguistas.
Universo e Flamengo voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira, no Rio de Janeiro. Em caso de vitória brasiliense, o time fica com o título do NBB. Mas se o Rubro-negro vencer, força a quinta e última partida, que está marcada para o próximo, agora sem local definido.
Jacaré tem desfalques em Bragança
O Brasiliense, que sofreu a síndrome dos 48 minutos do segundo tempo, já se encontra em São Paulo. Amanhã, às 21h50, o time de Roberto Fernandes encara o Bragantino em Bragança Paulista, em confronto válido pela sexta rodada do primeiro turno do Brasileiro - Série B.
Mas a situação do Jacaré não é das mais tranquilas a esta altura dos acontecimentos. Isto porque, o técnico Roberto Fernandes não poderá escalar quatro dos seus homens de confiança, sendo três motivado por suspensão e outro por lesão muscular.
Dois dos ausentes são atacantes: Jean e Aloísio Chulapa. O outro é o lateral-direito Sidny. Já por suspensão, o volante Michel Schmoller também não participará desse jogo.
Mas, nem tudo é notícia ruim pelos lados da Boca do Jacaré. Após cumprir suspensão automática contra o Figueirense, no sábado passado, Iranildo está de volta ao time amarelo.
Com todos esses problemas certamente o técnico Roberto Fernandes terá dificuldades para montar sua equipe. É provável que o time jogue de forma mais cautelosa. A tendência também que o sistema defensivo seja formado por três zagueiros.
No meio campo, Alisson deve herdar a vaga de Michel. Quem pode ganhar uma chance é o lateral Ruy. No ataque, Bebeto poderá ter a companhia do atacante paraibano Beto, ou até mesmo o meio campista Rosembrinck atuando mais avançado.
A mais provável formação do Jacaré deverá ser esta: Eduardo; César Gaúcho, Dezinho e Santiago; Cicinho (Ruy), Deda, Alisson (Pedro Ayub), Thiaguinho, Iranildo e William; Bebeto e Beto (Rosembrinck).
Depois de enfrentar o Bragantino, amanhã, na sessão coruja, os comandados de Roberto Fernandes voltarão a campo para receberem o São Caetano. Será no sábado, às 16h10, no Serejão, em Taguatinga.
Antes que me esqueça: depois desse jogo com o São Caetano, o Brasiliense só voltará a campo depois do Mundial da África do Sul. A exemplo do que acontecerá com os demais clubes das séries A e B.
Bragantino e Brasiliense já se enfrentaram quatro vezes. Foram três vitórias do time candango e uma vitória da equipe do Bragantino. Em 2009, o Jacaré venceu os dois confrontos, ambos por 2 x 1. A última partida foi no Nabizão, com gols de Juninho e Fábio Junior, com Paulinho descontando para o time paulista.
Mas a situação do Jacaré não é das mais tranquilas a esta altura dos acontecimentos. Isto porque, o técnico Roberto Fernandes não poderá escalar quatro dos seus homens de confiança, sendo três motivado por suspensão e outro por lesão muscular.
Dois dos ausentes são atacantes: Jean e Aloísio Chulapa. O outro é o lateral-direito Sidny. Já por suspensão, o volante Michel Schmoller também não participará desse jogo.
Mas, nem tudo é notícia ruim pelos lados da Boca do Jacaré. Após cumprir suspensão automática contra o Figueirense, no sábado passado, Iranildo está de volta ao time amarelo.
Com todos esses problemas certamente o técnico Roberto Fernandes terá dificuldades para montar sua equipe. É provável que o time jogue de forma mais cautelosa. A tendência também que o sistema defensivo seja formado por três zagueiros.
No meio campo, Alisson deve herdar a vaga de Michel. Quem pode ganhar uma chance é o lateral Ruy. No ataque, Bebeto poderá ter a companhia do atacante paraibano Beto, ou até mesmo o meio campista Rosembrinck atuando mais avançado.
A mais provável formação do Jacaré deverá ser esta: Eduardo; César Gaúcho, Dezinho e Santiago; Cicinho (Ruy), Deda, Alisson (Pedro Ayub), Thiaguinho, Iranildo e William; Bebeto e Beto (Rosembrinck).
Depois de enfrentar o Bragantino, amanhã, na sessão coruja, os comandados de Roberto Fernandes voltarão a campo para receberem o São Caetano. Será no sábado, às 16h10, no Serejão, em Taguatinga.
Antes que me esqueça: depois desse jogo com o São Caetano, o Brasiliense só voltará a campo depois do Mundial da África do Sul. A exemplo do que acontecerá com os demais clubes das séries A e B.
Bragantino e Brasiliense já se enfrentaram quatro vezes. Foram três vitórias do time candango e uma vitória da equipe do Bragantino. Em 2009, o Jacaré venceu os dois confrontos, ambos por 2 x 1. A última partida foi no Nabizão, com gols de Juninho e Fábio Junior, com Paulinho descontando para o time paulista.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Coxa já está em Joinville
A delegação do Coritiba, composta por 18 jogadores e mais os membros da comissão técnica, já se encontra em Joinville, no interior de Santa Catarina, visando o jogo desta terça-feira contra o Brasiliense, valendo pela quarta rodada da Série B do CampeonatoBrasileiro.
A viagem de 80 quilômetros começou às 9h e a chegada ocorreu pouco antes do meio dia. Os jogadores realizam um rápido treino de reconhecimento do gramado da Arena Joinville e se concentram logo em seguida.
Sem ainda contar com Marcos Aurélio, Renatinho e Pereira devido a lesões, Ney tem a volta de Geraldo. O angolano retorna após ser convocado para a seleção do seu país para o amistoso com o México. Por causa do terceiro cartão amarelo, Leandro Donizete também é desfalque.
Eis os jogadores relacionados para o confronto contra o Jacaré:
Goleiros: Edson Bastos e Vanderlei;
Zagueiros: Jeci, Lucas Mendes e Demerson;
Laterais: Ângelo, Triguinho e Fabinho Capixaba;
Volantes: Marcos Paulo, Andrade e William;
Meias: Rafinha, Enrico, Geraldo, Jefferson, Tiago Real e Dudu;
Atacante: Ariel Nahuelpan.
Segundo o sorteio efetuado pela Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol (Conaf), o árbitro do duelo entre paranaenses e brasilienses será Célio Amorim, de Santa Catarina, Aspirante à FIFA.
Igualmente os assistentes são de Santa Catarina: Claudemir Maffessoni e Fernando Lopes. O quarto árbitro será Carlos Vieira Arêas (SC).
A viagem de 80 quilômetros começou às 9h e a chegada ocorreu pouco antes do meio dia. Os jogadores realizam um rápido treino de reconhecimento do gramado da Arena Joinville e se concentram logo em seguida.
Sem ainda contar com Marcos Aurélio, Renatinho e Pereira devido a lesões, Ney tem a volta de Geraldo. O angolano retorna após ser convocado para a seleção do seu país para o amistoso com o México. Por causa do terceiro cartão amarelo, Leandro Donizete também é desfalque.
Eis os jogadores relacionados para o confronto contra o Jacaré:
Goleiros: Edson Bastos e Vanderlei;
Zagueiros: Jeci, Lucas Mendes e Demerson;
Laterais: Ângelo, Triguinho e Fabinho Capixaba;
Volantes: Marcos Paulo, Andrade e William;
Meias: Rafinha, Enrico, Geraldo, Jefferson, Tiago Real e Dudu;
Atacante: Ariel Nahuelpan.
Segundo o sorteio efetuado pela Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol (Conaf), o árbitro do duelo entre paranaenses e brasilienses será Célio Amorim, de Santa Catarina, Aspirante à FIFA.
Igualmente os assistentes são de Santa Catarina: Claudemir Maffessoni e Fernando Lopes. O quarto árbitro será Carlos Vieira Arêas (SC).
Jeci mantém confiança na equipe
O capitão coxa-branca (foto) acredita que o Verdão vai dar volta por cima e terminar a Série B com uma boa campanhaNo primeiro jogo, em Joinville, Jeci gostou da presença do público. "O pessoal veio, compareceu, nos deu um apoio legal. O bacana é que está tendo o reconhecimento que a equipe está batalhando, vem buscando as vitórias, jogando pra cima, independente de ser fora ou em casa", contou o ex-zagueiro do Palmeiras.
Mesmo sem vitórias, ele acredita que o time tem tudo para ir bem, mas é preciso vencer. "Eu estou bem tranquilo, ciente de que a equipe vem evoluindo. A gente toma, mas faz também. A partir do momento que vencer os jogos essa facilidade vai aumentar para nós", diz.
"Quando você trata de jogar pra frente, igual a gente vem jogando, em busca da vitória, você fica exposto. É normal. Fiquei muito chateado no primeiro jogo por ter tomado gols por dentro, mas conversamos e corrigimos isso. Depois tomamos gols de bola parada. Isso é normal no futebol. Só sai gol porque tem erros e a equipe que aproveitar acaba fazendo os gols", completou.
Nas três primeiras rodadas a equipe teve muitos desfalques e no setor defensivo o zagueiro Pereira é quem está fora.
"O Pereira, principalmente nós aqui dentro, sabemos muito da qualidade dele. É um cara experiente, que ajuda a orientar. Mas quem entrou foi bem. O Demerson e o Lucas também foram bem. Independente de quem joga está indo bem", finalizou Jeci.
Vai ser mais um jogo dificil
Ney Franco (foto) prevê dificuldades nesta terça-feira diante do BrasilienseO Coritiba encara o Brasiliense, vice-campeão do DF, nesta terça-feira, em Joinville, no interior catarinense, em partida válida pela quarta rodada do Brasileiro.
O técnico Ney Franco sabe que a equipe terá dificuldades, mas também acredita em um time mais solto na Arena Joinville, em busca da primeira vitória na competição.
O adversário, segundo ele, conta com atletas conhecidos. "É uma equipe experiente, tem o Iranildo, o Aloísio, perderam o goleiro e já tem o Eduardo de substituo", avalia. "Tem uma caracteristica na Série B, sempre fazendo boas campanhas, já teve um acesso a Série A", emendou.
"Vai ser mais um jogo dificil. Estamos fazendo todo um planejamento, e temos que buscar o resultado. Estamos jogando até bem, mas precisamos encaixar esse resultado para que a gente possa se posicionar melhor na tabela", prevê.
"O início dessa série B reservou uma série de suspresas e perdemos alguns atletas", diz. "No momento em que a gente tiver todo o grupo disponivel para jogo a gente fica com boas opções. Estamos resgatando alguns atletas. Enrico entrou bem no último jogo e Jefferson foi uma boa contratação. A hora que eu tiver todos à disposição fica muito mais fácil", completou.
Aos poucos, na visão do técnico, a equipe acaba se acostumando a jogar em Joinville. "Eu acho que tem que ser favorável. Nós que temos que nos adaptar. Já passamos por treinamentos e por um jogo lá e a tendência é a equipe a cada dia jogar melhor naquele campo. A adaptação e a acomodação na parte técnica já acontece no próximo jogo. As medidas do campo fazem uma partida mais truncanda. No último jogo tivemos problemas por ter um a menos", lembrou.
O técnico Ney Franco sabe que a equipe terá dificuldades, mas também acredita em um time mais solto na Arena Joinville, em busca da primeira vitória na competição.
O adversário, segundo ele, conta com atletas conhecidos. "É uma equipe experiente, tem o Iranildo, o Aloísio, perderam o goleiro e já tem o Eduardo de substituo", avalia. "Tem uma caracteristica na Série B, sempre fazendo boas campanhas, já teve um acesso a Série A", emendou.
"Vai ser mais um jogo dificil. Estamos fazendo todo um planejamento, e temos que buscar o resultado. Estamos jogando até bem, mas precisamos encaixar esse resultado para que a gente possa se posicionar melhor na tabela", prevê.
"O início dessa série B reservou uma série de suspresas e perdemos alguns atletas", diz. "No momento em que a gente tiver todo o grupo disponivel para jogo a gente fica com boas opções. Estamos resgatando alguns atletas. Enrico entrou bem no último jogo e Jefferson foi uma boa contratação. A hora que eu tiver todos à disposição fica muito mais fácil", completou.
Aos poucos, na visão do técnico, a equipe acaba se acostumando a jogar em Joinville. "Eu acho que tem que ser favorável. Nós que temos que nos adaptar. Já passamos por treinamentos e por um jogo lá e a tendência é a equipe a cada dia jogar melhor naquele campo. A adaptação e a acomodação na parte técnica já acontece no próximo jogo. As medidas do campo fazem uma partida mais truncanda. No último jogo tivemos problemas por ter um a menos", lembrou.
E Ney Franco emendou: "Temos todas as condições de fazermos uma boa campanha nos próximos nove jogos. Temos competência de vencê-los".
O treinador terá desfalques e o retorno de Rafinha. "Temos algumas opções para este jogo. Mesmo com a ausência do Leandro, temos o retorno do Rafinha. Podemos fazer uma substituição simples, colocar o Andrade no lugar do Donizete ou talvez colocar uma equipe com caracteristicas mais ofensivas no lugar do Donizete".
E Ney acredita que logo o time irá vencer e buscar um caminho de sucesso na competição. "É uma equipe que está criando, pena que não tivemos competência para vencer. Mas a equipe tem um perfil e caracteristicas interessantes e condições de evoluir".
Ainda segundo ele, "em alguns momentos se você entrar só na questão dos números de gols tomados você pode dar um passo atrás. Tem que analisar as circunstâncias do jogo, adversário. Lógico que você precisa de um cuidado para não sofrer gols que a gente vem sofrendo", finalizou o treinador.
O treinador terá desfalques e o retorno de Rafinha. "Temos algumas opções para este jogo. Mesmo com a ausência do Leandro, temos o retorno do Rafinha. Podemos fazer uma substituição simples, colocar o Andrade no lugar do Donizete ou talvez colocar uma equipe com caracteristicas mais ofensivas no lugar do Donizete".
E Ney acredita que logo o time irá vencer e buscar um caminho de sucesso na competição. "É uma equipe que está criando, pena que não tivemos competência para vencer. Mas a equipe tem um perfil e caracteristicas interessantes e condições de evoluir".
Ainda segundo ele, "em alguns momentos se você entrar só na questão dos números de gols tomados você pode dar um passo atrás. Tem que analisar as circunstâncias do jogo, adversário. Lógico que você precisa de um cuidado para não sofrer gols que a gente vem sofrendo", finalizou o treinador.
Expulsões preocupam o Jacaré
Em três partidas, o Jacaré já recebeu três cartões vermelhos e, novamente, não poderá repetir a escalação
O Brasiliense precisou de apenas três jogos nesta Série B para esquecer o pesadelo da perda do título candango para o Ceilândia.
Com sete pontos conquistados em nove possíveis, o Jacaré é um dos líderes da competição e tem pela frente amanhã, às 21h, mais um desafio contra um dos favoritos ao acesso: encara o Coritiba, em Joinville.
Porém, mais do que se preocupar com o adversário, o time de Taguatinga viajou ontem com a missão de conseguir terminar a partida com os 11 jogadores em campo.
Isso porque, em três jogos até aqui, o Brasiliense teve nada menos que três expulsões. As duas primeiras vieram no confronto com o Santo André, na segunda rodada.
Com sete pontos conquistados em nove possíveis, o Jacaré é um dos líderes da competição e tem pela frente amanhã, às 21h, mais um desafio contra um dos favoritos ao acesso: encara o Coritiba, em Joinville.
Porém, mais do que se preocupar com o adversário, o time de Taguatinga viajou ontem com a missão de conseguir terminar a partida com os 11 jogadores em campo.
Isso porque, em três jogos até aqui, o Brasiliense teve nada menos que três expulsões. As duas primeiras vieram no confronto com o Santo André, na segunda rodada.
Na vitória de 2 x 0 sobre o Duque de Caxias, no sábado, foi a vez de o estreante Victor (1)deixar o campo mais cedo, após acertar o peito do adversário com a sola da chuteira.
Pelo menos por enquanto, a inferioridade numérica não fez grandes males ao Jacaré, mas já está deixando os jogadores preocupados.
‘‘Mostramos contra o Duque de Caxias que temos chances, sim, de subir. Mas temos que fazer tudo certinho, jogar com inteligência. Vamos ver se conseguimos encerrar o jogo com o Coritiba com 11 jogadores, porque contra um time mais qualificado ficar com jogador a menos pode complicar’’, alerta o goleiro Eduardo.
Outro que demonstrou preocupação com a indisciplina dos jogadores foi o homem forte do clube, Luiz Estevão. Após o triunfo sobre o Duque de Caxias, ele lembrou que deixar o campo com cartão vermelho, além de prejudicar a equipe, pesa no bolso.
“Isso é ruim. Contra o Santo André tivemos de buscar um empate milagroso. Hoje (sábado), todo mundo pode ver que o Brasiliense mudou totalmente o jeito de jogar depois da expulsão. Temos que mudar, até porque cada jogador expulso tem prejuízo de R$ 3 mil”, lembrou Luiz Estevão. A regra no clube é: quem é expulso não recebe o bicho relativo à vitória.
Se tem gente preocupada com as expulsões, há quem esteja rindo à toa e esperançoso com a chance de assumir uma vaga na equipe titular.
O atacante Jean entrou no lugar de Aloísio aos 21 minutos da primeira etapa no jogo contra o Duque de Caxias e recebeu elogios do técnico Roberto Fernandes.
“Estou fazendo meu trabalho. Eu tinha conversado com o professor durante a semana e sabia que não conseguiria jogar uma partida completa. Mas contra o Duque eu aguentei quase a partida inteira e pude ajudar meus companheiros”, vibrou Jean.
A chance de ele jogar aumenta, até porque Aloísio deixou o campo sentindo dores musculares e o substituto imediato, Vanderlei, está desde a semana passada entregue ao Departamento Médico do clube.
Pelo menos por enquanto, a inferioridade numérica não fez grandes males ao Jacaré, mas já está deixando os jogadores preocupados.
‘‘Mostramos contra o Duque de Caxias que temos chances, sim, de subir. Mas temos que fazer tudo certinho, jogar com inteligência. Vamos ver se conseguimos encerrar o jogo com o Coritiba com 11 jogadores, porque contra um time mais qualificado ficar com jogador a menos pode complicar’’, alerta o goleiro Eduardo.
Outro que demonstrou preocupação com a indisciplina dos jogadores foi o homem forte do clube, Luiz Estevão. Após o triunfo sobre o Duque de Caxias, ele lembrou que deixar o campo com cartão vermelho, além de prejudicar a equipe, pesa no bolso.
“Isso é ruim. Contra o Santo André tivemos de buscar um empate milagroso. Hoje (sábado), todo mundo pode ver que o Brasiliense mudou totalmente o jeito de jogar depois da expulsão. Temos que mudar, até porque cada jogador expulso tem prejuízo de R$ 3 mil”, lembrou Luiz Estevão. A regra no clube é: quem é expulso não recebe o bicho relativo à vitória.
Se tem gente preocupada com as expulsões, há quem esteja rindo à toa e esperançoso com a chance de assumir uma vaga na equipe titular.
O atacante Jean entrou no lugar de Aloísio aos 21 minutos da primeira etapa no jogo contra o Duque de Caxias e recebeu elogios do técnico Roberto Fernandes.
“Estou fazendo meu trabalho. Eu tinha conversado com o professor durante a semana e sabia que não conseguiria jogar uma partida completa. Mas contra o Duque eu aguentei quase a partida inteira e pude ajudar meus companheiros”, vibrou Jean.
A chance de ele jogar aumenta, até porque Aloísio deixou o campo sentindo dores musculares e o substituto imediato, Vanderlei, está desde a semana passada entregue ao Departamento Médico do clube.
Bebeto quer time atento
Bebeto (em ação contra o Sport) já defendeu o Paraná Clube e conhece bem o poderio do Coxa, apesar de o confronto ser disputado no interior de Santa CatarinaCrédito: AdalbertoMarques.com
Com uma passagem pelo futebol paranaense no currículo, o atacante Bebeto conhece bem o adversário desta terça-feira, em partida válida pela 4ª rodada da Série B.
"O Coritiba é um time que não vem com um bom retrospecto, então, temos que buscar formas de neutralizar as jogadas deles para buscar um resultado favorável", destaca o atacante, que afirma que um empate contra o Coxa em Santa Catarina não seria um mau resultado.
O camisa 11 enumera quem são os jogadores que demandam especial atenção do Jacaré: "O Ariel é o jogador que segura a bola na frente e a referência na grande área. O Edson Bastos é um goleiro muito experiente, que tem feto um grande trabalho. Mas com certeza o professor Roberto Fernandes vai buscar a melhor formação para tentarmos sair de lá com pontos a somar".
Na avaliação de Bebeto, o fato do Coritiba mandar o jogo em Joinville, num terça-feira, às 21h, pode fazer com que o torcedor não compareça tanto quanto se o jogo fosse no Couto Pereira.
"Sabemos que eles tem um bom retrospecto em casa, e o fato de estarem mandando o jogo há 80km de distância de Curitiba pode fazer com que poucos torcedores prestigiem o jogo", pondera.
Sobre a partida de sábado, Bebeto avalia que marcou um gol importante para consolidar a vitória do Jacaré, e ainda analisou sua performance na lateral-esquerda, quando da expulsão de Victor.
"Além de estar bem fisicamente, tenho facilidade para voltar mais um pouco. Tenho esta característica de fazer várias funções dentro do jogo, e, no que precisar, estarei à disposição".
"O Coritiba é um time que não vem com um bom retrospecto, então, temos que buscar formas de neutralizar as jogadas deles para buscar um resultado favorável", destaca o atacante, que afirma que um empate contra o Coxa em Santa Catarina não seria um mau resultado.
O camisa 11 enumera quem são os jogadores que demandam especial atenção do Jacaré: "O Ariel é o jogador que segura a bola na frente e a referência na grande área. O Edson Bastos é um goleiro muito experiente, que tem feto um grande trabalho. Mas com certeza o professor Roberto Fernandes vai buscar a melhor formação para tentarmos sair de lá com pontos a somar".
Na avaliação de Bebeto, o fato do Coritiba mandar o jogo em Joinville, num terça-feira, às 21h, pode fazer com que o torcedor não compareça tanto quanto se o jogo fosse no Couto Pereira.
"Sabemos que eles tem um bom retrospecto em casa, e o fato de estarem mandando o jogo há 80km de distância de Curitiba pode fazer com que poucos torcedores prestigiem o jogo", pondera.
Sobre a partida de sábado, Bebeto avalia que marcou um gol importante para consolidar a vitória do Jacaré, e ainda analisou sua performance na lateral-esquerda, quando da expulsão de Victor.
"Além de estar bem fisicamente, tenho facilidade para voltar mais um pouco. Tenho esta característica de fazer várias funções dentro do jogo, e, no que precisar, estarei à disposição".
Coritiba é um adversário mais difícil
Apesar de saber que não poderá escalar o atacante Aloísio, o técnico Roberto Fernandes (foto), decidiu só fornecer a escalação do seu time momentos antes da partida em Joinville (SC)Crédito: AdalbertoMarques.com
O técnico Roberto Fernandes afirma que o Brasiliense enfrenta, na terça-feira, o adversário mais complicado da temporada.
"Sem desmerecer Santo André, Sport, os demais times que enfrentamos no Estadual, mas este jogo vai ser o mais difícil até o momento. O Coritiba é um time de muita tradição, que acaba de vir da Série A, mas que se encontra pressionado pela vitória, numa situação desconfortável. Temos que postar nosso time para tirar os espaços deles e aproveitar os contra-ataques", aponta o treinador.
O comandante amarelo salientou que as diversas alternativas que o Brasiliense vem encontrando para driblar expulsões e suspensões reforçam a qualidade do elenco.
"Estamos com os pés no chão, cientes de que ainda tem muito pela frente, mas o jogo contra o Duque de Caxias reforçou a máxima que time ganha jogo, e é com elenco que se consegue o acesso. Nosso grupo está se fortalecendo, e vamos com humildade, aos poucos, pelas beiradas".
Fernandes adiantou, inclusive, que pode vir a fazer mudanças na equipe por conta do que observou nos últimos treinos e jogos.
"Para o jogo contra o Coritiba, naturalmente teríamos a volta de Alisson e Willian, mas terei que analisar. Gostei muito da atuação do Deda, então vamos pesar tudo isso até a hora do jogo".
Sobre a vitória sobre o Duque de Caxias, o técnico classifica como um resultado importante para o seguimento da temporada.
"O objetivo, depois de fazer o placar, era correr atrás de uma certa gordura, o que, por consequência, nos faria dormir na liderança. Mas faltou um pouco mais de capricho na hora de buscar o terceiro gol, porque tivemos diversos contra-ataques. Mas não posso cobrar mais porque entendo a necessidade em ter que recompor o setor defensivo também".
"Sem desmerecer Santo André, Sport, os demais times que enfrentamos no Estadual, mas este jogo vai ser o mais difícil até o momento. O Coritiba é um time de muita tradição, que acaba de vir da Série A, mas que se encontra pressionado pela vitória, numa situação desconfortável. Temos que postar nosso time para tirar os espaços deles e aproveitar os contra-ataques", aponta o treinador.
O comandante amarelo salientou que as diversas alternativas que o Brasiliense vem encontrando para driblar expulsões e suspensões reforçam a qualidade do elenco.
"Estamos com os pés no chão, cientes de que ainda tem muito pela frente, mas o jogo contra o Duque de Caxias reforçou a máxima que time ganha jogo, e é com elenco que se consegue o acesso. Nosso grupo está se fortalecendo, e vamos com humildade, aos poucos, pelas beiradas".
Fernandes adiantou, inclusive, que pode vir a fazer mudanças na equipe por conta do que observou nos últimos treinos e jogos.
"Para o jogo contra o Coritiba, naturalmente teríamos a volta de Alisson e Willian, mas terei que analisar. Gostei muito da atuação do Deda, então vamos pesar tudo isso até a hora do jogo".
Sobre a vitória sobre o Duque de Caxias, o técnico classifica como um resultado importante para o seguimento da temporada.
"O objetivo, depois de fazer o placar, era correr atrás de uma certa gordura, o que, por consequência, nos faria dormir na liderança. Mas faltou um pouco mais de capricho na hora de buscar o terceiro gol, porque tivemos diversos contra-ataques. Mas não posso cobrar mais porque entendo a necessidade em ter que recompor o setor defensivo também".
DM explica lesão de Aloísio
Não foi só a contratura na musculatura do adutor da coxa direita que tirou o atacante Aloísio do jogo contra o Coritiba: o curto espaço de tempo entre as duas partidas também impediu que o jogador fosse relacionado.
"O Aloísio sentiu um desconforto no coletivo de quinta-feira, e foi poupado no treino de sexta. No início do jogo, ele sentiu uma fisgada no adutor e ainda tentou ficar no jogo, mas não deu para ele", explica o dr. Fabiano Dutra, médico do Brasiliense.
"O Aloísio só foi vetado por não teríamos tempo para tratá-lo bem. Por isso, optamos por mantê-lo aqui e iniciar o tratamento durante esta semana".
Aloísio já está em tratamento em desde domingo e será reavaliado na quinta-feira para saber se terá condições de voltar ao time para o jogo contra o Figueirense, no próximo sábado.
"Existem grandes chances de ele ir para o jogo, mas só vamos definir isso depois da reavaliação. A princípio, ele é dúvida", avisa o especialista.
Com a ausência de Aloísio, o Jacaré começará o jogo desta terça-feira, no interior catarinense, com a dupla Jean e Bebeto formando o ataque, enquanto o paraibano Beto será o reserva imediato dos dois.
"O Aloísio sentiu um desconforto no coletivo de quinta-feira, e foi poupado no treino de sexta. No início do jogo, ele sentiu uma fisgada no adutor e ainda tentou ficar no jogo, mas não deu para ele", explica o dr. Fabiano Dutra, médico do Brasiliense.
"O Aloísio só foi vetado por não teríamos tempo para tratá-lo bem. Por isso, optamos por mantê-lo aqui e iniciar o tratamento durante esta semana".
Aloísio já está em tratamento em desde domingo e será reavaliado na quinta-feira para saber se terá condições de voltar ao time para o jogo contra o Figueirense, no próximo sábado.
"Existem grandes chances de ele ir para o jogo, mas só vamos definir isso depois da reavaliação. A princípio, ele é dúvida", avisa o especialista.
Com a ausência de Aloísio, o Jacaré começará o jogo desta terça-feira, no interior catarinense, com a dupla Jean e Bebeto formando o ataque, enquanto o paraibano Beto será o reserva imediato dos dois.
Proposta protege aprendizes e clubes formadores
Ainda sem um instrumento legal que garanta aos clubes a permanência de seus talentos, o Santos teve de se movimentar para manter na equipe as duas principais revelações do futebol brasileiro no momento - Neymar e Paulo Henrique Ganso -, assediados pelo Manchester City, da Inglaterra.
Para desestimular uma transferência para o exterior, o clube paulista incluiu multas rescisórias multimilionárias nos seus contratos: 50 milhões de euros (cerca de R$ 110 milhões) para Ganso, em contrato até 2015, e 35 milhões de euros (cerca de R$ 80 milhões) para Neymar, contratado até 2014.
Esse tipo de artifício pode se tornar desnecessário se forem aprovadas as alterações na Lei Pelé (Lei 9.615/1998).
O projeto, atualmente em discussão no Senado, estabelece o direito de o clube formador celebrar o primeiro contrato, por três anos, com o atleta formado, além de limites para as multas indenizatórias nas transferências nacionais.
O jogador desistente teria de pagar dois mil salários mensais ao clube. A proposta também estipula a multa a que o jogador poderá ter direito se o clube rescindir o contrato.
Ele pode variar de um mínimo de 100% do restante a ser pago até o término do acordo e um máximo de 400 salários mensais. Para as transferências internacionais, não haveria limite para pactuar multas.
O projeto garante ainda aos clubes formadores uma compensação pelo que investiu no atleta: até 5% do valor envolvido em cada transferência nacional, sendo 1% por ano de formação de jogador de 14 a 17 anos e 0,5% quando a idade for de 18 ou 19 anos.
Existem mecanismos de compensação para as transferências internacionais. Mas um caso que se tornou clássico da falta de proteção legal ao clube formador foi o do Grêmio.
Um dos jogadores brasileiros de maior sucesso da década, Ronaldinho Gaúcho, revelado pelo clube, deixou o time em 2001 para jogar no Paris Saint-Germain, da França. Na época, o clube gaúcho acabou não recebendo nada pela transferência.
“A força do futebol é a força dos ídolos, e estamos tirando do nosso torcedor o direito de cultuar esse ídolo por mais tempo. O nosso torcedor parece aquele sujeito que está apaixonado por uma mulher, mas não pode pedi-la em casamento porque ela vai deixá-lo”, afirmou Dagoberto Santos, secretário-executivo do Clube dos 13, que na verdade representa os 20 principais clubes do futebol brasileiro.
Em recente debate na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Dagoberto defendeu a aprovação do projeto, lembrando que o texto reproduz consenso entre clubes e entidades representativas dos atletas.
O presidente da Federação Nacional dos Atletas, Alfredo Sampaio, também elogiou a proposta. Ele disse que a revogação do passe com a Lei Pelé "acabou sendo um tiro no pé".
“Queríamos a liberdade para os atletas, mas eles se prenderam por força da ação dos empresários e por força da forma como o futebol está sendo gerido”, opinou.
Já o ministro do Esporte, Orlando Silva, destacou as novas obrigações que o projeto traz para clubes e entidades com o intuito de dar mais transparência à administração desportiva.
A proposta determina a publicação de balanços, seguindo os padrões do Conselho Federal de Contabilidade, separando às partes social e profissional. Essas contas também deverão passar por auditoria independente.
“Parte das dificuldades que enfrentamos hoje, no futebol inclusive, diz respeito à não definição clara que dirigentes têm com equívocos, erros praticados, quando à frente dessas entidades”, afirmou o ministro.
Com: Rafael Faria / Jornal do Senado
Para desestimular uma transferência para o exterior, o clube paulista incluiu multas rescisórias multimilionárias nos seus contratos: 50 milhões de euros (cerca de R$ 110 milhões) para Ganso, em contrato até 2015, e 35 milhões de euros (cerca de R$ 80 milhões) para Neymar, contratado até 2014.
Esse tipo de artifício pode se tornar desnecessário se forem aprovadas as alterações na Lei Pelé (Lei 9.615/1998).
O projeto, atualmente em discussão no Senado, estabelece o direito de o clube formador celebrar o primeiro contrato, por três anos, com o atleta formado, além de limites para as multas indenizatórias nas transferências nacionais.
O jogador desistente teria de pagar dois mil salários mensais ao clube. A proposta também estipula a multa a que o jogador poderá ter direito se o clube rescindir o contrato.
Ele pode variar de um mínimo de 100% do restante a ser pago até o término do acordo e um máximo de 400 salários mensais. Para as transferências internacionais, não haveria limite para pactuar multas.
O projeto garante ainda aos clubes formadores uma compensação pelo que investiu no atleta: até 5% do valor envolvido em cada transferência nacional, sendo 1% por ano de formação de jogador de 14 a 17 anos e 0,5% quando a idade for de 18 ou 19 anos.
Existem mecanismos de compensação para as transferências internacionais. Mas um caso que se tornou clássico da falta de proteção legal ao clube formador foi o do Grêmio.
Um dos jogadores brasileiros de maior sucesso da década, Ronaldinho Gaúcho, revelado pelo clube, deixou o time em 2001 para jogar no Paris Saint-Germain, da França. Na época, o clube gaúcho acabou não recebendo nada pela transferência.
“A força do futebol é a força dos ídolos, e estamos tirando do nosso torcedor o direito de cultuar esse ídolo por mais tempo. O nosso torcedor parece aquele sujeito que está apaixonado por uma mulher, mas não pode pedi-la em casamento porque ela vai deixá-lo”, afirmou Dagoberto Santos, secretário-executivo do Clube dos 13, que na verdade representa os 20 principais clubes do futebol brasileiro.
Em recente debate na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Dagoberto defendeu a aprovação do projeto, lembrando que o texto reproduz consenso entre clubes e entidades representativas dos atletas.
O presidente da Federação Nacional dos Atletas, Alfredo Sampaio, também elogiou a proposta. Ele disse que a revogação do passe com a Lei Pelé "acabou sendo um tiro no pé".
“Queríamos a liberdade para os atletas, mas eles se prenderam por força da ação dos empresários e por força da forma como o futebol está sendo gerido”, opinou.
Já o ministro do Esporte, Orlando Silva, destacou as novas obrigações que o projeto traz para clubes e entidades com o intuito de dar mais transparência à administração desportiva.
A proposta determina a publicação de balanços, seguindo os padrões do Conselho Federal de Contabilidade, separando às partes social e profissional. Essas contas também deverão passar por auditoria independente.
“Parte das dificuldades que enfrentamos hoje, no futebol inclusive, diz respeito à não definição clara que dirigentes têm com equívocos, erros praticados, quando à frente dessas entidades”, afirmou o ministro.
Com: Rafael Faria / Jornal do Senado
Jogadores elogiam mudanças

Túlio e Dimba são dois jogadores experientes que apoiam as modificações na Lei Pelé, mas eles defendem aposentadoria para aqueles profissionais que já penduraram as chuteirasO jogador Túlio Maravilha, de 40 anos, um dos mais experientes ainda em atividade no futebol brasileiro, apoia a proposta de reformulação da Lei Pelé como meio de restabelecer o equilíbrio entre clubes e atletas.
Para ele, a lei aprovada em 1998 foi um marco histórico da conquista de direitos pelos jogadores, mas deixou os clubes em desvantagem.
“Antes da Lei Pelé, o jogador era escravo do clube. Depois da lei, os clubes ficaram escravos do jogador, que por sua vez ficou na mão do empresário”, avaliou.
Ele elogia a tentativa de fortalecer os clubes formadores e a criação de mecanismos que assegurem a permanência dos jogadores que se destacam, para "o torcedor ter mais tempo de se identificar com o atleta".
Vereador em Goiânia e jogador do Botafogo-DF, Túlio articula a criação de uma comissão de atletas de renome que jogam no futebol brasileiro, "para reivindicar mais direitos para o profissional".
O principal ponto da pauta é conquistar a aposentadoria dos ex-atletas, questão que não é tratada na revisão da Lei Pelé.
“É a única profissão que recolhe imposto e no final da carreira não tem a aposentadoria”, apontou o artilheiro, que tem 907 gols e só pretende se retirar dos campos quando chegar aos 1.016, uma referência numérica aos Jogos Olímpicos de 2016.
Outro jogador experiente e igualmente atacante e artilheiro, Dimba, 36 anos, artilheiro do Campeonato Brasileiro de 2003, quando jogava pelo Goiás, classifica como "espetacular" a preocupação do projeto que muda a Lei Pelé com o início da carreira dos jogadores, mas lamenta que o final da carreira tenha sido omitido.
Dimba, campeão brasiliense pelo Ceilândia, mas que também já atuou pelo Gama, Botafogo, Bahia entre outros, salientou que o futebol profissional exige muita dedicação e renúncia da parte dos jogadores, o que muitas vezes os impede de investir numa formação paralela que possa garantir o sustento no futuro.
Segundo ele, quando chega o momento de parar de jogar, muitos ficam à míngua. “A carreira do jogador de futebol é muito curta. Então, ele tem que se capitalizar ao máximo”, observou, lembrando que, na verdade, os supersalários são para uma minoria que se destaca como "classe A".
Ele apoia a ideia de ser criada uma aposentadoria para os ex-jogadores, dizendo que a carreira é curta, mas intensa, e que eles contribuem para a Previdência.
Comissões votam revisão da Lei Pelé
Crédito: Waldemir Barreto/Agência SenadoDos 23 convocados para a Seleção Brasileira que vai à Copa do Mundo da África do Sul, apenas três jogam no Brasil. E essa situação não é nova.
O torcedor já se acostumou à rápida evasão dos talentos de seus clubes, que não conseguem fazer frente ao poder econômico dos times europeus.
No ano passado, 1.017 jogadores brasileiros foram transferidos para o exterior. Desde 2005, segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), 4.933 atletas deixaram o país e 2.657 retornaram.
Reduzir a saída precoce de talentos é um dos principais objetivos da revisão da Lei Pelé (9.615/98), proposta que deve ser votada nesta quarta-feira pelas comissões de Constituição e Justiça; de Assuntos Econômicos; de Assuntos Sociais e de Educação.
A votação conjunta será em caráter terminativo, ou seja, se aprovado, o projeto (PLC 9/10) não precisará ir a Plenário, a menos que haja recurso nesse sentido.
As mudanças na Lei Pelé pretendem tocar dois pontos principais das relações entre atleta, clube, empresário e entidades desportivas: fortalecer a formação dos novos jogadores, dando instrumentos legais de proteção aos aprendizes, e garantir o direito de o clube formador permanecer com o jovem talento por três anos como profissional.
O projeto torna nulos todos os contratos feitos com atletas menores de 18 anos que antecipem os desdobramentos de suas carreiras.
“Isso significa proteger os clubes formadores de atletas profissionais. Isso significa, acima de tudo, evitar a exploração que ocorre com a celebração de contratos de gaveta, que amarram a empresários o destino de talentosos adolescentes que surgem para o futebol, impedindo a migração desses talentos para o exterior muito cedo”, resumiu o relator, senador Alvaro Dias (foto) do PSDB-PR.
A proposta, apresentada pelo governo em 2005, foi modificada pelos deputados. O texto aprovado pela Câmara é mantido, com pequenas alterações, pelo relator no Senado, que concordou em atender um pleito do Conselho Federal de Educação Física e excluir a possibilidade de o ex-atleta que tenha exercido a profissão por cinco anos alternados ou três anos consecutivos ser considerado monitor em sua modalidade.
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) apresentou emenda para suprimir esse artigo por considerar que ele avança sobre as competências de uma profissão já regulamentada. “É um acinte a todos os professores de Educação Física do Brasil”, afirmou.
Com a mudança, o texto terá de voltar para a Câmara dos Deputados e não poderá ser sancionado pelo presidente da República em época de Copa do Mundo, como se pretendia.
Por: Rafael Faria / Jornal do Senado
sábado, 22 de maio de 2010
Flamengo larga na frente na final do NBB
Após passear no primeiro tempo, rubro-negro luta até o último segundo para abrir 1 x 0 na decisão do NBB. Jogo 2 é sexta-feira, na capital federal
Passeio em quadra, 20 pontos de diferença, festa da torcida. Para o Flamengo, o cenário estava perfeito, mas era só o primeiro tempo do jogo 1 na Arena da Barra, na tarde deste sábado.
Após o intervalo, enfim, o maior clássico do basquete brasileiro ganhou contornos de tensão e equilíbrio dignos da final do Novo Basquete Brasil.
O Rubro-Negro suou, sofreu e brigou até o último segundo, mas segurou a reação do Universo, venceu por 88 x 84 e pulou na frente na decisão.
Com vantagem carioca de 1 x 0, a série melhor de cinco migra agora para a Capital Federal, com o jogo 2 marcado para sexta-feira. Quem vencer três vezes fecha a tampa do confronto e levanta a taça da temporada 2009/10.
Para quebrar a rotina, o cestinha do Flamengo no sábado não foi Marcelinho, que anotou 22 pontos e acertou quatro dos seus 11 arremessos de três.
O líder do ataque foi o armador Hélio, com 27, além de seis assistências. Duda acrescentou 14 pontos, e Jefferson fez 11.
"Hoje deu para fazer o time jogar. Não é normal um armador fazer tantos pontos, mas foi um momento especial. Todo mundo fez seu papel. O Universo não vai se entregar. Temos que buscar pelo menos uma vitória lá e voltar para tentar fechar a série no Rio", afirmou Hélio, logo após a partida.
Pelo lado do Universo, o maior pontuador foi Guilherme Giovannoni, com 21. Após um começo ruim, ele se recuperou no jogo, mas não conseguiu evitar a derrota.
"Minha atuação foi péssima no começo do jogo. Mas aprendi uma coisa na minha carreira: manter a cabeça tranquila e continuar ajudando, mesmo que seja de outra forma. Não foi o suficiente para vencer, mas a tendência é que a série seja equilibrada", explicou o ala.
Diante de arquibancadas que começaram vazias e foram enchendo ao longo do primeiro tempo até comportar cerca de seis mil torcedores, o Flamengo abriu o jogo apostando nos chutes de três.
Com dois de Marcelinho e um de Duda, o time criou uma vantagem e só foi fazer sua primeira cesta de dois após quatro minutos de partida.
A enterrada de Teichmann levantou a torcida e obrigou Lula Ferreira a pedir tempo, perdendo por 11 x 5. Com uma defesa forte e os irmãos Machado comandando o ataque, o Fla fechou o primeiro período com 26 x 16 no placar.
Veio o segundo quarto, e a situação ficou ainda mais confortável. O Rubro-Negro abriu com uma sequência de 7 x 0 e passou a comandar o placar com tranquilidade.
Guilherme GIovannoni, que estava apagado, finalmente entrou no jogo. O ala do Universo chegou a 11 pontos, mas foi pouco.
O ginásio quase veio abaixo quando Alírio pegou um rebote deitado no garrafão e passou para Jefferson acertar de três, abrindo 16 de vantagem. Na saída para o intervalo, o Flamengo vencia por 48 x 34.
Àquela altura, os principais jogadores do Brasília já tinham sido "homenageados" pela torcida carioca na Arena.
Arthur, Valtinho, Alex e Giovannoni ouviram corinhos "elogiosos". Na quadra, eles não conseguiram render na primeira metade do confronto.
Na volta do vestiário, o cenário mudou. Os visitantes abriram 7 x 0 e equilibraram o duelo. O Flamengo só foi pontuar após quatro minutos, com uma cesta de três de Hélio.
A três minutos do fim do terceiro período, Valtinho cortou a diferença para três pontos. E Hélio teve de aparece de novo. O armador fez uma bandeja e roubou duas bolas para assistir Marcelinho na linha de três. O cestinha não decepcionou, acertou os chutes e colocou o Fla 12 pontos à frente.
No fim do quarto, Giovannoni ainda respondeu com um tiro de fora e, na virada para o último período, o placar era de 66 x 60 para os donos da casa.
O Universo diminuiu para dois e deixou a torcida apreensiva na Arena. Na marca de seis minutos para o fim, Alex virou para o time da casa com uma cesta de três na lateral. Era a primeira vez em toda a partida que os visitantes lideravam. Mas durou pouco. Com chutes certeiros de Duda e Jefferson, o Flamengo recuperou a liderança.
A um minuto do fim, Alex converteu uma linda bandeja e cortou a vantagem rubro-negra para três pontos.
Com 14 segundos no relógio, o ala repetiu a dose e cortou para apenas um. O Flamengo, contudo, manteve a cabeça no lugar e selou a vitória com lances livres de Marcelinho e Duda.
Passeio em quadra, 20 pontos de diferença, festa da torcida. Para o Flamengo, o cenário estava perfeito, mas era só o primeiro tempo do jogo 1 na Arena da Barra, na tarde deste sábado.
Após o intervalo, enfim, o maior clássico do basquete brasileiro ganhou contornos de tensão e equilíbrio dignos da final do Novo Basquete Brasil.
O Rubro-Negro suou, sofreu e brigou até o último segundo, mas segurou a reação do Universo, venceu por 88 x 84 e pulou na frente na decisão.
Com vantagem carioca de 1 x 0, a série melhor de cinco migra agora para a Capital Federal, com o jogo 2 marcado para sexta-feira. Quem vencer três vezes fecha a tampa do confronto e levanta a taça da temporada 2009/10.
Para quebrar a rotina, o cestinha do Flamengo no sábado não foi Marcelinho, que anotou 22 pontos e acertou quatro dos seus 11 arremessos de três.
O líder do ataque foi o armador Hélio, com 27, além de seis assistências. Duda acrescentou 14 pontos, e Jefferson fez 11.
"Hoje deu para fazer o time jogar. Não é normal um armador fazer tantos pontos, mas foi um momento especial. Todo mundo fez seu papel. O Universo não vai se entregar. Temos que buscar pelo menos uma vitória lá e voltar para tentar fechar a série no Rio", afirmou Hélio, logo após a partida.
Pelo lado do Universo, o maior pontuador foi Guilherme Giovannoni, com 21. Após um começo ruim, ele se recuperou no jogo, mas não conseguiu evitar a derrota.
"Minha atuação foi péssima no começo do jogo. Mas aprendi uma coisa na minha carreira: manter a cabeça tranquila e continuar ajudando, mesmo que seja de outra forma. Não foi o suficiente para vencer, mas a tendência é que a série seja equilibrada", explicou o ala.
Diante de arquibancadas que começaram vazias e foram enchendo ao longo do primeiro tempo até comportar cerca de seis mil torcedores, o Flamengo abriu o jogo apostando nos chutes de três.
Com dois de Marcelinho e um de Duda, o time criou uma vantagem e só foi fazer sua primeira cesta de dois após quatro minutos de partida.
A enterrada de Teichmann levantou a torcida e obrigou Lula Ferreira a pedir tempo, perdendo por 11 x 5. Com uma defesa forte e os irmãos Machado comandando o ataque, o Fla fechou o primeiro período com 26 x 16 no placar.
Veio o segundo quarto, e a situação ficou ainda mais confortável. O Rubro-Negro abriu com uma sequência de 7 x 0 e passou a comandar o placar com tranquilidade.
Guilherme GIovannoni, que estava apagado, finalmente entrou no jogo. O ala do Universo chegou a 11 pontos, mas foi pouco.
O ginásio quase veio abaixo quando Alírio pegou um rebote deitado no garrafão e passou para Jefferson acertar de três, abrindo 16 de vantagem. Na saída para o intervalo, o Flamengo vencia por 48 x 34.
Àquela altura, os principais jogadores do Brasília já tinham sido "homenageados" pela torcida carioca na Arena.
Arthur, Valtinho, Alex e Giovannoni ouviram corinhos "elogiosos". Na quadra, eles não conseguiram render na primeira metade do confronto.
Na volta do vestiário, o cenário mudou. Os visitantes abriram 7 x 0 e equilibraram o duelo. O Flamengo só foi pontuar após quatro minutos, com uma cesta de três de Hélio.
A três minutos do fim do terceiro período, Valtinho cortou a diferença para três pontos. E Hélio teve de aparece de novo. O armador fez uma bandeja e roubou duas bolas para assistir Marcelinho na linha de três. O cestinha não decepcionou, acertou os chutes e colocou o Fla 12 pontos à frente.
No fim do quarto, Giovannoni ainda respondeu com um tiro de fora e, na virada para o último período, o placar era de 66 x 60 para os donos da casa.
O Universo diminuiu para dois e deixou a torcida apreensiva na Arena. Na marca de seis minutos para o fim, Alex virou para o time da casa com uma cesta de três na lateral. Era a primeira vez em toda a partida que os visitantes lideravam. Mas durou pouco. Com chutes certeiros de Duda e Jefferson, o Flamengo recuperou a liderança.
A um minuto do fim, Alex converteu uma linda bandeja e cortou a vantagem rubro-negra para três pontos.
Com 14 segundos no relógio, o ala repetiu a dose e cortou para apenas um. O Flamengo, contudo, manteve a cabeça no lugar e selou a vitória com lances livres de Marcelinho e Duda.
A Europa é da Inter
Júlio César, Maicon e Lúcio estão entre os melhores da Europa
Foram 45 anos de espera que se encerraram neste sábado em Madri. Com outra atuação sólida na defesa e com contra-ataques mortais, a Internazionale, de Milão, derrotou o Bayern, de Munique, por 2 x 0 no Santiago Bernabéu e conquistou seu terceiro título da Liga dos Campeões da UEFA, o primeiro desde 1965.
A campanha mais do que merecida coroou uma temporada perfeita para a equipe de José Mourinho.
Antes, a Inter havia conquistado o Campeonato Italiano e a Copa da Itália, tornando-se apenas o décimo clube da história a garantir a “Tríplice Coroa”. O último a conseguir tal feito havia sido o Barcelona no ano passado.
Depois de uma primeira fase com altos e baixos, em que terminou em segundo lugar no grupo que teve o Barcelona como líder, a equipe italiana elevou o nível e eliminou nas oitavas de final o Chelsea com duas vitórias.
Em seguida, passou pelo CSKA e, na semi, despachou o atual campeão Barcelona com triunfo por 3 x 1 em casa e uma derrota sofrida por 1 x 0 fora, em jogo que teve Thiago Motta expulso no primeiro tempo.
Assim como já havia acontecido nas partidas que garantiram os títulos italiano e da Copa, na final deste sábado o grande herói foi o argentino Diego Milito, que marcou os dois gols – o segundo deles em linda jogada individual.
O Brasil também teve participação decisiva em toda a competição graças às grandes atuações de Júlio César, Lúcio, Maicon e Motta, que não atuou por estar suspenso.
Os três primeiros, aliás, comemoram e já viajaram rapidamente para se juntar à concentração do Brasil em Curitiba.
Com a terceira conquista no mais importante torneio de clubes europeu, a Inter empata com Barcelona e Manchester United, ficando atrás exatamente do Bayern, com quatro.
O clube alemão conhece ainda sua quarta derrota em finais. Em termos de feitos pessoais, José Mourinho faturou a segunda taça, já que havia sido campeão com o Porto em 2004.
O desenho dos times em campo já dava a impressão de como seria o jogo. Embora a Inter tenha começado marcando no campo do adversário, aos poucos recuou e montou sua tradicional linha defensiva com até cinco jogadores.
Desfalcado de Franck Ribéry, o Bayern não conseguiu utilizar bem as laterais e concentrou o jogou em Robben, que foi bem marcado por Chivu.
Escalado por José Mourinho na lateral esquerda, o romeno bateu de frente com o camisa 10 de Munique. Ao mesmo tempo, o jogador da Inter tinha o auxílio ora de Cambiasso, ora de Samuel.
Aos nove minutos, Robben fez grande jogada, chegou ao fundo e cruzou. Mas Olic esbarrou em Lúcio, que fez o corte.
A Inter demorou, mas respondeu com o também holandês Sneijder, aos 17. Num balaço em cobrança de falta, de longe, ele obrigou Butt a trabalhar.
O posicionamento da Inter deixava apenas um jogador no campo de ataque: Milito. O argentino lutou sozinho contra a defesa durante 35 minutos, até que foi recompensado.
Em reposição de bola direta de Júlio César, o centroavante desviou de cabeça e recebeu de Snejder na entrada da área. Mesmo pressionado, ele teve frieza para tocar no alto, sem chances para Butt.
Os goleiros, que pouco foram exigidos no primeiro tempo, fizeram defesas espetaculares no início da segunda etapa.
Primeiro Júlio César, evitando o gol do Bayern em chute de Müller. Em seguida, Butt, com a ponta dos dedos, espalmou bela tentativa de gol de Pandev.
A postura dos comandados por Mourinho se manteve. Mas o Bayern, aos poucos, foi tomando conta do jogo.
Robben, até então apagado, voltou com tudo. E deve ter sentido um tremendo alívio ao ver Chivu deixar o campo. Aos 23, Mourinho colocou Stankovic e fez Zanetti voltar à lateral esquerda.
Mas se havia alguém com a vida mais complicada do que a de Robben com relação à marcação, esse era Milito. Novamente brigando contra toda a defesa alemã, o argentino tirou um golaço da cartola aos 25.
Após receber de Eto'o na esquerda, ele cortou Van Buyten por duas vezes e tocou com categoria no canto. Foi o 30º gol do argentino na temporada e o sexto na Liga dos Campeões.
A partir daí Van Gaal já não tinha mais o que fazer, mesmo com diversos atacantes em campo. Com outra atuação impecável na defesa, a Inter segurou todas as tentativas de ataque rival e apenas deixou o tempo passar.
Já no final, Mourinho substituiu Milito por Materazzi , enquanto Eto’o – que chegou a três conquistas na Liga – comemorava dentro de campo.
Bayern 0 x 2 Inter
Estádio: Santiago Bernabéu, em Madri (ESP)
Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)
Assistentes: Michael Mullarkey e Darren Cann (Inglaterra)
Cartões amarelos: Samuel e Chivu (INT); Demichelis, Van Bommel (BAY)
GOLS: Milito, aos 35'/1ºT; Milito, aos 25'/2ºT
Bayern: Butt; Lahm, Van Buyten, Demichelis e Badstuber; Van Bommel, Schweinsteiger, Robben e Altintop (Klose, 17'/2ºT); Olic (Mário Gómez, aos 28'/2ºT) e Müller. Técnico: Louis Van Gaal
Inter: Júlio César; Maicon, Lúcio, Samuel e Chivu (Stankovic, 23'/2ºT); Cambiasso, Zanetti, Eto'o, Sneijder e Pandev (Muntari, 33'/2ºT); Milito (Materazzi, 46'/2ºT). Técnico: José Mourinho
Foram 45 anos de espera que se encerraram neste sábado em Madri. Com outra atuação sólida na defesa e com contra-ataques mortais, a Internazionale, de Milão, derrotou o Bayern, de Munique, por 2 x 0 no Santiago Bernabéu e conquistou seu terceiro título da Liga dos Campeões da UEFA, o primeiro desde 1965.
A campanha mais do que merecida coroou uma temporada perfeita para a equipe de José Mourinho.
Antes, a Inter havia conquistado o Campeonato Italiano e a Copa da Itália, tornando-se apenas o décimo clube da história a garantir a “Tríplice Coroa”. O último a conseguir tal feito havia sido o Barcelona no ano passado.
Depois de uma primeira fase com altos e baixos, em que terminou em segundo lugar no grupo que teve o Barcelona como líder, a equipe italiana elevou o nível e eliminou nas oitavas de final o Chelsea com duas vitórias.
Em seguida, passou pelo CSKA e, na semi, despachou o atual campeão Barcelona com triunfo por 3 x 1 em casa e uma derrota sofrida por 1 x 0 fora, em jogo que teve Thiago Motta expulso no primeiro tempo.
Assim como já havia acontecido nas partidas que garantiram os títulos italiano e da Copa, na final deste sábado o grande herói foi o argentino Diego Milito, que marcou os dois gols – o segundo deles em linda jogada individual.
O Brasil também teve participação decisiva em toda a competição graças às grandes atuações de Júlio César, Lúcio, Maicon e Motta, que não atuou por estar suspenso.
Os três primeiros, aliás, comemoram e já viajaram rapidamente para se juntar à concentração do Brasil em Curitiba.
Com a terceira conquista no mais importante torneio de clubes europeu, a Inter empata com Barcelona e Manchester United, ficando atrás exatamente do Bayern, com quatro.
O clube alemão conhece ainda sua quarta derrota em finais. Em termos de feitos pessoais, José Mourinho faturou a segunda taça, já que havia sido campeão com o Porto em 2004.
O desenho dos times em campo já dava a impressão de como seria o jogo. Embora a Inter tenha começado marcando no campo do adversário, aos poucos recuou e montou sua tradicional linha defensiva com até cinco jogadores.
Desfalcado de Franck Ribéry, o Bayern não conseguiu utilizar bem as laterais e concentrou o jogou em Robben, que foi bem marcado por Chivu.
Escalado por José Mourinho na lateral esquerda, o romeno bateu de frente com o camisa 10 de Munique. Ao mesmo tempo, o jogador da Inter tinha o auxílio ora de Cambiasso, ora de Samuel.
Aos nove minutos, Robben fez grande jogada, chegou ao fundo e cruzou. Mas Olic esbarrou em Lúcio, que fez o corte.
A Inter demorou, mas respondeu com o também holandês Sneijder, aos 17. Num balaço em cobrança de falta, de longe, ele obrigou Butt a trabalhar.
O posicionamento da Inter deixava apenas um jogador no campo de ataque: Milito. O argentino lutou sozinho contra a defesa durante 35 minutos, até que foi recompensado.
Em reposição de bola direta de Júlio César, o centroavante desviou de cabeça e recebeu de Snejder na entrada da área. Mesmo pressionado, ele teve frieza para tocar no alto, sem chances para Butt.
Os goleiros, que pouco foram exigidos no primeiro tempo, fizeram defesas espetaculares no início da segunda etapa.
Primeiro Júlio César, evitando o gol do Bayern em chute de Müller. Em seguida, Butt, com a ponta dos dedos, espalmou bela tentativa de gol de Pandev.
A postura dos comandados por Mourinho se manteve. Mas o Bayern, aos poucos, foi tomando conta do jogo.
Robben, até então apagado, voltou com tudo. E deve ter sentido um tremendo alívio ao ver Chivu deixar o campo. Aos 23, Mourinho colocou Stankovic e fez Zanetti voltar à lateral esquerda.
Mas se havia alguém com a vida mais complicada do que a de Robben com relação à marcação, esse era Milito. Novamente brigando contra toda a defesa alemã, o argentino tirou um golaço da cartola aos 25.
Após receber de Eto'o na esquerda, ele cortou Van Buyten por duas vezes e tocou com categoria no canto. Foi o 30º gol do argentino na temporada e o sexto na Liga dos Campeões.
A partir daí Van Gaal já não tinha mais o que fazer, mesmo com diversos atacantes em campo. Com outra atuação impecável na defesa, a Inter segurou todas as tentativas de ataque rival e apenas deixou o tempo passar.
Já no final, Mourinho substituiu Milito por Materazzi , enquanto Eto’o – que chegou a três conquistas na Liga – comemorava dentro de campo.
Bayern 0 x 2 Inter
Estádio: Santiago Bernabéu, em Madri (ESP)
Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)
Assistentes: Michael Mullarkey e Darren Cann (Inglaterra)
Cartões amarelos: Samuel e Chivu (INT); Demichelis, Van Bommel (BAY)
GOLS: Milito, aos 35'/1ºT; Milito, aos 25'/2ºT
Bayern: Butt; Lahm, Van Buyten, Demichelis e Badstuber; Van Bommel, Schweinsteiger, Robben e Altintop (Klose, 17'/2ºT); Olic (Mário Gómez, aos 28'/2ºT) e Müller. Técnico: Louis Van Gaal
Inter: Júlio César; Maicon, Lúcio, Samuel e Chivu (Stankovic, 23'/2ºT); Cambiasso, Zanetti, Eto'o, Sneijder e Pandev (Muntari, 33'/2ºT); Milito (Materazzi, 46'/2ºT). Técnico: José Mourinho
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Fla e Universo se preparam para a decisão
O técnico Lula Ferreira está consciente das dificuldades que o Universo encontrará a partir do primeiro duelo contra o Flamengo, neste sábado, no Rio de JaneiroÀs vésperas do primeiro duelo válido pelas finais do Novo Basquete Brasil, neste sábado, às 16h, na arena da Barra, no Rio, os técnicos Paulo Chupeta, do Flamengo, e Lula Ferreira, do Universo, estão de olhos fixos em imagens de vídeo das partidas dos rivais, além de estarem bem atentos às estatísticas dos jogadores adversários.
“O Flamengo tem um ícone do basquete brasileiro no time, o Marcelinho, mas já provou algumas vezes neste campeonato que sabe jogar de forma coletiva. Eles não ficam restritos somente ao jogo dele”, afirmou Lula, preocupado com o bom aproveitamento dos rubro-negros nos arremessos de fora do garrafão, com 41,8% de acerto nas bolas de três.
“O poder de finalização do Flamengo nos três pontos é muito grande. Se você analisar que eles acertam quase 35 pontos por partida em arremessos de fora é uma quantidade muito alta. Não é só o Marcelinho que tem um bom aproveitamento, o Jefferson, o Duda e o Hélio, também estão acertando os arremessos”, acrescentou.
Para Lula Ferreira, o técnico adversário, Paulo Chupeta, é o grande responsável por esse bom momento do Flamengo:
“Ele está sabendo conduzir o time de uma maneira tranqüila e sábia. A missão de um treinador é muito complicada. A responsabilidade de ter que vencer e ser campeão é sempre do técnico. E ele está sabendo lidar com essa situação nos últimos anos.
Segundo o técnico do Flamengo, Paulo Chupeta, seu time precisará atacar com consciência e evitar os arremessos precipitados:
“Quando errarmos, devemos marcar bem o primeiro passe para que eles não consigam sair em velocidade. Temos que fazer uma defesa conjunta, como sempre fizemos. Não podemos dar prioridade para ninguém nem mesmo deixar alguém mais solto, porque eles possuem muitos jogadores que podem se destacar”, elogiou.
Sai Guto, entra Eduardo
O goleiro titular sofreu subluxação no ombro direito, e por isso desfalque o Jacaré nas próximas partidas
O goleiro Guto, de 34 anos, sofreu uma subluxação no ombro direito na partida contra o Santo André, no último jogo, e está fora das atividades com bolas pelos próximos 15 dias.
Com isto, Eduardo, que é dois anos mais novo do que o titular da camisa 1, assume a posição a partir do jogo desse sábado, às 21h, no Serejão, contra o Duque de Caxias.
“Não sou hipócrita de falar que não quero ser titular. Estou aqui para conquistar a confiança do treinador e da torcida com boas defesas, bons jogos. Agora vou brigar para mostrar o meu trabalho. Esperava uma oportunidade e ela infelizmente veio desta forma. Mas, graças a Deus, o Guto não sofreu nada mais grave”.
Eduardo foi goleiro do Brasiliense na temporada de 2005, quando a equipe acabou na última posição na tabela da Série A, sendo rebaixada para a Série B.
Eduardo, porém, explica que o momento é completamente diferente. “Em 2005, talvez o time já tenha começado rachado. Agora estou mais determinado, disposto, experiente e vivemos um grande momento dentro do vestiário. Isso acaba se refletindo em de campo. Talvez eu continue com a camisa 12 e deixe a 1 para o Guto mesmo, não sei”.
Com isto, Eduardo, que é dois anos mais novo do que o titular da camisa 1, assume a posição a partir do jogo desse sábado, às 21h, no Serejão, contra o Duque de Caxias.
“Não sou hipócrita de falar que não quero ser titular. Estou aqui para conquistar a confiança do treinador e da torcida com boas defesas, bons jogos. Agora vou brigar para mostrar o meu trabalho. Esperava uma oportunidade e ela infelizmente veio desta forma. Mas, graças a Deus, o Guto não sofreu nada mais grave”.
Eduardo foi goleiro do Brasiliense na temporada de 2005, quando a equipe acabou na última posição na tabela da Série A, sendo rebaixada para a Série B.
Eduardo, porém, explica que o momento é completamente diferente. “Em 2005, talvez o time já tenha começado rachado. Agora estou mais determinado, disposto, experiente e vivemos um grande momento dentro do vestiário. Isso acaba se refletindo em de campo. Talvez eu continue com a camisa 12 e deixe a 1 para o Guto mesmo, não sei”.
Bola aérea é o caminho
Por causa da sua elevada estatura, o atacante Aloísio tem se transformado em um dos pontos fortes nas bolas levantadas sobre a área. O jogador está confirmado para o duelo de sábadoSegundo levantamento efetuado pelo departamento técnico do Brasiliense, nesta atual Série B do Brasileiro, todos os gols marcados até agora tiveram origem nas bolas alçadas sobre a área adversária.
Foi por esse motivo e pensando ainda mais em aprimorar esse tipo de jogada, que o treino de ontem dos jogadores do Brasiliense teve como principal finalidade este fundamento.
No gramado do Serejão, foram efetuadas dezenas de cobranças de escanteio e cruzamentos, visando o aproveitamento dos jogadores com maior estatura.
O técnico Roberto Fernandes aproveitou a oportunidade para corrigir também o posicionamento de alguns jogadores.
O lateral-esquerdo Edinho foi liberado pelo departamento médico para retornar, aos poucos, às atividades. O jogador deu várias voltas ao redor do gramado, mas ainda não está pronto para voltar a trabalhar com bola.
O departamento médico, que contava com Vanderlei, já quase recuperado de uma entorse no tornozelo, contou com a chegada do Iranildo, que não treinou ontem.
O camisa 10 sentiu um desconforto muscular, foi avaliado pelos profissionais do setor, mas não chega a ser considerado um desfalque até sábado. Esta manhã foi de folga, mas os jogadores retornam às atividades a partir das 16h.
Victor lida com a ansiedade
A jovem promessa do Jacaré está na fila para ganhar uma oportunidade com Roberto Fernandes. Victor não esconde a ansiedade se a chance se confirmarCrédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
Revelado pelas categorias de base do Brasiliense, o lateral-esquerdo Victor, de 20 anos, pode ser aproveitado no jogo de sábado, por ele ser um especialista da posição.
"Sou a primeira opção, mas não estou confirmado como titular. O professor (Roberto Fernandes) pode escalar o Sidny, ou até mesmo lançar o Bebeto. Eu me considero pronto para assumir essa responsabilidade. Sou novo, mas me considero preparado para fazer o mesmo que qualquer jogador com mais experiência faz", comentou.
Apesar do discurso confiante, o jovem jogador admite: "O coração está acelerado com a possibilidade de começar jogando num campeonato grande como a Série B. O Brasileiro é uma vitrine e não é uma competição fácil".
O nervosismo do garoto, no entanto, vai ficar fora das quatro linhas. "A gente sempre fica nervoso, mas, quando o jogo começa, passa. Se começar a pensar demais, você não acaba rendendo tudo que sabe. Procuro pensar que é como se fosse um treino, só que muitas vezes mais sério".
Victor já foi titular na ala-esquerda do Jacaré. No ano passado, ele começou jogando no confronto contra o Brazlândia, válido pelo 7ª rodada do returno.
Empolgado com a virtual chance, Victor conta que pretende agarrar a oportunidade e mostrar tudo o que sabe. "Sinceramente, não esperava ganhar uma chance no time titular tão cedo, mas, já que ela apareceu, vou aproveitar".
E Victor se inspira no colega Jóbson, criado nas divisões de base do Jacaré e que despontou para o futebol nacional. "Esta é a minha intenção: defender bem o Brasiliense e ser visto".
Cabeção é do Jacaré até 2011
E o Jacaré não para de contratar. O objetivo final dessa corrida em busca de reforços é voltar a figurar no seleto grupo dos que formam a elite do futebol nacional.A notícia mais recente diz que o Brasiliense, vice-campeão do DF, acertou a vinda do experiente lateral-direito Ruy Bueno Neto, mais conhecido como Ruy Cabeção.
Ele desembarca amanhã pelos lados da Boca do Jacaré para assinar o documento que o ligará ao clube até dezembro do próximo ano.
O último clube de Ruy, em franca decadência e não podemos esconder essa realidade, foi o Boa Vista (RJ), por quem disputou o último Campeonato Carioca.
Como todos sabem, Ruy Cabeção é lateral-direito de ofício, mas que aprendeu a jogar também como meio-campista.
O habilidoso jogador mineiro começou a correr atrás da bola no América-MG. Em seguida, começou a sua peregrinação: Cruzeiro (MG), Guarani (SP), Botafogo (RJ), Grêmio (RS), Náutico (PE), Fluminense (RJ) e Boavista (RJ)
Ruy nasceu em Belo Horizonte no dia 11 de abril de 1078, mede 1,75m de altura e pesa presumíveis 68 quilos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Ceilândia estréia em casa
Os goianos Anapolina e Santa Helena, e o tocantinense Araguaína, serão os adversário do Ceilândia, atual campeão do DF, na primeira fase da Série D, de acordo com a tabela divulgada esta tarde pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A primeira partida do Gato acontecerá no dia 18 de julho, às 16h, no Abadião, contra o Santa Helena.
No dia 25 também de julho, o Ceilândia viajará até o interior de Tocantins para enfrentar o Araguaína, às 16h, no Estádio Leôncio Miranda.
O terceiro confronto será novamente na Ceilândia, no dia 01 de agosto, às 16h, diante da Anapolina, de Anápolis (GO).
A mesma Anapolina receberá o Gato no dia 08 de agosto, às 16h, no Estádio Jonas Duarte, iniciando o returno do Grupo A6 da competição.
No dia 15, o campeão do DF receberá a visita do Araguaína, às quatro da tarde, no Abadião, na Ceilândia.
Já o último compromisso dessa primeira fase acontecerá no dia 22 de agosto, quando o time alvinegro enfrentará o Santa Helena, no Estádio Pedro Cabral, às 16h, no interior goiano.
A primeira partida do Gato acontecerá no dia 18 de julho, às 16h, no Abadião, contra o Santa Helena.
No dia 25 também de julho, o Ceilândia viajará até o interior de Tocantins para enfrentar o Araguaína, às 16h, no Estádio Leôncio Miranda.
O terceiro confronto será novamente na Ceilândia, no dia 01 de agosto, às 16h, diante da Anapolina, de Anápolis (GO).
A mesma Anapolina receberá o Gato no dia 08 de agosto, às 16h, no Estádio Jonas Duarte, iniciando o returno do Grupo A6 da competição.
No dia 15, o campeão do DF receberá a visita do Araguaína, às quatro da tarde, no Abadião, na Ceilândia.
Já o último compromisso dessa primeira fase acontecerá no dia 22 de agosto, quando o time alvinegro enfrentará o Santa Helena, no Estádio Pedro Cabral, às 16h, no interior goiano.
CBF divulga tabela da Série D
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), acaba de divulgar a tabela do Campeonato Brasileiro da Série D desta temporada.
A competição, chamada popularmente de quarta divisão, será disputado por 40 clubes, em seis fases, como segue abaixo.
1ª fase: os quarenta clubes, divididos em dez grupos de quatro, jogam entre si em turno e returno, dentro de cada grupo, classificando-se os dois primeiros lugares em cada grupo para a fase seguinte;
2ª fase: os vinte clubes classificados na primeira fase, divididos em 10 grupos de dois cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os clubes vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
3ª fase: os 10 clubes classificados na segunda fase, divididos em cinco grupos de dois cada, jogam entre si em ida e volta dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo e mais os três melhores classificados como segundos dentre os disputantes da terceira fase;
4ª fase: os oito clubes classificados na terceira fase, divididos em quatro grupos de dois cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
5ª fase: os quatro clubes classificados na quarta fase, divididos em dois grupos de dois clubes cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
6ª fase: os dois clubes classificados na quinta fase jogam entre si em ida e volta, decidindo o título de Campeão Brasileiro da Série D de 2010.
A competição, chamada popularmente de quarta divisão, será disputado por 40 clubes, em seis fases, como segue abaixo.
1ª fase: os quarenta clubes, divididos em dez grupos de quatro, jogam entre si em turno e returno, dentro de cada grupo, classificando-se os dois primeiros lugares em cada grupo para a fase seguinte;
2ª fase: os vinte clubes classificados na primeira fase, divididos em 10 grupos de dois cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os clubes vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
3ª fase: os 10 clubes classificados na segunda fase, divididos em cinco grupos de dois cada, jogam entre si em ida e volta dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo e mais os três melhores classificados como segundos dentre os disputantes da terceira fase;
4ª fase: os oito clubes classificados na terceira fase, divididos em quatro grupos de dois cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
5ª fase: os quatro clubes classificados na quarta fase, divididos em dois grupos de dois clubes cada, jogam entre si em ida e volta, dentro de cada grupo, classificando-se os vencedores de cada grupo para a fase seguinte;
6ª fase: os dois clubes classificados na quinta fase jogam entre si em ida e volta, decidindo o título de Campeão Brasileiro da Série D de 2010.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Planalto avança na Copa Agap
As quatro categorias do Planalto/Liverpool estão classificadas para as oitavas-de-final da 11ª Copa Agap de Novos Talentos da presente temporada. Os juvenis e infantis derrotaram o Guaraense por 4 x 0 e 3 x 1 respectivamente. Os jogos foram disputados no último sábado, no campo da Associação dos Servidores do Senado Federal (Assefe).
Os gols da equipe juvenil foram marcados por Pimpolho (2), Deivid e Pelezinho. Já os gols dos infantis tiveram como autores Betinho, Paulinho e Fábio.
Já os garotos do pré-mirim e mirim atuaram em Brazlândia contra o Brasil. A primeira equipe ganhou por 5 x 2, enquanto os mirins marcaram 5 x 1. Renan (2), Deivid, Paulo Vitor e Felipe fizeram os gols dos mirins do Planalto, enquanto no pré-mirim, os marcadores foram Gabriel (2), Mateus Silva (2) e Mateus Álefe.
Nas oitavas-de-final os adversários ainda não foram definidos pela Associação de Garantia ao Atleta Profissional (Agap), o que deve ocorrer até a próxima quinta-feira. Entre julho e agosto, logo após a Copa do Mundo, as quatro equipes do Planalto participarão de um torneio na cidade de Jataí (GO) e amistosos contra o Santos e o Atlético Mineiro.
O destaque na equipe mirim do Planlto/Liverpool é o atacnte Renan, que já marcou 12 gols em nove partidas. No pré-mirim, o destaque é a garota Catarina Macário, de 10 anos de idade, autora de seis gols em oito jogos.
Já entre os juvenis, quem vem despontando como artilheiro é Deivid Fonseca, atacante, autor de sete gols em nove partidas. Na categoria infantil o artilheiro da equipe vem sendo Johnny Rafael, que já marcou seis gols em novos partidas.
Os gols da equipe juvenil foram marcados por Pimpolho (2), Deivid e Pelezinho. Já os gols dos infantis tiveram como autores Betinho, Paulinho e Fábio.
Já os garotos do pré-mirim e mirim atuaram em Brazlândia contra o Brasil. A primeira equipe ganhou por 5 x 2, enquanto os mirins marcaram 5 x 1. Renan (2), Deivid, Paulo Vitor e Felipe fizeram os gols dos mirins do Planalto, enquanto no pré-mirim, os marcadores foram Gabriel (2), Mateus Silva (2) e Mateus Álefe.
Nas oitavas-de-final os adversários ainda não foram definidos pela Associação de Garantia ao Atleta Profissional (Agap), o que deve ocorrer até a próxima quinta-feira. Entre julho e agosto, logo após a Copa do Mundo, as quatro equipes do Planalto participarão de um torneio na cidade de Jataí (GO) e amistosos contra o Santos e o Atlético Mineiro.
O destaque na equipe mirim do Planlto/Liverpool é o atacnte Renan, que já marcou 12 gols em nove partidas. No pré-mirim, o destaque é a garota Catarina Macário, de 10 anos de idade, autora de seis gols em oito jogos.
Já entre os juvenis, quem vem despontando como artilheiro é Deivid Fonseca, atacante, autor de sete gols em nove partidas. Na categoria infantil o artilheiro da equipe vem sendo Johnny Rafael, que já marcou seis gols em novos partidas.
Uma defesa para a história?
Juan e Lúcio, fora das quatro linhas, são pessoas simples, que fazem questão de se manterem longe dos holofotes. Com a bola rolando, contudo, os dois se transformamCrédito: Getty Images
Já se vão quase oito anos desde que Lúcio e Juan formaram pela primeira vez a defesa titular do Bayer Leverkusen.
Em julho de 2002, a dupla iniciava na Alemanha uma parceria que, mais tarde, se transformaria no pilar de duas gerações diferentes da Seleção Brasileira e que se tornaria o motivo de orgulho para uma nação acostumada a idolatrar meias e atacantes habilidosos.
Em boa sintonia graças aos mais de cinco anos de serviços prestados à equipe nacional, os dois se preparam agora para uma nova etapa em suas carreiras.
Novamente titulares após a frustrante campanha na Alemanha 2006, quando ao menos saíram em alta da competição, eles tentarão manter o nível elevado das últimas campanhas e ainda confirmar a posição de destaque em uma equipe que tem primado pela regularidade defensiva sob o comando de Dunga.
Juan creditou este novo status exatamente à filosofia do treinador, que permitiu que jogadores até então menos badalados se sobressaíssem dentro do grupo.
“O Dunga tem uma grande parcela de contribuição para a mudança de mentalidade na Seleção. Ele começou a abrir os olhos das pessoas para a importância do setor defensivo e fala abertamente sobre isso”, apontou o zagueiro da Roma.
“Todos, de uma forma geral, estão dando mais valor para o trabalho que realizamos, e o reconhecimento é algo que nos dá orgulho, por toda cultura ofensiva e por todas as estrelas que fazem parte do nosso futebol.”
Tal mentalidade é vista pelo mesmo Juan como a principal diferença entre as seleções de 2010 e 2006, da qual se esperava que encantasse o mundo justamente por seu futebol vistoso e ofensivo.
Mas, para quem viveu estas duas experiências “extremas”, ver no atual grupo jogadores dedicados e fiéis à proposta do treinador faz com que ele vislumbre uma campanha promissora na África do Sul.
“A seleção de 2006 era mais ofensiva e contava com mais jogadores experientes e de qualidade técnica fora do comum”, lembra Juan.
“Já a atual tem mais cara de time. É uma equipe mais equilibrada. Não possui tanta experiência, mas tem vontade de sobra de fazer um belo Mundial. O Dunga conseguiu formar um grupo sólido nesses quatro anos. Construímos nosso time em cima das críticas. Isso nos fortaleceu ainda mais.”
O equilíbrio citado por Juan é, aliás, uma das principais características da dupla de zaga. Algo que só foi conquistado graças à amizade fora dos gramados e ao longo período em que seus caminhos vêm se cruzando.
Quem confirma, desta vez, é Lúcio. “Temos uma história legal, que se transformou em grande amizade. Estamos sempre em contato e sempre que possível nossas famílias se encontram. O entrosamento e o companheirismo são muito fortes e isso é fundamental para se vencer os jogos”, explicou o zagueiro da Inter de Milão.
Juan assina embaixo e ainda explica como a boa relação pode ajudar dentro de campo. “Pelo tempo que convivemos, sabemos mais ou menos o que o outro vai fazer. Passamos por muita coisa juntos, que nos fez crescer em todos os sentidos”, aponta.
O resultado desta união é visível nos números que sustentam com a Amarelinha. Desde 2005, quando estiveram em campo na goleada por 7 x 1 sobre Hong Kong, eles atuaram juntos em 37 jogos da Seleção, obtendo 27 vitórias, sete empates e apenas três derrotas (para a França, na Copa do Mundo da FIFA 2006; para Portugal, em amistoso em 2007, e para o Paraguai, nas Eliminatórias de 2010).
Para dar mais credibilidade à dupla, é bom afirmar que, ao todo, foram 21 gols sofridos, média pouco superior a um a cada duas partidas.
Mas, curiosamente, Lúcio e Juan deverão disputar juntos na África do Sul apenas a primeira grande competição sob o comando de Dunga.
Quando poderiam, enfim, estrear na Copa América de 2007, o primeiro se recuperava de cirurgia e não foi chamado. Já em 2009, na Copa das Confederações, foi a vez de o segundo sentir lesão e desfalcar a equipe em praticamente todo o torneio.
Se o entrosamento é apontado por ambos como um dos pontos fortes da dupla, justamente os recorrentes problemas físicos chegam a assustar, principalmente no caso de Juan.
Depois de passar boa parte da temporada 2009 no departamento médico da Roma, ele espera colocar um ponto final nesta série preocupante dos últimos anos.
“Sofri muito no ano passado, mas felizmente já faz bastante tempo que não me lesiono e que voltei a ser o jogador participativo de antes”, explicou o jogador de 31 anos.
“Terei alguns dias livres, agora que terminou o Campeonato Italiano, e pretendo intensificar a preparação para diminuir ainda mais os riscos”.
Já Lúcio, que completou 32 anos no último sábado, vai ainda mais longe. Conhecido pela notável dedicação aos treinos, ele não se dá por satisfeito ao realizar exercícios apenas no clube e encontra tempo para trabalhar o condicionamento físico até mesmo em casa.
“Procuro me fortalecer sempre que posso para suportar esta maratona de jogos. Para isso montei uma academia em casa que me ajuda bastante”, indica.
A tal maratona a que o defensor nascido em Planaltina se refere é “culpa”, em parte, da sua própria fase na Inter de Milão.
Isto porque, sob o comando de José Mourinho, o zagueiro foi um dos principais destaques da equipe neste ano e recebeu enormes elogios, principalmente pelas atuações em dois duelos da Liga dos Campeões, contra Chelsea e Barcelona, quando enfrentou – e parou – atacantes como Didier Drogba e Lionel Messi.
Juan não fica atrás. Sua volta aos gramados após se recuperar da lesão muscular na coxa foi fundamental para a fantástica arrancada da Roma no Campeonato Italiano.
Da ponta de baixo da tabela, a equipe passou a brigar pelo título após sustentar invencibilidade de 24 partidas, período em que inclusive derrotou a Inter de Lúcio para assumir provisoriamente a liderança.
Com ambos em grande forma, Inter e Roma prolongaram o suspense na briga pelo título nacional até a última rodada. Parceiros na Seleção, os dois tiveram de deixar a boa relação de lado para se concentrar exclusivamente nos objetivos de seus clubes.
Em tempo: o título italiano foi conquistado mais uma vez pela Internazionale, de Milão, time de Lúcio, enquanto o vice-campeonato ficou com a Roma, justamente a equipe do seu colega Juan.
“Encaramos essa disputa com naturalidade. Cada um lutou pelo seu time na hora do jogo e não poderia ser diferente. Depois disso, a amizade continua”, revelou Juan, que já havia sido rival de Lúcio na época em que um atuava pelo Bayer Lervekusen e, outro, pelo Bayern de Munique.
De longe, Dunga ficou só de olho. Sem demonstrar preferência pelo título de um ou de outro, ele certamente torceu mais tarde para que os tais “dias livres” de Juan ou a academia particular de Lúcio possam ajudá-los a seguir em grande forma nas semanas que antecedem ao Mundial da África do Sul.
Em julho de 2002, a dupla iniciava na Alemanha uma parceria que, mais tarde, se transformaria no pilar de duas gerações diferentes da Seleção Brasileira e que se tornaria o motivo de orgulho para uma nação acostumada a idolatrar meias e atacantes habilidosos.
Em boa sintonia graças aos mais de cinco anos de serviços prestados à equipe nacional, os dois se preparam agora para uma nova etapa em suas carreiras.
Novamente titulares após a frustrante campanha na Alemanha 2006, quando ao menos saíram em alta da competição, eles tentarão manter o nível elevado das últimas campanhas e ainda confirmar a posição de destaque em uma equipe que tem primado pela regularidade defensiva sob o comando de Dunga.
Juan creditou este novo status exatamente à filosofia do treinador, que permitiu que jogadores até então menos badalados se sobressaíssem dentro do grupo.
“O Dunga tem uma grande parcela de contribuição para a mudança de mentalidade na Seleção. Ele começou a abrir os olhos das pessoas para a importância do setor defensivo e fala abertamente sobre isso”, apontou o zagueiro da Roma.
“Todos, de uma forma geral, estão dando mais valor para o trabalho que realizamos, e o reconhecimento é algo que nos dá orgulho, por toda cultura ofensiva e por todas as estrelas que fazem parte do nosso futebol.”
Tal mentalidade é vista pelo mesmo Juan como a principal diferença entre as seleções de 2010 e 2006, da qual se esperava que encantasse o mundo justamente por seu futebol vistoso e ofensivo.
Mas, para quem viveu estas duas experiências “extremas”, ver no atual grupo jogadores dedicados e fiéis à proposta do treinador faz com que ele vislumbre uma campanha promissora na África do Sul.
“A seleção de 2006 era mais ofensiva e contava com mais jogadores experientes e de qualidade técnica fora do comum”, lembra Juan.
“Já a atual tem mais cara de time. É uma equipe mais equilibrada. Não possui tanta experiência, mas tem vontade de sobra de fazer um belo Mundial. O Dunga conseguiu formar um grupo sólido nesses quatro anos. Construímos nosso time em cima das críticas. Isso nos fortaleceu ainda mais.”
O equilíbrio citado por Juan é, aliás, uma das principais características da dupla de zaga. Algo que só foi conquistado graças à amizade fora dos gramados e ao longo período em que seus caminhos vêm se cruzando.
Quem confirma, desta vez, é Lúcio. “Temos uma história legal, que se transformou em grande amizade. Estamos sempre em contato e sempre que possível nossas famílias se encontram. O entrosamento e o companheirismo são muito fortes e isso é fundamental para se vencer os jogos”, explicou o zagueiro da Inter de Milão.
Juan assina embaixo e ainda explica como a boa relação pode ajudar dentro de campo. “Pelo tempo que convivemos, sabemos mais ou menos o que o outro vai fazer. Passamos por muita coisa juntos, que nos fez crescer em todos os sentidos”, aponta.
O resultado desta união é visível nos números que sustentam com a Amarelinha. Desde 2005, quando estiveram em campo na goleada por 7 x 1 sobre Hong Kong, eles atuaram juntos em 37 jogos da Seleção, obtendo 27 vitórias, sete empates e apenas três derrotas (para a França, na Copa do Mundo da FIFA 2006; para Portugal, em amistoso em 2007, e para o Paraguai, nas Eliminatórias de 2010).
Para dar mais credibilidade à dupla, é bom afirmar que, ao todo, foram 21 gols sofridos, média pouco superior a um a cada duas partidas.
Mas, curiosamente, Lúcio e Juan deverão disputar juntos na África do Sul apenas a primeira grande competição sob o comando de Dunga.
Quando poderiam, enfim, estrear na Copa América de 2007, o primeiro se recuperava de cirurgia e não foi chamado. Já em 2009, na Copa das Confederações, foi a vez de o segundo sentir lesão e desfalcar a equipe em praticamente todo o torneio.
Se o entrosamento é apontado por ambos como um dos pontos fortes da dupla, justamente os recorrentes problemas físicos chegam a assustar, principalmente no caso de Juan.
Depois de passar boa parte da temporada 2009 no departamento médico da Roma, ele espera colocar um ponto final nesta série preocupante dos últimos anos.
“Sofri muito no ano passado, mas felizmente já faz bastante tempo que não me lesiono e que voltei a ser o jogador participativo de antes”, explicou o jogador de 31 anos.
“Terei alguns dias livres, agora que terminou o Campeonato Italiano, e pretendo intensificar a preparação para diminuir ainda mais os riscos”.
Já Lúcio, que completou 32 anos no último sábado, vai ainda mais longe. Conhecido pela notável dedicação aos treinos, ele não se dá por satisfeito ao realizar exercícios apenas no clube e encontra tempo para trabalhar o condicionamento físico até mesmo em casa.
“Procuro me fortalecer sempre que posso para suportar esta maratona de jogos. Para isso montei uma academia em casa que me ajuda bastante”, indica.
A tal maratona a que o defensor nascido em Planaltina se refere é “culpa”, em parte, da sua própria fase na Inter de Milão.
Isto porque, sob o comando de José Mourinho, o zagueiro foi um dos principais destaques da equipe neste ano e recebeu enormes elogios, principalmente pelas atuações em dois duelos da Liga dos Campeões, contra Chelsea e Barcelona, quando enfrentou – e parou – atacantes como Didier Drogba e Lionel Messi.
Juan não fica atrás. Sua volta aos gramados após se recuperar da lesão muscular na coxa foi fundamental para a fantástica arrancada da Roma no Campeonato Italiano.
Da ponta de baixo da tabela, a equipe passou a brigar pelo título após sustentar invencibilidade de 24 partidas, período em que inclusive derrotou a Inter de Lúcio para assumir provisoriamente a liderança.
Com ambos em grande forma, Inter e Roma prolongaram o suspense na briga pelo título nacional até a última rodada. Parceiros na Seleção, os dois tiveram de deixar a boa relação de lado para se concentrar exclusivamente nos objetivos de seus clubes.
Em tempo: o título italiano foi conquistado mais uma vez pela Internazionale, de Milão, time de Lúcio, enquanto o vice-campeonato ficou com a Roma, justamente a equipe do seu colega Juan.
“Encaramos essa disputa com naturalidade. Cada um lutou pelo seu time na hora do jogo e não poderia ser diferente. Depois disso, a amizade continua”, revelou Juan, que já havia sido rival de Lúcio na época em que um atuava pelo Bayer Lervekusen e, outro, pelo Bayern de Munique.
De longe, Dunga ficou só de olho. Sem demonstrar preferência pelo título de um ou de outro, ele certamente torceu mais tarde para que os tais “dias livres” de Juan ou a academia particular de Lúcio possam ajudá-los a seguir em grande forma nas semanas que antecedem ao Mundial da África do Sul.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Mensagens de incentivo
Este é o veículo (foto) que conduzirá a Seleção Brasileira durante a sua estada na África do Sul, no Mundial que começo no dia 11 de junho.Os ônibus das 32 seleções participantes da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 contarão com slogans propostos por torcedores de todo o globo.
Nele está estampada a seguinte mensagem: “Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!”.
Já o designado para conduzir Portugal trará em sua lateral: “Um sonho, uma ambição... Portugal campeão!”.
Confira abaixo as frases de incentivo:
África do Sul – Uma nação, orgulhosamente unida sob um arco-íris
Alemanha – Na estrada para ganhar a Copa!
Argélia – Estrela e a lua crescente com um objetivo: Vitória!
Argentina – Última parada: a glória
Austrália – Ouse Sonhar, Avance Austrália
Brasil – Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!
Camarões – Os Leões Indomáveis estão de volta
Chile – Vermelho é o sangue do meu coração, Chile campeão
Coreia do Norte – 1966 de novo! Vitória para a Coreia do Norte!
Coreia do Sul – Os Gritos dos Vermelhos, República da Coreia Unida
Costa do Marfim – Elefantes, vamos lutar pela vitória!
Dinamarca – Tudo o que você precisa é uma seleção dinamarquesa e um sonho
Eslováquia – Façam tremer o gramado verde! Vamos Eslováquia!
Eslovênia – Com 11 corações valentes até o fim
Espanha – Esperança é meu caminho, vitória é meu destino
Estados Unidos – Vida, Liberdade e a Busca pela Vitória!
França – Todos juntos por um novo sonho em azul
Gana – A esperança da África
Grécia – A Grécia está em todos os lugares!
Holanda – Não tema os cinco grandes, tema os 11 laranjas
Honduras – Um país, uma paixão, 5 estrelas no coração!
Inglaterra – Jogando com Orgulho e Glória
Itália – O nosso azul no céu africano!
Japão – O espírito Samurai nunca morre! Vitória para o Japão!
México – É hora de um novo campeão!
Nigéria – Super Águias e supertorcedores, estamos unidos
Nova Zelândia – Chutando ao estilo Kiwi
Paraguai – O leão Guaraní ruge na África do Sul
Portugal – Um sonho, uma ambição... Portugal campeão!
Sérvia – Joguem com o coração, liderem com um sorriso!
Suíça – Hopp Schwiiz! - "Hop Suisse!" - "Forza Svizzera!" - "C'mon Switzerland!" (Vamos, Suíça!)
Uruguai – O Sol brilha sobre nós! Vamos Uruguai!
Nele está estampada a seguinte mensagem: “Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!”.
Já o designado para conduzir Portugal trará em sua lateral: “Um sonho, uma ambição... Portugal campeão!”.
Confira abaixo as frases de incentivo:
África do Sul – Uma nação, orgulhosamente unida sob um arco-íris
Alemanha – Na estrada para ganhar a Copa!
Argélia – Estrela e a lua crescente com um objetivo: Vitória!
Argentina – Última parada: a glória
Austrália – Ouse Sonhar, Avance Austrália
Brasil – Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!
Camarões – Os Leões Indomáveis estão de volta
Chile – Vermelho é o sangue do meu coração, Chile campeão
Coreia do Norte – 1966 de novo! Vitória para a Coreia do Norte!
Coreia do Sul – Os Gritos dos Vermelhos, República da Coreia Unida
Costa do Marfim – Elefantes, vamos lutar pela vitória!
Dinamarca – Tudo o que você precisa é uma seleção dinamarquesa e um sonho
Eslováquia – Façam tremer o gramado verde! Vamos Eslováquia!
Eslovênia – Com 11 corações valentes até o fim
Espanha – Esperança é meu caminho, vitória é meu destino
Estados Unidos – Vida, Liberdade e a Busca pela Vitória!
França – Todos juntos por um novo sonho em azul
Gana – A esperança da África
Grécia – A Grécia está em todos os lugares!
Holanda – Não tema os cinco grandes, tema os 11 laranjas
Honduras – Um país, uma paixão, 5 estrelas no coração!
Inglaterra – Jogando com Orgulho e Glória
Itália – O nosso azul no céu africano!
Japão – O espírito Samurai nunca morre! Vitória para o Japão!
México – É hora de um novo campeão!
Nigéria – Super Águias e supertorcedores, estamos unidos
Nova Zelândia – Chutando ao estilo Kiwi
Paraguai – O leão Guaraní ruge na África do Sul
Portugal – Um sonho, uma ambição... Portugal campeão!
Sérvia – Joguem com o coração, liderem com um sorriso!
Suíça – Hopp Schwiiz! - "Hop Suisse!" - "Forza Svizzera!" - "C'mon Switzerland!" (Vamos, Suíça!)
Uruguai – O Sol brilha sobre nós! Vamos Uruguai!
Lesão no ombro afasta Guto
Pelo menos nas próximas rodadas da Série B, o Jacaré ficará privado de escalar o seu goleiro titular - Guto (C) -, por causa de uma contusão no ombro direitoCrédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
Tudo bem que o Brasiliense suportou bem a pressão exercida pelo Santo André, no Parque Antártica, na semana passada, saiu da capital paulista com um ponto ganho, mas acumula sérios prejuízos para a próxima partida pela Série B do Brasileiro.
Como se não bastassem as expulsões do lateral-esquerdo Willian e do volante Alysson, um em cada tempo, o Jacaré ainda terminou o confronto sem Guto, o seu goleiro titular há várias temporadas.
É que ele sofreu uma subluxação (luxação de menor grau) no ombro direito - quem assistiu o jogo viu como tudo aconteceu -, e que por isso mesmo ficará longe dos gramados pelos próximos 15 dias.
Este prazo, que foi estipulado pelo departamento médico do Brasiliense, que tem o competente Paulo Lobo no comando, refere-se apenas ao tratamento inicial da lesão (imobilização, repouso, analgésicos e fisioterapia), ao qual o goleiro já está sendo submetido, a fim de acelerar o processo.
Guto foi submetido a uma ressonância magnética e avaliado por um especialista no assunto, que, a princípio, descartou a opção pela cirurgia. Mas, um parecer mais detalhado e conclusivo deve ser emitido no começo da próxima semana.
Caso precise passar pela intervenção cirúrgica, o período de recuperação salta para até quatro meses. "Vou esperar o laudo certo. Vamos ver qual vai ser o encaminhamento para que a lesão seja tratada bem", afirmou o experiente goleiro.
Como recordar é viver, informo que o eterno titular da camisa 1 do Jacaré já sofreu uma luxação no ombro esquerdo e teve que ser operado. Guto compara as duas situações:
"Acredito que esta lesão de agora seja menos grave que a do ombro esquerdo. Naquela vez, meu ombro saiu todo para fora do lugar e só conseguiram encaixar no hospital. Quando me examinaram, ainda constataram que tinha rompido todos os ligamentos e sofrido uma fratura no osso. Agora, o doutor (Fabiano Dutra, médico do Brasiliense) conseguiu ajeitar o ombro ainda no campo".
O jogador reforça também que, independentemente da necessidade ou não de cirurgia, estará focado em ter uma pronta recuperação.
"Quando fui operado, o prazo para que eu voltasse a trabalhar com bola era de três meses. Em dois meses eu já estava treinando normalmente. Mas, por enquanto, é garantido que nos próximos 15 dias é só tipóia, sem movimentar o braço", esclareceu Guto.
Como se não bastassem as expulsões do lateral-esquerdo Willian e do volante Alysson, um em cada tempo, o Jacaré ainda terminou o confronto sem Guto, o seu goleiro titular há várias temporadas.
É que ele sofreu uma subluxação (luxação de menor grau) no ombro direito - quem assistiu o jogo viu como tudo aconteceu -, e que por isso mesmo ficará longe dos gramados pelos próximos 15 dias.
Este prazo, que foi estipulado pelo departamento médico do Brasiliense, que tem o competente Paulo Lobo no comando, refere-se apenas ao tratamento inicial da lesão (imobilização, repouso, analgésicos e fisioterapia), ao qual o goleiro já está sendo submetido, a fim de acelerar o processo.
Guto foi submetido a uma ressonância magnética e avaliado por um especialista no assunto, que, a princípio, descartou a opção pela cirurgia. Mas, um parecer mais detalhado e conclusivo deve ser emitido no começo da próxima semana.
Caso precise passar pela intervenção cirúrgica, o período de recuperação salta para até quatro meses. "Vou esperar o laudo certo. Vamos ver qual vai ser o encaminhamento para que a lesão seja tratada bem", afirmou o experiente goleiro.
Como recordar é viver, informo que o eterno titular da camisa 1 do Jacaré já sofreu uma luxação no ombro esquerdo e teve que ser operado. Guto compara as duas situações:
"Acredito que esta lesão de agora seja menos grave que a do ombro esquerdo. Naquela vez, meu ombro saiu todo para fora do lugar e só conseguiram encaixar no hospital. Quando me examinaram, ainda constataram que tinha rompido todos os ligamentos e sofrido uma fratura no osso. Agora, o doutor (Fabiano Dutra, médico do Brasiliense) conseguiu ajeitar o ombro ainda no campo".
O jogador reforça também que, independentemente da necessidade ou não de cirurgia, estará focado em ter uma pronta recuperação.
"Quando fui operado, o prazo para que eu voltasse a trabalhar com bola era de três meses. Em dois meses eu já estava treinando normalmente. Mas, por enquanto, é garantido que nos próximos 15 dias é só tipóia, sem movimentar o braço", esclareceu Guto.
Benefício fiscal à vista
O Governo Federal acaba de anunciar que vai conceder benefícios fiscais para a construção e reforma dos estádios que sediarão os jogos da Copa do Mundo 2014.
De acordo com um comunicado emitido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, os Estados que sediarão os jogos poderão conceder isenção de ICMS nas operações com mercadorias e bens destinados à construção, ampliação, reforma ou modernização de estádios para a Copa.
Além disso, os estádios-sede do campeonato mundial, localizados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal, serão desonerados do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS/Confins e Imposto de Importação.
O comunicado afirma ainda que a isenção adicional de ICMS na importação só será dado caso o bem não possua similar nacional. A decisão será publicada em lei ou Medida Provisória.
De acordo com um comunicado emitido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, os Estados que sediarão os jogos poderão conceder isenção de ICMS nas operações com mercadorias e bens destinados à construção, ampliação, reforma ou modernização de estádios para a Copa.
Além disso, os estádios-sede do campeonato mundial, localizados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal, serão desonerados do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS/Confins e Imposto de Importação.
O comunicado afirma ainda que a isenção adicional de ICMS na importação só será dado caso o bem não possua similar nacional. A decisão será publicada em lei ou Medida Provisória.
Ficou para depois
Ainda sobre o Gama, tenho a informar que a diretoria decidiu adiar por uma semana a apresentação do grupo que disputará a Série C do Campeonato Brasileiro. Não tenho, contudo, a informação sobre os motivos que levaram os dirigentes a adotar tal medida.
Também fiquei sabendo que, pelo menos por enquanto, nenhuma contratação de vulto será anunciada, até porque dinheiro para fazer tal investimento está curto pelas bandas do Ninho do Periquito.
De qualquer forma, vamos esperar até a próxima segunda-feira para tomarmos conhecimento das novidades alviverdes. Sobre o grupo do qual o Gama faz parte na Série C, não resta dúvida que é um dos mais difíceis.
É bom esclarecer que a dificuldade não é tanto por causa dos inimigos à vista, mas pela absoluta condição técnica do Periquito, pelo menos num primeiro momento, com o objetivo de impor respeito aos seus futuros adversários.
Com a palavra o presidente Paulo Goyaz!
Também fiquei sabendo que, pelo menos por enquanto, nenhuma contratação de vulto será anunciada, até porque dinheiro para fazer tal investimento está curto pelas bandas do Ninho do Periquito.
De qualquer forma, vamos esperar até a próxima segunda-feira para tomarmos conhecimento das novidades alviverdes. Sobre o grupo do qual o Gama faz parte na Série C, não resta dúvida que é um dos mais difíceis.
É bom esclarecer que a dificuldade não é tanto por causa dos inimigos à vista, mas pela absoluta condição técnica do Periquito, pelo menos num primeiro momento, com o objetivo de impor respeito aos seus futuros adversários.
Com a palavra o presidente Paulo Goyaz!
Saiu a tabela da Série C
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), prometeu e cumpriu. No começo dessa noite, a entidade nacional divulgou a tabela oficial da Série C do Campeonato Brasileiro de 2010.
Nunca é demais lembrar que o nosso futebol será representado, nesta competição, a chamada terceira divisão nacional, pela Sociedade Esportiva do Gama.
O Periquito, que está com suas atividades paralizadas desde o encerramento da primeira fase do Campeonato Metropolitano, faz parte do Grupo C, juntamente com o Ituiutaba (MG), Luverdense (MT), Macaé (RJ) e Marília (SP).
A maratona da terceira divisão se inicia no dia 18 de julho, às 16h, quando o Periquito receberá a visita do Macaé, no Estádio Bezerrão, no Gama.
A fórmula de disputa, de acordo com o estatuto do Torcedor, será a mesma do ano passado: serão formados quatro grupos de cinco times, classificando-se para a segunda fase os dois primeiros. O quinto colocado será rebaixado para a quarta divisão.
Confira os grupos da Série C:
GRUPO A - Águia (PA), Fortaleza (CE), Paysandu (PA), Rio Branco (AC) e São Raimundo (PA)
GRUPO B - ABC (RN), Alecrim (RN), Campinense (PB), CRB (AL) e Salgueiro (PE)
GRUPO C - Gama (DF), Ituiutaba (MG), Luverdense (MT), Macaé (RJ) e Marília (SP)
GRUPO D - Brasil (RS), Caxias (RS), Chapecoense (SC), Criciúma (SC) e Juventude (RS)
Depois que enfrentar o Macaé, o Gama jogará novamente diante dos seus torcedores. Será no dia 01 de agosto, às 16h, tendo o Ituiutaba como adversário.
As duas partidas seguidas serão fora do DF. No dia 08 de agosto o time alviverde enfrentará o Luverdense, às 19h, no Estádio Passos da Ema, em Lucas do Rio Verde. Já no dia 11, o inimigo atende pelo nome de Marília, às 19h, no Bento de Abreu, no interior paulista.
No dia 22 de agosto, às 16h, o Periquito receberá a visita do Luverdense, enquanto no dia dia 29, a apresentação será em Ituiutaba, às 16h, no Estádio Fazendinha, em Ituiutaba.
Os dois últimos jogos serão contra o Marília, no dia 01 de setembro, às 10h30, no Bezerrão, e no dia 19 de setembro, às 16h, no Godofredo Cruz, em Campos, contra o Macaé.
Com: Rener Lopes
Nunca é demais lembrar que o nosso futebol será representado, nesta competição, a chamada terceira divisão nacional, pela Sociedade Esportiva do Gama.
O Periquito, que está com suas atividades paralizadas desde o encerramento da primeira fase do Campeonato Metropolitano, faz parte do Grupo C, juntamente com o Ituiutaba (MG), Luverdense (MT), Macaé (RJ) e Marília (SP).
A maratona da terceira divisão se inicia no dia 18 de julho, às 16h, quando o Periquito receberá a visita do Macaé, no Estádio Bezerrão, no Gama.
A fórmula de disputa, de acordo com o estatuto do Torcedor, será a mesma do ano passado: serão formados quatro grupos de cinco times, classificando-se para a segunda fase os dois primeiros. O quinto colocado será rebaixado para a quarta divisão.
Confira os grupos da Série C:
GRUPO A - Águia (PA), Fortaleza (CE), Paysandu (PA), Rio Branco (AC) e São Raimundo (PA)
GRUPO B - ABC (RN), Alecrim (RN), Campinense (PB), CRB (AL) e Salgueiro (PE)
GRUPO C - Gama (DF), Ituiutaba (MG), Luverdense (MT), Macaé (RJ) e Marília (SP)
GRUPO D - Brasil (RS), Caxias (RS), Chapecoense (SC), Criciúma (SC) e Juventude (RS)
Depois que enfrentar o Macaé, o Gama jogará novamente diante dos seus torcedores. Será no dia 01 de agosto, às 16h, tendo o Ituiutaba como adversário.
As duas partidas seguidas serão fora do DF. No dia 08 de agosto o time alviverde enfrentará o Luverdense, às 19h, no Estádio Passos da Ema, em Lucas do Rio Verde. Já no dia 11, o inimigo atende pelo nome de Marília, às 19h, no Bento de Abreu, no interior paulista.
No dia 22 de agosto, às 16h, o Periquito receberá a visita do Luverdense, enquanto no dia dia 29, a apresentação será em Ituiutaba, às 16h, no Estádio Fazendinha, em Ituiutaba.
Os dois últimos jogos serão contra o Marília, no dia 01 de setembro, às 10h30, no Bezerrão, e no dia 19 de setembro, às 16h, no Godofredo Cruz, em Campos, contra o Macaé.
Com: Rener Lopes
terça-feira, 11 de maio de 2010
Os eleitos se pronunciam
O momento de grande expectativa já ficou para trás. Com o anúncio da convocação da Seleção pelo técnico Dunga, 23 brasileiros ganharam seu passaporte direto para a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010.
Confira, a seguir, uma compilação de declarações de alguns dos jogadores mais felizes desta terça-feira. Eles vão vestir a amarelinha em busca de um hexacampeonato a partir do dia 11 de junho:
“A gente sempre fica com aquele friozinho na barriga. Eu estava com a televisão alta, ligado na convocação. Estou muito contente por fazer parte deste grupo que vai representar a Seleção na Copa do Mundo. Esperamos representar bem o nosso povo que é o mais importante.”
Daniel Alves, lateral-direito do Barcelona (ESP)
“Estava otimista com o fato de fazer parte deste grupo. Vou realizar um sonho de infância, uma meta na carreira. É um dos momentos mais felizes da minha vida e vou comemorar com a família e meus amigos que sempre estiveram ao meu lado.”
Felipe Melo, volante da Juventus (ITA)
“A emoção é grande, mesmo com a experiência que tenho. Hoje sou um dos mais velhos. Faz parte de um processo natural toda essa responsabilidade passada para mim. A única certeza é que todo o grupo vai se empenhar e que o objetivo traçado há três anos e meio pelo Dunga seja fechado bem com o título.”
Gilberto Silva, volante do Panathinaikos (GRE)
“Tive uma grande temporada. É sempre uma honra defender a Seleção Brasileira e estou muito emocionado. Ser convocado para a Copa do Mundo é um dos grandes feitos na carreira de um jogador e esta será a minha primeira.”
Gomes, goleiro do Tottenham (ENG)
“Sem dúvida nenhuma, é a maior emoção da minha vida. Defender o Brasil em uma Copa do Mundo é o sonho de qualquer criança e isso hoje se realizou para mim. Dedico especialmente ao meu pai, que faleceu há um ano e meio. Sei que ele está muito feliz lá em cima.”
Grafite, atacante do Wolfsburg (GER)
“Vejo o grupo preparado. Agradeço muito ao Dunga pela confiança que sempre depositou em mim. Agora, temos que trabalhar para que tudo possa sair da forma que desejamos. Todos estão com muita vontade de provar o seu valor. Quem ganha com isso é a Seleção e o povo brasileiro, que com certeza verá um time aguerrido em campo.”
Juan, zagueiro da Roma (ITA)
“Era um sonho. As únicas pessoas que acreditavam nisso era eu, minha esposa, meu sogro... Trabalhei muito, passei por muita coisa. Foi difícil chegar até aqui. Quando fui convocado, caí em lágrimas.”
Kléberson, meia do Flamengo
“Estou feliz depois de muito esforço e trabalho. Nas Copas de 2002 e 2006 eu tinha a esperança de ser convocado e acabei vendo (os torneios) pela TV. Hoje poder ver o nome na lista é muito gratificante. Depois de muita luta, vou poder realizar esse grande sonho.”
Luís Fabiano, atacante do Sevilla (ESP)
“Fiquei muito nervoso na hora dessa convocação. Acho que isso só aconteceu antes do nascimento do meu filho. Minhas pernas tremiam sem parar. A ansiedade virou felicidade depois que vi minha foto na televisão.”
Ramires, meia do Benfica (POR)
“Estou muito feliz e num bom momento. Espero apresentar melhor futebol e vou entrar com muita garra. Só ajudou meu futebol ter retornado para o Santos. Acredito também que a seleção está preparada.”
Robinho, atacante do Santos
“Sei que fiz tudo para ser lembrado nesta lista. Mas, quando vi que meu nome realmente estava entre os convocados, a emoção foi muito grande. Temos uma seleção fortíssima, e só depende de nós. Estamos com o Dunga e confiamos no trabalho que a comissão desenvolveu nos últimos anos.”
Thiago Silva, zagueiro do Milan (ITA)
Confira, a seguir, uma compilação de declarações de alguns dos jogadores mais felizes desta terça-feira. Eles vão vestir a amarelinha em busca de um hexacampeonato a partir do dia 11 de junho:
“A gente sempre fica com aquele friozinho na barriga. Eu estava com a televisão alta, ligado na convocação. Estou muito contente por fazer parte deste grupo que vai representar a Seleção na Copa do Mundo. Esperamos representar bem o nosso povo que é o mais importante.”
Daniel Alves, lateral-direito do Barcelona (ESP)
“Estava otimista com o fato de fazer parte deste grupo. Vou realizar um sonho de infância, uma meta na carreira. É um dos momentos mais felizes da minha vida e vou comemorar com a família e meus amigos que sempre estiveram ao meu lado.”
Felipe Melo, volante da Juventus (ITA)
“A emoção é grande, mesmo com a experiência que tenho. Hoje sou um dos mais velhos. Faz parte de um processo natural toda essa responsabilidade passada para mim. A única certeza é que todo o grupo vai se empenhar e que o objetivo traçado há três anos e meio pelo Dunga seja fechado bem com o título.”
Gilberto Silva, volante do Panathinaikos (GRE)
“Tive uma grande temporada. É sempre uma honra defender a Seleção Brasileira e estou muito emocionado. Ser convocado para a Copa do Mundo é um dos grandes feitos na carreira de um jogador e esta será a minha primeira.”
Gomes, goleiro do Tottenham (ENG)
“Sem dúvida nenhuma, é a maior emoção da minha vida. Defender o Brasil em uma Copa do Mundo é o sonho de qualquer criança e isso hoje se realizou para mim. Dedico especialmente ao meu pai, que faleceu há um ano e meio. Sei que ele está muito feliz lá em cima.”
Grafite, atacante do Wolfsburg (GER)
“Vejo o grupo preparado. Agradeço muito ao Dunga pela confiança que sempre depositou em mim. Agora, temos que trabalhar para que tudo possa sair da forma que desejamos. Todos estão com muita vontade de provar o seu valor. Quem ganha com isso é a Seleção e o povo brasileiro, que com certeza verá um time aguerrido em campo.”
Juan, zagueiro da Roma (ITA)
“Era um sonho. As únicas pessoas que acreditavam nisso era eu, minha esposa, meu sogro... Trabalhei muito, passei por muita coisa. Foi difícil chegar até aqui. Quando fui convocado, caí em lágrimas.”
Kléberson, meia do Flamengo
“Estou feliz depois de muito esforço e trabalho. Nas Copas de 2002 e 2006 eu tinha a esperança de ser convocado e acabei vendo (os torneios) pela TV. Hoje poder ver o nome na lista é muito gratificante. Depois de muita luta, vou poder realizar esse grande sonho.”
Luís Fabiano, atacante do Sevilla (ESP)
“Fiquei muito nervoso na hora dessa convocação. Acho que isso só aconteceu antes do nascimento do meu filho. Minhas pernas tremiam sem parar. A ansiedade virou felicidade depois que vi minha foto na televisão.”
Ramires, meia do Benfica (POR)
“Estou muito feliz e num bom momento. Espero apresentar melhor futebol e vou entrar com muita garra. Só ajudou meu futebol ter retornado para o Santos. Acredito também que a seleção está preparada.”
Robinho, atacante do Santos
“Sei que fiz tudo para ser lembrado nesta lista. Mas, quando vi que meu nome realmente estava entre os convocados, a emoção foi muito grande. Temos uma seleção fortíssima, e só depende de nós. Estamos com o Dunga e confiamos no trabalho que a comissão desenvolveu nos últimos anos.”
Thiago Silva, zagueiro do Milan (ITA)
Aposta na velocidade
O talento dos jogadores da Seleção Brasileira, único time pentacampeão do mundo, nunca foi posto em dúvida. Para a Copa do Mundo da FIFA - África do Sul 2010, o técnico Dunga também aposta em um ingrediente extra em busca do título: muita velocidade.
Ao anunciar os 23 jogadores que representarão o Brasil no Mundial, o treinador deu a pista de como pretende montar seu time na luta para levar um hexacampeonato inédito. “Estamos com uma Seleção que, de ponta a ponta, é muito rápida”, afirmou em entrevista coletiva no Rio de Janeiro.
A característica desse jogo acelerado foi destacada por Dunga em comentário para justificar a escolha de Michel Bastos ao lado de Gilberto para a posição de lateral-esquerdo.
Hoje são dois jogadores que têm atuado no meio-campo, mas que se destacam pela forte chegada ao ataque. Bem ao estilo do time campeão da Copa das Confederações da FIFA - África do Sul 2009.
Com astros como Kaká e Robinho à frente e atletas de muito poder físico e longas passadas em seu suporte, a equipe deve apresentar um futebol de muita rapidez e arrancadas verticais rumo ao gol adversário.
“Tenho inteira confiança em todos os que convoquei. Sempre falo para eles. Se eu convoco, é porque tenho confiança. O Kaká é indispensável. Ele e Robinho são protagonistas e têm de ser, pelo que se espera deles”, disse.
Sobre o improviso dos dois atletas na função, Dunga afirmou que é uma questão de solução rápida, confiando na adaptação de ambos.
“Eles são jogadores oriundos desta posição e jogaram desta forma por muito tempo”, disse. “Além disso, a comissão técnica faz um trabalho de vídeo, no qual é mostrado para os jogadores como queremos que eles joguem, o que precisa ser feito.”
Até formar sua lista para a Copa do Mundo da África do Sul, Dunga testou mais de 80 nomes, em três anos e meio de trabalho. O que é um luxo que poucos países podem contar em uma fase de renovação.
“Infelizmente, só podemos chamar 23 jogadores. Testamos muitos nomes e outros, infelizmente, não puderam estar conosco por falta de tempo, mas no futuro certamente poderão ter uma oportunidade”, afirmou. “A montagem da nossa Seleção sempre foi pautada por quanto é importante jogar por ela.”
O técnico disse que um dos critérios para composição do plantel foi o histórico com a Amarelinha e o grau de dedicação e comprometimento mostrado nos últimos anos. “Cada um começou a mostrar sua casinha, trazer seu tijolinho desde o primeiro dia. O torcedor pode ter certeza de que esse período não foi em vão.”
Ao anunciar os 23 jogadores que representarão o Brasil no Mundial, o treinador deu a pista de como pretende montar seu time na luta para levar um hexacampeonato inédito. “Estamos com uma Seleção que, de ponta a ponta, é muito rápida”, afirmou em entrevista coletiva no Rio de Janeiro.
A característica desse jogo acelerado foi destacada por Dunga em comentário para justificar a escolha de Michel Bastos ao lado de Gilberto para a posição de lateral-esquerdo.
Hoje são dois jogadores que têm atuado no meio-campo, mas que se destacam pela forte chegada ao ataque. Bem ao estilo do time campeão da Copa das Confederações da FIFA - África do Sul 2009.
Com astros como Kaká e Robinho à frente e atletas de muito poder físico e longas passadas em seu suporte, a equipe deve apresentar um futebol de muita rapidez e arrancadas verticais rumo ao gol adversário.
“Tenho inteira confiança em todos os que convoquei. Sempre falo para eles. Se eu convoco, é porque tenho confiança. O Kaká é indispensável. Ele e Robinho são protagonistas e têm de ser, pelo que se espera deles”, disse.
Sobre o improviso dos dois atletas na função, Dunga afirmou que é uma questão de solução rápida, confiando na adaptação de ambos.
“Eles são jogadores oriundos desta posição e jogaram desta forma por muito tempo”, disse. “Além disso, a comissão técnica faz um trabalho de vídeo, no qual é mostrado para os jogadores como queremos que eles joguem, o que precisa ser feito.”
Até formar sua lista para a Copa do Mundo da África do Sul, Dunga testou mais de 80 nomes, em três anos e meio de trabalho. O que é um luxo que poucos países podem contar em uma fase de renovação.
“Infelizmente, só podemos chamar 23 jogadores. Testamos muitos nomes e outros, infelizmente, não puderam estar conosco por falta de tempo, mas no futuro certamente poderão ter uma oportunidade”, afirmou. “A montagem da nossa Seleção sempre foi pautada por quanto é importante jogar por ela.”
O técnico disse que um dos critérios para composição do plantel foi o histórico com a Amarelinha e o grau de dedicação e comprometimento mostrado nos últimos anos. “Cada um começou a mostrar sua casinha, trazer seu tijolinho desde o primeiro dia. O torcedor pode ter certeza de que esse período não foi em vão.”
Comitê da Copa elogia Brasília, diz governador
O Departamento de Estádios do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, visitou esta tarde o Estádio Mané Garrincha, que será reformado e ampliado para receber jogos do Mundial e, possivelmente, vir a ser o local da abertura do evento.
A comissão que vistoriou as estruturas e o andamento das obras no estádio, formada por engenheiros e arquitetos, chegou por volta das 15h30 ao local.
No gramado, conversaram com representantes do governo e da Novacap - que está realizando as etapas iniciais da obra, enquanto a licitação da reforma não é concluída -, além do arquiteto responsável pelo projeto, Eduardo de Castro Mello.
Às 16h20, o governador Rogério Rosso, chegou ao estádio em um helicóptero da Polícia Militar.
Os técnicos, em nenhum momento, saíram do centro do gramado para caminhar pelas estruturas existentes no estádio, mostrando que a intenção do COL era apenas verificar em que estado anda a obra, que começou na última segunda-feira, um dia antes da visita.
Os integrantes do COL não deram declarações sobre o que foi avaliado na visita, mas o governador do DF transmitiu suas impressões da vistoria.
"Eles elogiaram o que está sendo feito e o que foi planejado. Eles nos deram parabéns pela estrutura que está sendo montada, principalmente pela proximidade que temos entre o Centro de Convenções, o Setor Hoteleiro e o estádio, o que nos qualifica para recebermos a abertura do Mundial e o Centro de Mídia Internacional", comemorou
A comissão que vistoriou as estruturas e o andamento das obras no estádio, formada por engenheiros e arquitetos, chegou por volta das 15h30 ao local.
No gramado, conversaram com representantes do governo e da Novacap - que está realizando as etapas iniciais da obra, enquanto a licitação da reforma não é concluída -, além do arquiteto responsável pelo projeto, Eduardo de Castro Mello.
Às 16h20, o governador Rogério Rosso, chegou ao estádio em um helicóptero da Polícia Militar.
Os técnicos, em nenhum momento, saíram do centro do gramado para caminhar pelas estruturas existentes no estádio, mostrando que a intenção do COL era apenas verificar em que estado anda a obra, que começou na última segunda-feira, um dia antes da visita.
Os integrantes do COL não deram declarações sobre o que foi avaliado na visita, mas o governador do DF transmitiu suas impressões da vistoria.
"Eles elogiaram o que está sendo feito e o que foi planejado. Eles nos deram parabéns pela estrutura que está sendo montada, principalmente pela proximidade que temos entre o Centro de Convenções, o Setor Hoteleiro e o estádio, o que nos qualifica para recebermos a abertura do Mundial e o Centro de Mídia Internacional", comemorou
Santa Helena desiste da Série D
O Santa Helena, que é o atual vice-campeão goiano e cotado para ser o provável adversário do Ceilândia na primeira fase da Série D, desistiu de disputar a competição.
A se confirmar oficialmente esta notícia vinda do interior goiano, o time da santa será o segundo clube do vizinho Estado a desistir. O primeiro deles foi a Anapolina.
Pelo critério adotado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a vaga deve ser herdada por Morrinhos ou Trindade, mas é provável que nenhum deles mostre interesse pela competição.
E o motivo é bem simples: além dos milhões dos direitos de transmissão em TV aberta e fechada, a entidade banca as despesas com as viagens aéreas e hospedagem dos clubes da Série A, enquanto que, na Série D, o clube é que paga todas as despesas.
Pelo menos por enquanto, o Crac, de Catalão e o Nova Aurora permanecem como prováveis adversários do Ceilândia, atual campeão do Distrito Federal.
Segundo o critério adotado pela CBF, os clubes goianos devem demonstrar interesse até 21 de maio. Se não houver interessados no Estado, a vaga deverá ser preenchida, segundo o Ranking Nacional de Clubes, primeiro levando-se em consideração apenas os times da região (até 28 de maio) e depois os times do Brasil (até 4 de junho).
Uma leitura atenta do ofício DCO-GER 122/2010 deixa evidente que o Botafogo-DF, que é o ducentésimo vigésimo quinto colocado no ranking da CBF (225) e que se mostrou interessado na vaga, estaria atrás do Brasília na disputa.
Resta saber se alguém se interessa em disputar uma competição em que o prejuízo é certo e os riscos são grandes. Para o Ceilândia é a oportunidade de retornar às competições nacionais. Em 2008, o Gato, por falta de recursos, abriu mão de participar da Série C. Em 2010, o campeão retorna, mas agora para disputar a Série D.
Gato volta ao batente
Depois de saborear o titulo Metropolitano de 2010, o Ceilândia voltará ao batente nesta semana, ao menos para planejar o restante da temporada.
Ao que tudo indica a diretoria do Gato deverá manter o nível de investimento. Em outras palavras, na prática isso significa que o time será formado por jogador regionais.
É o bastante para tentar uma vaga nas fases finais da competição, mas não o suficiente ainda para empolgar a torcida. Ao que se sabe o elenco passará por profundas alterações. Isso tudo também indica que o técnico Adelson de Almeida terá muito trabalho nos dois meses de preparação.
A preparação, efetivamente, vai começar dia sete de junho. A competição deve começar em 18 de julho. Isso dá pouco mais que um mês para Adelson formar a sua equipe.
Do time campeão do Distrito Federal apenas Badhuga e Vieira estão acertados. Rodrigo Melo e Cassius são outros nomes certos. Alguns profissionais que se destacaram no campeonato local são dados como certos.
A se confirmar oficialmente esta notícia vinda do interior goiano, o time da santa será o segundo clube do vizinho Estado a desistir. O primeiro deles foi a Anapolina.
Pelo critério adotado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a vaga deve ser herdada por Morrinhos ou Trindade, mas é provável que nenhum deles mostre interesse pela competição.
E o motivo é bem simples: além dos milhões dos direitos de transmissão em TV aberta e fechada, a entidade banca as despesas com as viagens aéreas e hospedagem dos clubes da Série A, enquanto que, na Série D, o clube é que paga todas as despesas.
Pelo menos por enquanto, o Crac, de Catalão e o Nova Aurora permanecem como prováveis adversários do Ceilândia, atual campeão do Distrito Federal.
Segundo o critério adotado pela CBF, os clubes goianos devem demonstrar interesse até 21 de maio. Se não houver interessados no Estado, a vaga deverá ser preenchida, segundo o Ranking Nacional de Clubes, primeiro levando-se em consideração apenas os times da região (até 28 de maio) e depois os times do Brasil (até 4 de junho).
Uma leitura atenta do ofício DCO-GER 122/2010 deixa evidente que o Botafogo-DF, que é o ducentésimo vigésimo quinto colocado no ranking da CBF (225) e que se mostrou interessado na vaga, estaria atrás do Brasília na disputa.
Resta saber se alguém se interessa em disputar uma competição em que o prejuízo é certo e os riscos são grandes. Para o Ceilândia é a oportunidade de retornar às competições nacionais. Em 2008, o Gato, por falta de recursos, abriu mão de participar da Série C. Em 2010, o campeão retorna, mas agora para disputar a Série D.
Gato volta ao batente
Depois de saborear o titulo Metropolitano de 2010, o Ceilândia voltará ao batente nesta semana, ao menos para planejar o restante da temporada.
Ao que tudo indica a diretoria do Gato deverá manter o nível de investimento. Em outras palavras, na prática isso significa que o time será formado por jogador regionais.
É o bastante para tentar uma vaga nas fases finais da competição, mas não o suficiente ainda para empolgar a torcida. Ao que se sabe o elenco passará por profundas alterações. Isso tudo também indica que o técnico Adelson de Almeida terá muito trabalho nos dois meses de preparação.
A preparação, efetivamente, vai começar dia sete de junho. A competição deve começar em 18 de julho. Isso dá pouco mais que um mês para Adelson formar a sua equipe.
Do time campeão do Distrito Federal apenas Badhuga e Vieira estão acertados. Rodrigo Melo e Cassius são outros nomes certos. Alguns profissionais que se destacaram no campeonato local são dados como certos.
CBF divulga lista complementar
Alex, Diego Tardelli, Carlos Eduardo, Ganso, Marcelo, Ronaldinho Gaúcho e Sandro são relacionados
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), acaba de anunciar que o técnico Dunga convocou os sete jogadores que farão parte da lista complementar da Seleção Brasileira, que está sendo enviada à FIFA.
Eis a relação:
Alex - Chelsea
Sandro - Internacional
Marcelo - Real Madrid
Ronaldinho Gaúcho - Milan
Paulo Henrique Ganso - Santos
Carlos Eduardo - Hoffenheim
Diego Tardelli - Atlético Mineiro
Sandro entre os suplentes para a Copa
O volante Sandro integra a lista de suplentes para a Copa do Mundo da África do Sul divulgada na tarde desta terça pela CBF.
Antes do treino desta terça-feira visando o jogo contra o Estudiantes, Sandro deu uma breve declaração sobre a convocação.
Ele não escondia a felicidade por estar no seleto grupo. "Fiquei muito feliz, Sei que não estou entre os 23, mas fui lembrado. Se precisar, estou à disposição", afirmou o jogador de 21 anos.
Fossati também comentou sobre a convocação de Sandro para a suplência da Seleção Brasileira:
"É uma honra para ele e motivo de alegria para a torcida colorada. Com tantas opções que o Dunga tem, só o fato de ser lembrado já é muito importante", avaliou o treinador.
A Fifa determina que em 1º de junho as federações apresentem as listas finais de 23 nomes, selecionados entre os 30 divulgados até esta terça-feira.
A partir de então, só poderá haver trocas em caso de lesões até a véspera da estreia da equipe na Copa. E o jogador convocado para substituir um machucado não precisa ser um dos sete excluídos da relação inicial de 30.
Eis a relação:
Alex - Chelsea
Sandro - Internacional
Marcelo - Real Madrid
Ronaldinho Gaúcho - Milan
Paulo Henrique Ganso - Santos
Carlos Eduardo - Hoffenheim
Diego Tardelli - Atlético Mineiro
Sandro entre os suplentes para a Copa
O volante Sandro integra a lista de suplentes para a Copa do Mundo da África do Sul divulgada na tarde desta terça pela CBF.
Antes do treino desta terça-feira visando o jogo contra o Estudiantes, Sandro deu uma breve declaração sobre a convocação.
Ele não escondia a felicidade por estar no seleto grupo. "Fiquei muito feliz, Sei que não estou entre os 23, mas fui lembrado. Se precisar, estou à disposição", afirmou o jogador de 21 anos.
Fossati também comentou sobre a convocação de Sandro para a suplência da Seleção Brasileira:
"É uma honra para ele e motivo de alegria para a torcida colorada. Com tantas opções que o Dunga tem, só o fato de ser lembrado já é muito importante", avaliou o treinador.
A Fifa determina que em 1º de junho as federações apresentem as listas finais de 23 nomes, selecionados entre os 30 divulgados até esta terça-feira.
A partir de então, só poderá haver trocas em caso de lesões até a véspera da estreia da equipe na Copa. E o jogador convocado para substituir um machucado não precisa ser um dos sete excluídos da relação inicial de 30.
Brasiliense aceita negociar Jobson com Botafogo
Com o interesse confirmado do Botafogo em contar novamente com o jovem atacante Jobson no elenco (após o fim da punição do jogador por doping), o presidente de honra do Jacaré, Luiz Estevão, clube detentor do passe do atleta, afirmou que o time do Distrito Federal está disposto a negociar com a equipe alvinegra.Estevão ressaltou a boa passagem de Jobson pelo clube carioca como fator atenuante em aceitar um acordo, mas alegou que o Botafogo ainda não apresentou nada de concreto ao Brasiliense.
"Com certeza estamos abertos para negociações. Ele teve uma passagem ótima pelo Botafogo e teve bons registros pelo clube, no comportamento com os jogadores e comissão técnica. Jobson se identificou muito com o clube e viveu um excelente momento por lá. Aceitaremos conversar assim que o Botafogo apresentar algo concreto. Ainda é muito cedo para falarmos em valores, mas o Brasiliense está aberto ao dialogo", afirmou.
O presidente do Brasiliense acrescentou que Jobson está apto para jogar futebol, já que recebeu um tratamento de recuperação social pelo clube. Se o Botafogo continuar o processo com o jogador, Luiz Estevão garante bons frutos.
"Jobson ficou aqui cinco meses e mesmo com a punição, trabalhou forte. Aqui ele passou pelo processo de recuperação social. Demos todo apoio e agora ele está recuperado, feliz. Ele é um jogador apto para jogar futebol em alto nível e as negociações podem ocorrer se o Botafogo tratar assim. Essa fase já ficou para trás", finalizou.
O atleta tem contrato com o Brasiliense até 2014. Após ter a pena de dois anos por doping quando atuava pelo Botafogo reduzida pelo STJD, o jogador poderá atuar novamente em agosto desse ano.
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