Em três partidas, o Jacaré já recebeu três cartões vermelhos e, novamente, não poderá repetir a escalação
O Brasiliense precisou de apenas três jogos nesta Série B para esquecer o pesadelo da perda do título candango para o Ceilândia.
Com sete pontos conquistados em nove possíveis, o Jacaré é um dos líderes da competição e tem pela frente amanhã, às 21h, mais um desafio contra um dos favoritos ao acesso: encara o Coritiba, em Joinville.
Porém, mais do que se preocupar com o adversário, o time de Taguatinga viajou ontem com a missão de conseguir terminar a partida com os 11 jogadores em campo.
Isso porque, em três jogos até aqui, o Brasiliense teve nada menos que três expulsões. As duas primeiras vieram no confronto com o Santo André, na segunda rodada.
Com sete pontos conquistados em nove possíveis, o Jacaré é um dos líderes da competição e tem pela frente amanhã, às 21h, mais um desafio contra um dos favoritos ao acesso: encara o Coritiba, em Joinville.
Porém, mais do que se preocupar com o adversário, o time de Taguatinga viajou ontem com a missão de conseguir terminar a partida com os 11 jogadores em campo.
Isso porque, em três jogos até aqui, o Brasiliense teve nada menos que três expulsões. As duas primeiras vieram no confronto com o Santo André, na segunda rodada.
Na vitória de 2 x 0 sobre o Duque de Caxias, no sábado, foi a vez de o estreante Victor (1)deixar o campo mais cedo, após acertar o peito do adversário com a sola da chuteira.
Pelo menos por enquanto, a inferioridade numérica não fez grandes males ao Jacaré, mas já está deixando os jogadores preocupados.
‘‘Mostramos contra o Duque de Caxias que temos chances, sim, de subir. Mas temos que fazer tudo certinho, jogar com inteligência. Vamos ver se conseguimos encerrar o jogo com o Coritiba com 11 jogadores, porque contra um time mais qualificado ficar com jogador a menos pode complicar’’, alerta o goleiro Eduardo.
Outro que demonstrou preocupação com a indisciplina dos jogadores foi o homem forte do clube, Luiz Estevão. Após o triunfo sobre o Duque de Caxias, ele lembrou que deixar o campo com cartão vermelho, além de prejudicar a equipe, pesa no bolso.
“Isso é ruim. Contra o Santo André tivemos de buscar um empate milagroso. Hoje (sábado), todo mundo pode ver que o Brasiliense mudou totalmente o jeito de jogar depois da expulsão. Temos que mudar, até porque cada jogador expulso tem prejuízo de R$ 3 mil”, lembrou Luiz Estevão. A regra no clube é: quem é expulso não recebe o bicho relativo à vitória.
Se tem gente preocupada com as expulsões, há quem esteja rindo à toa e esperançoso com a chance de assumir uma vaga na equipe titular.
O atacante Jean entrou no lugar de Aloísio aos 21 minutos da primeira etapa no jogo contra o Duque de Caxias e recebeu elogios do técnico Roberto Fernandes.
“Estou fazendo meu trabalho. Eu tinha conversado com o professor durante a semana e sabia que não conseguiria jogar uma partida completa. Mas contra o Duque eu aguentei quase a partida inteira e pude ajudar meus companheiros”, vibrou Jean.
A chance de ele jogar aumenta, até porque Aloísio deixou o campo sentindo dores musculares e o substituto imediato, Vanderlei, está desde a semana passada entregue ao Departamento Médico do clube.
Pelo menos por enquanto, a inferioridade numérica não fez grandes males ao Jacaré, mas já está deixando os jogadores preocupados.
‘‘Mostramos contra o Duque de Caxias que temos chances, sim, de subir. Mas temos que fazer tudo certinho, jogar com inteligência. Vamos ver se conseguimos encerrar o jogo com o Coritiba com 11 jogadores, porque contra um time mais qualificado ficar com jogador a menos pode complicar’’, alerta o goleiro Eduardo.
Outro que demonstrou preocupação com a indisciplina dos jogadores foi o homem forte do clube, Luiz Estevão. Após o triunfo sobre o Duque de Caxias, ele lembrou que deixar o campo com cartão vermelho, além de prejudicar a equipe, pesa no bolso.
“Isso é ruim. Contra o Santo André tivemos de buscar um empate milagroso. Hoje (sábado), todo mundo pode ver que o Brasiliense mudou totalmente o jeito de jogar depois da expulsão. Temos que mudar, até porque cada jogador expulso tem prejuízo de R$ 3 mil”, lembrou Luiz Estevão. A regra no clube é: quem é expulso não recebe o bicho relativo à vitória.
Se tem gente preocupada com as expulsões, há quem esteja rindo à toa e esperançoso com a chance de assumir uma vaga na equipe titular.
O atacante Jean entrou no lugar de Aloísio aos 21 minutos da primeira etapa no jogo contra o Duque de Caxias e recebeu elogios do técnico Roberto Fernandes.
“Estou fazendo meu trabalho. Eu tinha conversado com o professor durante a semana e sabia que não conseguiria jogar uma partida completa. Mas contra o Duque eu aguentei quase a partida inteira e pude ajudar meus companheiros”, vibrou Jean.
A chance de ele jogar aumenta, até porque Aloísio deixou o campo sentindo dores musculares e o substituto imediato, Vanderlei, está desde a semana passada entregue ao Departamento Médico do clube.
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