É só colocar o time do Brasiliense e a sua torcida juntos na Boca do Jacaré e pronto: o hexacampeão candango crescia para cima de qualquer candidato ao título do Campeonato Metropolitano.
Pelo menos tinha sido dessa forma o retrospecto do Jacaré em jogos decisivos. Desde 2004, quando ergueu sua primeira taça, ele venceu todas as finalíssimas jogando em casa, com o apoio de sua torcida.
Esta tarde, contudo, quando ocorreu a decisão de 2010, a torcida amarela fez a sua parte, pois compareceu em grande número, incentivou os jogadores, mas, infelizmente, a corrente foi quebrada e o time de Taguatinga ficou com o vice-campeonato.
Em três dos seis anos em que foi campeão, o título foi decidido em pleno estádio do Brasiliense. Foi assim em 2004, 2005 e 2009.
Um detalhe curioso: nos dois primeiros anos, o adversário foi justamente o seu maior rival, no caso, o Gama.
Em 2004, o Jacaré ganhou pelo placar mínimo e conquistou seu primeiro troféu. No ano seguinte, também na Boca do Jacaré, o Brasiliense goleou o alviverde por 3 x 0 e sagrou-se bicampeão.
Ano passado, na conquista do hexa, o time amarelo fez 2 x 0 em cima do Brasília e deu a volta olímpica com a taça nas mãos sob os olhares de mais de sete mil torcedores.
Em 2006, 2007 e 2008, o título candango foi decidido fora da principal estádio de futebol de Taguatinga.
O tri veio após um empate em 0 x 0 com o Gama, no Mané Garrincha. O quarto título surgiu depois de uma vitória por 3 x 0 sobre o Unaí, no estádio Urbano Adjuto, na cidade mineira.
Enquanto isso, o pentacampeonato foi consolidado depois de uma goleada por 4 x 0 sobre o Esportivo Guará, em pleno Cave.
Antes de 2004, o Brasiliense disputou duas finais no Bezerrão, no Gama, e saiu derrotado nas duas: a primeira, em 2001, e a segunda, em 2003. Em 2002, o campeão foi o CFZ, que fez a melhor campanha em pontos corridos.
Ainda no primeiro turno, os jogadores do Brasiliense comemoravam o fato de poderem decidir o título em casa justamente por saber da força que o time ganha quando joga junto de sua torcida.
Infelizmente para os jogadores do Jacaré, no meio do caminho entre eles e os torcedores amarelos, tinha um grupo de jogadores que igualmente tinham o objetivo de conquistar pela primeira vez na sua história, um campeonato metropolitano de profissionais, o do Ceilândia.
Pelo menos tinha sido dessa forma o retrospecto do Jacaré em jogos decisivos. Desde 2004, quando ergueu sua primeira taça, ele venceu todas as finalíssimas jogando em casa, com o apoio de sua torcida.
Esta tarde, contudo, quando ocorreu a decisão de 2010, a torcida amarela fez a sua parte, pois compareceu em grande número, incentivou os jogadores, mas, infelizmente, a corrente foi quebrada e o time de Taguatinga ficou com o vice-campeonato.
Em três dos seis anos em que foi campeão, o título foi decidido em pleno estádio do Brasiliense. Foi assim em 2004, 2005 e 2009.
Um detalhe curioso: nos dois primeiros anos, o adversário foi justamente o seu maior rival, no caso, o Gama.
Em 2004, o Jacaré ganhou pelo placar mínimo e conquistou seu primeiro troféu. No ano seguinte, também na Boca do Jacaré, o Brasiliense goleou o alviverde por 3 x 0 e sagrou-se bicampeão.
Ano passado, na conquista do hexa, o time amarelo fez 2 x 0 em cima do Brasília e deu a volta olímpica com a taça nas mãos sob os olhares de mais de sete mil torcedores.
Em 2006, 2007 e 2008, o título candango foi decidido fora da principal estádio de futebol de Taguatinga.
O tri veio após um empate em 0 x 0 com o Gama, no Mané Garrincha. O quarto título surgiu depois de uma vitória por 3 x 0 sobre o Unaí, no estádio Urbano Adjuto, na cidade mineira.
Enquanto isso, o pentacampeonato foi consolidado depois de uma goleada por 4 x 0 sobre o Esportivo Guará, em pleno Cave.
Antes de 2004, o Brasiliense disputou duas finais no Bezerrão, no Gama, e saiu derrotado nas duas: a primeira, em 2001, e a segunda, em 2003. Em 2002, o campeão foi o CFZ, que fez a melhor campanha em pontos corridos.
Ainda no primeiro turno, os jogadores do Brasiliense comemoravam o fato de poderem decidir o título em casa justamente por saber da força que o time ganha quando joga junto de sua torcida.
Infelizmente para os jogadores do Jacaré, no meio do caminho entre eles e os torcedores amarelos, tinha um grupo de jogadores que igualmente tinham o objetivo de conquistar pela primeira vez na sua história, um campeonato metropolitano de profissionais, o do Ceilândia.
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