


Esta sequência de imagens de Francisco Stuckert no primeiro jogo da decisão contra o Ceilândia, demonstra a grande forma que Guto atravessa com a camisa 1 do JacaréCada uma das 38 partidas da Série B tem que ser jogada como se fosse a última. É esse o espírito que defende Guto, o camisa 1 do Jacaré.
"Vamos brigar para subir, como todas as demais equipes. Pelos reforços que trouxemos, pelo elenco que estamos montando, estamos sendo apontados como um dos favoritos à uma das vagas. Mas temos que entender que agora cada jogo vai ser uma decisão".
O goleiro pondera que é essencial estar bem atento às sutilezas do trabalho tanto coletivo como individual.
"No ano passado, quando engatamos uma sequência boa de vitórias e caímos, vimos que é necessário estar atento aos detalhes. Falhas individuais acontecem, e nós precisamos estar trabalhando juntos, incentivando os nossos companheiros, sem culpar ninguém. Até porque amanhã pode ser eu que venha a falhar".
O jogador comentou assim a perda do título candango para o Ceilândia, no último sábado. "Vai demorar alguns dias até a gente assimilar o que aconteceu, os motivos pelos quais não conseguimos segurar depois de ter feito a vantagem. São inexplicáveis. Um dia você era favorito, no outro, perde tudo", lembra.
"Mas ficou a lição de buscar o objetivo até o fim, disputar até a última bola. O time adversário manteve uma proposta de marcação eficiente até o fim do campeonato e nós não conseguimos nos sobressair. Agora precisamos achar o nosso equilíbrio para prosseguir na Série B".
Guto analisa que, pelo fato do Brasiliense chegar à competição brasileira numa condição diferente à dos anos anteriores, o cenário pode vir a mudar.
"Chegávamos como campeão estadual, como um dos prováveis favoritos ao acesso e no fim brigávamos para não cair. Terminamos um primeiro trimestre mal, mas agora vai ser diferente".
Questionado sobre a reunião que precedeu o treino, o goleiro foi sucinto: "Essas reuniões são internas e necessárias. Não esperávamos um início de temporada ruim, e ainda temos tempo para fazer o nosso melhor".
Lembrado pela torcida do Sport por causa da sua passagem pelo Santa Cruz, o paredão do Jacaré afirma que jogar contra o time pernambucano, no próximo sábado, resgata velhos costumes.
"Sempre existe uma rivalidade. Sempre que joguei contra o Sport fui feliz, a não ser quando sofri uma fratura no nariz. Quando jogo lá, a torcida deles sempre pega no meu pé por conta do passado, por já ter defendido uma equipe rival. Mas o Sport é uma equipe forte, que ainda está brigando pelo título estadual, e é candidato ao acesso. Eles vão tentar dificultar a nossa vida".
"Vamos brigar para subir, como todas as demais equipes. Pelos reforços que trouxemos, pelo elenco que estamos montando, estamos sendo apontados como um dos favoritos à uma das vagas. Mas temos que entender que agora cada jogo vai ser uma decisão".
O goleiro pondera que é essencial estar bem atento às sutilezas do trabalho tanto coletivo como individual.
"No ano passado, quando engatamos uma sequência boa de vitórias e caímos, vimos que é necessário estar atento aos detalhes. Falhas individuais acontecem, e nós precisamos estar trabalhando juntos, incentivando os nossos companheiros, sem culpar ninguém. Até porque amanhã pode ser eu que venha a falhar".
O jogador comentou assim a perda do título candango para o Ceilândia, no último sábado. "Vai demorar alguns dias até a gente assimilar o que aconteceu, os motivos pelos quais não conseguimos segurar depois de ter feito a vantagem. São inexplicáveis. Um dia você era favorito, no outro, perde tudo", lembra.
"Mas ficou a lição de buscar o objetivo até o fim, disputar até a última bola. O time adversário manteve uma proposta de marcação eficiente até o fim do campeonato e nós não conseguimos nos sobressair. Agora precisamos achar o nosso equilíbrio para prosseguir na Série B".
Guto analisa que, pelo fato do Brasiliense chegar à competição brasileira numa condição diferente à dos anos anteriores, o cenário pode vir a mudar.
"Chegávamos como campeão estadual, como um dos prováveis favoritos ao acesso e no fim brigávamos para não cair. Terminamos um primeiro trimestre mal, mas agora vai ser diferente".
Questionado sobre a reunião que precedeu o treino, o goleiro foi sucinto: "Essas reuniões são internas e necessárias. Não esperávamos um início de temporada ruim, e ainda temos tempo para fazer o nosso melhor".
Lembrado pela torcida do Sport por causa da sua passagem pelo Santa Cruz, o paredão do Jacaré afirma que jogar contra o time pernambucano, no próximo sábado, resgata velhos costumes.
"Sempre existe uma rivalidade. Sempre que joguei contra o Sport fui feliz, a não ser quando sofri uma fratura no nariz. Quando jogo lá, a torcida deles sempre pega no meu pé por conta do passado, por já ter defendido uma equipe rival. Mas o Sport é uma equipe forte, que ainda está brigando pelo título estadual, e é candidato ao acesso. Eles vão tentar dificultar a nossa vida".
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