Jacaré não resiste à Macaca e acumula nova derrota
Infelizmente ainda não foi em Campinas, esta noite, que o Brasiliense sentiu o gostinho da vitória neste Brasileiro da Série B.
O time orientado por Roberval Davino foi derrotado pela Ponte Preta por 2 x 0, no Estádio Moisés Lucarelli, pela 18ª rodada. O time campineiro conseguiu se recuperar da derrota sofrida na última rodada que quebrou uma sequencia invicta de oito jogos.
O placar favorável deixou o time da casa na briga por uma vaga no G4 da competição, com 34 pontos. Por outro lado, o Brasiliense está próximo da zona de rebaixamento, com 21 pontos, quatro a mais do primeiro time na zona, que é o Santo André.
Com os dois times buscando a recuperação na competição, o início o jogo foi bastante amarrado no meio-campo, sem criatividade. Porém, o Brasiliense era quem procurava mais o jogo.
E foram os visitantes quem tiveram a primeira chance real de gol, aos 14 minutos, com Aloísio, que parou em grande defesa de Eduardo Martini.
A resposta pontepretana veio no minuto seguinte, só que desta vez não houve perdão. Aos 15 minutos, Bruno Collaço recebeu pelo lado esquerdo e disparou para o gol, a bola desviou na defesa do Jacaré e sobrou para Willian. Com calma, o centroavante tocou para o fundo das redes.
Apesar do gol, o jogo continuou ruim e com as duas equipes tendo dificuldades para criar jogadas, dependendo muito de cobranças de escanteio, com Iranildo pelo Brasiliense e Ivo, pelo lado da Macaca. Em um deles, a Ponte quase conseguiu ampliar em lance parecido com o do gol.
No final do primeiro tempo, um lance causou polêmica pelo lado pontepretano. Willian invadiu a área e tomou um “rapa” de Deda dentro da área. O árbitro da partida, Adriano Milvzski, ignorou o lance e mandou o jogo seguir para desespero do atacante da Ponte.
A Ponte voltou dos vestiários sonolenta e assistiu o dominou territorial por parte do Jacaré nos quinze primeiros minutos, tentando nas bolas paradas, de Iranildo, chegar ao gol, mas a defesa do time da casa conseguia se virar para impedir o empate.
A partir dos dez minutos, a Ponte adiantou a marcação e se recuperou, passando a levar perigo ao gol defendido por Eduardo. Aos onze, Ivo arriscou de fora da área e obrigou o camisa um do time candango a fazer grande defesa. Depois, aos 16, Leandro Silva cobrou falta frontal, que tirou tinta do poste do adversário.
A Macaca dominava o meio-campo e encontrava espaços na defesa do Brasiliense para ampliar o placar. Em um deles, Josimar lançou Gerson, na corrida, mas o volante, improvisado na lateral, finalizou com muita força e a bola acabou subindo.
Aos 34 minutos, Jorginho resolveu fazer sua primeira substituição colocando o boliviano Pablo Escobar em campo, dando um novo ânimo ao ataque pontepretano, que passou a criar inúmeras chances de gol. Um inclusive com o próprio jogador, em que ele passou por três adversários e finalizou para fora.
Porém, o gol só veio no último minuto do tempo regulamentar. Ivo recebeu cruzamento de Bruno Collaço, dominou no peito, girou sobre a marcação e de perna direita finalizou para o gol, fechando a atuação da Macaca com chave de ouro.
A Ponte Preta volta a campo na próxima sexta-feira, às 21h, contra o América-MG, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O Brasiliense entra em campo no sábado, às 16h10, contra o América-RN, no Serejão, em Taguatinga.
Ficha técnica
Ponte Preta 2 x 0 Brasiliense
Local: Estádio Moises Lucarelli, em Campinas
Público: 5.658 pagantes
Renda: R$ 46.949
Árbitro: Adriano Milvzski-PR
Assistentes: José Amilton Pontarolo-PR e Ivan Carlos Bohn-PR
Cartões amarelos: Leandro Silva, Guilherme e Souza (Ponte Preta); Schümoler, Fábio Brás e Aloísio (Brasiliense)
Gols: Willian, aos 15 do primeiro tempo, e Ivo, aos 45 do segundo tempo.
Ponte Preta
Eduardo Martini; Gerson, Leandro Silva, Renan e Bruno Collaço; Guilherme, Josimar (Pirão), Souza e Ivo; Willian (Richard Falcão) e Moacir (Pablo Escobar)
Técnico: Jorginho
Brasiliense
Eduardo; Cicinho, Dezinho, Fabio Braz e Jônatas (Willian); Deda (Rosembrick), Moacri (Jean), Schümoller e Iranildo; Thiaguinho e Aloísio.
Técnico: Roberval Davino
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Robinho reforça brasilianidade do Milan
O ex-jogador santista e do City é o quarto brasileiro no atual grupo do Milan. Lá já estavam o zagueiro Thiago Silva, o meio campista Ronaldinho e o atacante Alexandre PatoO contingente brasileiro no Milan está oficialmente maior. Além de Thiago Silva, Alexandre Pato e Ronaldinho – que já brilharam na primeira rodada do Campeonato Italiano – a equipe rossonera agora conta com Robinho.
O clube anunciou hoje, de forma oficial, a contratação do atacante de 26 anos junto ao Manchester City. Robinho esteve emprestado ao Santos no primeiro semestre e não estava mais nos planos do treinador do City, Roberto Mancini.
Desde a sua volta à Inglaterra, o jogador foi especulado na Turquia e no Barcelona, mas seu destino acabou sendo mesmo Milão.
“Espero, junto a todos os meus companheiros, poder contribuir muito para dar títulos a este clube. Kaká sempre me falou muito bem do Milan, e também sei que os brasileiros que já estão por aqui vão me ajudar muito na adaptação”, comentou o atacante ao site oficial do clube.
O último dia da janela de transferências do futebol europeu ainda reservou mais novidades para clubes italianos.
Com a chegada de Robinho e do sueco Zlatan Ibrahimovic – cujo empréstimo pelo Barcelona foi confirmado no final de semana -, o atacante Marco Borriello sabe que perdeu espaço no Milan e, com isso, acertou sua ida por empréstimo à Roma.
Outro que não deveria ter chances em Milanello, o holandês Klaas Jan Huntelaar, confirmou sua ida para o Schalke 04 da Alemanha. Já a Juventus confirmou a contratação do meia Armand Traoré, do Arsenal, enquanto o Genoa anunciou outro milanista, o defensor Kaká Kaladze.
O clube anunciou hoje, de forma oficial, a contratação do atacante de 26 anos junto ao Manchester City. Robinho esteve emprestado ao Santos no primeiro semestre e não estava mais nos planos do treinador do City, Roberto Mancini.
Desde a sua volta à Inglaterra, o jogador foi especulado na Turquia e no Barcelona, mas seu destino acabou sendo mesmo Milão.
“Espero, junto a todos os meus companheiros, poder contribuir muito para dar títulos a este clube. Kaká sempre me falou muito bem do Milan, e também sei que os brasileiros que já estão por aqui vão me ajudar muito na adaptação”, comentou o atacante ao site oficial do clube.
O último dia da janela de transferências do futebol europeu ainda reservou mais novidades para clubes italianos.
Com a chegada de Robinho e do sueco Zlatan Ibrahimovic – cujo empréstimo pelo Barcelona foi confirmado no final de semana -, o atacante Marco Borriello sabe que perdeu espaço no Milan e, com isso, acertou sua ida por empréstimo à Roma.
Outro que não deveria ter chances em Milanello, o holandês Klaas Jan Huntelaar, confirmou sua ida para o Schalke 04 da Alemanha. Já a Juventus confirmou a contratação do meia Armand Traoré, do Arsenal, enquanto o Genoa anunciou outro milanista, o defensor Kaká Kaladze.
Roberval Davino espera pressão, mas quer surpreender a Ponte
O comandante do Jacaré (foto) lamentou os empates nas últimas rodadas, que colocaram o seu time em posição intermediária na tabela de classificaçãoEle hoje estará de volta ao solo paulista. Dessa vez para enfrentar a Ponte Preta, na tentativa desenfreada de encontrar o caminho das vitórias. Ele sabe que a Macaca atravessa um bom momento na Série B, mas, como todo comandante que se preza, está na sua cartilha a velha máxima que diz: “no futebol tudo é possível acontecer”.
O Brasiliense vem ostentando na competição um invejável currículo de maus resultados, uma vez que não sabe o que é vitória há cinco jogos. O máximo que conseguiu contra seus adversários foram empates, por sinal, nos quatro últimos compromissos.
Para alcançar o objetivo, os jogadores do Jacaré prometem jogar com inteligência para surpreender a Ponte Preta a partir das 19h30, no Estádio Moisés Lucarelli, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
Experiente, Davino acredita que, pelo bom momento que vem passando no período pós-Copa do Mundo, a Macaca vai fazer uma pressão no começo do jogo, principalmente contando com o apoio de sua torcida. No entanto, ele acredita no resultado positivo.
"Sabemos que a Ponte Preta virá para cima da gente por estar vivendo um bom momento, querendo matar o jogo e por isso temos que ter tranqüilidade”, afirmou Roberval Davino.
O comandante do Jacaré lamentou as chances que os jogadores estão desperdiçando e acredita que precisam ter mais tranqüilidade na hora da finalização. No entanto, acredita que chegou o momento de o time sair de campo com o resultado positivo.
"Estamos criando pelo menos três ou quatro grandes chances de gol em todos os jogos. Tivemos a possibilidade de sair o campo com a vitória nessas quatro últimas rodadas, que acabamos empatando. Os jogadores estão conscientes do que estão fazendo, sabendo que falta pouco para sair com o resultado positivo. É ter mais tranquilidade na frente do gol e aproveitar as chances que estamos desperdiçando", finalizou.
Com 21 pontos conquistados, o Brasiliense se encontra na incômoda 14ª colocação da Série B.
Milan anuncia contratação do atacante Robinho
O jogador brasileiro chega a Milão. Ele assinou por quatro temporadas com o clube italiano nesta terça-feiraO atacante Robinho é o novo reforço do Milan para a temporada 2010/2011. O clube italiano anunciou a contratação do brasileiro nesta terça-feira (31). Segundo a imprensa europeia, a transação seria de cerca de 15 milhões de euros (R$ 33,7 milhões) e o acordo é válido por quatro anos.
Com futuro incerto desde que voltou ao Manchester City depois de um período de empréstimo ao Santos, o atacante chegou a ser cotado para atuar no futebol turco ou ficar na reserva do clube inglês.
Agora, jogará em um dos ataques que cria mais expectativas para a temporada europeia, ao lado de Ronaldinho Gaúcho, Alexandre Pato e Zlatan Ibrahimovic, também recém-contratado.
O Milan divulgou uma nota oficial em seu site confirmando o acerto com Robinho. O texto, que chama o atacante de “Binho”, conta a trajetória do jogador e lembra que Pelé acompanhou o início de carreira dele, nas categorias de base do Santos.
Ao mesmo tempo em que trouxe Robinho, o clube italiano acertou a venda do atacante Marco Borriello para a Roma. Outro jogador do setor ofensivo que deixou a equipe foi o holandês Klaas-Jan Huntelaar, negociado com o Schalke 04
Com futuro incerto desde que voltou ao Manchester City depois de um período de empréstimo ao Santos, o atacante chegou a ser cotado para atuar no futebol turco ou ficar na reserva do clube inglês.
Agora, jogará em um dos ataques que cria mais expectativas para a temporada europeia, ao lado de Ronaldinho Gaúcho, Alexandre Pato e Zlatan Ibrahimovic, também recém-contratado.
O Milan divulgou uma nota oficial em seu site confirmando o acerto com Robinho. O texto, que chama o atacante de “Binho”, conta a trajetória do jogador e lembra que Pelé acompanhou o início de carreira dele, nas categorias de base do Santos.
Ao mesmo tempo em que trouxe Robinho, o clube italiano acertou a venda do atacante Marco Borriello para a Roma. Outro jogador do setor ofensivo que deixou a equipe foi o holandês Klaas-Jan Huntelaar, negociado com o Schalke 04
Será que Roberval ganha a primeira?
Jacaré encara a Macaca na tentativa de encerrar o incômodo jejum de vitórias longe do Serejão
Neste seu retorno ao Brasiliense, o técnico Roberval Davino ainda não conheceu o sabor de uma vitória. Mas, em compensação, ele não sabe o que é perder. Explico-lhes: todos os jogos que ele esteve no banco de reservas o Brasiliense empatou.
Não resta a menor dúvida que a tarefa fica cada vez mais difícil, na medida em que o adversário do Jacaré atende pelo nome de Ponte Preta, jogará no seu estádio, o Moisés Lucarelli, e vem numa crescente sob o comando do ex-palmeirense Jorginho.
Desanimador, e é preciso de citamos neste espaço, é que nas oito partidas que o Brasiliense disputou até agora longe do Serejão, os atacantes anotaram apenas sete vezes. Em compensação, sofreu 18. Vitória que é bom nem pensar.
Vamos fazer justiça. O time até que tem criado chances de gol, mas, parece, que a ansiedade tem prejudicado às conclusões na chamada última bola.
Se diante do Náutico o goleiro Glédson deu trabalho ao ataque amarelo, contra a Ponte Preta não será diferente. A muralha da vez será Eduardo Martini, que está em ótima fase e é um dos pilares da melhor defesa da competição, vazada 15 vezes. Destes, apenas quatro foram sofridos dentro do Moisés Lucarelli.
Ter a melhor defesa do torneio também deixa os paulistas em posição confortável na tabela. Com 29 pontos, a Ponte se aproximou das equipes que ocupam o G-4 (Coritiba, Bahia e América-MG, com 30 pontos cada e Figueirense, líder, com 34).
A boa colocação da Macaca deve complicar a trajetória do Brasiliense, que faz campanha irregular, com apenas 21 pontos, estacionado na 14º colocação.
Embora os resultados ainda não tenham aparecido, há de se destacar que o comandante Roberval Davino não tem escalado os jogadores fora das posições de origem e, com isso, o futebol da equipe melhorou.
Na partida contra o Náutico, o meia Iranildo liderou os ataques do Jacaré, e contou com participações constantes do lateral-direito Cicinho, do meia Ruy e do atacante Aloísio. A linha de frente funcionou bem contra o Timbú, mas o gol não saiu.
Com o esquema definido no 3-6-1 para a partida desta noite, a maior dor de cabeça para Roberval Davino será com as finalizações.
Entre os titulares, uma das dúvidas é se Deda será escalado como volante ou zagueiro, como tem atuado ultimamente. Além dele, por sinal ex-jogador da própria Macaca, o treinador também levou Dezinho, Moacri, Miltão e Fábio Braz para o setor.
O meia Adrianinho voltou a ser relacionado e poderá enfrentar o clube onde iniciou a carreira. No ataque, Iranildo deve atuar próximo do único atacante escalado, Aloísio.
O conforto para a torcida amarela é que o Jacaré não perde há quatro jogos – desde que Roberval Davino assumiu –, enquanto a Ponte Preta vem de derrota para o Icasa, por 2 x 0, em Juazeiro do Norte, na última rodada. Jogando em casa, a equipe campineira perdeu apenas uma vez, na sétima rodada, para o Figueirense, por 2 x 1.
A Ponte Preta tem a melhor defesa da Série B e vem de uma sequência de bons resultados, mas nem isso foi capaz de deixar o técnico Jorginho tranquilo. Isso porque a equipe campineira tem nada menos que quatro defensores fora do confronto desta noite.
O lateral-direito Eduardo Arroz sofreu um estiramento na coxa direita e foi vetado pelo departamento médico. Além dele, as outras baixas no setor por conta de lesão são os zagueiros Diego Jussani e Léo Oliveira. Outro defensor, Leandro Silva, segue como dúvida.
O também zagueiro Naldo cumpre suspensão pelo terceiro amarelo. O volante Galiardo e o atacante Amauri, pouco aproveitados pelo treinador, foram dispensados do elenco da Macaca, ontem.
Galiardo pertence ao São Caetano e foi emprestado para o Guaratinguetá. Já o atacante Amauri, formado nas categorias de base do alvinegro de Campinas, teve poucas chances durante a temporada e foi liberado do contrato.
Neste seu retorno ao Brasiliense, o técnico Roberval Davino ainda não conheceu o sabor de uma vitória. Mas, em compensação, ele não sabe o que é perder. Explico-lhes: todos os jogos que ele esteve no banco de reservas o Brasiliense empatou.
Não resta a menor dúvida que a tarefa fica cada vez mais difícil, na medida em que o adversário do Jacaré atende pelo nome de Ponte Preta, jogará no seu estádio, o Moisés Lucarelli, e vem numa crescente sob o comando do ex-palmeirense Jorginho.
Desanimador, e é preciso de citamos neste espaço, é que nas oito partidas que o Brasiliense disputou até agora longe do Serejão, os atacantes anotaram apenas sete vezes. Em compensação, sofreu 18. Vitória que é bom nem pensar.
Vamos fazer justiça. O time até que tem criado chances de gol, mas, parece, que a ansiedade tem prejudicado às conclusões na chamada última bola.
Se diante do Náutico o goleiro Glédson deu trabalho ao ataque amarelo, contra a Ponte Preta não será diferente. A muralha da vez será Eduardo Martini, que está em ótima fase e é um dos pilares da melhor defesa da competição, vazada 15 vezes. Destes, apenas quatro foram sofridos dentro do Moisés Lucarelli.
Ter a melhor defesa do torneio também deixa os paulistas em posição confortável na tabela. Com 29 pontos, a Ponte se aproximou das equipes que ocupam o G-4 (Coritiba, Bahia e América-MG, com 30 pontos cada e Figueirense, líder, com 34).
A boa colocação da Macaca deve complicar a trajetória do Brasiliense, que faz campanha irregular, com apenas 21 pontos, estacionado na 14º colocação.
Embora os resultados ainda não tenham aparecido, há de se destacar que o comandante Roberval Davino não tem escalado os jogadores fora das posições de origem e, com isso, o futebol da equipe melhorou.
Na partida contra o Náutico, o meia Iranildo liderou os ataques do Jacaré, e contou com participações constantes do lateral-direito Cicinho, do meia Ruy e do atacante Aloísio. A linha de frente funcionou bem contra o Timbú, mas o gol não saiu.
Com o esquema definido no 3-6-1 para a partida desta noite, a maior dor de cabeça para Roberval Davino será com as finalizações.
Entre os titulares, uma das dúvidas é se Deda será escalado como volante ou zagueiro, como tem atuado ultimamente. Além dele, por sinal ex-jogador da própria Macaca, o treinador também levou Dezinho, Moacri, Miltão e Fábio Braz para o setor.
O meia Adrianinho voltou a ser relacionado e poderá enfrentar o clube onde iniciou a carreira. No ataque, Iranildo deve atuar próximo do único atacante escalado, Aloísio.
O conforto para a torcida amarela é que o Jacaré não perde há quatro jogos – desde que Roberval Davino assumiu –, enquanto a Ponte Preta vem de derrota para o Icasa, por 2 x 0, em Juazeiro do Norte, na última rodada. Jogando em casa, a equipe campineira perdeu apenas uma vez, na sétima rodada, para o Figueirense, por 2 x 1.
A Ponte Preta tem a melhor defesa da Série B e vem de uma sequência de bons resultados, mas nem isso foi capaz de deixar o técnico Jorginho tranquilo. Isso porque a equipe campineira tem nada menos que quatro defensores fora do confronto desta noite.
O lateral-direito Eduardo Arroz sofreu um estiramento na coxa direita e foi vetado pelo departamento médico. Além dele, as outras baixas no setor por conta de lesão são os zagueiros Diego Jussani e Léo Oliveira. Outro defensor, Leandro Silva, segue como dúvida.
O também zagueiro Naldo cumpre suspensão pelo terceiro amarelo. O volante Galiardo e o atacante Amauri, pouco aproveitados pelo treinador, foram dispensados do elenco da Macaca, ontem.
Galiardo pertence ao São Caetano e foi emprestado para o Guaratinguetá. Já o atacante Amauri, formado nas categorias de base do alvinegro de Campinas, teve poucas chances durante a temporada e foi liberado do contrato.
Briga feia para subir e para não cair
Faltam apenas três rodadas para que a fase de classificação do Brasileiro da Série C seja concluída. Por isso, é importante fazermos uma análise concreta, grupo por grupo. Vejamos como está a situação de cada um dos clubes participantes nas suas respectivas chaves.
Por exemplo, ABC (RN) e Macaé (RJ) estão quase lá. Os cariocas precisam apenas vencer no final de semana, enquanto, os potiguares buscam os três pontos e precisam torcer por um tropeço do CRB.
No rebaixamento, a rodada pode culminar com duas quedas. Se Juventude e Gama não vencerem suas partidas serão os primeiros integrantes da Série D.
Se no ano passado cinco times chegaram na última rodada em condições de se classificar, neste ano as coisas estão diferentes no Grupo A.
Paysandu, de Belém, por exemplo, líder com 11, Fortaleza com 10 e Águia com oito, brigam para classificar. São Raimundo e Rio Branco, ambos com três pontos brigam para não serem rebaixados.
Na parte de cima, quem tem um jogo a menos é o Águia, que no fim de semana enfrenta o Rio Branco, no Acre, e sabe que um tropeço seu e uma vitória do Paysandu contra o São Raimundo, pode deixar a vaga mais longe.
Para ver quem irá cair, a Pantera está em desvantagem, já que atua duas vezes - uma em casa e outra fora -, enquanto o Estrelão terá três partidas (duas em casa e uma fora) para se livrar do rebaixamento. Não ocorrerá o confronto entre ambos, por isso, os times terão que conquistar pontos contra aversários que brigam para se classificar.
O potiguar ABC está perto de conquistar a sua classificação no Grupo B. Para que isso aconteça, terá que vencer o Campinense na próxima rodada e torcer por uma vitória do Alecrim contra o CRB, em Maceió. Com isso, chegará aos 14 pontos e deixará o adversário chegar apenas aos 13 pontos.
Para a segunda vaga do grupo, Alecrim e CRB irão fazer um grande jogo no próximo domingo. Quem vencer dará um passo importante, já que o Alecrim está com nove, em segundo, e o CRB, terceiro, com sete.
A briga pelo rebaixamento também está disputada, mas o Salgueiro está em desvantagem de um ponto, já que tem cinco e o Campinense, seis. Os dois times ainda tem duas partidas para fazer e ambos jogam uma em casa e outra fora. A briga promete ser quente até a última rodada.
Os cariocas precisam apenas de uma vitória no final de semana para se garantir à próxima fase. O Macaé enfrenta o Ituiutaba e os três pontos garante o time na segunda vaga. Agora, a segunda vaga do Grupo C será decidida apenas na última rodada.
Luverdense e Ituiutaba se enfrentam em Minas Gerais e devem decidir quem ficará com a última vaga, já que os mineiros estão com oito pontos, enquanto os matogrossenses têm nove.
Para ver quem não será rebaixado, o grande duelo será na quarta-feira. Com apenas duas partidas a disputar, Marília e Gama se enfrentam no Bezerrão. Caso o time da casa, o Periquito, for derrotado, estará rebaixado à Série D.
A situação do Juventude é bem complicada no Grupo D. Com apenas quatro pontos, o time precisa vencer seus dois últimos e jogos e torcer por tropeços dos concorrentes. Caso empate ou perca estará rebaixado.
Agora, a briga pela classificação está pegando fogo. Quatro times disputam duas vagas. Quem está em desvantagem é o Brasil, que em terceiro, tem oito pontos e faz apenas mais dois jogos. A Chapecoense, que lidera com dez, também tem mais dois jogos.
Confira os jogos finais da Série C - fase classificatória
8ª rodada
Paysandu x São Raimundo
Rio Branco x Águia
CRB x Alecrim
ABC x Campinense
Gama x Marília
Macaé x Ituiutaba
9ª rodada
Fortaleza x Rio Branco
São Raimundo x Águia
Campinense x Alecrim
Salgueiro x CRB
Luverdese x Macaé
Marília x Ituiutaba
10ª rodada
Águia x Fortaleza
Rio Branco x Paysandu
Alecrim x Salgueiro
CRB x ABC
Macaé x Gama
Ituiutaba x Luverdese
Por exemplo, ABC (RN) e Macaé (RJ) estão quase lá. Os cariocas precisam apenas vencer no final de semana, enquanto, os potiguares buscam os três pontos e precisam torcer por um tropeço do CRB.
No rebaixamento, a rodada pode culminar com duas quedas. Se Juventude e Gama não vencerem suas partidas serão os primeiros integrantes da Série D.
Se no ano passado cinco times chegaram na última rodada em condições de se classificar, neste ano as coisas estão diferentes no Grupo A.
Paysandu, de Belém, por exemplo, líder com 11, Fortaleza com 10 e Águia com oito, brigam para classificar. São Raimundo e Rio Branco, ambos com três pontos brigam para não serem rebaixados.
Na parte de cima, quem tem um jogo a menos é o Águia, que no fim de semana enfrenta o Rio Branco, no Acre, e sabe que um tropeço seu e uma vitória do Paysandu contra o São Raimundo, pode deixar a vaga mais longe.
Para ver quem irá cair, a Pantera está em desvantagem, já que atua duas vezes - uma em casa e outra fora -, enquanto o Estrelão terá três partidas (duas em casa e uma fora) para se livrar do rebaixamento. Não ocorrerá o confronto entre ambos, por isso, os times terão que conquistar pontos contra aversários que brigam para se classificar.
O potiguar ABC está perto de conquistar a sua classificação no Grupo B. Para que isso aconteça, terá que vencer o Campinense na próxima rodada e torcer por uma vitória do Alecrim contra o CRB, em Maceió. Com isso, chegará aos 14 pontos e deixará o adversário chegar apenas aos 13 pontos.
Para a segunda vaga do grupo, Alecrim e CRB irão fazer um grande jogo no próximo domingo. Quem vencer dará um passo importante, já que o Alecrim está com nove, em segundo, e o CRB, terceiro, com sete.
A briga pelo rebaixamento também está disputada, mas o Salgueiro está em desvantagem de um ponto, já que tem cinco e o Campinense, seis. Os dois times ainda tem duas partidas para fazer e ambos jogam uma em casa e outra fora. A briga promete ser quente até a última rodada.
Os cariocas precisam apenas de uma vitória no final de semana para se garantir à próxima fase. O Macaé enfrenta o Ituiutaba e os três pontos garante o time na segunda vaga. Agora, a segunda vaga do Grupo C será decidida apenas na última rodada.
Luverdense e Ituiutaba se enfrentam em Minas Gerais e devem decidir quem ficará com a última vaga, já que os mineiros estão com oito pontos, enquanto os matogrossenses têm nove.
Para ver quem não será rebaixado, o grande duelo será na quarta-feira. Com apenas duas partidas a disputar, Marília e Gama se enfrentam no Bezerrão. Caso o time da casa, o Periquito, for derrotado, estará rebaixado à Série D.
A situação do Juventude é bem complicada no Grupo D. Com apenas quatro pontos, o time precisa vencer seus dois últimos e jogos e torcer por tropeços dos concorrentes. Caso empate ou perca estará rebaixado.
Agora, a briga pela classificação está pegando fogo. Quatro times disputam duas vagas. Quem está em desvantagem é o Brasil, que em terceiro, tem oito pontos e faz apenas mais dois jogos. A Chapecoense, que lidera com dez, também tem mais dois jogos.
Confira os jogos finais da Série C - fase classificatória
8ª rodada
Paysandu x São Raimundo
Rio Branco x Águia
CRB x Alecrim
ABC x Campinense
Gama x Marília
Macaé x Ituiutaba
9ª rodada
Fortaleza x Rio Branco
São Raimundo x Águia
Campinense x Alecrim
Salgueiro x CRB
Luverdese x Macaé
Marília x Ituiutaba
10ª rodada
Águia x Fortaleza
Rio Branco x Paysandu
Alecrim x Salgueiro
CRB x ABC
Macaé x Gama
Ituiutaba x Luverdese
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Huertas e Leandrinho lamentam
Leandrinho (foto) foi o protagonista do lance final que quase redundou na igualdade do placar contra os norte-americanosArmador errou bandeja e lance livre; ala quase converteu o arremesso final
A bola foi caprichosa. Na primeira vez, chorou e não caiu numa bandeja de Marcelo Huertas. Bateu novamente no aro no lance livre que o armador cobrou e fez o mesmo com Leandrinho, no último segundo do jogo contra os Estados Unidos.
Três lances chorados que custaram ao Brasil uma vitória histórica sobre os americanos nesta segunda-feira, no Mundial da Turquia.
“Se aquela primeira bola tivesse caído seria quase certa a nossa vitória. Tenho um bom aproveitamento em lances livres e talvez tenha errado o primeiro por ainda estar pensando naquela que não entrou. Fico desapontado, sinto o peso, mas o sentimento não é de culpa. Seria um grande êxito para todos nós e serviu para mostrar que podemos jogar contra qualquer time”, disse Huertas.
Ele acredita que a seleção sai fortalecida do confronto. Ressalta que o grupo está unido e fechado. “Um confia no outro, o que é o mais importante. Podemos chegar longe, vamos chegar longe”.
Leandrinho pensa da mesma forma. Admite que o fato de enfrentar os Estados Unidos deu uma motivação ainda maior para todos, o que fez a equipe entrar ainda mais forte na partida.
“Estou feliz com o resultado. Foi mais um para cima que nós demos. Foi um jogo para mostrar a nossa cara. Fizemos uma partida muito boa. Agora é só acreditar, porque potencial nós temos”.
Sobre o arremesso que poderia ter provocado a prorrogação, o ala-armador lamenta que não tenha dado certo. Fez o que tinha de ter sido feito e, como a maioria do ginásio, torceu para ver aquela bola entrar na cesta.
“Mandei a bola certinha, com a rotação para cair, mas infelizmente não deu certo. Com este jogo mostramos que nosso time pode chegar longe no torneio. É um campeonato longo e faremos uma boa campanha. Tivemos a motivação de um jogo mais forte. Muitos não acreditavam na gente, mas mostramos nosso valor e com isso seremos respeitados”.
Por Danielle Rocha
Direto de Istambul, Turquia
Três lances chorados que custaram ao Brasil uma vitória histórica sobre os americanos nesta segunda-feira, no Mundial da Turquia.
“Se aquela primeira bola tivesse caído seria quase certa a nossa vitória. Tenho um bom aproveitamento em lances livres e talvez tenha errado o primeiro por ainda estar pensando naquela que não entrou. Fico desapontado, sinto o peso, mas o sentimento não é de culpa. Seria um grande êxito para todos nós e serviu para mostrar que podemos jogar contra qualquer time”, disse Huertas.
Ele acredita que a seleção sai fortalecida do confronto. Ressalta que o grupo está unido e fechado. “Um confia no outro, o que é o mais importante. Podemos chegar longe, vamos chegar longe”.
Leandrinho pensa da mesma forma. Admite que o fato de enfrentar os Estados Unidos deu uma motivação ainda maior para todos, o que fez a equipe entrar ainda mais forte na partida.
“Estou feliz com o resultado. Foi mais um para cima que nós demos. Foi um jogo para mostrar a nossa cara. Fizemos uma partida muito boa. Agora é só acreditar, porque potencial nós temos”.
Sobre o arremesso que poderia ter provocado a prorrogação, o ala-armador lamenta que não tenha dado certo. Fez o que tinha de ter sido feito e, como a maioria do ginásio, torceu para ver aquela bola entrar na cesta.
“Mandei a bola certinha, com a rotação para cair, mas infelizmente não deu certo. Com este jogo mostramos que nosso time pode chegar longe no torneio. É um campeonato longo e faremos uma boa campanha. Tivemos a motivação de um jogo mais forte. Muitos não acreditavam na gente, mas mostramos nosso valor e com isso seremos respeitados”.
Por Danielle Rocha
Direto de Istambul, Turquia
Davino leva 19 para Campinas
O Brasiliense cumpre nesta terça-feira, no Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), a sua penúltima participação no primeiro turno do Brasileiro da Série B deste ano. O adversário é ninguém mais do que a Ponte Preta, que está em crescimento dentro da competição. O duelo do Jacaré contra a Macaca começa às 19h30.
Para ter mais tranqüilidade, o time brasiliense embarcou, às 10h13 com destino à cidade campineira. O desembarque ocorreu às 11h42.
O técnico Roberval Davino relacionou 19 jogadores:
Goleiros: Eduardo e Gatti
Laterais: Jonathan, William e Cicinho
Zagueiros: Dezinho, Moacri, Fábio Braz e Miltão
Volantes: Deda, Schmoller e Alisson
Meias: Iranildo, Thiaguinho, Rosembrick e Adrianinho
Atacantes: Acosta, Aloísio, Jean
O árbitro dessa partida será o paranaense Adriano Milvzski. Seus assistentes também são da Federação do Paraná: José Amilton Pontarolo e Ivan Carlos Bohn.
Já o paulista Élcio Pascoal Borborema será o quarto árbitro. Todos eles serão observados por Joel Teixeira Caíres.
Para ter mais tranqüilidade, o time brasiliense embarcou, às 10h13 com destino à cidade campineira. O desembarque ocorreu às 11h42.
O técnico Roberval Davino relacionou 19 jogadores:
Goleiros: Eduardo e Gatti
Laterais: Jonathan, William e Cicinho
Zagueiros: Dezinho, Moacri, Fábio Braz e Miltão
Volantes: Deda, Schmoller e Alisson
Meias: Iranildo, Thiaguinho, Rosembrick e Adrianinho
Atacantes: Acosta, Aloísio, Jean
O árbitro dessa partida será o paranaense Adriano Milvzski. Seus assistentes também são da Federação do Paraná: José Amilton Pontarolo e Ivan Carlos Bohn.
Já o paulista Élcio Pascoal Borborema será o quarto árbitro. Todos eles serão observados por Joel Teixeira Caíres.
Jacaré luta para se distanciar da degola
O grupo do Brasiliense está em uma verdadeira maratona, nesta Série B do Campeonato Brasileiro. O retorno da delegação ao Distrito Federal aconteceu no sábado. No domingo pela manhã, o grupo se reapresentou, no Serejão e na manhã desta segunda-feira, seguiu para Campinas.
Na parte da tarde, já em Campinas, aconteceu um treinamento com bola, quando o técnico Roberval Davino tentou definir o time que busca a sua primeira vitória fora de casa, diante da Ponte Preta, nesta terça-feira, no Moisés Lucarelli.
O desfalque será Ruy, suspenso. Já o zagueiro Dezinho retorna e enfrenta seu ex-clube. O volante Deda, que por várias temporadas atuou pela Ponte Preta, também estará diante da equipe onde jogou.
Adrianinho que se lesionou na partida do ano passado, frente à mesma Ponte Preta, está de volta e relacionado para o jogo.
O Brasiliense deve ir a campo com: Eduardo; Deda, Dezinho e Moacri; Cicinho, Schmoller, Alisson, Thiaguinho, Iranildo e Jônathas; Jean.
O Jacaré brasiliense ocupa a 14ª posição da Série B, com 21 pontos ganhos.
Ponte Preta e Brasiliense já se enfrentaram oito vezes. Foram quatro vitórias do Brasiliense, duas vitórias da Macaca e dois empates.
Em 2009, foi 3 x 0 para o Brasiliense no Serejão, com gols de Cris e Abuda, duas vezes. No jogo da volta, em Campinas, deu Ponte Preta por 2 x 0, com gols de Fabiano Gadelha e Finazzi.
Na parte da tarde, já em Campinas, aconteceu um treinamento com bola, quando o técnico Roberval Davino tentou definir o time que busca a sua primeira vitória fora de casa, diante da Ponte Preta, nesta terça-feira, no Moisés Lucarelli.
O desfalque será Ruy, suspenso. Já o zagueiro Dezinho retorna e enfrenta seu ex-clube. O volante Deda, que por várias temporadas atuou pela Ponte Preta, também estará diante da equipe onde jogou.
Adrianinho que se lesionou na partida do ano passado, frente à mesma Ponte Preta, está de volta e relacionado para o jogo.
O Brasiliense deve ir a campo com: Eduardo; Deda, Dezinho e Moacri; Cicinho, Schmoller, Alisson, Thiaguinho, Iranildo e Jônathas; Jean.
O Jacaré brasiliense ocupa a 14ª posição da Série B, com 21 pontos ganhos.
Ponte Preta e Brasiliense já se enfrentaram oito vezes. Foram quatro vitórias do Brasiliense, duas vitórias da Macaca e dois empates.
Em 2009, foi 3 x 0 para o Brasiliense no Serejão, com gols de Cris e Abuda, duas vezes. No jogo da volta, em Campinas, deu Ponte Preta por 2 x 0, com gols de Fabiano Gadelha e Finazzi.
CFZ mantém invencibilidade e liderança



Eis uma amostra do trabalho fotográfico do competente Ueslei Marcelino, sábado, no Cave. O bom profissional é aquele que está a postos tanto na Série A como na Segundona do DFReproduzo neste espaço a matéria assinada por Felipe Igreja, do site Clube do Esporte DF, referente a um dos jogos disputados neste fim de semana pela Segundona do Distrito Federal. Ei-la
“Mesmo com o forte calor (máxima de 31°C) que fez na tarde deste sábado, o CFZ-DF não se incomodou e venceu o Paranoá por 2 x 0, no Cave, em jogo válido pela 2ª rodada da Série B do Candangão.
Os gols de Luan e Gustavo Lopes, ambos no segundo tempo, garantiram a invencibilidade e a liderança do torneio para a equipe alvianil, com seis pontos - duas vitórias em dois jogos.
Já o Paranoá, permanece com um ponto ganho, conquistado na abertura da competição, no empate por 1 x 1 com o Bolamense. Com a derrota deste sábado, a Cobra Sucuri caiu da 5ª para a 6ª colocação.
Com a partida marcada para às 15h30, os jogadores sentiram o forte calor no início do duelo e pouco fizeram. Até os 10 minutos do primeiro tempo, nenhum dos dois times conseguiu criar grandes oportunidades.
O CFZ-DF foi quem primeiro incomodou, com o bom trabalho da dupla de ataque, Lucas Dantas e Gustavo Lopes. Os dois trocavam passes e confundiam a marcação do Paranoá. Aos 20 minutos, Gustavo Lopes livrou-se de três defensores, mas bateu travado e perdeu ótima chance.
A Cobra Sucuri respondia com o meio campista Wisman, em cobranças de falta. Mas nenhuma batida levou muito perigo ao goleiro do CFZ-DF e a partida foi para o intervalo com o placar em branco.
Na segunda etapa, com a temperatura mais amena, os dois times se soltaram mais. O Paranoá começou melhor e pressionou durante os primeiros dez minutos. Entretanto, quem saiu na frente foi o CFZ-DF, com o gol do zagueiro Luan, de cabeça, aos 13 minutos.
Após o gol, a Cobra Sucuri se perdeu em campo. A equipe partiu desesperada para empatar e cedeu espaço para os contra-ataques.
O time de Zico perdeu três boas oportunidades antes de Gustavo Lopes roubar a bola do marcador e bater no ângulo para fazer 2 x 0, decretando a vitória do CFZ-DF, aos 40 minutos.
“Acho que o mais importante do jogo foi que a equipe se comportou muito bem em campo. Fica complicado falar de um destaque individual, pois somos um time e todos estão de parabéns, Temos que continuar trabalhando porque sabemos que a competição é muito difícil”, disse o goleiro Renato, do CFZ-DF.
“A nossa equipe tem vários jogadores jovens. A base vem do time de juniores. Temos que ter mais calma durante as partidas e também precisamos encaixar melhor o nosso jogo”, analisou o atacante Gilson, do Paranoá.
Na próxima rodada, domingo, às 15h30, o CFZ-DF vai até o interior de Goiás para enfrentar o Formosa (GO), no Diogão. No mesmo dia e horário, o Paranoá recebe o Unaí, no Estádio JK.
“Mesmo com o forte calor (máxima de 31°C) que fez na tarde deste sábado, o CFZ-DF não se incomodou e venceu o Paranoá por 2 x 0, no Cave, em jogo válido pela 2ª rodada da Série B do Candangão.
Os gols de Luan e Gustavo Lopes, ambos no segundo tempo, garantiram a invencibilidade e a liderança do torneio para a equipe alvianil, com seis pontos - duas vitórias em dois jogos.
Já o Paranoá, permanece com um ponto ganho, conquistado na abertura da competição, no empate por 1 x 1 com o Bolamense. Com a derrota deste sábado, a Cobra Sucuri caiu da 5ª para a 6ª colocação.
Com a partida marcada para às 15h30, os jogadores sentiram o forte calor no início do duelo e pouco fizeram. Até os 10 minutos do primeiro tempo, nenhum dos dois times conseguiu criar grandes oportunidades.
O CFZ-DF foi quem primeiro incomodou, com o bom trabalho da dupla de ataque, Lucas Dantas e Gustavo Lopes. Os dois trocavam passes e confundiam a marcação do Paranoá. Aos 20 minutos, Gustavo Lopes livrou-se de três defensores, mas bateu travado e perdeu ótima chance.
A Cobra Sucuri respondia com o meio campista Wisman, em cobranças de falta. Mas nenhuma batida levou muito perigo ao goleiro do CFZ-DF e a partida foi para o intervalo com o placar em branco.
Na segunda etapa, com a temperatura mais amena, os dois times se soltaram mais. O Paranoá começou melhor e pressionou durante os primeiros dez minutos. Entretanto, quem saiu na frente foi o CFZ-DF, com o gol do zagueiro Luan, de cabeça, aos 13 minutos.
Após o gol, a Cobra Sucuri se perdeu em campo. A equipe partiu desesperada para empatar e cedeu espaço para os contra-ataques.
O time de Zico perdeu três boas oportunidades antes de Gustavo Lopes roubar a bola do marcador e bater no ângulo para fazer 2 x 0, decretando a vitória do CFZ-DF, aos 40 minutos.
“Acho que o mais importante do jogo foi que a equipe se comportou muito bem em campo. Fica complicado falar de um destaque individual, pois somos um time e todos estão de parabéns, Temos que continuar trabalhando porque sabemos que a competição é muito difícil”, disse o goleiro Renato, do CFZ-DF.
“A nossa equipe tem vários jogadores jovens. A base vem do time de juniores. Temos que ter mais calma durante as partidas e também precisamos encaixar melhor o nosso jogo”, analisou o atacante Gilson, do Paranoá.
Na próxima rodada, domingo, às 15h30, o CFZ-DF vai até o interior de Goiás para enfrentar o Formosa (GO), no Diogão. No mesmo dia e horário, o Paranoá recebe o Unaí, no Estádio JK.
Podemos ganhar dos EUA e de qualquer um, diz Leandrinho
Leandrinho foi um dos destaques do Brasil na derrota apertada
O ala-armador Leandrinho se mostrou otimista após a derrota por 70 x 68 contra os Estados Unidos.
Ele afirmou que a Seleção Brasileira provou na emocionante partida de hoje à tarde que pode encarar qualquer adversário no Mundial de igual para igual.
"Vimos que podemos ir muito longe e estamos todos muito felizes", disse Leandrinho, que quase converteu uma cesta no último segundo de jogo.
"Para mim a bola estava lá dentro. Coloquei efeito, certinho, foi uma pena. Mas valeu a garra e a determinação. Vimos que dá para vencer eles (americanos) e qualquer outro time", completou.
Ele afirmou que a Seleção Brasileira provou na emocionante partida de hoje à tarde que pode encarar qualquer adversário no Mundial de igual para igual.
"Vimos que podemos ir muito longe e estamos todos muito felizes", disse Leandrinho, que quase converteu uma cesta no último segundo de jogo.
"Para mim a bola estava lá dentro. Coloquei efeito, certinho, foi uma pena. Mas valeu a garra e a determinação. Vimos que dá para vencer eles (americanos) e qualquer outro time", completou.
Brasil cai diante dos americanos com atuação guerreira
Seleção de Rubén Magnano surpreende, joga de igual para igual com os EUA até o fim da partida e sofre derrota dramática por dois pontosO Brasil de Tiago Splitter não se intimidou e partiu para cima dos americanos
(Foto: Reuters)
Se existem derrotas que valem mais que vitórias, o Brasil experimentou o sabor de uma delas ainda a pouco. Após duas atuações apagadas contra os fracos Irã e Tunísia, a seleção de Rubén Magnano se agigantou, e logo contra os Estados Unidos. Perdeu o jogo, mas ganhou moral.
Vestindo verde e se agarrando à esperança o tempo todo, a equipe virou o primeiro tempo na frente, manteve o placar apertado até o fim e só viu a vitória escapar na última bola.
No banco, o carrasco Rubén Magnano quase beliscou mais uma em cima dos craques da NBA. Desta vez não deu, 70 x 68. Mas foi, com sobras, a atuação que o Brasil perseguia para recuperar a confiança.
Após o alívio desta segunda-feira, a seleção nacional ganha uma merecida folga amanhã e só volta à quadra na quarta-feira para enfrentar a Eslovênia. Aí, sim, começa para valer a briga por posições no Grupo B.
A primeira fase termina na quinta-feira, contra a Croácia. Os quatro primeiros se classificam para as oitavas de final.
Durante o aquecimento, o armador Russel Westbrook dançava após cada bandeja. Kevin Durant era mais comedido que seu companheiro. Olhava Anderson Varejão fora da quadra e parecia imaginar que, sem o ala-pivô do Cleveland Cavaliers, encontraria do outro lado uma equipe fragilizada. Enganou-se.
Um Brasil atento, preciso no ataque e na defesa e com postura de vencedor mostrou a sua cara. Fez o que nenhuma outra seleção da chave conseguiu: virar o primeiro quarto na frente dos americanos (28 x 22).
Quem achava que já era o suficiente se surpreendeu com o segundo período. Assustados, os americanos não conseguiam pôr em prática os contra-ataques que até então tinham sido letais.
A marcação brasileira fechava a porta e só Kevin Durant ousava tentar passar por ela. A jovem estrela carregava o time nas costas e ouvia a arquibancada pedir por defesa depois que a diferença chegou aos oito pontos (33 x 25).
Na metade do segundo quarto caiu para um, após um breve momento de desatenção que levou a erros bobos de passe. Nada que não pudesse ser recuperado por Marquinhos, com a mão certeira da linha de três. Que não pudesse ser resolvido por Splitter, gigante nos dois garrafões.
Com a pontuação bem distribuída, os comandados de Magnano sobraram e conseguiram o que soava impossível: foram para o intervalo carregando uma vantagem de 46 x 43.
O Brasil continuava ditando o ritmo. Durant e Derrick Rose colocaram os Estados Unidos na frente: 52 x 50. Magnano, técnico brasileiro, pensava rápido, coçava a cabeça e chamava Alex para o jogo, já que Huertas estava pendurado com quatro faltas, mesma condição de Splitter.
O time sentiu o golpe com a saída do armador. Em uma sequência sem sucesso de arremessos longos, deixou o adversário escapar (61 x 55). Por pouco tempo. Leandrinho tomou a iniciativa e diminuiu ao fim do terceiro período: 61 x 59.
Antes da volta para os últimos dez minutos, uma pane no placar colocava os americanos na posição confortável que vinham encontrando no torneio: 61 x 0 a seu favor. Era só um erro tecnológico.
Ao fundo, a trilha sonora parecia ter sido escolhida a dedo para os brasileiros. Tocava "I got a feeling", do Black Eyed Peas, prevendo o sentimento de uma noite boa em Istambul. Durant começou a errar lances livres. Marquinhos acertava mais uma de três e ganhava vaias como resposta.
Os americanos tinham mais um ataque e dois pontos de frente. Erraram. Restando 7 segundos, com a Abdi Ipekci de pé, Huertas partiu para a cesta, sofreu falta e a bola caprichosamente bateu no aro e não caiu. A 3 segundos, ela chorou de novo no primeiro lance livre. Ele errou o segundo de propósito para aproveitar o rebote, mas Leandrinho, bem marcado, não conseguiu converter os pontos que dariam o empate.
Fim de jogo. Os americanos aplaudiam, e no centro da quadra os brasileiros se abraçavam, certos do dever cumprido.
Por Danielle Rocha
Direto de Istambul, Turquia
Se existem derrotas que valem mais que vitórias, o Brasil experimentou o sabor de uma delas ainda a pouco. Após duas atuações apagadas contra os fracos Irã e Tunísia, a seleção de Rubén Magnano se agigantou, e logo contra os Estados Unidos. Perdeu o jogo, mas ganhou moral.
Vestindo verde e se agarrando à esperança o tempo todo, a equipe virou o primeiro tempo na frente, manteve o placar apertado até o fim e só viu a vitória escapar na última bola.
No banco, o carrasco Rubén Magnano quase beliscou mais uma em cima dos craques da NBA. Desta vez não deu, 70 x 68. Mas foi, com sobras, a atuação que o Brasil perseguia para recuperar a confiança.
Após o alívio desta segunda-feira, a seleção nacional ganha uma merecida folga amanhã e só volta à quadra na quarta-feira para enfrentar a Eslovênia. Aí, sim, começa para valer a briga por posições no Grupo B.
A primeira fase termina na quinta-feira, contra a Croácia. Os quatro primeiros se classificam para as oitavas de final.
Durante o aquecimento, o armador Russel Westbrook dançava após cada bandeja. Kevin Durant era mais comedido que seu companheiro. Olhava Anderson Varejão fora da quadra e parecia imaginar que, sem o ala-pivô do Cleveland Cavaliers, encontraria do outro lado uma equipe fragilizada. Enganou-se.
Um Brasil atento, preciso no ataque e na defesa e com postura de vencedor mostrou a sua cara. Fez o que nenhuma outra seleção da chave conseguiu: virar o primeiro quarto na frente dos americanos (28 x 22).
Quem achava que já era o suficiente se surpreendeu com o segundo período. Assustados, os americanos não conseguiam pôr em prática os contra-ataques que até então tinham sido letais.
A marcação brasileira fechava a porta e só Kevin Durant ousava tentar passar por ela. A jovem estrela carregava o time nas costas e ouvia a arquibancada pedir por defesa depois que a diferença chegou aos oito pontos (33 x 25).
Na metade do segundo quarto caiu para um, após um breve momento de desatenção que levou a erros bobos de passe. Nada que não pudesse ser recuperado por Marquinhos, com a mão certeira da linha de três. Que não pudesse ser resolvido por Splitter, gigante nos dois garrafões.
Com a pontuação bem distribuída, os comandados de Magnano sobraram e conseguiram o que soava impossível: foram para o intervalo carregando uma vantagem de 46 x 43.
O Brasil continuava ditando o ritmo. Durant e Derrick Rose colocaram os Estados Unidos na frente: 52 x 50. Magnano, técnico brasileiro, pensava rápido, coçava a cabeça e chamava Alex para o jogo, já que Huertas estava pendurado com quatro faltas, mesma condição de Splitter.
O time sentiu o golpe com a saída do armador. Em uma sequência sem sucesso de arremessos longos, deixou o adversário escapar (61 x 55). Por pouco tempo. Leandrinho tomou a iniciativa e diminuiu ao fim do terceiro período: 61 x 59.
Antes da volta para os últimos dez minutos, uma pane no placar colocava os americanos na posição confortável que vinham encontrando no torneio: 61 x 0 a seu favor. Era só um erro tecnológico.
Ao fundo, a trilha sonora parecia ter sido escolhida a dedo para os brasileiros. Tocava "I got a feeling", do Black Eyed Peas, prevendo o sentimento de uma noite boa em Istambul. Durant começou a errar lances livres. Marquinhos acertava mais uma de três e ganhava vaias como resposta.
Os americanos tinham mais um ataque e dois pontos de frente. Erraram. Restando 7 segundos, com a Abdi Ipekci de pé, Huertas partiu para a cesta, sofreu falta e a bola caprichosamente bateu no aro e não caiu. A 3 segundos, ela chorou de novo no primeiro lance livre. Ele errou o segundo de propósito para aproveitar o rebote, mas Leandrinho, bem marcado, não conseguiu converter os pontos que dariam o empate.
Fim de jogo. Os americanos aplaudiam, e no centro da quadra os brasileiros se abraçavam, certos do dever cumprido.
Por Danielle Rocha
Direto de Istambul, Turquia
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Dori ganha mala do Jacaré
Na movimentada quinta-feira do futebol brasileiro, o Brasiliense não ficou atrás e também constou no Boletim Informativo Diário da CBF, pela dispensa do jovem atacante Dori.
O atacante, de apenas 20 anos, foi revelado no Fluminense e foi emprestado ao Brasiliense no início desta temporada. Sem chances com nenhum dos treinadores que passaram pelo clube durante a disputa da Série B, o jogador teve seu contrato de empréstimo rescindido.
Dori enfrentou a alta concorrência de nomes como Aloísio, Enílton e Jean, sem conseguir um espaço na equipe titular, hoje comandada pelo técnico Roberval Davino.
O atacante, de apenas 20 anos, foi revelado no Fluminense e foi emprestado ao Brasiliense no início desta temporada. Sem chances com nenhum dos treinadores que passaram pelo clube durante a disputa da Série B, o jogador teve seu contrato de empréstimo rescindido.
Dori enfrentou a alta concorrência de nomes como Aloísio, Enílton e Jean, sem conseguir um espaço na equipe titular, hoje comandada pelo técnico Roberval Davino.
Para Deda o Brasiliense não pode se expor muito
Experiente, o volante Deda aponta possíveis caminhos para o Brasiliense conseguir surpreender o Bahia em pleno Pituaçu e sair com a primeira vitória fora de casa na competição.
"Tem que mudar a maneira de jogar. Não pode se expor. A gente tem que empurrar o adversário para a intermediária e aplicar uma marcação mais forte a partir dali. O problema é que nós estávamos alongando demais, sem seguir o que estava sendo pedido", comentou.
Deda reforça o discurso dos demais companheiros, que já tem um propósito bem firme para o próximo jogo. "A gente não pode sofrer gols e jogar no erro do adversário, diminuindo o espaço que eles têm para jogar. Temos que nos manter bem postados".
O jogador reforça que, por ser visitante o Brasiliense deve jogar no limite dos nervos do time adversário.
"Marcando forte, mantendo a posse de bola e tocando bem, o adversário começa a jogar na ansiedade, a torcida cobra e o treinador adianta o time para buscar o resultado favorável em casa. Aí o jogo vira para a gente", ensinou, com conhecimento de causa: ano passado, pela Ponte Preta, o time conseguiu marcar dois gols no Bahia, jogando em seu estádio, em apenas 15 minutos de jogo.
Deslocado pelo técnico Roberval Davino para a zaga no último jogo, o jogador afirma que, caso o técnico precise dele nesta posição, estará pronto para jogar.
"Sinto-me tranqüilo desempenhando essa função, não tem dificuldade. Posso jogar tanto de um lado quanto do outro. Tem que ajudar o time a pontuar e empenhar o máximo, porque vai ser um jogo difícil e nós queremos vencer fora".
Por saber do grau de dificuldade da partida deste sábado, às 21h, o jogador alerta: "Tem que ter cautela e colocar dentro do campo tudo aquilo que a gente sabe jogar e treina muito. Por não podermos mais errar, os nervos ficam à flor da pele. A gente sabe que disputar o campeonato na parte debaixo da tabela é praticamente outro campeonato".
"Tem que mudar a maneira de jogar. Não pode se expor. A gente tem que empurrar o adversário para a intermediária e aplicar uma marcação mais forte a partir dali. O problema é que nós estávamos alongando demais, sem seguir o que estava sendo pedido", comentou.
Deda reforça o discurso dos demais companheiros, que já tem um propósito bem firme para o próximo jogo. "A gente não pode sofrer gols e jogar no erro do adversário, diminuindo o espaço que eles têm para jogar. Temos que nos manter bem postados".
O jogador reforça que, por ser visitante o Brasiliense deve jogar no limite dos nervos do time adversário.
"Marcando forte, mantendo a posse de bola e tocando bem, o adversário começa a jogar na ansiedade, a torcida cobra e o treinador adianta o time para buscar o resultado favorável em casa. Aí o jogo vira para a gente", ensinou, com conhecimento de causa: ano passado, pela Ponte Preta, o time conseguiu marcar dois gols no Bahia, jogando em seu estádio, em apenas 15 minutos de jogo.
Deslocado pelo técnico Roberval Davino para a zaga no último jogo, o jogador afirma que, caso o técnico precise dele nesta posição, estará pronto para jogar.
"Sinto-me tranqüilo desempenhando essa função, não tem dificuldade. Posso jogar tanto de um lado quanto do outro. Tem que ajudar o time a pontuar e empenhar o máximo, porque vai ser um jogo difícil e nós queremos vencer fora".
Por saber do grau de dificuldade da partida deste sábado, às 21h, o jogador alerta: "Tem que ter cautela e colocar dentro do campo tudo aquilo que a gente sabe jogar e treina muito. Por não podermos mais errar, os nervos ficam à flor da pele. A gente sabe que disputar o campeonato na parte debaixo da tabela é praticamente outro campeonato".
Para Ruy a questão é de atitude
Escalado na lateral-direita no primeiro coletivo da semana de treinos do Brasiliense, Ruy afirma que não há mais justificativas para os últimos insucessos do Jacaré.
"Pelo nosso momento, não tem mais o que dizer. A questão agora é de atitude. Ninguém pode se omitir e todos têm que dividir a responsabilidade. Já tivemos a oportunidade de estar numa situação mais fácil, mas não tem essa de lamentar. Agora é o momento do grupo", ressaltou o jogador, que avisa que está pronto para ir para o jogo.
Sobre os testes do técnico Roberval Davino no esquema 3-5-2, que já foi desenhado em campo no segundo tempo do jogo contra o Guaratinguetá, Ruy afirma que o time precisa estar aberto à nova possibilidade.
"Já tentamos jogar com três atacantes, mas pecamos. Vários times da Série B têm jogado no 3-5-2 e existem times, como o São Paulo, que só funcionam jogando assim. Testamos vários esquemas, mas ainda não conseguimos o resultado positivo fora de casa. O melhor esquema tático vai ser o que der resultado".
O jogador também lamentou que o grupo ainda tenha que conviver com o excesso de jogadores lesionados.
"A equipe acaba sentindo. Temos um grupo forte, e um ponto positivo do professor Davino é que ele vê várias possibilidades onde o jogador pode jogar. Mas nós fizemos boas apresentações com o grupo completo, e o nosso time tem que dar liga o mais rápido possível".
E Ruy também deposita no Bahia todo o favoritismo do jogo, apontando a extrema cobrança que existe em cima do adversário.
"O Bahia é um time de massa, e existe uma pressão grande por lá por conta da obrigação que eles têm de subir para a Primeira Divisão. Vai ser um jogo difícil, mas a gente espera poder surpreender".
"Pelo nosso momento, não tem mais o que dizer. A questão agora é de atitude. Ninguém pode se omitir e todos têm que dividir a responsabilidade. Já tivemos a oportunidade de estar numa situação mais fácil, mas não tem essa de lamentar. Agora é o momento do grupo", ressaltou o jogador, que avisa que está pronto para ir para o jogo.
Sobre os testes do técnico Roberval Davino no esquema 3-5-2, que já foi desenhado em campo no segundo tempo do jogo contra o Guaratinguetá, Ruy afirma que o time precisa estar aberto à nova possibilidade.
"Já tentamos jogar com três atacantes, mas pecamos. Vários times da Série B têm jogado no 3-5-2 e existem times, como o São Paulo, que só funcionam jogando assim. Testamos vários esquemas, mas ainda não conseguimos o resultado positivo fora de casa. O melhor esquema tático vai ser o que der resultado".
O jogador também lamentou que o grupo ainda tenha que conviver com o excesso de jogadores lesionados.
"A equipe acaba sentindo. Temos um grupo forte, e um ponto positivo do professor Davino é que ele vê várias possibilidades onde o jogador pode jogar. Mas nós fizemos boas apresentações com o grupo completo, e o nosso time tem que dar liga o mais rápido possível".
E Ruy também deposita no Bahia todo o favoritismo do jogo, apontando a extrema cobrança que existe em cima do adversário.
"O Bahia é um time de massa, e existe uma pressão grande por lá por conta da obrigação que eles têm de subir para a Primeira Divisão. Vai ser um jogo difícil, mas a gente espera poder surpreender".
Treinamento para voluntários
Daqui a quatro anos, quando receber fãs de futebol vindos de todas as partes do mundo para o Mundial, Brasília contará com um time de anfitriões de primeira: jovens cheios de disposição, com a história da capital na ponta da língua e fluentes em inglês, espanhol e francês.
Os oito Centros Interescolares de Línguas (CILs) do Distrito Federal estão treinando dois mil estudantes para atuarem como voluntários. O projeto “Um Gol de Educação” foi lançado ontem e já colocou Brasília à frente de outras cidades-sede na disputa para sediar a abertura do campeonato.
Além de estudarem línguas, os estudantes terão aulas de história, geografia, sobre hábitos e culturas de diversos países e conhecerão um pouco mais sobre a construção da capital.
Durante o lançamento do projeto, no auditório da Escola Classe 308 Sul, a vice-governadora Ivelise Longhi ressaltou que os voluntários de 2014 darão uma grande contribuição para a boa imagem de Brasília em outros países.
“Vocês mostrarão para as pessoas que virão de fora o que é a nossa cidade e porque temos tanto orgulho de viver aqui”, disse Ivelise.
As inscrições para ser um voluntário na Copa de 2014 começaram no primeiro semestre deste ano. Os 250 professores da rede pública que participam do projeto também não estão ganhando um centavo a mais para separar uma hora e vinte minutos da terça ou da sexta-feira para capacitar os estudantes.
Para a professora Ana Cristina Chaves, idealizadora do “Um Gol de Educação”, a capacitação destes meninos e meninas será fundamental para deixar uma boa impressão aos turistas que passarem pela cidade.
“Eles também conhecerão a cultura de outros povos. Ninguém vai mandar um indiano para a churrascaria, por exemplo, porque vai saber que a vaca lá é sagrada. Nem vai perguntar o nome do presidente da Inglaterra”, afirmou.
Segundo Ana Cristina, a proposta é desenvolver o espírito voluntário, a tolerância às diferenças culturais e a autoestima dos alunos. Além disso, acredita a professora, o DF poderá mostrar o valor do ensino público local, especialmente o de línguas, por meio da formação dos estudantes. “Daqui a quatro anos, pouquíssimos jovens no Brasil terão esta bagagem cultural”, afirma.
Para o secretário de Educação, Marcelo Aguiar, o projeto também mostra a qualidade do quadro docente da rede, já que foi idealizado por uma professora. Ele conta que escolas de línguas da rede privada já o procuraram para firmar parceria e também indicar seus alunos. “Esta proposta já começou a dar certo antes mesmo de ser iniciada”, afirmou.
Gerente do projeto Copa 2014, Sérgio Graça destacou que ao lançar o “Um Gol de Educação” Brasília saiu na frente das outras cidades na briga para sediar a abertura do mundial.
“Não se ouviu falar em nenhum outro estado em um projeto desta envergadura, desta importância”, afirmou Graça no evento de abertura do programa.
A simpatia e a disposição de nossos anfitriões deve se somar a outras facilidades que serão oferecidas pela capital, como a proximidade entre os principais hotéis da cidade e o futuro Estádio Nacional de Brasília, um dos mais modernos do país, e do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ligando o aeroporto internacional ao centro.
Os oito Centros Interescolares de Línguas (CILs) do Distrito Federal estão treinando dois mil estudantes para atuarem como voluntários. O projeto “Um Gol de Educação” foi lançado ontem e já colocou Brasília à frente de outras cidades-sede na disputa para sediar a abertura do campeonato.
Além de estudarem línguas, os estudantes terão aulas de história, geografia, sobre hábitos e culturas de diversos países e conhecerão um pouco mais sobre a construção da capital.
Durante o lançamento do projeto, no auditório da Escola Classe 308 Sul, a vice-governadora Ivelise Longhi ressaltou que os voluntários de 2014 darão uma grande contribuição para a boa imagem de Brasília em outros países.
“Vocês mostrarão para as pessoas que virão de fora o que é a nossa cidade e porque temos tanto orgulho de viver aqui”, disse Ivelise.
As inscrições para ser um voluntário na Copa de 2014 começaram no primeiro semestre deste ano. Os 250 professores da rede pública que participam do projeto também não estão ganhando um centavo a mais para separar uma hora e vinte minutos da terça ou da sexta-feira para capacitar os estudantes.
Para a professora Ana Cristina Chaves, idealizadora do “Um Gol de Educação”, a capacitação destes meninos e meninas será fundamental para deixar uma boa impressão aos turistas que passarem pela cidade.
“Eles também conhecerão a cultura de outros povos. Ninguém vai mandar um indiano para a churrascaria, por exemplo, porque vai saber que a vaca lá é sagrada. Nem vai perguntar o nome do presidente da Inglaterra”, afirmou.
Segundo Ana Cristina, a proposta é desenvolver o espírito voluntário, a tolerância às diferenças culturais e a autoestima dos alunos. Além disso, acredita a professora, o DF poderá mostrar o valor do ensino público local, especialmente o de línguas, por meio da formação dos estudantes. “Daqui a quatro anos, pouquíssimos jovens no Brasil terão esta bagagem cultural”, afirma.
Para o secretário de Educação, Marcelo Aguiar, o projeto também mostra a qualidade do quadro docente da rede, já que foi idealizado por uma professora. Ele conta que escolas de línguas da rede privada já o procuraram para firmar parceria e também indicar seus alunos. “Esta proposta já começou a dar certo antes mesmo de ser iniciada”, afirmou.
Gerente do projeto Copa 2014, Sérgio Graça destacou que ao lançar o “Um Gol de Educação” Brasília saiu na frente das outras cidades na briga para sediar a abertura do mundial.
“Não se ouviu falar em nenhum outro estado em um projeto desta envergadura, desta importância”, afirmou Graça no evento de abertura do programa.
A simpatia e a disposição de nossos anfitriões deve se somar a outras facilidades que serão oferecidas pela capital, como a proximidade entre os principais hotéis da cidade e o futuro Estádio Nacional de Brasília, um dos mais modernos do país, e do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ligando o aeroporto internacional ao centro.
Periquito será ofensivo, mas sem esquecer a defesa
O Gama volta a campo neste domingo pela Série C do Brasileiro. O adversário da vez é o Luverdense. O confronto começa às 16h, no Bezerrão.
Ontem, o técnico Heriberto da Cunha comandou mais um treino, mas, por causa da quantidade de jogos e a carga de treinos, o comandante alviverde preferiu liberar o tão desejado "rachão" no centro de treinamentos.
Mesmo ainda tendo algumas dúvidas para o jogo diante do Luverdense, o treinador garante que o time vai jogar para frente. "Estamos jogando em casa e vamos ser ofensivos, mas não podemos nos desesperar e se lançar de forma errada ao ataque", explicou.
No próximo domingo, Heriberto terá dois desfalques: o zagueiro Pedrão e o volante Éverton, porém o treinador ainda não definiu os seus substitutos. "Chegaram jogadores essa semana. Vamos analisar as peças e decidir quem sairá jogando".
Ontem, o técnico Heriberto da Cunha comandou mais um treino, mas, por causa da quantidade de jogos e a carga de treinos, o comandante alviverde preferiu liberar o tão desejado "rachão" no centro de treinamentos.
Mesmo ainda tendo algumas dúvidas para o jogo diante do Luverdense, o treinador garante que o time vai jogar para frente. "Estamos jogando em casa e vamos ser ofensivos, mas não podemos nos desesperar e se lançar de forma errada ao ataque", explicou.
No próximo domingo, Heriberto terá dois desfalques: o zagueiro Pedrão e o volante Éverton, porém o treinador ainda não definiu os seus substitutos. "Chegaram jogadores essa semana. Vamos analisar as peças e decidir quem sairá jogando".
Segunda Divisão do DF começa neste sábado
Com a participação de oito clubes, a largada do Brasiliense da Segunda Divisão tem largada neste sábado. Na disputa estão as duas vagas que assegurarão a participação de um deles na chamada elite do futebol do DF em 2011.
A baixa na competição ficará por conta de dois times que desistiram de suas vagas: Brazlândia e Brazsat.
O primeiro deles alegou falta de estrutura em seu estádio e falta de apoio financeiro. O segundo pediu licença de um ano já que seu presidente está envolvido na construção de estádios para a Copa de 2014, no Brasil.
A forma de disputa será a mesma do ano passado. Os oito clubes jogam a primeira fase em turno único, por pontos corridos, e os quatro melhores se classificam para as semifinais.
Nesta etapa, os melhores colocados têm a vantagem do empate e as partidas serão no sistema ida e volta. Os dois vencedores, dessa forma, disputarão o título, em partida única, e estarão classificados automaticamente para a primeira divisão de 2011.
Com a desistência do Brazlândia e do Brazsat, o Bolamense (antigo Renovo) e o Paranoá, terceiro e quatro colocados, respectivamente, da terceirona de 2009, foram promovidos para a Segunda Divisão de 2010.
Dessa forma, apenas quatro clubes, Planaltina-GO, Sobradinho, Santa Maria e Bandeirante, permaneceram na Terceira Divisão, que não deverá acontecer neste ano.
Segundo Paulo Araujo, vice-presidente da Federação Brasiliense de Futebol, haverá uma assembléia com os clubes para extinguir a terceirona e aumentar a segundona.
"A Terceira Divisão não acrescenta em nada para o nosso futebol. A suspensão da disputa servirá, ainda, para que os quatro clubes que lá ficaram se reforcem financeiramente para o ano que vem. A idéia é fazer uma Segunda Divisão em 2011 com 16 clubes", explicou o dirigente.
Sobre a possível desistência de outros clubes, Paulo Araujo mostra resignação. "Não sabemos ainda, mas pode vir a acontecer. Agora em 2010, o Brazlândia pediu para não disputar por que está sem caixa e a estrutura oferecida pelo estádio Chapadinha não condiz com as exigências da Federação. Houve uma reforma, mas os vestiários, por exemplo, continuam precários e a Administração da cidade, responsável pelo estádio, não se movimentou para fazer as adequações", relatou.
Sobre a ausência do Brazsat, Paulinho afirmou. "O presidente do clube (João Vaz), pediu licença neste ano por que a sua empresa está envolvida na reforma e construção de estádios pelo Brasil para a disputa da Copa de 2014. Sendo assim, alegou falta de tempo para se envolver com o clube na disputa do torneio".
João Vaz, presidente do Brazsat, explicou a sua decisão. "Tive que escolher onde colocar tempo. Estamos fechados com a construção do estádio de Salvador para o Mundial e com a possibilidade de nos envolvermos em pelos menos mais quatro praças. A ausência do Brazsat na disputa foi uma escolha pessoal".
Os estádios do DF, salvo algumas exceções como Serejão, Bezerrão e Abadião, estão sem possibilidades de abrigar jogos. Mas Paulo Araujo garante que medidas estão sendo tomadas para reverter o quadro.
"Estamos em contato com o governador Rogério Rosso pedindo providências para melhoria dos nossos estádios. O Rorizão, em Samambaia, já está praticamente pronto, assim como o JK, no Paranoá. A Administração do Guará vem se empenhado para colocar o Cave dentro das normas. Dessa forma, vamos ter pelo menos mais três estádios em condições de receber os jogos da Segunda Divisão".
O Unaí vai mandar seus jogos no Serra do Lago, em Luziânia. A equipe foi punida com a perda de mando de campo por cinco jogos devido a confusão ocorrida no ano passado, no Urbano Adjuto, na partida diante do Ceilandense.
"Quando uma equipe é punida e não pode mandar os jogos em seu estádio, tem o direito de escolher o novo local e eles indicaram o Serra do Lago", explicou Paulo Araujo.
A primeira rodada da Série B do DF começará às 10h30 deste sábado, com a partida Cruzeiro x CFZ/DF, no estádio do Cruzeiro. No domingo, três partidas encerram a rodada, todas às 15h30. Formosa-GO e Legião se enfrentam no Diogão, em Formosa. Paranoá e Bolamense jogam no JK. Unaí e Capital se enfrentam no Serra do Lago, em Luziânia.
Por Eduardo Castro
A baixa na competição ficará por conta de dois times que desistiram de suas vagas: Brazlândia e Brazsat.
O primeiro deles alegou falta de estrutura em seu estádio e falta de apoio financeiro. O segundo pediu licença de um ano já que seu presidente está envolvido na construção de estádios para a Copa de 2014, no Brasil.
A forma de disputa será a mesma do ano passado. Os oito clubes jogam a primeira fase em turno único, por pontos corridos, e os quatro melhores se classificam para as semifinais.
Nesta etapa, os melhores colocados têm a vantagem do empate e as partidas serão no sistema ida e volta. Os dois vencedores, dessa forma, disputarão o título, em partida única, e estarão classificados automaticamente para a primeira divisão de 2011.
Com a desistência do Brazlândia e do Brazsat, o Bolamense (antigo Renovo) e o Paranoá, terceiro e quatro colocados, respectivamente, da terceirona de 2009, foram promovidos para a Segunda Divisão de 2010.
Dessa forma, apenas quatro clubes, Planaltina-GO, Sobradinho, Santa Maria e Bandeirante, permaneceram na Terceira Divisão, que não deverá acontecer neste ano.
Segundo Paulo Araujo, vice-presidente da Federação Brasiliense de Futebol, haverá uma assembléia com os clubes para extinguir a terceirona e aumentar a segundona.
"A Terceira Divisão não acrescenta em nada para o nosso futebol. A suspensão da disputa servirá, ainda, para que os quatro clubes que lá ficaram se reforcem financeiramente para o ano que vem. A idéia é fazer uma Segunda Divisão em 2011 com 16 clubes", explicou o dirigente.
Sobre a possível desistência de outros clubes, Paulo Araujo mostra resignação. "Não sabemos ainda, mas pode vir a acontecer. Agora em 2010, o Brazlândia pediu para não disputar por que está sem caixa e a estrutura oferecida pelo estádio Chapadinha não condiz com as exigências da Federação. Houve uma reforma, mas os vestiários, por exemplo, continuam precários e a Administração da cidade, responsável pelo estádio, não se movimentou para fazer as adequações", relatou.
Sobre a ausência do Brazsat, Paulinho afirmou. "O presidente do clube (João Vaz), pediu licença neste ano por que a sua empresa está envolvida na reforma e construção de estádios pelo Brasil para a disputa da Copa de 2014. Sendo assim, alegou falta de tempo para se envolver com o clube na disputa do torneio".
João Vaz, presidente do Brazsat, explicou a sua decisão. "Tive que escolher onde colocar tempo. Estamos fechados com a construção do estádio de Salvador para o Mundial e com a possibilidade de nos envolvermos em pelos menos mais quatro praças. A ausência do Brazsat na disputa foi uma escolha pessoal".
Os estádios do DF, salvo algumas exceções como Serejão, Bezerrão e Abadião, estão sem possibilidades de abrigar jogos. Mas Paulo Araujo garante que medidas estão sendo tomadas para reverter o quadro.
"Estamos em contato com o governador Rogério Rosso pedindo providências para melhoria dos nossos estádios. O Rorizão, em Samambaia, já está praticamente pronto, assim como o JK, no Paranoá. A Administração do Guará vem se empenhado para colocar o Cave dentro das normas. Dessa forma, vamos ter pelo menos mais três estádios em condições de receber os jogos da Segunda Divisão".
O Unaí vai mandar seus jogos no Serra do Lago, em Luziânia. A equipe foi punida com a perda de mando de campo por cinco jogos devido a confusão ocorrida no ano passado, no Urbano Adjuto, na partida diante do Ceilandense.
"Quando uma equipe é punida e não pode mandar os jogos em seu estádio, tem o direito de escolher o novo local e eles indicaram o Serra do Lago", explicou Paulo Araujo.
A primeira rodada da Série B do DF começará às 10h30 deste sábado, com a partida Cruzeiro x CFZ/DF, no estádio do Cruzeiro. No domingo, três partidas encerram a rodada, todas às 15h30. Formosa-GO e Legião se enfrentam no Diogão, em Formosa. Paranoá e Bolamense jogam no JK. Unaí e Capital se enfrentam no Serra do Lago, em Luziânia.
Por Eduardo Castro
Três mudanças no Gato
O técnico Adelson Almeida comandou o primeiro treino coletivo da semana, no CT do Jaguar, e começou a definir a equipe que enfrenta o Brasília, na última partida da primeira fase da Série D, neste domingo, no Serejão, em Taguatinga.
Após aproximadamente 50 minutos de bola rolando, os titulares venceram por 4 x 1, com dois gols de Dimba, um de Allan Delon e outro de Andrezinho. Douglas descontou para o time reserva.
O comandante do Gato Preto fez três mudanças em relação a vitória sobre o Araguaína, todas elas motivadas por suspensão.
Para o lugar de Paulo Ricardo e Vieira, com o terceiro cartão amarelo, entraram respectivamente Rafinha (lateral-direito) e Liel (volante). Já para a posição de André Conceição, expulso no último jogo, Augusto ganhou a posição na cabeça de área.
No decorrer do trabalho, o zagueiro Badhuga sentiu uma pancada no tornozelo e abandonou o treino mais cedo, mas não é dúvida para o duelo contra o Brasília.
A provável formação do Gato, campeão do DF, é a seguinte: Donizeti; Edimar, Badhuga e Rizo; Rafinha, Liel, Augusto, Allan Delon e Andrezinho; Dimba e Thiago Felix.
Após aproximadamente 50 minutos de bola rolando, os titulares venceram por 4 x 1, com dois gols de Dimba, um de Allan Delon e outro de Andrezinho. Douglas descontou para o time reserva.
O comandante do Gato Preto fez três mudanças em relação a vitória sobre o Araguaína, todas elas motivadas por suspensão.
Para o lugar de Paulo Ricardo e Vieira, com o terceiro cartão amarelo, entraram respectivamente Rafinha (lateral-direito) e Liel (volante). Já para a posição de André Conceição, expulso no último jogo, Augusto ganhou a posição na cabeça de área.
No decorrer do trabalho, o zagueiro Badhuga sentiu uma pancada no tornozelo e abandonou o treino mais cedo, mas não é dúvida para o duelo contra o Brasília.
A provável formação do Gato, campeão do DF, é a seguinte: Donizeti; Edimar, Badhuga e Rizo; Rafinha, Liel, Augusto, Allan Delon e Andrezinho; Dimba e Thiago Felix.
Antecipação para evitar desgaste
O Botafogo-DF está se deslocando, de ônibus, para a distante Araguaína, cidade do interior de Tocantins, distante 1.100 quilômetros de Brasília.
Na tarde do próximo domingo (16h), o alvinegro brasiliense enfrentará o representante local, chamado de Touro do Norte, na tentativa de consolidar uma das duas vagas à fase seguinte da Série D do Campeonato Brasileiro.
Figurando atualmente no último lugar dentre os participantes do Grupo A6 da competição – tem apenas quatro pontos conquistados -, a única chance de o Botafogo avançar é conquistando uma vitória.
Mas isso não é tudo: precisa contar com um tropeço de Brasília, que encara o Ceilândia no outro jogo da rodada. O Glorioso do DF, neste caso, precisa torcer para que o Colorado não vença, nem empate com o Gato Preto.
“Vamos jogar a classificação no campo deles. Quem vencer continua sonhando com a vaga, portanto, precisamos jogar com inteligência, tentar aproveitar as oportunidades que forem criadas durante o jogo”, disse o técnico Augusto César.
De acordo com o preparador físico do Botafogo-DF, Christian Ramos, a programação dos treinos durante esta semana foi feita especialmente para este duelo contra o Araguaína.
A viagem de ônibus, com duração aproximada de 14 horas, está sendo feita com antecedência justamente para a melhor recuperação física dos atletas.
“Preparamos todos os treinos desde segunda-feira. Vamos estar 100% para o jogo. Quando chegarmos, ainda vamos treinar nesta sexta-feira e amanhã também. Vamos jogar fora de casa, então precisamos aproveitar a nossa velocidade, que é um dos pontos fortes do time”, analisou Christian Ramos.
Apesar de não ter nenhum jogador suspenso por causa de cartão amarelo, mesmo após cinco rodadas, o técnico Augusto César tem problemas com atletas lesionados.
O volante Leís e o atacante Cafú estão com problemas musculares e são dúvida. Cafú ainda não treinou durante a semana, enquanto que Leís voltou a correr apenas na atividade de quarta-feira, mas deu garantias de que estará recuperado para o jogo de domingo.
"Ainda sinto um pouco de dor, mas nada que preocupe. Vou ter condições de jogar sem problemas no domingo", disse o volante. Caso o atacante Cafu não tenha condições de jogo, Josuel é o mais cotado para entrar entre os titulares.
Na tarde do próximo domingo (16h), o alvinegro brasiliense enfrentará o representante local, chamado de Touro do Norte, na tentativa de consolidar uma das duas vagas à fase seguinte da Série D do Campeonato Brasileiro.
Figurando atualmente no último lugar dentre os participantes do Grupo A6 da competição – tem apenas quatro pontos conquistados -, a única chance de o Botafogo avançar é conquistando uma vitória.
Mas isso não é tudo: precisa contar com um tropeço de Brasília, que encara o Ceilândia no outro jogo da rodada. O Glorioso do DF, neste caso, precisa torcer para que o Colorado não vença, nem empate com o Gato Preto.
“Vamos jogar a classificação no campo deles. Quem vencer continua sonhando com a vaga, portanto, precisamos jogar com inteligência, tentar aproveitar as oportunidades que forem criadas durante o jogo”, disse o técnico Augusto César.
De acordo com o preparador físico do Botafogo-DF, Christian Ramos, a programação dos treinos durante esta semana foi feita especialmente para este duelo contra o Araguaína.
A viagem de ônibus, com duração aproximada de 14 horas, está sendo feita com antecedência justamente para a melhor recuperação física dos atletas.
“Preparamos todos os treinos desde segunda-feira. Vamos estar 100% para o jogo. Quando chegarmos, ainda vamos treinar nesta sexta-feira e amanhã também. Vamos jogar fora de casa, então precisamos aproveitar a nossa velocidade, que é um dos pontos fortes do time”, analisou Christian Ramos.
Apesar de não ter nenhum jogador suspenso por causa de cartão amarelo, mesmo após cinco rodadas, o técnico Augusto César tem problemas com atletas lesionados.
O volante Leís e o atacante Cafú estão com problemas musculares e são dúvida. Cafú ainda não treinou durante a semana, enquanto que Leís voltou a correr apenas na atividade de quarta-feira, mas deu garantias de que estará recuperado para o jogo de domingo.
"Ainda sinto um pouco de dor, mas nada que preocupe. Vou ter condições de jogar sem problemas no domingo", disse o volante. Caso o atacante Cafu não tenha condições de jogo, Josuel é o mais cotado para entrar entre os titulares.
Roberval inova
Ao contrário da receita de sucesso da maioria dos homens da prancheta, o técnico do Brasiliense aposta em treinos exóticos, com direito a três gols e 12 jogadores em cada lado, para encontrar o melhor esquema para o time
É comum ouvir no discurso dos jogadores que, quando há uma troca de treinador, isso requer um tempo mínimo para sentir a mudança de filosofia do novo comandante.
No entanto, com Roberval Davino, a máxima parece não funcionar. Isso porque, desde a saída do tranquilo Ivo Wotmann — há oito dias —, os atletas sentiram uma mudança drástica no estilo e treinamentos do novo técnico.
Afinal, o que dizer de dois times montados com 12 jogadores? E tendo o objetivo de marcar o gol em três traves? É bom ir se acostumando, porque Roberval não pretende mudar.
“É um treino onde você busca alternativas de jogo”, tenta explicar o comandante. Para quem já trabalhou com o treinador em outra oportunidade, dividir o campo de jogo com mais atletas do que o comum e mirar três gols ao mesmo tempo não é novidade. No entanto, para quem não conhece o jeito Roberval de treinar, o início é complicado.
“É uma questão de adaptação. A princípio a gente fica meio surpreso mesmo, mas ele sabe melhor do que a gente o que está fazendo. Ele é o comandante e o que decidir vamos acatar”, admite o lateral direito Cicinho.
O estranhamento do camisa 2 não é para menos. Acostumado a atuar próximo à linha lateral do gramado, ele foi o escolhido por Roberval para compor o ataque ao lado de Enílton.
Com experiência de sobra, o meia Iranildo aprova os treinamentos diferenciados. Para ele, o método do novo comandante é eficaz.
“Quando as coisas não estão dando certo, tem que mudar mesmo. Eu já conheço o estilo dele (técnico), mas para alguns jogadores isso é novidade. Mas o estilo agrada, até porque aqui tem atletas que facilitam esse treino. São muito versáteis”, aponta o camisa 10.
Nem tão experiente assim, o zagueiro Moacri faz uso de seu primeiro contato com Roberval, no ano passado, para dar crédito à fórmula trabalhada por ele.
“É diferente e acredito que seja válido, sim. Ele não repete nenhum tipo de treinamento. A gente procura se entrosar rápido lá dentro e fazer o que ele pede”, afirma o zagueiro.
Para os jogadores mais novos, o treino do novo comandante ainda é novidade. Ontem, durante uma troca de regra no meio da atividade, o volante Ferrugem, 22 anos, pediu um tempo para tirar dúvidas. Foi prontamente atendido por Roberval e a atividade seguiu normalmente.
Explicação
“É um treino onde você busca alternativas de jogo. Na mesma atividade trabalhamos viradas de bola, a marcação forte e as finalizações. Pelo menos 40% dos jogadores conhecem esse tipo de treino. Vim para cá para mudar, mas a única troca que fiz no primeiro jogo foi colocar o Jhonatan (garoto vindo do Santa Maria). Eu tinha algumas informações sobre ele e resolvi arriscar. Pelo que ouvi, todo mundo gostou”,
Roberval Davino, técnico do Brasiliense
No ano passado, o técnico Roberval Davino deixou o comando do Brasiliense após não conseguir encaixar a equipe com os desfalques e as transferências. Na ocasião, o treinador apostou numa escalação muito modificada.
Jogadores acostumados a atuar na posição de origem tiveram de se desdobrar para exercer uma outra função. Com o tempo, Roberval percebeu que estava perdendo o controle sobre o grupo e, mais tarde, foi demitido do cargo.
Em 2010, ele já usou da estranha tática. No primeiro jogo no comando da equipe, no empate por 2 x 2 com o Guaratinguetá, ele sacou o zagueiro Fábio Braz no intervalo para promover a entrada do volante Ferrugem. Para recompor o sistema defensivo, improvisou Deda na zaga.
Visivelmente com dificuldades de adaptação ao estilo Roberval de comandar, os jogadores do Brasiliense não contestam os treinos exóticos do novo treinador. Ainda que as dúvidas surjam durante as atividades, eles acreditam que a forma seja benéfica ao grupo.
“O Roberval já conhece a filosofia do clube. Esse tipo de treino agrada, sim, até porque temos jogadores aqui que facilitam esse tipo de movimentação”, garante o camisa 10 Iranildo.
Sem conhecer bem a forma de trabalho do atual treinador, o lateral direito Cicinho é um dos que mais tem penado para se adaptar à nova função. No treino de quarta-feira, ele atuou praticamente como um segundo atacante. Ontem, ele voltou a ser testado mais à frente e disse estar tranquilo quanto ao posicionamento.
“Ele ainda não definiu a forma que vamos jogar, mas se vocês lembrarem, na partida da final do Candangão, eu já atuei como um ponta direita. Estou aqui para jogar onde ele achar melhor”, avisa Cicinho.
Quem está rindo à toa com a volta do técnico Roberval Davino é o zagueiro Moacri. No clube desde o ano passado, o defensor trabalhou com o comandante em 2009 e era um dos homens de confiança. Bastou uma semana do retorno do treinador para que Moacri voltasse ao time titular — algo que não ocorria desde a saída de Roberval.
Como prova de fogo da fidelidade, ele explicou o treino exótico. “Eu conheço bem. É uma atividade legal, que trabalha bastante a parte defensiva. Ele sabe que jogar contra o Bahia é complicado, por isso montou esse esquema”, explica o zagueiro.
Roberval Davino é considerado um técnico pardal. É adepto a filosofia de fazer modificações audaciosas nos times por onde passa. Algumas tentativas, em sua maioria, são arriscadas.
Jogadores de origem, fixos, assumem outras posições totalmente opostas. Em 2009, no Brasiliense, adotou essa postura. De volta ao clube de Taguatinga, na tentativa de reerguer o time na Série B do Brasileiro, Davino dá início, outra vez, a essa saga de formação tática.
O treinador, no entanto, reluta as críticas. Afirma que as alterações constantes não vão confundir os jogadores e as mudanças não são drásticas, apenas dentro do que há de melhor do grupo.
"As modificações são usadas quando se pretende melhorar ou quando a situação não está boa." Diante do Guaratinguetá, sábado passado, no Serejão, o time entrou em campo no 4-4-2. Já contra o Bahia, em Pituaçu, neste sábado (21), Roberval Davino use provavelmente o 3-6-1. A base será mantida, porém com atletas em funções distintas.
No treino embaraçoso dessa quinta-feira (19), feito com três gols na tentativa de "estimular o raciocínio de jogo, praticar ações rápidas e diminuir os espaços do adversário", como dito em sua página no Twitter, o técnico amarelo recuou o volante Deda para a defesa, o lateral-direito Ruy Cabeção avançou para o meio-de-campo e próximo ao sistema ofensivo o também lateral Cicinho, um dos mais surpreendidos pela decisão de Davino.
"Se o professor optar assim ele sabe o que é o melhor", defende Cicinho. "Ele é o comandante, então o que ele decidir temos que aceitar. [A nova posição] É questão de adaptação", acredita o lateral. "Independentemente da formação, o importante são os três pontos e fazer um grande jogo. Já está na hora", cobra Iranildo.
O meia Thiaguinho é o mais novo a compor o departamento médico do Brasiliense. Rosembrick assume a vaga. Os atacantes Aloísio Chulapa, Bebeto e Jean, e o goleiro Guto ainda permanecem em tratamento.
"Temos boas opções e espero que estejam inteiras para render o que elas podem", minimiza Roberval Davino, que avisou aos três a quatro desgastados, segundo as contas dele.
"Evoluindo fisicamente você melhora sua técnica. E ao voltar ou terá de ter adaptação ou ao menos que se entregue por inteiro [para garantir a titularidade]".
É comum ouvir no discurso dos jogadores que, quando há uma troca de treinador, isso requer um tempo mínimo para sentir a mudança de filosofia do novo comandante.
No entanto, com Roberval Davino, a máxima parece não funcionar. Isso porque, desde a saída do tranquilo Ivo Wotmann — há oito dias —, os atletas sentiram uma mudança drástica no estilo e treinamentos do novo técnico.
Afinal, o que dizer de dois times montados com 12 jogadores? E tendo o objetivo de marcar o gol em três traves? É bom ir se acostumando, porque Roberval não pretende mudar.
“É um treino onde você busca alternativas de jogo”, tenta explicar o comandante. Para quem já trabalhou com o treinador em outra oportunidade, dividir o campo de jogo com mais atletas do que o comum e mirar três gols ao mesmo tempo não é novidade. No entanto, para quem não conhece o jeito Roberval de treinar, o início é complicado.
“É uma questão de adaptação. A princípio a gente fica meio surpreso mesmo, mas ele sabe melhor do que a gente o que está fazendo. Ele é o comandante e o que decidir vamos acatar”, admite o lateral direito Cicinho.
O estranhamento do camisa 2 não é para menos. Acostumado a atuar próximo à linha lateral do gramado, ele foi o escolhido por Roberval para compor o ataque ao lado de Enílton.
Com experiência de sobra, o meia Iranildo aprova os treinamentos diferenciados. Para ele, o método do novo comandante é eficaz.
“Quando as coisas não estão dando certo, tem que mudar mesmo. Eu já conheço o estilo dele (técnico), mas para alguns jogadores isso é novidade. Mas o estilo agrada, até porque aqui tem atletas que facilitam esse treino. São muito versáteis”, aponta o camisa 10.
Nem tão experiente assim, o zagueiro Moacri faz uso de seu primeiro contato com Roberval, no ano passado, para dar crédito à fórmula trabalhada por ele.
“É diferente e acredito que seja válido, sim. Ele não repete nenhum tipo de treinamento. A gente procura se entrosar rápido lá dentro e fazer o que ele pede”, afirma o zagueiro.
Para os jogadores mais novos, o treino do novo comandante ainda é novidade. Ontem, durante uma troca de regra no meio da atividade, o volante Ferrugem, 22 anos, pediu um tempo para tirar dúvidas. Foi prontamente atendido por Roberval e a atividade seguiu normalmente.
Explicação
“É um treino onde você busca alternativas de jogo. Na mesma atividade trabalhamos viradas de bola, a marcação forte e as finalizações. Pelo menos 40% dos jogadores conhecem esse tipo de treino. Vim para cá para mudar, mas a única troca que fiz no primeiro jogo foi colocar o Jhonatan (garoto vindo do Santa Maria). Eu tinha algumas informações sobre ele e resolvi arriscar. Pelo que ouvi, todo mundo gostou”,
Roberval Davino, técnico do Brasiliense
No ano passado, o técnico Roberval Davino deixou o comando do Brasiliense após não conseguir encaixar a equipe com os desfalques e as transferências. Na ocasião, o treinador apostou numa escalação muito modificada.
Jogadores acostumados a atuar na posição de origem tiveram de se desdobrar para exercer uma outra função. Com o tempo, Roberval percebeu que estava perdendo o controle sobre o grupo e, mais tarde, foi demitido do cargo.
Em 2010, ele já usou da estranha tática. No primeiro jogo no comando da equipe, no empate por 2 x 2 com o Guaratinguetá, ele sacou o zagueiro Fábio Braz no intervalo para promover a entrada do volante Ferrugem. Para recompor o sistema defensivo, improvisou Deda na zaga.
Visivelmente com dificuldades de adaptação ao estilo Roberval de comandar, os jogadores do Brasiliense não contestam os treinos exóticos do novo treinador. Ainda que as dúvidas surjam durante as atividades, eles acreditam que a forma seja benéfica ao grupo.
“O Roberval já conhece a filosofia do clube. Esse tipo de treino agrada, sim, até porque temos jogadores aqui que facilitam esse tipo de movimentação”, garante o camisa 10 Iranildo.
Sem conhecer bem a forma de trabalho do atual treinador, o lateral direito Cicinho é um dos que mais tem penado para se adaptar à nova função. No treino de quarta-feira, ele atuou praticamente como um segundo atacante. Ontem, ele voltou a ser testado mais à frente e disse estar tranquilo quanto ao posicionamento.
“Ele ainda não definiu a forma que vamos jogar, mas se vocês lembrarem, na partida da final do Candangão, eu já atuei como um ponta direita. Estou aqui para jogar onde ele achar melhor”, avisa Cicinho.
Quem está rindo à toa com a volta do técnico Roberval Davino é o zagueiro Moacri. No clube desde o ano passado, o defensor trabalhou com o comandante em 2009 e era um dos homens de confiança. Bastou uma semana do retorno do treinador para que Moacri voltasse ao time titular — algo que não ocorria desde a saída de Roberval.
Como prova de fogo da fidelidade, ele explicou o treino exótico. “Eu conheço bem. É uma atividade legal, que trabalha bastante a parte defensiva. Ele sabe que jogar contra o Bahia é complicado, por isso montou esse esquema”, explica o zagueiro.
Roberval Davino é considerado um técnico pardal. É adepto a filosofia de fazer modificações audaciosas nos times por onde passa. Algumas tentativas, em sua maioria, são arriscadas.
Jogadores de origem, fixos, assumem outras posições totalmente opostas. Em 2009, no Brasiliense, adotou essa postura. De volta ao clube de Taguatinga, na tentativa de reerguer o time na Série B do Brasileiro, Davino dá início, outra vez, a essa saga de formação tática.
O treinador, no entanto, reluta as críticas. Afirma que as alterações constantes não vão confundir os jogadores e as mudanças não são drásticas, apenas dentro do que há de melhor do grupo.
"As modificações são usadas quando se pretende melhorar ou quando a situação não está boa." Diante do Guaratinguetá, sábado passado, no Serejão, o time entrou em campo no 4-4-2. Já contra o Bahia, em Pituaçu, neste sábado (21), Roberval Davino use provavelmente o 3-6-1. A base será mantida, porém com atletas em funções distintas.
No treino embaraçoso dessa quinta-feira (19), feito com três gols na tentativa de "estimular o raciocínio de jogo, praticar ações rápidas e diminuir os espaços do adversário", como dito em sua página no Twitter, o técnico amarelo recuou o volante Deda para a defesa, o lateral-direito Ruy Cabeção avançou para o meio-de-campo e próximo ao sistema ofensivo o também lateral Cicinho, um dos mais surpreendidos pela decisão de Davino.
"Se o professor optar assim ele sabe o que é o melhor", defende Cicinho. "Ele é o comandante, então o que ele decidir temos que aceitar. [A nova posição] É questão de adaptação", acredita o lateral. "Independentemente da formação, o importante são os três pontos e fazer um grande jogo. Já está na hora", cobra Iranildo.
O meia Thiaguinho é o mais novo a compor o departamento médico do Brasiliense. Rosembrick assume a vaga. Os atacantes Aloísio Chulapa, Bebeto e Jean, e o goleiro Guto ainda permanecem em tratamento.
"Temos boas opções e espero que estejam inteiras para render o que elas podem", minimiza Roberval Davino, que avisou aos três a quatro desgastados, segundo as contas dele.
"Evoluindo fisicamente você melhora sua técnica. E ao voltar ou terá de ter adaptação ou ao menos que se entregue por inteiro [para garantir a titularidade]".
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