

Nestas imagens de Adalberto Marques um retrato em miniatura do que foi o jogo decisivo entre Brasiliense e Ceilândia, disputado hoje no estádio Serejão, em TaguatingaO sétimo título consecutivo do futebol do DF pelo Brasiliense vai ter que ficar para o ano que vem. O sonho foi interrompido esta tarde, no Serejão, em Taguatinga. O Jacaré precisa ganhar do Ceilândia por dois gols de diferença.
O objetivo quase foi alcançado. O Jacaré chegou a estabelecer 2 x 0, mas na metade do segundo período do encontro decisivo, o Gato marcou dois gols e deixou tudo igual.
No primeiro dos dois confrontos entre os dois animais, o Gato levou a melhor atuando no Abadião há oito dias – 3 x 1, razão pela qual tinha a vantagem na decisão dessa tarde.
O placar de 2 x 2 não foi suficiente para o Jacaré levantar a taça, por conta do saldo de gols (5 x 3 para a equipe alvinegra, no acumulado das duas partidas).
O Jacaré chegou a estar com as duas mãos na taça até os 24 minutos do segundo tempo, quando vencia a partida por 2 x 0, golsde Aloísio e Bebeto.
Só que, em menos de três minutos, o Ceilândia empatou a partida e fez com o Brasiliense ficasse com o vice-campeonato.
No primeiro tempo, o Brasiliense mandou na partida e monopolizou a maior parte das oportunidades de marcar.
O time que foi a campo contou com algumas alterações significativas: o técnico Roberto Fernandes trocou Juninho por Schmöller, Juliano por César Gaúcho e Vanderlei por Aloísio Chulapa.
O jogo acabou se transformando em uma repetição do primeiro confronto, ou seja, o Brasiliense buscando o jogo e o Ceilândia fechado, saindo apenas nos contra-ataques.
A primeira chance real do Gato marcar veio em uma cobrança de falta de Allan Delon, que quase encobriu Guto, mas o goleirão desviou a bola para escanteio.
Logo no começo da partida, uma jogada desleal: o lateral-esquerdo do Ceilândia, Willian, acertou uma cotovelada em Thiaguinho, que provocou um corte no céu da boca do meia. O ala sequer foi advertido pelo árbitro Alexandre Andrade.
Este lance foi capital na partida, porque o jogador ainda tentou, na raça, permanecer até o fim do jogo, mas teve que ser substituído no intervalo do jogo.
Aos 15, Dezinho subiu para cabecear, mas a bola bateu no pé da trave do goleiro Edinho. Cicinho estava sempre achando muito espaço pela direita e arrancando em direção ao gol, mas finalizava com defeito.
O Brasiliense pressionava bastante, mas o Ceilândia estava bem postado na zaga, o que freou um pouco o ímpeto ofensivo do Jacaré.
Justo neste momento, aos 36 minutos, saiu o primeiro gol amarelo: Bebeto chutou cruzado, pela esquerda e Aloísio desviou de dentro da pequena área, apenas para empurrar a bola para o fundo do gol.
Por sinal, este foi o primeiro gol do jogador alagoano com a camisa do Jacaré. Willian ainda cobrou falta com perigo, mas Guto fez grande defesa.
O Jacaré voltou para o segundo tempo com Juninho no lugar de Schmöller. O time continuou jogando em cima, marcando a saída de bola e saindo para o jogo.
A equipe anfitriã continuou ditando o ritmo de jogo e não demorou a achar o gol que garantiria o heptacampeonato do DF.
Logo aos 10 minutos do segundo período, Aloísio roubou a bola e serviu Bebeto. O camisa 11 arrancou, entrou na grande área, tirou o goleiro da jogada e fez o segundo gol do Brasiliense, o gol que garantiria o título.
Os nervos ficaram à flor da pele. Antes do reinício da partida, um começo de confusão envolvendo Dimba, Cicinho e Iranildo, mas ninguém foi punido.
No Ceilândia, Adelson de Almeida sacou Willian e colocou Willian Carioca, para reverter o placar. O jogo tornou-se pegado, com muitas faltas e o ritmo diminuiu um pouco.
O sonho do título começou a ficar mais distante aos 24 minutos, quando Dimba marcou o primeiro gol do Ceilândia. O experiente atacante aproveitou a sobra de uma grande defesa de Guto e chutou da pequena área, no canto do goleiro.
Este pareceu atordoar um pouco o time amarelo. Antes, o Jacaré quase marcou o terceiro, numa bola alçada na área, mas, justamente no contra-ataque desta bola, Willian Carioca marcou o gol de empate, aos 27 minutos.
Com este resultado, o Brasiliense precisaria fazer 4 x 2 para levantar a taça. O técnico Roberto Fernandes promoveu a entrada do artilheiro Vanderlei como última cartada, na tentativa de reverter o resultado.
Só que a situação do Jacaré foi ficando mais complicada. Aos 36 minutos, o volante Juninho envolveu-se numa confusão com o atacante Dimba e ambos foram expulsos. Já aos 42, Bebeto calçou um adversário e também foi para o chuveiro mais cedo.
Com dois a menos, ficou difícil chegar organizadamente ao gol. O Brasiliense ainda teria algumas chances de marcar, com Aloísio, que chutou mal, de dentro da pequena área e isolou, e Iranildo, que tentou bater de primeira, mas também desperdiçou.
O foco do Jacaré agora é a Série B. A briga do Brasiliense por uma das quatro vagas na elite do futebol nacional começa já no próximo sábado, na Boca do Jacaré e o primeiro adversário é o Sport.
BRASILIENSE 2
Guto; Cicinho, César Gaúcho, Dezinho e Edinho; Schmöller (Juninho), Pedro Ayub (Vanderlei), Thiaguinho (Ricardinho) e Iranildo; Bebeto e Aloísio Chulapa.
Técnico: Roberto Fernandes
CEILÂNDIA 2
Edinho; Edimar, Badhuga e Celso; Diogo (Rodrigo Melo), Vieira, Daniel, Allan Delon e e Willian (Willian Carioca); Dimba e Cafu (Augusto).
Técnico: Adelson de Almeida
Gols: Aloísio, aos 36 minutos do 1º tempo; Bebeto, aos 10 minutos, Dimba, aos 24 e Willian Carioca, aos 27 minutos do 2º tempo
Local: Estádio Elmo Serejo Farias (Boca do Jacaré), em Taguatinga (DF)
Público: 11.326 pagantes
Renda: R$ 32.115
Árbitro: Alexandre Andrade
Assistentes: César Augusto Vaz e Westhane Cassiano
Cartões amarelos: Ceilândia - Cafu, Edimar e Dimba; Brasiliense - Schmöller, Dezinho, Cicinho e Thiaguinho.
Cartões vermelhos: Ceilândia - Dimba; Brasiliense - Juninho e Bebeto
O objetivo quase foi alcançado. O Jacaré chegou a estabelecer 2 x 0, mas na metade do segundo período do encontro decisivo, o Gato marcou dois gols e deixou tudo igual.
No primeiro dos dois confrontos entre os dois animais, o Gato levou a melhor atuando no Abadião há oito dias – 3 x 1, razão pela qual tinha a vantagem na decisão dessa tarde.
O placar de 2 x 2 não foi suficiente para o Jacaré levantar a taça, por conta do saldo de gols (5 x 3 para a equipe alvinegra, no acumulado das duas partidas).
O Jacaré chegou a estar com as duas mãos na taça até os 24 minutos do segundo tempo, quando vencia a partida por 2 x 0, golsde Aloísio e Bebeto.
Só que, em menos de três minutos, o Ceilândia empatou a partida e fez com o Brasiliense ficasse com o vice-campeonato.
No primeiro tempo, o Brasiliense mandou na partida e monopolizou a maior parte das oportunidades de marcar.
O time que foi a campo contou com algumas alterações significativas: o técnico Roberto Fernandes trocou Juninho por Schmöller, Juliano por César Gaúcho e Vanderlei por Aloísio Chulapa.
O jogo acabou se transformando em uma repetição do primeiro confronto, ou seja, o Brasiliense buscando o jogo e o Ceilândia fechado, saindo apenas nos contra-ataques.
A primeira chance real do Gato marcar veio em uma cobrança de falta de Allan Delon, que quase encobriu Guto, mas o goleirão desviou a bola para escanteio.
Logo no começo da partida, uma jogada desleal: o lateral-esquerdo do Ceilândia, Willian, acertou uma cotovelada em Thiaguinho, que provocou um corte no céu da boca do meia. O ala sequer foi advertido pelo árbitro Alexandre Andrade.
Este lance foi capital na partida, porque o jogador ainda tentou, na raça, permanecer até o fim do jogo, mas teve que ser substituído no intervalo do jogo.
Aos 15, Dezinho subiu para cabecear, mas a bola bateu no pé da trave do goleiro Edinho. Cicinho estava sempre achando muito espaço pela direita e arrancando em direção ao gol, mas finalizava com defeito.
O Brasiliense pressionava bastante, mas o Ceilândia estava bem postado na zaga, o que freou um pouco o ímpeto ofensivo do Jacaré.
Justo neste momento, aos 36 minutos, saiu o primeiro gol amarelo: Bebeto chutou cruzado, pela esquerda e Aloísio desviou de dentro da pequena área, apenas para empurrar a bola para o fundo do gol.
Por sinal, este foi o primeiro gol do jogador alagoano com a camisa do Jacaré. Willian ainda cobrou falta com perigo, mas Guto fez grande defesa.
O Jacaré voltou para o segundo tempo com Juninho no lugar de Schmöller. O time continuou jogando em cima, marcando a saída de bola e saindo para o jogo.
A equipe anfitriã continuou ditando o ritmo de jogo e não demorou a achar o gol que garantiria o heptacampeonato do DF.
Logo aos 10 minutos do segundo período, Aloísio roubou a bola e serviu Bebeto. O camisa 11 arrancou, entrou na grande área, tirou o goleiro da jogada e fez o segundo gol do Brasiliense, o gol que garantiria o título.
Os nervos ficaram à flor da pele. Antes do reinício da partida, um começo de confusão envolvendo Dimba, Cicinho e Iranildo, mas ninguém foi punido.
No Ceilândia, Adelson de Almeida sacou Willian e colocou Willian Carioca, para reverter o placar. O jogo tornou-se pegado, com muitas faltas e o ritmo diminuiu um pouco.
O sonho do título começou a ficar mais distante aos 24 minutos, quando Dimba marcou o primeiro gol do Ceilândia. O experiente atacante aproveitou a sobra de uma grande defesa de Guto e chutou da pequena área, no canto do goleiro.
Este pareceu atordoar um pouco o time amarelo. Antes, o Jacaré quase marcou o terceiro, numa bola alçada na área, mas, justamente no contra-ataque desta bola, Willian Carioca marcou o gol de empate, aos 27 minutos.
Com este resultado, o Brasiliense precisaria fazer 4 x 2 para levantar a taça. O técnico Roberto Fernandes promoveu a entrada do artilheiro Vanderlei como última cartada, na tentativa de reverter o resultado.
Só que a situação do Jacaré foi ficando mais complicada. Aos 36 minutos, o volante Juninho envolveu-se numa confusão com o atacante Dimba e ambos foram expulsos. Já aos 42, Bebeto calçou um adversário e também foi para o chuveiro mais cedo.
Com dois a menos, ficou difícil chegar organizadamente ao gol. O Brasiliense ainda teria algumas chances de marcar, com Aloísio, que chutou mal, de dentro da pequena área e isolou, e Iranildo, que tentou bater de primeira, mas também desperdiçou.
O foco do Jacaré agora é a Série B. A briga do Brasiliense por uma das quatro vagas na elite do futebol nacional começa já no próximo sábado, na Boca do Jacaré e o primeiro adversário é o Sport.
BRASILIENSE 2
Guto; Cicinho, César Gaúcho, Dezinho e Edinho; Schmöller (Juninho), Pedro Ayub (Vanderlei), Thiaguinho (Ricardinho) e Iranildo; Bebeto e Aloísio Chulapa.
Técnico: Roberto Fernandes
CEILÂNDIA 2
Edinho; Edimar, Badhuga e Celso; Diogo (Rodrigo Melo), Vieira, Daniel, Allan Delon e e Willian (Willian Carioca); Dimba e Cafu (Augusto).
Técnico: Adelson de Almeida
Gols: Aloísio, aos 36 minutos do 1º tempo; Bebeto, aos 10 minutos, Dimba, aos 24 e Willian Carioca, aos 27 minutos do 2º tempo
Local: Estádio Elmo Serejo Farias (Boca do Jacaré), em Taguatinga (DF)
Público: 11.326 pagantes
Renda: R$ 32.115
Árbitro: Alexandre Andrade
Assistentes: César Augusto Vaz e Westhane Cassiano
Cartões amarelos: Ceilândia - Cafu, Edimar e Dimba; Brasiliense - Schmöller, Dezinho, Cicinho e Thiaguinho.
Cartões vermelhos: Ceilândia - Dimba; Brasiliense - Juninho e Bebeto
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