Acabam de me informar que Weber Magalhães, ex-presidente da Federação Metropolitana de Futebol (FMF) e atual vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no Centro-Oeste, será eleito no começo desta tarde como o novo presidente da Federação Brasiliense de Futsal.
A votação será única, ou seja, apenas a chapa encabeçada por Weber estará concorrendo. Os dois vice-presidentes escolhidos pelo homem de confiança de Ricardo Teixeira são de sua confiança. O ex-secretário de Esportes do DF ocupará, a partir do dia 17 de dezembro, a vaga do competente jornalista Ruy Telles.
A sede da entidade do futsal tupiniquim, localizada em uma das salas do parque aquático Cláudio Coutinho, é uma das preocupações. Para o futuro presidente, o local é inadequado. Com o apoio de autoridades do GDF, ele tentará encontrar outro local para abrigar o que fazem o nosso futsal.
Weber Magalhães, segundo me confessaram, só aceitou ser presidente da FBfutsal para atender a dois pedidos: o do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e da Confederação Brasileira de Futsal, Aércio de Borba. Como bom soldado, ele não teve como negar.
Ex-jogador de futebol e também de futsal, Weber Magalhães, no meu entendimento, está perfeitamente habilitado para realizar um bom trabalho à frente da entidade. Além de ser um experiente administrador - o seu currículo na área já diz tudo -, gosta do esporte da bola menor.
Boa sorte ao Weber. É tudo o que posso lhe desejar.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Uma decepção atrás da outra



O Brasiliense sofreu duas quedas bruscas nesta temporada e que são difíceis de serem aceitas. Por exemplo: até então considerado como o "bam bam bam" do futebol local, acabou com o título de vice-campeão do Metropolitano, perdendo a final para o Ceilândia, em pleno estádio Serejão, em Taguatinga, a sua casa.No último sábado, concretizou-se a outra decepção: ganhou do América, em Natal, mas foi rebaixado para a Série B do futebol brasileiro em 2011.
No plano regional, as coisas também não andam lá muito boas. O Jacaré vai disputar a Terceirona nacional e o Gama, dono de uma grande e apaixonada torcida, terá que se contentar com a quarta divisão.
Os nossos vizinhos goianos também não têm o que comemorar. O "grande" Goiás, que por sinal vai decidir a Copa Sul-Americana contra o Independiente, da Argentina, caiu para a Série B.
Já o Atlético Goianiense, tudo indica, tomará o mesmo rumo, a menos que provoque uma grande zebra. Seu último jogo será na tarde deste domingo, em Salvador, contra o Vitória. Será o chamado "duelo da morte".
A equipe rubro-negra goiana jogará beneficiada pelo empate para ter direito de continuar na elite do futebol nacional. Já a rubro-negra baiana, primeira da Z4 precisa dos três pontos para evitar a Série B.
Na tarde de ontem, o repórter-fotográfico Adalberto Marques trabalhou no Serra Dourada, pela agência Agif, no duelo do Atlético-GO diante do misto do São Paulo. Eis quatro momentos do encontro dos goianos com os paulistas.
Nezinho conduz Uniceub ao título
Armador mostra amadurecimento na posição e, com sua regularidade, foi peça fundamental na conquista inédita da equipe na Liga Sul-Americana
Sentado em uma cadeira, Nezinho observava com um sorriso no rosto a comemoração de seus companheiros. Precisou ficar ali, quieto por algum tempo, para recuperar o fôlego de quem praticamente ficou em quadra durante os 40 minutos de cada uma das partidas na Liga Sul-Americana.
O armador do Uniceub, que com a saída de Valtinho para o Uberlândia voltou a ser titular na posição, mostrou regularidade e amadurecimento na condução da equipe no torneio.
Depois de ter contribuído com 22 pontos no triunfo sobre o Flamengo, ele só se levantou para receber um abraço de agradecimento de Guilherme Giovannoni e subir ao pódio. Lá, além da medalha e da taça de campeão, ganhou também um troféu de melhor jogador nas assistência.
"Estou muito cansado", sorria. "Esse título que conquistamos representa muito para nós. Quando começou a Liga, todos treinavam 110%. Sábado e domingo estava todo mundo lá. Nós oscilamos em alguns jogos porque só há dois meses o grupo está treinando junto, e ainda não estamos prontos na parte física. Mas o time tem grande astral, está muito a fim e o clima está muito legal. Sei que sair jogando requer bastante responsabilidade e concentração, mas estou acostumado a participar de momentos importantes. Estou muito feliz", disse Nezinho.
Para ele, o fator decisivo para superar o maior rival, dentro de sua casa, foi o equilíbrio emocional apresentado pelo time.
"Ganhamos com a cabeça. Desde sábado estávamos conversando, que não deveríamos nos preocupar com arbitragem, com o estresse que haveria, e que tínhamos que ir atrás para vencer. O grupo estava unido. Essa rivalidade tem um equilíbrio muito grande. Eles venceram duas vezes e nós agora empatamos. O tira-teima vai ser no NBB ou na Liga das Américas. Nós demos um passinho à frente".
O técnico José Carlos Vidal deu um passo em direção a Nezinho. O fez sair da condição de sexto homem para a de titular novamente, função que teve durante 10 anos seguidos na carreira. E vem gostando do que tem visto. Gostou também de voltar a conquistar um título com o time que comandou em 2007 e terminou a temporada como campeão brasileiro.
"Esperava que o resultado viesse mais para frente. O Flamengo tem um elenco muito forte e 10 jogadores para fazer um revezamento. Nós temos um elenco reduzido, de sete, oito jogadores para isso. Soubemos ter tranquilidade para vencer. Com relação ao Nezinho, falaram que com a saída de Valtinho a equipe ia ficar mais fraca. Nós conversamos e a equipe ficou forte psicologicamente. Fui armador a vida toda e vivi essa posição. A relação técnico-armador tem que ser 100%. Se for 90%, é problemática. O Nezinho melhorou na questão psicológica, porque era um cara que sempre reclamava. E armador não pode perder o controle. Ele evoluiu e é responsável até demais agora. Está maduro, numa idade boa para a função", elogiou Vidal.
O armador do Uniceub, que com a saída de Valtinho para o Uberlândia voltou a ser titular na posição, mostrou regularidade e amadurecimento na condução da equipe no torneio.
Depois de ter contribuído com 22 pontos no triunfo sobre o Flamengo, ele só se levantou para receber um abraço de agradecimento de Guilherme Giovannoni e subir ao pódio. Lá, além da medalha e da taça de campeão, ganhou também um troféu de melhor jogador nas assistência.
"Estou muito cansado", sorria. "Esse título que conquistamos representa muito para nós. Quando começou a Liga, todos treinavam 110%. Sábado e domingo estava todo mundo lá. Nós oscilamos em alguns jogos porque só há dois meses o grupo está treinando junto, e ainda não estamos prontos na parte física. Mas o time tem grande astral, está muito a fim e o clima está muito legal. Sei que sair jogando requer bastante responsabilidade e concentração, mas estou acostumado a participar de momentos importantes. Estou muito feliz", disse Nezinho.
Para ele, o fator decisivo para superar o maior rival, dentro de sua casa, foi o equilíbrio emocional apresentado pelo time.
"Ganhamos com a cabeça. Desde sábado estávamos conversando, que não deveríamos nos preocupar com arbitragem, com o estresse que haveria, e que tínhamos que ir atrás para vencer. O grupo estava unido. Essa rivalidade tem um equilíbrio muito grande. Eles venceram duas vezes e nós agora empatamos. O tira-teima vai ser no NBB ou na Liga das Américas. Nós demos um passinho à frente".
O técnico José Carlos Vidal deu um passo em direção a Nezinho. O fez sair da condição de sexto homem para a de titular novamente, função que teve durante 10 anos seguidos na carreira. E vem gostando do que tem visto. Gostou também de voltar a conquistar um título com o time que comandou em 2007 e terminou a temporada como campeão brasileiro.
"Esperava que o resultado viesse mais para frente. O Flamengo tem um elenco muito forte e 10 jogadores para fazer um revezamento. Nós temos um elenco reduzido, de sete, oito jogadores para isso. Soubemos ter tranquilidade para vencer. Com relação ao Nezinho, falaram que com a saída de Valtinho a equipe ia ficar mais fraca. Nós conversamos e a equipe ficou forte psicologicamente. Fui armador a vida toda e vivi essa posição. A relação técnico-armador tem que ser 100%. Se for 90%, é problemática. O Nezinho melhorou na questão psicológica, porque era um cara que sempre reclamava. E armador não pode perder o controle. Ele evoluiu e é responsável até demais agora. Está maduro, numa idade boa para a função", elogiou Vidal.
Para Guilherme, o título dá gás para as próximas competições
Crédito: Alexandre Vidal
Ala-pivô conquista seu segundo título com o Uniceub e é eleito o MVP e o melhor reboteiro da Liga Sul-Americana
No início da temporada passada, Guilherme Giovannoni resolveu deixar a Europa e voltar para o Brasil. Queria conquistar seu primeiro título nacional e ajudar a escrever uma história vitoriosa no Uniceub.
Em junho, o objetivo foi cumprido e tendo o Flamengo do outro lado da quadra. Ontem, o adversário estava lá outra vez e sedento pela taça. Só que ela foi parar nas mãos do rival, nas mãos de Guilherme, que também levou na bagagem o troféu de melhor reboteiro e MVP do campeonato.
A conquista fez o apetite de seu time aumentar. O grupo agora sonha com o título da Liga das Américas, com o bicampeonato no NBB e com uma vaga no Mundial Interclubes.
MVP
"Eu não esperava o título de melhor jogador. Fico feliz, mas, para mim é o menos importante. De nada valeria se não tivéssemos conquistado o título. Temos agora dois dias para comemorar e voltar para a disputa do NBB".
Vencer na casa do Flamengo
"É gostoso de qualquer jeito. Ganhamos de forma invicta e a equipe está de parabéns. Teve um comportamento maravilhoso. Você não vê egoísmo em nenhum jogador. Passamos momentos difíceis durante o jogo e nunca perdemos a cabeça. Nezinho, que é nosso cérebro, teve mérito nisso. O José Vidal (técnico) também nos passou muita tranquilidade. Comandou o time em 2007, passou dois anos fora, e voltou para passar essa tranquilidade para nos deixar jogar".
Rivalidade
"Serão sempre confrontos sofridos. É uma rivalidade bonita. Não tem desrespeito entre os jogadores. Não vejo deslealdade, só gente jogando para tentar vencer. E espero que continue assim. Agora estamos empatados (Flamengo ganhou duas vezes o Uniceub no NBB e o time brasiliense levou a melhor uma vez no NBB e agora na Liga) e esse título nos dá um gás para as próximas competições. Vamos tentar conquistar o bi no NBB, a Liga das Américas e, quem sabe, uma vaga no Mundial.
Melhor reboteiro
"Essa é nova. Há 10 anos eu não recebia um prêmio de melhor rebote".
Em junho, o objetivo foi cumprido e tendo o Flamengo do outro lado da quadra. Ontem, o adversário estava lá outra vez e sedento pela taça. Só que ela foi parar nas mãos do rival, nas mãos de Guilherme, que também levou na bagagem o troféu de melhor reboteiro e MVP do campeonato.
A conquista fez o apetite de seu time aumentar. O grupo agora sonha com o título da Liga das Américas, com o bicampeonato no NBB e com uma vaga no Mundial Interclubes.
MVP
"Eu não esperava o título de melhor jogador. Fico feliz, mas, para mim é o menos importante. De nada valeria se não tivéssemos conquistado o título. Temos agora dois dias para comemorar e voltar para a disputa do NBB".
Vencer na casa do Flamengo
"É gostoso de qualquer jeito. Ganhamos de forma invicta e a equipe está de parabéns. Teve um comportamento maravilhoso. Você não vê egoísmo em nenhum jogador. Passamos momentos difíceis durante o jogo e nunca perdemos a cabeça. Nezinho, que é nosso cérebro, teve mérito nisso. O José Vidal (técnico) também nos passou muita tranquilidade. Comandou o time em 2007, passou dois anos fora, e voltou para passar essa tranquilidade para nos deixar jogar".
Rivalidade
"Serão sempre confrontos sofridos. É uma rivalidade bonita. Não tem desrespeito entre os jogadores. Não vejo deslealdade, só gente jogando para tentar vencer. E espero que continue assim. Agora estamos empatados (Flamengo ganhou duas vezes o Uniceub no NBB e o time brasiliense levou a melhor uma vez no NBB e agora na Liga) e esse título nos dá um gás para as próximas competições. Vamos tentar conquistar o bi no NBB, a Liga das Américas e, quem sabe, uma vaga no Mundial.
Melhor reboteiro
"Essa é nova. Há 10 anos eu não recebia um prêmio de melhor rebote".
Uniceub é o melhor sul-americano

A festa do time do Uniceub com a taça de campeão da Liga Sul-Americana de 2010
Crédito: Alexandre Vidal
Equipe do DF conquista pela primeira vez o título do continente e festeja ano perfeito
O reencontro foi como o esperado e marcado pelo equilíbrio que tanto caracteriza a maior rivalidade do basquete nacional na atualidade. O Flamengo sonhava com o bicampeonato da Liga Sul-Americana e com a oportunidade de devolver ao Brasília a derrota que ficou atravessada na garganta na final do NBB.
O atual campeão brasileiro queria se impor e provar novamente o gostinho de um título, agora internacional. E conseguiu de novo. Não se importou se estava na casa do adversário ou diante de um time que sempre lhe deu muito trabalho.
Como resultado, teve nervos, paciência e fôlego para vencer e calar a torcida rubro-negra: 96 x 86, após 53 x 44 no primeiro tempo. Com este resultado, a equipe brasiliense comemora um ano perfeito, com as duas taças em sua galeria.
A próxima edição será disputada a partir de outubro do próximo ano, distribuida em três sedes na primeira fase: Quito, no Equador; Montevidéu, no Uruguai e Santiago, no Chile.
O Brasil terá três equipes, enquanto a Argentina e o Uruguai terão dois, respectivamente, enquanto Chile, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai, um. O hexagonal final será no período de 22 a 26 de novembro em local a ser definido. A novidade é que os times poderão ter até três estrangeiros inscritos. Antes, apenas dois eram permitidos.
Como foi
Em um duelo entre dois grandes clubes não havia espaços para falhas. Qualquer erro de passe tinha uma cesta como resposta. Foi assim também com as bolas de três. E foram elas que deram no primeiro quarto o respiro que cada time brasiliense precisava. Ora com Marcelinho e Teichmann, ora com Alex e Guilherme.
Mas o cestinha rubro-negro mostrava inspiração e já tinha 15 pontos no bolso. Duda, o outro Machado em ação, também tratou de mostrar quem era o dono da casa com um chute longo, quando o cronômetro zerava, que fez a vantagem crescer para nove pontos e o Uniceub franzir a testa: 33 x 24.
Panorama que mudaria completamente depois de uma falta técnica tomada por Marcelinho, logo no início do segundo período. Nezinho anotou oito pontos seguidos, seis deles de bolas de três, e conseguiu a virada (38 x 35).
A cabeça da equipe rubro-negra também virou. As reclamações com a arbitragem eram constantes e os erros vieram a galope. Do outro lado, a constância era de cestas, principalmente de Guilherme. Para complicar, Marcelinho ia para o banco carregado com três faltas.
A diferença tocou na casa dos 10 pontos, caiu para seis com a volta de Marcelinho, mas voltou a subir com mais um arremesso certeiro de Guilherme: 53 x 44.
Em menos de dois minutos, o silêncio tomou conta do banco do Uniceub. A pressão rubro-negra vinha da arquibancada, vinha dentro de quadra. A marcação passou a ser mais agressiva. Duas roubadas de bola seguidas provocaram o empate: 56 x 56. A virada foi uma questão de tempo (60 x 56).
O clima ficava ainda mais quente. Alex cometeu a quarta falta e foi para o banco. Marcelinho teve de fazer o mesmo. E viu de lá Cipriano e Nezinho frearem a reação (64 x 61). O Flamengo tinha dificuldades de entrar no garrafão do rival e insistia nas bolas de três (até aquele momento tinha acertado cinco em 19 tentativas). E elas davam em aro. No último segundo do terceiro quarto, Wagner pôs o time rubro-negro novamente no jogo: 73 x 71.
O empate veio logo em seguida. Só que a precipitação ofensiva custou caro mais uma vez. O representante brasiliense trabalhava melhor a bola e fazia 81 x 75. Era hora de Marcelinho voltar. E Alex também.
Fred fez três faltas seguidas, foi eliminado e mostrou irritação. O Flamengo perdia o seu armador. Lutava, mas as escolhas não eram as melhores. As do Brasília, sim. O prêmio foi a taça inédita para a galeria.
O atual campeão brasileiro queria se impor e provar novamente o gostinho de um título, agora internacional. E conseguiu de novo. Não se importou se estava na casa do adversário ou diante de um time que sempre lhe deu muito trabalho.
Como resultado, teve nervos, paciência e fôlego para vencer e calar a torcida rubro-negra: 96 x 86, após 53 x 44 no primeiro tempo. Com este resultado, a equipe brasiliense comemora um ano perfeito, com as duas taças em sua galeria.
A próxima edição será disputada a partir de outubro do próximo ano, distribuida em três sedes na primeira fase: Quito, no Equador; Montevidéu, no Uruguai e Santiago, no Chile.
O Brasil terá três equipes, enquanto a Argentina e o Uruguai terão dois, respectivamente, enquanto Chile, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai, um. O hexagonal final será no período de 22 a 26 de novembro em local a ser definido. A novidade é que os times poderão ter até três estrangeiros inscritos. Antes, apenas dois eram permitidos.
Como foi
Em um duelo entre dois grandes clubes não havia espaços para falhas. Qualquer erro de passe tinha uma cesta como resposta. Foi assim também com as bolas de três. E foram elas que deram no primeiro quarto o respiro que cada time brasiliense precisava. Ora com Marcelinho e Teichmann, ora com Alex e Guilherme.
Mas o cestinha rubro-negro mostrava inspiração e já tinha 15 pontos no bolso. Duda, o outro Machado em ação, também tratou de mostrar quem era o dono da casa com um chute longo, quando o cronômetro zerava, que fez a vantagem crescer para nove pontos e o Uniceub franzir a testa: 33 x 24.
Panorama que mudaria completamente depois de uma falta técnica tomada por Marcelinho, logo no início do segundo período. Nezinho anotou oito pontos seguidos, seis deles de bolas de três, e conseguiu a virada (38 x 35).
A cabeça da equipe rubro-negra também virou. As reclamações com a arbitragem eram constantes e os erros vieram a galope. Do outro lado, a constância era de cestas, principalmente de Guilherme. Para complicar, Marcelinho ia para o banco carregado com três faltas.
A diferença tocou na casa dos 10 pontos, caiu para seis com a volta de Marcelinho, mas voltou a subir com mais um arremesso certeiro de Guilherme: 53 x 44.
Em menos de dois minutos, o silêncio tomou conta do banco do Uniceub. A pressão rubro-negra vinha da arquibancada, vinha dentro de quadra. A marcação passou a ser mais agressiva. Duas roubadas de bola seguidas provocaram o empate: 56 x 56. A virada foi uma questão de tempo (60 x 56).
O clima ficava ainda mais quente. Alex cometeu a quarta falta e foi para o banco. Marcelinho teve de fazer o mesmo. E viu de lá Cipriano e Nezinho frearem a reação (64 x 61). O Flamengo tinha dificuldades de entrar no garrafão do rival e insistia nas bolas de três (até aquele momento tinha acertado cinco em 19 tentativas). E elas davam em aro. No último segundo do terceiro quarto, Wagner pôs o time rubro-negro novamente no jogo: 73 x 71.
O empate veio logo em seguida. Só que a precipitação ofensiva custou caro mais uma vez. O representante brasiliense trabalhava melhor a bola e fazia 81 x 75. Era hora de Marcelinho voltar. E Alex também.
Fred fez três faltas seguidas, foi eliminado e mostrou irritação. O Flamengo perdia o seu armador. Lutava, mas as escolhas não eram as melhores. As do Brasília, sim. O prêmio foi a taça inédita para a galeria.
domingo, 28 de novembro de 2010
O título fica mais perto
Tartá, autor do segundo gol, e Fred se abraçam. Eles comemoram muito o triunfo diante dos palmeirenses. Agora, basta um triunfo contra o Guarani para ficar o títuloNovamente foi no peito e na raça, no coração, na garra de um tricolor que jamais desiste de seus objetivos.
Assim foi a vitória de virada do Fluminense, por 2 x 1, sobre o Palmeiras na tarde deste domingo, em Barueri, na Grande São Paulo.
Apesar de ter saído atrás no placar com um belo gol de Dinei, o Fluminense foi guerreiro, valente e audacioso para partir para cima e buscar o resultado positivo, que veio com gols de Carlinhos no primeiro tempo e Tartá no segundo, que traduziram muito bem a campanha do time carioca até este momento da competição.
Em um primeiro tempo cheio de oportunidades a favor do Fluminense, ironicamente foi o Palmeiras que abriu o placar.
Logo no primeiro lance de perigo da partida, Leandro Euzébio acabou tocando muito curto tentando passar para Gum e Dinei chegou batendo de três dedos, acertando um chutaço e fazendo o gol da equipe paulista no primeiro tempo.
Mas o Fluzão não desanimou e partiu para cima, como queria o técnico Muricy Ramalho.
Foram muitos chutes e muito perigo para cima da meta do goleiro palmeirense Deola, que parecia estar em uma tarde inspirada, com muitas defesas difíceis em lances que animavam aos torcedores tricolores, mas ao mesmo tempo trazia o desespero pelo gol que não saía.
Foram muitos chutes e muito perigo para cima da meta do goleiro palmeirense Deola, que parecia estar em uma tarde inspirada, com muitas defesas difíceis em lances que animavam aos torcedores tricolores, mas ao mesmo tempo trazia o desespero pelo gol que não saía.
De tanto insistir o Fluminense foi recompensado aos 19 minutos, quando Carlinhos recebeu o passe ainda no meio de campo, avançou com a bola e vendo que nenhum defensor do Palmeiras o pressionava, cortou para a perna direita e acertou uma bomba no ângulo do goleiro Deola.
Depois do gol, o Flu continuou sua pressão, com chutes de longe e jogadas bem trabalhadas no ataque, mesmo sem a presença de Deco que saiu dando lugar ao garoto Tartá.
Porém, Deola continuou sua série de defesas difíceis e quando não chegava na bola, a trave salvava o goleiro palmeirense.
Porém, Deola continuou sua série de defesas difíceis e quando não chegava na bola, a trave salvava o goleiro palmeirense.
Fred e Emerson, ainda sentiam um pouco a falta de entrosamento, mas pareciam superar essa dificuldade com o excesso de habilidade que dispõem e por muitas vezes trabalharam boas jogadas no ataque tricolor.
Na segunda etapa, o Fluminense decidiu mostrar o porque de ser o líder da competição e um time que empolga a torcida quando entra em campo e partiu para o ataque, buscando o gol de qualquer maneira.
O ataque continuou se movimentando bastante e tendo muitas oportunidades de marcar.
Fred acabou desperdiçando uma oportunidade simplesmente inacreditável. O atacante recebeu um passe com açúcar e afeto de Conca, no meio da zaga palmeirense e tentou estufar a rede de Deola, mas o chute acabou saindo muito alto e foi pela linha de fundo.
Fred acabou desperdiçando uma oportunidade simplesmente inacreditável. O atacante recebeu um passe com açúcar e afeto de Conca, no meio da zaga palmeirense e tentou estufar a rede de Deola, mas o chute acabou saindo muito alto e foi pela linha de fundo.
A pressão continuou, eram muitos chutes de longe e bolas que chegavam bem para Emerson, mas em duas oportunidades o Sheik estava impedido quando concluiu a gol.
Mas a máxima do ataque tricolor novamente prevaleceu nesta partida, tardar, mas não falhar. Foi exatamente assim que Tartá se aproveitou de um rebote dado por Deola, após uma bomba de Emerson, e tocou com muita categoria no cantinho direito do goleiro palmeirense, sem chances de defesa.
Era a virada do Fluzão na Arena Barueri, o que lhe daria a vantagem de só depender de si na última rodada no Engenhão.
Com a vitória o Fluminense chegou aos 68 pontos no Brasileirão, um a mais que o vice-líder Corinthians e dois a frente do terceiro colocado Cruzeiro. Sendo assim, o Fluzão depende apenas uma vitória para se sagrar tricampeão brasileiro de futebol.
Com isso, a partida do próximo domingo, diante do Guarani, às 17h no Engenhão, ganha o selo de final para o tricolor, que só precisa fazer o seu papel de mandante para sair com o título, mas não contará com Tartá, que recebeu o terceiro cartão amarelo e está fora do jogo.
Palmeiras 1 x 2 Fluminense – 37ª rodada do Brasileiro
Palmeiras: Deola, Márcio Araújo, Leandro Amaro, Mauricio Ramos e Gabriel Silva; Pierre, Marcos Assunção (Fernando), Tinga e Luan (Lenny); Kléber e Dinei (Vinicius). Técnico: Luis Felipe Scolari.
Fluminense: Ricardo Berna, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Deco (Tartá) e Conca; Emerson (Rodriguinho) e Fred. Técnico: Muricy Ramalho.
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e César Augusto de Oliveira Vaz (DF)
Gols: Dinei, aos 4’ 1/T (1x0); Carlinhos, aos 19’ 1/T (1x1); Tartá, aos 13’ 2/T (1x2)
Amarelos: Tartá (Flu) Pierre e Luan (Palmeiras)
Vermelho: Não Houve
Estádio: Arena Barueri - SP
Palmeiras 1 x 2 Fluminense – 37ª rodada do Brasileiro
Palmeiras: Deola, Márcio Araújo, Leandro Amaro, Mauricio Ramos e Gabriel Silva; Pierre, Marcos Assunção (Fernando), Tinga e Luan (Lenny); Kléber e Dinei (Vinicius). Técnico: Luis Felipe Scolari.
Fluminense: Ricardo Berna, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Deco (Tartá) e Conca; Emerson (Rodriguinho) e Fred. Técnico: Muricy Ramalho.
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e César Augusto de Oliveira Vaz (DF)
Gols: Dinei, aos 4’ 1/T (1x0); Carlinhos, aos 19’ 1/T (1x1); Tartá, aos 13’ 2/T (1x2)
Amarelos: Tartá (Flu) Pierre e Luan (Palmeiras)
Vermelho: Não Houve
Estádio: Arena Barueri - SP
sábado, 27 de novembro de 2010
Andrade ousa nas substituições
Logo no começo do segundo tempo da Batalha do Machadão, o Brasiliense perdeu o seu melhor jogador até então, com a expulsão do volante Ferrugem pela solada no zagueiro Cleber, aos 2 minutos.O técnico Andrade colocou as mãos no rosto. Mesmo assim, os visitantes arrancaram forças para reagir, depois da entrada do meia Adrianinho na vaga de Adriano Felício, aos 11.
O comandante amarelo ousou ainda mais aos 19, quando deixou o time com apenas um volante (Thiaguinho) ao trocar Luciano Totó pelo atacante Acosta.
Aos 20, o ultraofensivo Brasiliense quase empatou. Em cobrança de falta de Adrianinho, o zagueiro Santiago aproveitou a saída errada de Tuti para cabecear para o fundo das redes, mas o árbitro Paulo César de Oliveira (SP) marcou falta de Aloísio em Cléber.
Quatro minutos depois, o gol amarelo saiu. Em escanteio pela direita, Adrianinho levantou a bola para Acosta emendar com o pé.
Aos 29, a virada quase veio, quando Adrianinho cobrou uma falta na trave esquerda de Tuti. O gol saiu aos 36, quando Adrianinho driblou o marcador e cruzou para Djavan completar com o pé.
O camisa 11 comemorou com uma corrida alucinada até o meio-campo, porque a vitória salvava o Jacaré. A alegria, porém, durou apenas quatro minutos, quando o Vila fez 2 x 1 no São Caetano.
A torcida americana bateu em retirada do Machadão. O Jacaré ainda teve outro jogador expulso, aos 43, quando Bebeto, que já tinha cartão amarelo, retardou uma cobrança de falta na saída da área do Jacaré.
O América nem conseguiu empatar e também perdeu o volante Everton, com um cartão vermelho aos 45.
Depois do apito final, os jogadores do Brasiliense ficaram à espera de um gol salvador nos outros dois jogos. Nem Coritiba nem São Caetano conseguiram o empate que evitaria a queda amarela.
Crédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
Acosta estranha campanha do campeão Coritiba
Autor do gol de empate na virada heróica sobre o América-RN, em pleno Machadão, na 38ª e última rodada da Série B, o atacante uruguaio Acosta lamentou a surpreendente vitória do Guaratinguetá de 3 x 2 sobre o campeão antecipado Coritiba, em pleno Couto Pereira, um dos dois resultados que impediram a salvação do Brasiliense -- o outro foi o esperado, mas suado triunfo do Vila Nova por 2 x 1 sobre o desmotivado São Caetano, no Serra Dourada.
"É estranho. O Coritiba ganhou de todo mundo em casa. No Brasil, tem coisas que não dá para entender", acusa Acosta. "O meu gol e o do Djavan não ajudaram em nada. Foi um jogo difícil que tivemos a força do grupo para reverter o resultado", acrescentou.
Com mais um ano de contrato com o Brasiliense, o atacante uruguaio espera uma conversa com o patrocinador Luiz Estevão. "Tenho algumas propostas, mas vou conversar primeiro com ele (Luiz Estevão)", revelou.
Na vitória de virada sobre o América-RN, no Machadão, o Brasiliense acertou três bolas na trave.
Quando o placar estava 0 x 0, o atacante Djavan cabeceou no poste direito do goleiro Tuti, ao desviar cobrança de falta do lateral-esquerdo Dieguinho, aos 16 minutos do primeiro tempo.
Na etapa inicial, o volante Ferrugem também quase empatou, em chute rasteiro, aos 41 minutos, que estourou no lado direito da meta americana.
E, para completar, aos 29 minutos da segunda parte, quando a partida já estava 1 x 1, o meia Adrianinho, de falta, bateu na trave esquerda.
"É estranho. O Coritiba ganhou de todo mundo em casa. No Brasil, tem coisas que não dá para entender", acusa Acosta. "O meu gol e o do Djavan não ajudaram em nada. Foi um jogo difícil que tivemos a força do grupo para reverter o resultado", acrescentou.
Com mais um ano de contrato com o Brasiliense, o atacante uruguaio espera uma conversa com o patrocinador Luiz Estevão. "Tenho algumas propostas, mas vou conversar primeiro com ele (Luiz Estevão)", revelou.
Na vitória de virada sobre o América-RN, no Machadão, o Brasiliense acertou três bolas na trave.
Quando o placar estava 0 x 0, o atacante Djavan cabeceou no poste direito do goleiro Tuti, ao desviar cobrança de falta do lateral-esquerdo Dieguinho, aos 16 minutos do primeiro tempo.
Na etapa inicial, o volante Ferrugem também quase empatou, em chute rasteiro, aos 41 minutos, que estourou no lado direito da meta americana.
E, para completar, aos 29 minutos da segunda parte, quando a partida já estava 1 x 1, o meia Adrianinho, de falta, bateu na trave esquerda.
Para Andrade, o time não merecia cair
Um ano depois de viver a alegria de levar o Flamengo ao sonhado sexto título brasileiro, o técnico Andrade (foto) sofre a decepção de ver o Brasiliense cair para a terceira divisão mesmo com uma virada heróica de 2 x 1 sobre o América-RN, em pleno Machadão, pela 38ª e última rodada da Série B.O Jacaré conseguiu reagir depois que perdia o jogo e ainda teve um jogador expulso, o volante Ferrugem. No final, com o placar já consolidado, cada equipe teve outro cartão vermelho.
"Tivemos um time de jogadores guerreiros. Pelo trabalho que fizemos não merecíamos cair, mas o futebol é ingrato", lamentou Andrade.
Com ele à frente do Jacaré, houve uma arrancada final impressionante, com um aproveitamento de 71,5% nas últimas sete rodadas: cinco vitórias e duas derrotas.
Porém, um desses reveses foi apontado como crucial pelo treinador: o confronto direto contra o Náutico, na Boca do Jacaré.
"Encontramos um padrão de jogo, mas, dentro de casa contra o Náutico, massacramos, mas o gol não saiu", relembrou o treinador que acabou a competição com um aproveitamento de 42,2% em 15 jogos (seis vitórias, um empate e oito derrotas).
Crédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
América-MG sobe; Brasiliense e América-RN caem
Não faltou empenho aos jogadores do Brasiliense. Faltaram as vitórias ao longo da competição. O Vila Nova continua na SegundonaPortuguesa chegou perto e Guaratinguetá escapou ao bater o campeão
Crédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
Crédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
O América Mineiro confirmou o acesso para o Campeonato Brasileiro de 2011, neste sábado, ao empatar sem gols com a Ponte Preta, em Campinas, e ficar em quarto lugar no Campeonato Brasileiro da Série B.
O time mineiro atingiu os 63 pontos, um a mais do que a Portuguesa, que bateu o Sport por 2 x 1, em Recife.
Coritiba, campeão com 71 pontos, Figueirense, vice, com 67, e Bahia, terceiro, com 65 pontos, já tinham assegurado suas vagas.
A 38ª rodada, a última da temporada, também definiu os dois últimos rebaixados. Ironicamente, América-RN e Brasiliense, que jogaram em Natal, se juntaram a Santo André e Ipatinga na Série C da próxima temporada.
Mesmo atuando fora de casa, o América entrou em campo com a vantagem do empate. E segurou o 0 x 0 com a desmotivada Ponte Preta. Assim volta à elite após nove anos.
Em Recife, a Portuguesa fez a sua parte ao vencer o Sport, por 2 x 1, mas dependia de um tropeço americano. No final, foi um desfecho lógico.
Muitas emoções aconteceram na luta contra o descenso. No Machadão, quem vencesse manteria as chances de permanência na Série B.
O Brasiliense venceu por 2 x 1, de virada, chegando aos 46 pontos. Mas só igualou-se em pontos ao Vila Nova, que fez 2 x 1 no São Caetano, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.
O time goiano, porém, levou vantagem no número de vitórias - 13 a 12 –, e terminou em 16º lugar.
Outro time que estava ameaçado era o Guaratinguetá, que conseguiu o improvável: venceu o campeão Coritiba por 3 x 2, no Estádio Couto Pereira. O time paulista com 47 pontos, ficou em 15º lugar.
O América-RN terminou na lanterna, com 41 pontos, ao lado do Ipatinga, que levou vantagem em vitórias – 12 a 11 –, e ficou na penúltima posição.
Como consolo teve o artilheiro da competição, o atacante Alessandro, com 21 gols. Ele fez mais um gol na sua despedida. O Santo André, também rebaixado, somou 43 pontos.
Os outros jogos praticamente fecharam a rodada. O Figueirense sagrou-se vice-campeão ao bater o Paraná por 4 x 2, em Florianópolis. O Bahia decepcionou a sua torcida no jogo festivo do Morumbi ao perder para o Bragantino por 2 x 0.
Confira os resultados da 38.ª rodada:
Sexta-feira
Santo André 1 x 0 Náutico
Duque de Caxias 1 x 1 ASA
Sábado
Vila Nova 2 x 1 São Caetano
Coritiba 3 x 2 Guaratinguetá
Figueirense 4 x 2 Paraná
Ipatinga 2 x 2 Icasa
Ponte Preta 0 x 0 América-MG
Bragantino 2 x 0 Bahia
América-RN 1 x 2 Brasiliense
Sport 1 x 2 Portuguesa
Jacaré vira, mas cai para a terceirona
Depois do jogo, com o rebaixamento, o atacante Acosta chorou. Ele deixou a sua marca, mas que foi insuficiente para salvar o Jacaré da Série CCrédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
O futebol candango está de luto. Disso não se tem a menor dúvida. De camisa cinza, o Brasiiense até conseguiu fazer a sua parte, com uma vitória heróica, mesmo com dois jogadores expulsos (Ferrugem e Bebeto), de virada, por 2 x 1 sobre o América-RN, em pleno Machadão.
O adversário teve um cartão vermelho: Everton, no fim. No entanto, os outros dois resultados da 38ª e última rodada da Série B necessários não beneficiaram o Jacaré.
Com as vitórias do Vila Nova por 2 x 1 sobre o desmotivado São Caetano, no Serra Dourada, e a surpreendente do Guaratinguetá por 3 x 2 sobre o campeão Coritiba, em pleno Couto Pereira, o Jacaré acabou na 17ª posição, com os mesmos 46 pontos do clube goiano, mas levou a pior no número de vitórias, primeiro critério de desempate.
Foi o segundo rebaixamento do Distrito Federal neste ano, depois da queda do Gama da Série B. Com isso, Brasília vai ficar em 2011 sem nenhum representante nas duas principais divisões nacionais pela primeira vez desde 1995.
O futebol candango será representado no próximo ano em competições da CBF pelo Brasiliense, na Série C e na Copa do Brasil; pelo Gama, na Série D, e pelo Ceilândia, na Copa do Brasil.
Na primeira etapa, o Brasiliense até tentou, mas quem conseguiu se dar melhor foi o América. O Jacaré buscou o gol com Adriano Felício, que aproveitou cruzamento de Dieguinho e quase fez de cabeça. A bola tocou na trave.
Na sequência desse lance, o time potiguar abriu o placar. Marcelo Bráz recebeu cruzamento da esquerda, contou ainda com a falha do goleiro Eduardo e só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede.
Sem inspiração no meio campo, o time amarelo apenas voltou a assustar no final do primeiro tempo. Ferrugem acertou um belo chute e carimbou a trave do goleiro Tutti.
No segundo tempo, a situação do Jacaré, que já era difícil, ficou mais dramática após o volante Ferrugem ser expulso, depois de receber o segundo cartão amarelo.
Mesmo assim, os candangos continuaram apertando. Aos 20 minutos, Adrianinho marcou, mas a arbitragem anulou.
Quatro minutos depois, a pressão surtiu efeito. O uruguaio Acosta, que havia entrado momentos antes, aproveitou cruzamento de Adrianinho e empurrou para o fundo do gol, empatando.
Aos 30 minutos, Adrianinho carimbou a trave em cobrança de falta. O experiente meio campista do Jacaré continuava impossível no jogo e, aos 36 minutos, acertou cruzamento na cabeça de Djavan, que marcou o gol da virada.
Entretanto, de nada adiantou a reação amarela, porque o Vila Nova venceu o São Caetano, por 2 x 1, e empurrou o Jacaré para o rebaixamento por ter mais vitórias na competição do que o rival.
Ainda antes do final do jogo, Bebeto, pelo Brasiliense e Éverton, pelo time potiguar, foram expulsos.
Com esta derrota, o América também terminou a Série B na zona de rebaixamento e disputará a Terceirona em 2011.
Completam a zona de degola Santo André e Ipatinga. Já Coritiba (campeão), Figueirense (2°), Bahia (3°) e América-MG (4°), jogarão a Série A na próxima temporada.
Agora, o Brasiliense entra em férias até o dia 3 de janeiro, quando se reapresenta para a temporada 2011. A estreia no Metropolitano do próximo ano acontece no dia 15 de janeiro, diante do CFZ Brasília (campeão da Segunda Divisão de 2010), no estádio JK.
O adversário teve um cartão vermelho: Everton, no fim. No entanto, os outros dois resultados da 38ª e última rodada da Série B necessários não beneficiaram o Jacaré.
Com as vitórias do Vila Nova por 2 x 1 sobre o desmotivado São Caetano, no Serra Dourada, e a surpreendente do Guaratinguetá por 3 x 2 sobre o campeão Coritiba, em pleno Couto Pereira, o Jacaré acabou na 17ª posição, com os mesmos 46 pontos do clube goiano, mas levou a pior no número de vitórias, primeiro critério de desempate.
Foi o segundo rebaixamento do Distrito Federal neste ano, depois da queda do Gama da Série B. Com isso, Brasília vai ficar em 2011 sem nenhum representante nas duas principais divisões nacionais pela primeira vez desde 1995.
O futebol candango será representado no próximo ano em competições da CBF pelo Brasiliense, na Série C e na Copa do Brasil; pelo Gama, na Série D, e pelo Ceilândia, na Copa do Brasil.
Na primeira etapa, o Brasiliense até tentou, mas quem conseguiu se dar melhor foi o América. O Jacaré buscou o gol com Adriano Felício, que aproveitou cruzamento de Dieguinho e quase fez de cabeça. A bola tocou na trave.
Na sequência desse lance, o time potiguar abriu o placar. Marcelo Bráz recebeu cruzamento da esquerda, contou ainda com a falha do goleiro Eduardo e só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede.
Sem inspiração no meio campo, o time amarelo apenas voltou a assustar no final do primeiro tempo. Ferrugem acertou um belo chute e carimbou a trave do goleiro Tutti.
No segundo tempo, a situação do Jacaré, que já era difícil, ficou mais dramática após o volante Ferrugem ser expulso, depois de receber o segundo cartão amarelo.
Mesmo assim, os candangos continuaram apertando. Aos 20 minutos, Adrianinho marcou, mas a arbitragem anulou.
Quatro minutos depois, a pressão surtiu efeito. O uruguaio Acosta, que havia entrado momentos antes, aproveitou cruzamento de Adrianinho e empurrou para o fundo do gol, empatando.
Aos 30 minutos, Adrianinho carimbou a trave em cobrança de falta. O experiente meio campista do Jacaré continuava impossível no jogo e, aos 36 minutos, acertou cruzamento na cabeça de Djavan, que marcou o gol da virada.
Entretanto, de nada adiantou a reação amarela, porque o Vila Nova venceu o São Caetano, por 2 x 1, e empurrou o Jacaré para o rebaixamento por ter mais vitórias na competição do que o rival.
Ainda antes do final do jogo, Bebeto, pelo Brasiliense e Éverton, pelo time potiguar, foram expulsos.
Com esta derrota, o América também terminou a Série B na zona de rebaixamento e disputará a Terceirona em 2011.
Completam a zona de degola Santo André e Ipatinga. Já Coritiba (campeão), Figueirense (2°), Bahia (3°) e América-MG (4°), jogarão a Série A na próxima temporada.
Agora, o Brasiliense entra em férias até o dia 3 de janeiro, quando se reapresenta para a temporada 2011. A estreia no Metropolitano do próximo ano acontece no dia 15 de janeiro, diante do CFZ Brasília (campeão da Segunda Divisão de 2010), no estádio JK.
Uniceub passa sufoco, reage e vai à final
Atual campeã brasileira, equipe esteve irreconhecível no primeiro tempo e chegou a estar perdendo por 16 pontos para o Boca JuniorsNezinho, que marcou 18 pontos, sobe para fazer a bandeja
Crédito: Alexandre Vidal / Divulgação)
A impressão que se tinha era de que o Uniceub tinha a certeza de que poderia mudar a situação a qualquer momento.
Perdia por 16 pontos, se mostrava passivo exatamente no jogo que valia a vaga na final da Liga Sul-Americana.
O Boca Juniors, lanterna da Liga Argentina com uma campanha de 11 derrotas em 12 partidas, não quis saber se a sua frente estava o atual campeão do NBB.
Queria, isto sim, derrubar mais um gigante brasileiro para poder salvar a temporada desastrosa. Só não esperava que o adversário pudesse despertar no segundo tempo e frear o seu objetivo: 82 x 73 (34 x 44).
Neste domingo, às 21h, o time brasiliense enfrentará o vencedor da partida entre Flamengo e Quimsa. O título é inédito em sua galeria.
Com o jogo concentrado em Cedric Moodie e Peter Ezugwu, o Boca mostrou ao adversário que seria preciso uma boa defesa para conter o ímpeto dos dois estrangeiros.
Eles foram responsáveis por 17 dos 22 pontos do time no primeiro quarto. Mas o garrafão estava aberto e foi um convite para fazer 22 x 13.
Do outro lado, a postura aguerrida que tanto marcou o Uniceub nos dois confrontos anteriores não se fez presente.
Sonolento, as oportunidades ofensivas eram perdidas e restava ao armador Nezinho tentar resolver sozinho o que sua equipe não conseguia.
Só que Moodie seguia com a pontaria certeira. E mesmo sendo o melhor em quadra e com seu time tendo 16 pontos de vantagem, ele foi para o banco mostrando irritação. Trocou as mãos pelos pés para poder chutar a maleta do médico.
A falta técnica fez o rival começar a esboçar uma reação. Ainda que tímida. A diferença caiu para 44 x 34 no fim do segundo período.
Na volta do vestiário, o time candango fez o que se esperava do atual campeão brasileiro. Foi para o jogo.
Passou a vibrar mais, a trabalhar mais as jogadas e dali até a virada foi um passo. Foram 16 pontos contra apenas quatro dos argentinos (50 x 48), terminando o período na frente: 57 x 53.
O duelo ficou interessante, com trocas de bolas de três e empenho dos dois lados. Mas desta vez, quem respirava com certa tranquilidade era o time brasileiro.
O duelo ficou interessante, com trocas de bolas de três e empenho dos dois lados. Mas desta vez, quem respirava com certa tranquilidade era o time brasileiro.
Quem acertou quase tudo no primeiro tempo passou a cometer erros bobos. E o Brasília agradecia. Só precisou ter calma e uma defesa melhor postada para poder administrar o placar e comemorar a terceira vitória no torneio e a classificação.
"Mesmo tendo assistido aos jogos anteriores deles, esse não era o estilo argentino de jogar e nos surpreendemos com a correria. Mas sabíamos que uma hora eles iam cansar. E tivemos paciência. No primeiro tempo erramos arremessos mesmo estando livres e as bolas de três não estavam caindo. Voltamos para o segundo tempo tentando usar mais as bolas dentro do garrafão. Funcionou e voltamos à normalidade", comentou Alex.
Uniceub decide Liga Sul-Americana
Uma fantástica reação no segundo tempo colocou o Uniceub/BRB/Brasília na decisão da Liga Sul-americana de Clubes – 2010.
O time do Distrito Federal passou pelo Boca Juniors, da Argentina, na semifinal, por 82 x 73 (34 x 44 no primeiro tempo), neste sábado, em duelo semifinal, realizado na Arena HSBC, no Rio de Janeiro.
O time argentino começou melhor a partida e fechou os dois quartos iniciais em vantagem (13 x 22 e 21 x 22), dando a impressão que chegaria a decisão.
Mas, valeu a conversa que o técnico José Carlos Vidal teve com seus jogadores no intervalo, pois a postura nos dois períodos finais foi diferente (23 x 09 e 25 x 20), fato este que levou o representante de Brasília à decisão da competição sul-americana.
“Iniciamos a partida de forma irregular, deixando a equipe argentina jogar da forma como queria. Mas, no segundo tempo conseguimos mudar a nossa atitude, conseguindo brecar os pontos fortes do Boca Juniors e passando a comandar o jogo”, comentou Guilherme Giovannoni, ala/pivô do Uniceub/BRB/Brasília, que fechou a partida com 16 pontos, cinco rebotes, quatro assistências e duas bolas recuperadas.
“Agora é aguardar a definição do segundo finalista e descansar, pois a final tende a ser igualmente dura e complicada, seja com o Flamengo ou com o Quimsa”, complementou Giovannoni.
Para o pivô Lucas Tischer, que anotou cinco pontos e apanhou 10 rebotes, o poder de reação do time foi muito grande.
“Não deixamos de acreditar no nosso potencial, mesmo depois de fazer um primeiro tempo abaixo do que estamos acostumados. O time foi lutador e agora é manter esse mesmo panorama do segundo tempo para a decisão, que será bem difícil, independente do adversário que tivermos pela frente”, analisou.
Já os cestinhas da partida foram Alex Garcia, 29 pontos, e Nezinho, 18 pontos, pelo Uniceub/BRB/Brasília; o norte-americano Cedric Moodie, 35 pontos, e Martina, 13 pontos, em favor do Boca Juniors.
A decisão da Liga Sul-americana de Clubes deste ano será disputada neste domingo, às 20h30, na Arena HSBC, no Rio de Janeiro.
O time do Distrito Federal passou pelo Boca Juniors, da Argentina, na semifinal, por 82 x 73 (34 x 44 no primeiro tempo), neste sábado, em duelo semifinal, realizado na Arena HSBC, no Rio de Janeiro.
O time argentino começou melhor a partida e fechou os dois quartos iniciais em vantagem (13 x 22 e 21 x 22), dando a impressão que chegaria a decisão.
Mas, valeu a conversa que o técnico José Carlos Vidal teve com seus jogadores no intervalo, pois a postura nos dois períodos finais foi diferente (23 x 09 e 25 x 20), fato este que levou o representante de Brasília à decisão da competição sul-americana.
“Iniciamos a partida de forma irregular, deixando a equipe argentina jogar da forma como queria. Mas, no segundo tempo conseguimos mudar a nossa atitude, conseguindo brecar os pontos fortes do Boca Juniors e passando a comandar o jogo”, comentou Guilherme Giovannoni, ala/pivô do Uniceub/BRB/Brasília, que fechou a partida com 16 pontos, cinco rebotes, quatro assistências e duas bolas recuperadas.
“Agora é aguardar a definição do segundo finalista e descansar, pois a final tende a ser igualmente dura e complicada, seja com o Flamengo ou com o Quimsa”, complementou Giovannoni.
Para o pivô Lucas Tischer, que anotou cinco pontos e apanhou 10 rebotes, o poder de reação do time foi muito grande.
“Não deixamos de acreditar no nosso potencial, mesmo depois de fazer um primeiro tempo abaixo do que estamos acostumados. O time foi lutador e agora é manter esse mesmo panorama do segundo tempo para a decisão, que será bem difícil, independente do adversário que tivermos pela frente”, analisou.
Já os cestinhas da partida foram Alex Garcia, 29 pontos, e Nezinho, 18 pontos, pelo Uniceub/BRB/Brasília; o norte-americano Cedric Moodie, 35 pontos, e Martina, 13 pontos, em favor do Boca Juniors.
A decisão da Liga Sul-americana de Clubes deste ano será disputada neste domingo, às 20h30, na Arena HSBC, no Rio de Janeiro.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
DM libera zagueiros para o último jogo
Pelos lados do América, de Natal, após a vitória sobre o ASA, no sábado, por 2 x 1, o técnico Dado Cavalcanti ganhou mais uma boa notícia para a final contra o Brasiliense, sábado, às 17h, no horário de Brasília, no Machadão.
É que os zagueiros Edson Rocha e Cléber foram liberados esta tarde pelo departamento médico e poderão atuar na última rodada da Segundona.
Entretanto, o atacante Marcelo Brás, que sofreu um pancada em uma disputa de bola contra o goleiro do Guaratinguetá, na 36ª rodada, fica de fora a exemplo do jogo contra o ASA.
O lateral Berg, com uma entorse no tornozelo, também foi vetado pelo DM e não joga no final de semana.
É que os zagueiros Edson Rocha e Cléber foram liberados esta tarde pelo departamento médico e poderão atuar na última rodada da Segundona.
Entretanto, o atacante Marcelo Brás, que sofreu um pancada em uma disputa de bola contra o goleiro do Guaratinguetá, na 36ª rodada, fica de fora a exemplo do jogo contra o ASA.
O lateral Berg, com uma entorse no tornozelo, também foi vetado pelo DM e não joga no final de semana.
Brasiliense inicia semana decisiva


Nestas imagens do renomado fotógrafo Ueslei Marcelino, feitas sábado, no Serejão, uma noção do que foi o triunfo do Jacaré diante da Macaca. Os jogadores se empenharam ao máximoFoi bonito de ver! A torcida se levantou para aplaudir aquele que pode ser considerado o melhor momento do Brasiliense nesta Série B, uma vez que a equipe não jogará mais na Boca do Jacaré neste ano.
As lágrimas que escorriam sobre a face do meia Adrianinho, após o jogador marcar o segundo gol da vitória (2 x 1) sobre a Ponte Preta, no último sábado, no Serejão, refletiam bem a atual situação da equipe amarela na competição.
Quando o jogo ainda estava empatado, teve um momento em que o Jacaré estava sendo matematicamente rebaixado, com a combinação de outros resultados.
Mas o gol de Adrianinho deu uma sobrevida ao Brasiliense, que terá outro duelo decisivo contra o América-RN, na rodada de encerramento da segundona, no próximo sábado.
Com mais este resultado positivo, o Brasiliense subiu para a 17ª colocação, com 43 pontos e 11 vitórias. Seus dois principais concorrentes são Vila Nova (16ª, com 43 pontos e 12 vitórias) e Guaratinguetá (15ª, com 44 pontos e 10 vitórias).
Para não ser rebaixado, o Jacaré precisa vencer os potiguares e torcer por derrota ou empate do time goiano, que enfrenta o São Caetano no Serra Dourada. Outra possibilidade é que o mesmo aconteça contra o Guaratinguetá, que vai até o Couto Pereira, encarar o Cotitiba.
Porém, em caso de empate no Machadão nem tudo estará perdido. Considerando esta hipótese, o time de Andrade chegaria aos 44 pontos e permaneceria com as mesmas 11 vitórias, ultrapassando goianos e paulistas, considerando tropeços dos dois rivais. Neste caso, bastaria uma derrota de um de seus concorrentes (Vila Nova ou Guaratinguetá).
Para o confronto em Natal, Andrade não poderá contar com o lateral-direito Ruy. O defensor recebeu o terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão automática. Cicinho é o mais cotado para ficar com a vaga, mas o treinador poderá improvisar, como já o fez em outras ocasiões.
Quanto a Adrianinho, Andrade deixou claro que o jogador estará entre os relacionados, mas com poucas chances de ser titular. “O Adrianinho mostrou que está recuperado e que pode ajudar, mas dificilmente ele teria condições físicas de aguentar os noventa minutos”, disse o comandante.
As chances do América, na 18ª colocação com 41 pontos, de evitar o rebaixamento são menores que as do Brasiliense, mas o time está confiante. A equipe treinada por Dado Cavalcanti vem de duas vitórias seguidas nesta Série B ( 5 x 2 sobre o Guaratinguetá, e 2 x 1, fora de casa, diante do ASA). Para se salvar da degola, o Mecão precisa derrotar o Brasiliense e contar com derrota de Vila Nova ou Guaratinguetá.
As lágrimas que escorriam sobre a face do meia Adrianinho, após o jogador marcar o segundo gol da vitória (2 x 1) sobre a Ponte Preta, no último sábado, no Serejão, refletiam bem a atual situação da equipe amarela na competição.
Quando o jogo ainda estava empatado, teve um momento em que o Jacaré estava sendo matematicamente rebaixado, com a combinação de outros resultados.
Mas o gol de Adrianinho deu uma sobrevida ao Brasiliense, que terá outro duelo decisivo contra o América-RN, na rodada de encerramento da segundona, no próximo sábado.
Com mais este resultado positivo, o Brasiliense subiu para a 17ª colocação, com 43 pontos e 11 vitórias. Seus dois principais concorrentes são Vila Nova (16ª, com 43 pontos e 12 vitórias) e Guaratinguetá (15ª, com 44 pontos e 10 vitórias).
Para não ser rebaixado, o Jacaré precisa vencer os potiguares e torcer por derrota ou empate do time goiano, que enfrenta o São Caetano no Serra Dourada. Outra possibilidade é que o mesmo aconteça contra o Guaratinguetá, que vai até o Couto Pereira, encarar o Cotitiba.
Porém, em caso de empate no Machadão nem tudo estará perdido. Considerando esta hipótese, o time de Andrade chegaria aos 44 pontos e permaneceria com as mesmas 11 vitórias, ultrapassando goianos e paulistas, considerando tropeços dos dois rivais. Neste caso, bastaria uma derrota de um de seus concorrentes (Vila Nova ou Guaratinguetá).
Para o confronto em Natal, Andrade não poderá contar com o lateral-direito Ruy. O defensor recebeu o terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão automática. Cicinho é o mais cotado para ficar com a vaga, mas o treinador poderá improvisar, como já o fez em outras ocasiões.
Quanto a Adrianinho, Andrade deixou claro que o jogador estará entre os relacionados, mas com poucas chances de ser titular. “O Adrianinho mostrou que está recuperado e que pode ajudar, mas dificilmente ele teria condições físicas de aguentar os noventa minutos”, disse o comandante.
As chances do América, na 18ª colocação com 41 pontos, de evitar o rebaixamento são menores que as do Brasiliense, mas o time está confiante. A equipe treinada por Dado Cavalcanti vem de duas vitórias seguidas nesta Série B ( 5 x 2 sobre o Guaratinguetá, e 2 x 1, fora de casa, diante do ASA). Para se salvar da degola, o Mecão precisa derrotar o Brasiliense e contar com derrota de Vila Nova ou Guaratinguetá.
Adrianinho chegou a pensar em largar o futebol


Adrianinho esbanja emoção ao comemorar o gol da vitória dramática depois de mais de um ano e três meses afastado dos gramadosMais de um ano e três meses depois de sofrer a grave lesão no joelho, em 1º de agosto de 2009, numa goleada de 3 x 0 sobre a Ponte Preta, na Boca do Jacaré, pela Série B, o meia Adrianinho voltou a atuar oficialmente com direito à emoção de fazer o gol da vitória dramática do Brasiliense sobre o mesmo adversário, no mesmo local e pela mesma competição.
"Quando fiz o gol pensei que a Bíblia tem uma passagem em que Deus dá para a gente mais do que pedimos ou pensamos. Eu só pensava em voltar a jogar", revelou o jogador evangélico.
O chute certeiro do canhoto Adrianinho, curiosamente revelado pela própria Ponte, aos 44 minutos do segundo tempo, deixou o Jacaré mais perto de fugir do rebaixamento.
Em 17º lugar, com 43 pontos, o clube candango precisa ganhar do América-RN, em Natal, no próximo sábado, na última rodada, e ainda contar com tropeço do Guaratinguetá contra o campeão Coritiba, no Couto Pereira, ou do Vila Nova diante do São Caetano, no Serra Dourada.
"Não me sinto como herói, mas feliz por ter feito um gol muito importante para o Brasiliense", disse o meia.
Adrianinho começou no banco de reservas, convocado pela segunda vez em 14 jogos sob o comando de Andrade. O ex-meia de Corinthians e Flamengo só entrou em campo aos 10 minutos do segundo tempo, no lugar de Adriano Felício, oito minutos depois que a Ponte Preta conseguiu o empate, com o zagueiro Naldo.
Cinco minutos em campo foram suficientes para causar a expulsão do volante Pirão, que já tinha cartão amarelo e fez falta por trás no canhoto do Jacaré. O gol do alívio e da vitória amarela saiu a um minuto do fim, em chute desviado na zaga pontepretana.
Mesmo com dois jogadores a mais em campo, depois da expulsão do zagueiro Renan, em dividida com o volante Ferrugem, o Brasiliense passou a pressionar e perdeu muitos gols. Até que a bola sobrasse para Adrianinho arriscar da entrada da área.
"Para muitas pessoas eu estava voltando hoje, mas para mim já voltei há muito tempo, desde que passei a treinar em campo, há uns três meses. Foi muito emocionante. Nesse tempo todo, em muitos momentos pensei em parar de jogar", confessa o meia de 30 anos.
A última etapa da recuperação da cirurgia foi selada com uma infiltração no joelho feita pelo médico Paulo Lobo para acabar com dores persistentes que levavam Adrianinho a mancar. O tratamento foi feito no começo do trabalho da atual comissão técnica.
Andrade só sentiu confiança em convocar o meia para o jogo contra a Portuguesa, pela 35ª rodada, em 9 de novembro, mas o deixou no banco de reservas na derrota de virada por 3 x 1.
O treinador preferiu aguardar mais para apostar em um meia ainda mais recuperado. O resultado foi coroado com o gol aos 44 minutos, o da vitória dramática sobre a Ponte Preta.
"Quando fiz o gol pensei que a Bíblia tem uma passagem em que Deus dá para a gente mais do que pedimos ou pensamos. Eu só pensava em voltar a jogar", revelou o jogador evangélico.
O chute certeiro do canhoto Adrianinho, curiosamente revelado pela própria Ponte, aos 44 minutos do segundo tempo, deixou o Jacaré mais perto de fugir do rebaixamento.
Em 17º lugar, com 43 pontos, o clube candango precisa ganhar do América-RN, em Natal, no próximo sábado, na última rodada, e ainda contar com tropeço do Guaratinguetá contra o campeão Coritiba, no Couto Pereira, ou do Vila Nova diante do São Caetano, no Serra Dourada.
"Não me sinto como herói, mas feliz por ter feito um gol muito importante para o Brasiliense", disse o meia.
Adrianinho começou no banco de reservas, convocado pela segunda vez em 14 jogos sob o comando de Andrade. O ex-meia de Corinthians e Flamengo só entrou em campo aos 10 minutos do segundo tempo, no lugar de Adriano Felício, oito minutos depois que a Ponte Preta conseguiu o empate, com o zagueiro Naldo.
Cinco minutos em campo foram suficientes para causar a expulsão do volante Pirão, que já tinha cartão amarelo e fez falta por trás no canhoto do Jacaré. O gol do alívio e da vitória amarela saiu a um minuto do fim, em chute desviado na zaga pontepretana.
Mesmo com dois jogadores a mais em campo, depois da expulsão do zagueiro Renan, em dividida com o volante Ferrugem, o Brasiliense passou a pressionar e perdeu muitos gols. Até que a bola sobrasse para Adrianinho arriscar da entrada da área.
"Para muitas pessoas eu estava voltando hoje, mas para mim já voltei há muito tempo, desde que passei a treinar em campo, há uns três meses. Foi muito emocionante. Nesse tempo todo, em muitos momentos pensei em parar de jogar", confessa o meia de 30 anos.
A última etapa da recuperação da cirurgia foi selada com uma infiltração no joelho feita pelo médico Paulo Lobo para acabar com dores persistentes que levavam Adrianinho a mancar. O tratamento foi feito no começo do trabalho da atual comissão técnica.
Andrade só sentiu confiança em convocar o meia para o jogo contra a Portuguesa, pela 35ª rodada, em 9 de novembro, mas o deixou no banco de reservas na derrota de virada por 3 x 1.
O treinador preferiu aguardar mais para apostar em um meia ainda mais recuperado. O resultado foi coroado com o gol aos 44 minutos, o da vitória dramática sobre a Ponte Preta.
América-MG e Lusa disputam a última vaga
O Coritiba, o Bahia e o Figueirense já estão garantidos na elite do Campeonato Brasileiro, restando assim apenas mais uma vaga do G4 a ser preenchida.
O América-MG e Portuguesa decidirão o acesso apenas na última rodada, que será realizada no próximo final de semana.
Figurando na quarta colocação, com 62 pontos, o América-MG precisa de apenas um empate diante da já eliminada Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, para ficar com a vaga.
No entanto, o acesso pode ser conquistado até mesmo com uma derrota, desde que a Portuguesa não vença o Sport fora de casa. Segundo os matemáticos, as chances são de 89,6%.
Já a Lusa tem apenas 10,4%, pois além de vencer o Leão na Ilha do Retiro, precisa torcer por um tropeço do América-MG. No entanto, a Ponte Preta, adversária do time mineiro, não sabe o que é vitória há nove rodadas.
A Portuguesa vem na quinta colocação, com 59 pontos e se tudo der certo - vencer e o América-MG perder -, empataria no número de pontos e vitórias com o Coelho, mas passaria na frente no saldo de gols (no momento ambos estão com 14).
O Coritiba também garantiu o título da Série B neste final de semana ao empatar com o Icasa por 2 x 2 fora de casa, enquanto o Bahia acabou sendo surpreendido pelo Santo André, em Salvador, por 2 x 1. O Sport perdeu para o América-MG e deu adeus as chances de conquistar o acesso.
O América-MG e Portuguesa decidirão o acesso apenas na última rodada, que será realizada no próximo final de semana.
Figurando na quarta colocação, com 62 pontos, o América-MG precisa de apenas um empate diante da já eliminada Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, para ficar com a vaga.
No entanto, o acesso pode ser conquistado até mesmo com uma derrota, desde que a Portuguesa não vença o Sport fora de casa. Segundo os matemáticos, as chances são de 89,6%.
Já a Lusa tem apenas 10,4%, pois além de vencer o Leão na Ilha do Retiro, precisa torcer por um tropeço do América-MG. No entanto, a Ponte Preta, adversária do time mineiro, não sabe o que é vitória há nove rodadas.
A Portuguesa vem na quinta colocação, com 59 pontos e se tudo der certo - vencer e o América-MG perder -, empataria no número de pontos e vitórias com o Coelho, mas passaria na frente no saldo de gols (no momento ambos estão com 14).
O Coritiba também garantiu o título da Série B neste final de semana ao empatar com o Icasa por 2 x 2 fora de casa, enquanto o Bahia acabou sendo surpreendido pelo Santo André, em Salvador, por 2 x 1. O Sport perdeu para o América-MG e deu adeus as chances de conquistar o acesso.
Quatro ainda lutam para não cair
Restando apenas mais uma rodada para o final da Série B, quatro times ainda lutam desesperadamente para não ocuparem as duas vagas que faltam para definir os rebaixados.
O Santo André e o Ipatinga estão certos que vão disputar a Série B, enquanto América-RN, Brasiliense, Guaratinguetá e Vila Nova ainda possuem chances.
Apesar de ter melhorado nas últimas rodadas, o América-RN tem grandes chances, com 66,4%. O time potiguar ocupa a 18ª colocação com 41 pontos e terá pela frente o Brasiliense em um confronto direto.
Para escapar da degola, precisa vencer e torcer por uma derrota de Guaratinguetá ou Vila Nova, que enfrentam Coritiba e São Caetano respectivamente.
Ainda na zona de rebaixamento, o Jacaré brasiliense (55%) está na 17ª colocação com 43 pontos e pode escapar até mesmo com um empate, desde que o Vila Nova perca para o São Caetano, em casa. Se vencer tem que torcer por tropeço dos goianos ou do Guaratinguetá.
Depois de ser goleado pelo Náutico na última rodada, o Vila Nova viu suas chances aumentarem para 41,9%, sendo o primeiro fora da zona de rebaixamento, com 43 pontos.
No entanto, os goianos podem escapar até em caso de empate, desde que não exista um vencedor entre América-RN e Brasiliense.
Sem vencer há cinco jogos, o Guaratinguetá se manteve com 44 pontos, na 15ª colocação e suas chances aumentaram para 52,8%. Para escapar da degola, precisa apenas vencer, mas o adversário é justamente o líder Coritiba, no Couto Pereira.
No entanto, se empatar, precisa torcer por um empate ou vitória do América-RN contra o Brasiliense. Se o time candango vencer, os paulistas terão que torcer para o Vila Nova ser derrotado em casa pelo São Caetano.
Eis as chances de rebaixamento
Ipatinga - 100 %
Santo André - 100 %
América-RN - 66.4 %
Brasiliense - 55.0 %
Guaratinguetá - 52.8 %
Vila Nova - 41.9 %
O Santo André e o Ipatinga estão certos que vão disputar a Série B, enquanto América-RN, Brasiliense, Guaratinguetá e Vila Nova ainda possuem chances.
Apesar de ter melhorado nas últimas rodadas, o América-RN tem grandes chances, com 66,4%. O time potiguar ocupa a 18ª colocação com 41 pontos e terá pela frente o Brasiliense em um confronto direto.
Para escapar da degola, precisa vencer e torcer por uma derrota de Guaratinguetá ou Vila Nova, que enfrentam Coritiba e São Caetano respectivamente.
Ainda na zona de rebaixamento, o Jacaré brasiliense (55%) está na 17ª colocação com 43 pontos e pode escapar até mesmo com um empate, desde que o Vila Nova perca para o São Caetano, em casa. Se vencer tem que torcer por tropeço dos goianos ou do Guaratinguetá.
Depois de ser goleado pelo Náutico na última rodada, o Vila Nova viu suas chances aumentarem para 41,9%, sendo o primeiro fora da zona de rebaixamento, com 43 pontos.
No entanto, os goianos podem escapar até em caso de empate, desde que não exista um vencedor entre América-RN e Brasiliense.
Sem vencer há cinco jogos, o Guaratinguetá se manteve com 44 pontos, na 15ª colocação e suas chances aumentaram para 52,8%. Para escapar da degola, precisa apenas vencer, mas o adversário é justamente o líder Coritiba, no Couto Pereira.
No entanto, se empatar, precisa torcer por um empate ou vitória do América-RN contra o Brasiliense. Se o time candango vencer, os paulistas terão que torcer para o Vila Nova ser derrotado em casa pelo São Caetano.
Eis as chances de rebaixamento
Ipatinga - 100 %
Santo André - 100 %
América-RN - 66.4 %
Brasiliense - 55.0 %
Guaratinguetá - 52.8 %
Vila Nova - 41.9 %




Neste show de imagens do confronto de ontem no Serra Dourada, em Goiânia, feitas pelo renomado fotógrafo Adalberto Marques, dá para se notar que, se sobrou tristezas para os esmeraldinos do Goiás, não só pela goleada sofrida, mas também pelo rebaixamento, em dobro de alegria estavam os jogadores satistas, especialmente no semblante de Neymar, que sobrou em campo.Os três gols feitos pela jóia da Vila Belmiro, demonstram que ele, Neymar, voltou a ser o mesmo jogador indiabrado do começo da temporada. Agora, com a cabeça no lugar, em todos os sentidos, ele demonstrou no Serra Dourada que merece a atenção dispensada por Mano Menezes, na Seleção Brasileira.
A campanha do Goiás é simplesmente ridícula nesta competição. Tão ridícula que acabou na Série B de 2011. Nós, jornalistas esportivos do Centro-Oeste, esperamos que os erros do tradicional clube do vizinho Estado, sejam corrigidos e que, no próximo ano, ele retome ao seu lugar entre os grandes do futebol nacional.
Goiás está de volta à Segundona
Nós, que fazemos jornalismo esportivo na região Centro-Oeste, estamos tristes com o rebaixamento do Goiás para a Série B da próxima temporada. E essa tristeza pode aumentar na medida em que o Atlético-GO ainda corre sério risco de seguir pelo mesmo caminho, isto sem falar no nosso Brasiliense, que está com a corda no pescoço e muito perto de cair para a Terceirona do Brasileiro.
O papel desempenhado até agora pelo clube esmeraldino goiano, faltando apenas duas rodadas para a conclusão do torneio, é ridículo, se levarmos em consideração às campanhas passadas neste mesmo Brasileiro.
Na 19ª colocação e matematicamente já rebaixado juntamente com o Grêmio Prudente, o Goiás ganhou apenas oito partidas, empatou outras oito e foi derrotado 20 vezes. Seu ataque marcou 39 gols e a sua defesa sofreu 64.
Nunca é demais lembrar que nesta quarta-feira, o vice-campeão goiano decidirá sua sorte na Copa Sul-Americana diante do Palameiras, em São Paulo. Uma pergunta: qual é o ânimo desses jogadores para encarar o alviverde paulista? Na minha opinião, nenhuma.
Não devemos esquecer que foram 11 anos consecutivos na chamada elite do futebol brasileiro. Este foi o terceiro descenso de sua história de muitos títulos ao longo de seus 67 anos. Uma tristeza só para os seus apaixonados torcedores, não resta dúvida.
Até a conclusão desta Série A, ainda lhe restam os confrontos diante do Atlético-MG, que está em franco crescimento sob a direção de Dorival Júnior, e Corinthians, que ainda luta pelo título da competição.
No entanto, mesmo se vencer os dois jogos a equipe esmeraldina alcança apenas 38 pontos e o Avaí, primeira equipe fora da zona de rebaixamento, já soma 40 pontos.
Como foi a goleada
Valeu a pena esperar o começo da etapa inicial. Com atraso de mais de 30 minutos devido a queda de energia no Serra Dourada, os 2.865 pagantes viram um primeiro tempo eletrizante. Nos primeiros 20 minutos, só deu Goiás.
Logo aos três, Douglas fez boa jogada individual na grande área, driblou dois marcadores, mas demorou e foi travado na hora do chute.
Dois minutos depois, Wendell Lira avançou pela esquerda e chutou cruzado. O goleiro Rafael espalmou nos pés de Marcelo Costa, que carimbou a zaga e desperdiçou chance de abrir o placar. Aos 11 minutos, a pressão esmeraldina resultou em gol. Marcelo Costa cobrou escanteio da direita e Ernando subiu mais alto que a zaga para cabecear e fazer 1 x 0.
Superior na partida, tudo indicava que o Goiás iria para o intervalo com boa vantagem no placar. Não foi o que aconteceu. Após o gol sofrido, o Santos acordou e não demorou a empatar. Aos 19, Neymar tocou para Danilo, que invadiu a área pela direita e acertou uma bomba no canto direito de Harlei: 1 x 1
O alvinegro praiano passou, então, a mostar qualidade ofensiva e um leque de boas jogadas, tendo em Neymar seu principal expoente. Aos 23, Rodriguinho cruzou rasteiro da esquerda e Marquinhos carimbou a trave esquerda de Harlei.
Na sequência, Neymar deu lindo passe para Zé Eduardo, que invadiu a área e chutou cruzado na saída de Harlei. A bola passou rente à trave, mas foi para fora. Antes do intervalo, ainda houve tempo para Artur Neto colocar Bernardo na vaga de Marcelo Costa.
Neymar
O segundo tempo foi um massacre e Neymar se transformou no maestro santista. Antes de marcar três gols, o menino da Vila ensaiou seu show em duas chances claras. Na primeira delas, avançou pela intermediária, bateu de esquerda e a bola saiu à direita do gol. Na segunda, arrancou pela esquerda, passou por dois marcadores, driblou Harlei, mas perdeu o ângulo e mandou na rede pelo lado de fora.
Aos 30 minutos, invadiu a área e caiu. O árbitro Marcelo de Lima Henrique assinalou pênalti, que o próprio atacante converteu batendo no canto direito do gol para virar o jogo.
Quatro minutos depois, recebeu cruzamento da direita e teve calma para dominar na área, limpar a jogada e ampliar o placar após chute colocado, novamente no canto direito do goleiro esmeraldino. Santos 3 x 1.
O quarto gol foi uma pintura. Aos 37, Neymar recebeu passe em diagonal, invadiu a área e encobriu Harlei com toque genial. Um golaço. Apático, o Goiás apenas esperou o cronômetro se arrastar até os 45 minutos para desabar de vez à Série B.
Ficha Técnica
Goiás: Harlei; Ernando, Rafael Toloi e Valmir Lucas; Douglas, Amaral, Carlos Alberto (Rithiely), Marcelo Costa (Bernardo) e Wellington Saci; Wendell Lira (Éverton Santos) e Otacílio Neto; Técnico: Artur Neto
Santos: Rafael; Danilo (Maranhão), Edu Dracena, Durval e Pará; Arouca (Roberto Brum), Rodriguinho, Adriano e Marquinhos (Felipe Anderson); Neymar e Zé Eduardo; Técnico: Marcelo Martelotte
Local: Serra Dourada,em Goiânia
Árbitro: Márcio de Lima Henrique (FIFA/RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (FIFA/RJ) e Rodrigo Pereira Joia (RJ)
Gols: Ernando aos 11 e Danilo aos 19 minutos do 1º tempo; Neymar aos 30, 34 e 37 minutos do 2º tempo
Cartões Amarelos: Wellington Saci, Valmir Lucas e Otacílio Neto (Goiás); Rodriguinho e Neymar (Santos)
Público: 2.865 pagantes
Renda: R$ 59.900,00
O papel desempenhado até agora pelo clube esmeraldino goiano, faltando apenas duas rodadas para a conclusão do torneio, é ridículo, se levarmos em consideração às campanhas passadas neste mesmo Brasileiro.
Na 19ª colocação e matematicamente já rebaixado juntamente com o Grêmio Prudente, o Goiás ganhou apenas oito partidas, empatou outras oito e foi derrotado 20 vezes. Seu ataque marcou 39 gols e a sua defesa sofreu 64.
Nunca é demais lembrar que nesta quarta-feira, o vice-campeão goiano decidirá sua sorte na Copa Sul-Americana diante do Palameiras, em São Paulo. Uma pergunta: qual é o ânimo desses jogadores para encarar o alviverde paulista? Na minha opinião, nenhuma.
Não devemos esquecer que foram 11 anos consecutivos na chamada elite do futebol brasileiro. Este foi o terceiro descenso de sua história de muitos títulos ao longo de seus 67 anos. Uma tristeza só para os seus apaixonados torcedores, não resta dúvida.
Até a conclusão desta Série A, ainda lhe restam os confrontos diante do Atlético-MG, que está em franco crescimento sob a direção de Dorival Júnior, e Corinthians, que ainda luta pelo título da competição.
No entanto, mesmo se vencer os dois jogos a equipe esmeraldina alcança apenas 38 pontos e o Avaí, primeira equipe fora da zona de rebaixamento, já soma 40 pontos.
Como foi a goleada
Valeu a pena esperar o começo da etapa inicial. Com atraso de mais de 30 minutos devido a queda de energia no Serra Dourada, os 2.865 pagantes viram um primeiro tempo eletrizante. Nos primeiros 20 minutos, só deu Goiás.
Logo aos três, Douglas fez boa jogada individual na grande área, driblou dois marcadores, mas demorou e foi travado na hora do chute.
Dois minutos depois, Wendell Lira avançou pela esquerda e chutou cruzado. O goleiro Rafael espalmou nos pés de Marcelo Costa, que carimbou a zaga e desperdiçou chance de abrir o placar. Aos 11 minutos, a pressão esmeraldina resultou em gol. Marcelo Costa cobrou escanteio da direita e Ernando subiu mais alto que a zaga para cabecear e fazer 1 x 0.
Superior na partida, tudo indicava que o Goiás iria para o intervalo com boa vantagem no placar. Não foi o que aconteceu. Após o gol sofrido, o Santos acordou e não demorou a empatar. Aos 19, Neymar tocou para Danilo, que invadiu a área pela direita e acertou uma bomba no canto direito de Harlei: 1 x 1
O alvinegro praiano passou, então, a mostar qualidade ofensiva e um leque de boas jogadas, tendo em Neymar seu principal expoente. Aos 23, Rodriguinho cruzou rasteiro da esquerda e Marquinhos carimbou a trave esquerda de Harlei.
Na sequência, Neymar deu lindo passe para Zé Eduardo, que invadiu a área e chutou cruzado na saída de Harlei. A bola passou rente à trave, mas foi para fora. Antes do intervalo, ainda houve tempo para Artur Neto colocar Bernardo na vaga de Marcelo Costa.
Neymar
O segundo tempo foi um massacre e Neymar se transformou no maestro santista. Antes de marcar três gols, o menino da Vila ensaiou seu show em duas chances claras. Na primeira delas, avançou pela intermediária, bateu de esquerda e a bola saiu à direita do gol. Na segunda, arrancou pela esquerda, passou por dois marcadores, driblou Harlei, mas perdeu o ângulo e mandou na rede pelo lado de fora.
Aos 30 minutos, invadiu a área e caiu. O árbitro Marcelo de Lima Henrique assinalou pênalti, que o próprio atacante converteu batendo no canto direito do gol para virar o jogo.
Quatro minutos depois, recebeu cruzamento da direita e teve calma para dominar na área, limpar a jogada e ampliar o placar após chute colocado, novamente no canto direito do goleiro esmeraldino. Santos 3 x 1.
O quarto gol foi uma pintura. Aos 37, Neymar recebeu passe em diagonal, invadiu a área e encobriu Harlei com toque genial. Um golaço. Apático, o Goiás apenas esperou o cronômetro se arrastar até os 45 minutos para desabar de vez à Série B.
Ficha Técnica
Goiás: Harlei; Ernando, Rafael Toloi e Valmir Lucas; Douglas, Amaral, Carlos Alberto (Rithiely), Marcelo Costa (Bernardo) e Wellington Saci; Wendell Lira (Éverton Santos) e Otacílio Neto; Técnico: Artur Neto
Santos: Rafael; Danilo (Maranhão), Edu Dracena, Durval e Pará; Arouca (Roberto Brum), Rodriguinho, Adriano e Marquinhos (Felipe Anderson); Neymar e Zé Eduardo; Técnico: Marcelo Martelotte
Local: Serra Dourada,em Goiânia
Árbitro: Márcio de Lima Henrique (FIFA/RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (FIFA/RJ) e Rodrigo Pereira Joia (RJ)
Gols: Ernando aos 11 e Danilo aos 19 minutos do 1º tempo; Neymar aos 30, 34 e 37 minutos do 2º tempo
Cartões Amarelos: Wellington Saci, Valmir Lucas e Otacílio Neto (Goiás); Rodriguinho e Neymar (Santos)
Público: 2.865 pagantes
Renda: R$ 59.900,00
sábado, 20 de novembro de 2010
ABC empata e fica com o título da Série C
Como havia vencido o jogo de ida, fora, time potiguar faz a festa diante de sua torcida no estádio Frasqueirão mesmo com a igualdade por 0 x 0 com o ItuiutabaCrédito: ABCFC.com.br
O ABC é o novo campeão da Série C. Neste sábado, jogando dentro de casa, no estádio Fransqueirão, a equipe de Natal empatou por 0 x 0 com os mineiros do Ituiutaba e conquistou a taça.
Como haviam vencido o jogo de ida por 1 a 0, os abcdistas fizeram a festa mesmo sem conquistar a vitória no último jogo.
Foi o primeiro título de expressão nacional conquistado pelo ABC, que é o recordista em números de conquistas estaduais (foi campeão no Rio Grande do Norte 51 vezes).
O primeiro tempo do jogo foi muito disputado, com ligeiro domínio dos donos da casa. Apesar de não haver gols, Cascata e Leandrão estiveram perto de abrir o marcador.
Depois do intervalo, o ABC voltou mais impetuoso que o rival mineiro. A expulsão de Cláudio, na metade da etapa final, dificultou ainda mais a vida dos visitantes.
A partir daí, a equipe potiguar colecionou chances perdidas, mas não conseguiu tirar o zero do placar. Assim mesmo, a festa foi deflagrada após o apito final no Frasqueirão.
Integra o elenco do ABC o meia Jackson. O jogador de 37 anos tem passagens por Palmeiras, Cruzeiro, Sport, Coritiba, Vitória, Santa Cruz e Internacional, entre outros clubes brasileiros.
Além de ABC e Ituiutaba, garantiram vagas na Série B de 2011 a equipe do Salgueiro, de Pernambuco, e os catarinenses do Criciúma.
Coritiba levanta a taça e sae o primeiro rebaixado


Mais três imagens da vitória do Brasiliense em cima da Macaca campineira. O crédito é de Adalberto Marques. Adrianinho não conseguiu segurar a emoçãoO América-MG bateu o Sport e agora disputará a última vaga à elite com a Portuguesa, que superou o Ipatinga
O Coritiba é o campeão da Série B de 2010. Mesmo após o tropeço com o Icasa, o time paranaense acabou beneficiado pela derrota do Bahia contra o Santo André.
Por outro lado, o time paulista, mesmo com o resultado heróico, é o primeiro rebaixado. O América-MG bateu o Sport e disputará a última vaga à elite com a Portuguesa, que superou o outro rebaixado, o Ipatinga.
No jogo mais aguardado da rodada, o Coritiba empatou com o Icasa, por 2 x 2, em Juazeiro do Norte.
Mesmo com o placar adverso, o time paranaense garantiu o título da competição. Isso porque manteve a diferença em seis pontos, 71 a 65 para o Bahia, que acabou derrotado pelo Santo André, por 2 x 1, em Salvador.
O América-MG, por sua vez, deu um passo importante na luta pela última vaga do acesso. O time venceu Sport por 2 x 1, em Sete Lagoas, eliminando os pernambucanos da briga.
Os mineiros chegaram aos 62 pontos, no quarto lugar, contra 56 dos visitantes, que seguem em sexto. A briga, agora, será contra a Lusa, que superou o Ipatinga por 2 x 1, em São Paulo, e chegou aos 59 pontos.
Na luta contra o descenso, a briga segue embolada. Por enquanto, o único rebaixado é o lanterna Santo André, que possui 40 pontos, mas não poderia passar o Vila Nova, primeiro clube fora da zona da morte, que tem 43 pontos e duas vitórias a mais: 12 a 10.
Os goianos foram goleados pelo Náutico por 4 x 1, em Recife, resultado que livrou o time pernambucano da queda, já que chegou aos 48 pontos, na 12ª posição.
As últimas três vagas à Série C de 2011 serão disputados por Vila Nova, Guaratinguetá, Brasiliense, América-RN e Ipatinga.
O clube do Vale do Paraíba chegou aos 44 pontos, na 15ª posição, ao empatar com o Figueirense por 2 x 2, em Bragança Paulista.
O duelo não foi em Guaratinguetá por problemas com os refletores no estádio local. Os catarinense, garantidos na elite, estão em terceiro, com 64 pontos.
O Brasiliense ganhou um fôlego extra ao bater a Ponte Preta por 2 x 1, em Taguatinga. O clube do DF é o 17º com 43 pontos. Perde do Vila Nova no número de vitórias: 12 a 11.
Por fim, o América-RN segue com chances de escapar, após bater o ASA, por 2 x 1, em Arapiraca. O time chegou aos 41 pontos, na 18ª posição, deixando para trás o Ipatinga, que segue com 40 pontos.
Os mineiros não podem mais terminar fora da degola, por conta do confronto direito entre Brasiliense e América-RN, na última rodada.
Resultados da 37ª rodada:
Sexta-feira
Paraná 0 x 0 Bragantino
São Caetano 1 x 0 Duque de Caxias
Sábado
Brasiliense 2 x 1 Ponte Preta
Bahia 1 x 2 Santo André
América-MG 2 x 1 Sport
Portuguesa 2 x 1 Ipatinga
Guaratinguetá 2 x 2 Figueirense
Icasa 2 x 2 Coritiba
Náutico 4 x 1 Vila Nova
ASA 1 x 2 América
Por outro lado, o time paulista, mesmo com o resultado heróico, é o primeiro rebaixado. O América-MG bateu o Sport e disputará a última vaga à elite com a Portuguesa, que superou o outro rebaixado, o Ipatinga.
No jogo mais aguardado da rodada, o Coritiba empatou com o Icasa, por 2 x 2, em Juazeiro do Norte.
Mesmo com o placar adverso, o time paranaense garantiu o título da competição. Isso porque manteve a diferença em seis pontos, 71 a 65 para o Bahia, que acabou derrotado pelo Santo André, por 2 x 1, em Salvador.
O América-MG, por sua vez, deu um passo importante na luta pela última vaga do acesso. O time venceu Sport por 2 x 1, em Sete Lagoas, eliminando os pernambucanos da briga.
Os mineiros chegaram aos 62 pontos, no quarto lugar, contra 56 dos visitantes, que seguem em sexto. A briga, agora, será contra a Lusa, que superou o Ipatinga por 2 x 1, em São Paulo, e chegou aos 59 pontos.
Na luta contra o descenso, a briga segue embolada. Por enquanto, o único rebaixado é o lanterna Santo André, que possui 40 pontos, mas não poderia passar o Vila Nova, primeiro clube fora da zona da morte, que tem 43 pontos e duas vitórias a mais: 12 a 10.
Os goianos foram goleados pelo Náutico por 4 x 1, em Recife, resultado que livrou o time pernambucano da queda, já que chegou aos 48 pontos, na 12ª posição.
As últimas três vagas à Série C de 2011 serão disputados por Vila Nova, Guaratinguetá, Brasiliense, América-RN e Ipatinga.
O clube do Vale do Paraíba chegou aos 44 pontos, na 15ª posição, ao empatar com o Figueirense por 2 x 2, em Bragança Paulista.
O duelo não foi em Guaratinguetá por problemas com os refletores no estádio local. Os catarinense, garantidos na elite, estão em terceiro, com 64 pontos.
O Brasiliense ganhou um fôlego extra ao bater a Ponte Preta por 2 x 1, em Taguatinga. O clube do DF é o 17º com 43 pontos. Perde do Vila Nova no número de vitórias: 12 a 11.
Por fim, o América-RN segue com chances de escapar, após bater o ASA, por 2 x 1, em Arapiraca. O time chegou aos 41 pontos, na 18ª posição, deixando para trás o Ipatinga, que segue com 40 pontos.
Os mineiros não podem mais terminar fora da degola, por conta do confronto direito entre Brasiliense e América-RN, na última rodada.
Resultados da 37ª rodada:
Sexta-feira
Paraná 0 x 0 Bragantino
São Caetano 1 x 0 Duque de Caxias
Sábado
Brasiliense 2 x 1 Ponte Preta
Bahia 1 x 2 Santo André
América-MG 2 x 1 Sport
Portuguesa 2 x 1 Ipatinga
Guaratinguetá 2 x 2 Figueirense
Icasa 2 x 2 Coritiba
Náutico 4 x 1 Vila Nova
ASA 1 x 2 América
Foi na base do sufoco



Nestas imagens de Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br, dá para se notar a dramaticidade do duelo do Jacaré contra a Macaca. Vitória sofrida, que mantém as esperançasVitória dramática do Jacaré sobre a Ponte Preta deixa o Jacaré mais longe do rebaixamento
Na sua luta titânica para não cair para a Série C em 2011, o Brasiliense cumpriu na tarde desta sábado mais um capítulo nesta sua caminhada.
Graças a um gol do meia Adrianinho, aos 44 minutos do segundo tempo, o time de Taguatinga conquistou uma vitória dramática por 2 x 1 sobre a Ponte Preta, na Boca do Jacaré, pela 37ª e penúltima rodada da Série B.
Com este resultado, o time de Taguatinga exorcizou o fantasma de cair antecipadamente: continua no grupo da degola, em 17º lugar, mas agora está com os mesmos 43 pontos do Vila Nova (16º) e um abaixo do Guaratinguetá (15º).
No próximo sábado, na última rodada, o Jacaré vai precisar vencer o confronto direto contra o América-RN (18º, com 41), em Natal, e torcer por tropeço do Guará diante do campeão Coritiba, no Couto Pereira, ou do Vila contra o São Caetano, no Serra Dourada.
Na estreia do quarto uniforme, o Brasiliense abriu o placar aos 31 minutos. Em cobrança de falta pela ponta direita, o lateral-esquerdo Dieguinho levantou a bola, a defesa pontepretana rebateu e o zagueiro Fábio Braz encheu o pé no meio do gol. A bola saiu rasteira, mas passou por todo mundo até entrar: 1 x 0.
A Ponte Preta chegou ao empate logo no começo da etapa final. Em falta batida pelo volante Souza, da esquerda, a bola passou por todo mundo até o zagueiro Naldo pegar a sobra. A situação da Macaca, no entanto, se complicou com duas expulsões: Pirão, aos 15, e Renan, aos 27.
Com dois jogadores a mais, o Jacaré partiu para o abafa. E o gol da vitória saiu somente aos 44, em belo arremate de Adrianinho que ainda desviou na zaga para matar o goleiro Gilson.
De volta de grave contusão, depois de um ano e três meses de recuperação, o meia comemorou muito o gol. Até mesmo depois do jogo, quando foi comemorar com a torcida, que gritava o nome do herói da vitória dramática.
O Brasiliense terá um desfalque por suspensão contra o América-RN, em Natal, no próximo sábado, pela 38ª e última rodada da Série B. É que o lateral-direito Ruy levou o terceiro cartão amarelo logo a 1 minuto da vitória de 2 x 1 sobre a Ponte Preta. Cicinho é o substituto imediato.
Ficha técnica
2 Brasiliense
Eduardo; Ruy, Fábio Braz, Santiago e Dieguinho; Luciano Totó (Danilo Portugal), Ferrugem, Thiaguinho (Bebeto) e Adriano Felício (Adrianinho); Djavan e Aloísio. Técnico: Andrade
1 Ponte Preta
Gilson; Guilherme, Diego Jossani e Naldo; Eduardo Arroz, Pirão, Escobar, Souza (Renan) e Bruno Collaço; William (Genilson) e Daniel Lovinho (Reis). Técnico: Givanildo de Oliveira
Gols: Fábio Braz, aos 31 minutos do primeiro tempo; Naldo, aos 2, e Adrianinho, aos 44 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Ruy, Santiago, Adrianinho (Brasiliense) e Guilherme, Souza e William (Ponte Preta)
Cartões vermelhos: Pirão e Renan (Ponte Preta)
Renda: R$ 13.346
Público: 5.595 pagantes
Graças a um gol do meia Adrianinho, aos 44 minutos do segundo tempo, o time de Taguatinga conquistou uma vitória dramática por 2 x 1 sobre a Ponte Preta, na Boca do Jacaré, pela 37ª e penúltima rodada da Série B.
Com este resultado, o time de Taguatinga exorcizou o fantasma de cair antecipadamente: continua no grupo da degola, em 17º lugar, mas agora está com os mesmos 43 pontos do Vila Nova (16º) e um abaixo do Guaratinguetá (15º).
No próximo sábado, na última rodada, o Jacaré vai precisar vencer o confronto direto contra o América-RN (18º, com 41), em Natal, e torcer por tropeço do Guará diante do campeão Coritiba, no Couto Pereira, ou do Vila contra o São Caetano, no Serra Dourada.
Na estreia do quarto uniforme, o Brasiliense abriu o placar aos 31 minutos. Em cobrança de falta pela ponta direita, o lateral-esquerdo Dieguinho levantou a bola, a defesa pontepretana rebateu e o zagueiro Fábio Braz encheu o pé no meio do gol. A bola saiu rasteira, mas passou por todo mundo até entrar: 1 x 0.
A Ponte Preta chegou ao empate logo no começo da etapa final. Em falta batida pelo volante Souza, da esquerda, a bola passou por todo mundo até o zagueiro Naldo pegar a sobra. A situação da Macaca, no entanto, se complicou com duas expulsões: Pirão, aos 15, e Renan, aos 27.
Com dois jogadores a mais, o Jacaré partiu para o abafa. E o gol da vitória saiu somente aos 44, em belo arremate de Adrianinho que ainda desviou na zaga para matar o goleiro Gilson.
De volta de grave contusão, depois de um ano e três meses de recuperação, o meia comemorou muito o gol. Até mesmo depois do jogo, quando foi comemorar com a torcida, que gritava o nome do herói da vitória dramática.
O Brasiliense terá um desfalque por suspensão contra o América-RN, em Natal, no próximo sábado, pela 38ª e última rodada da Série B. É que o lateral-direito Ruy levou o terceiro cartão amarelo logo a 1 minuto da vitória de 2 x 1 sobre a Ponte Preta. Cicinho é o substituto imediato.
Ficha técnica
2 Brasiliense
Eduardo; Ruy, Fábio Braz, Santiago e Dieguinho; Luciano Totó (Danilo Portugal), Ferrugem, Thiaguinho (Bebeto) e Adriano Felício (Adrianinho); Djavan e Aloísio. Técnico: Andrade
1 Ponte Preta
Gilson; Guilherme, Diego Jossani e Naldo; Eduardo Arroz, Pirão, Escobar, Souza (Renan) e Bruno Collaço; William (Genilson) e Daniel Lovinho (Reis). Técnico: Givanildo de Oliveira
Gols: Fábio Braz, aos 31 minutos do primeiro tempo; Naldo, aos 2, e Adrianinho, aos 44 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Ruy, Santiago, Adrianinho (Brasiliense) e Guilherme, Souza e William (Ponte Preta)
Cartões vermelhos: Pirão e Renan (Ponte Preta)
Renda: R$ 13.346
Público: 5.595 pagantes
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Ferrugem descarta facilidade contra a Ponte Preta
Destaque do Brasiliense na Série B, o volante Ferrugem duvida que a Ponte Preta atue desinteressada na Boca do Jacaré, pela 37ª e penúltima rodada, neste sábado.
A Macaca de Campinas ocupa a 13ª posição, com 47 pontos, sem chances de subir nem riscos de cair, enquanto o Jacaré, em 18º, com 40, precisa vencer para seguir na luta contra o rebaixamento.
"Vai ser um jogo difícil como qualquer outro de Série B. Ninguém vai jogar de má vontade", aposta o versátil cabeça-de-área.
Com o Jacaré em situação delicada, na dependência de duas vitórias (o que inclui a visita ao América-RN, em Natal, em 27 de novembro) e de combinação de resultados de concorrentes, Ferrugem prefere se concentrar nos próprios esforços.
"Primeiro, a gente tem que fazer a nossa parte, ou seja, ganhar os dois jogos e depois secar os outros", ressaltou. "Pressão sempre vai ter. Seja se for o líder ou se estiver lá embaixo da tabela", lembrou.
Depois de ter sido improvisado na ala-direita, Ferrugem chegou a atuar adiantado na derrota para o Náutico, no último sábado, na Boca do Jacaré: como um meia, quase um segundo atacante no 4-5-1 implantado por Andrade com a suspensão do atacante Djavan.
Contra a Ponte, o curinga amarelo deve voltar à sua posição de origem, como um segundo volante. "Penso em ajudar a equipe. Onde o professor optar por me colocar vou estar sempre pronto para ajudar", garantiu.
A Macaca de Campinas ocupa a 13ª posição, com 47 pontos, sem chances de subir nem riscos de cair, enquanto o Jacaré, em 18º, com 40, precisa vencer para seguir na luta contra o rebaixamento.
"Vai ser um jogo difícil como qualquer outro de Série B. Ninguém vai jogar de má vontade", aposta o versátil cabeça-de-área.
Com o Jacaré em situação delicada, na dependência de duas vitórias (o que inclui a visita ao América-RN, em Natal, em 27 de novembro) e de combinação de resultados de concorrentes, Ferrugem prefere se concentrar nos próprios esforços.
"Primeiro, a gente tem que fazer a nossa parte, ou seja, ganhar os dois jogos e depois secar os outros", ressaltou. "Pressão sempre vai ter. Seja se for o líder ou se estiver lá embaixo da tabela", lembrou.
Depois de ter sido improvisado na ala-direita, Ferrugem chegou a atuar adiantado na derrota para o Náutico, no último sábado, na Boca do Jacaré: como um meia, quase um segundo atacante no 4-5-1 implantado por Andrade com a suspensão do atacante Djavan.
Contra a Ponte, o curinga amarelo deve voltar à sua posição de origem, como um segundo volante. "Penso em ajudar a equipe. Onde o professor optar por me colocar vou estar sempre pronto para ajudar", garantiu.
Para Ruy, time não pode mais adiar a briga contra o rebaixamento
O desabafo do lateral-direito Ruy vai de acordo com o que tem sido repetido na Boca do Jacaré: a situação do Jacaré nesta Série B chegou a um ponto decisivo e crucial.
"Sempre nos perguntavam se tinha chegado a hora do Brasiliense reagir, e essa mesma pergunta se estende há vários jogos. Agora, não tem mais para onde correr. A gente tem que se agarrar e lutar pela vitória de qualquer jeito", ponderou.
O experiente jogador fez questão de tranquilizar a torcida amarela. "Estamos fazendo bons jogos e, se antes o Andrade tinha o grupo em suas mãos, agora tem mais ainda. Ele sabe qual é o caminho".
Questionado sobre a importância do jogo deste sábado, fundamental para selar o destino do Jacaré nesta temporada, Ruy recorre ao maior campeonato de futebol do mundo:
"Pode estar certo que vai ser como se fosse uma final de Copa do Mundo. Se perdermos, acabou. É pensar na próxima temporada". O ala reforça o compromisso dos jogadores com o Brasiliense, e foi taxativo:
"O mínimo que podemos fazer é jogar para o Brasiliense ficar na Série B. O clube tem um projeto legal, está construindo seu próprio Centro de Treinamento e temos que encarar 2011 como o ano que seremos campeões da Série B".
Apesar de pensar exclusivamente na Ponte Preta, o jogador reconhece que o impacto da última derrota ainda abala o grupo:
"Claro que a gente tem que esquecer e não deve sentir tanto, mas, pelo contexto do jogo contra o Náutico, que a gente poderia ter saído da zona, é algo que pesa. Não fizemos um jogo inesquecível, mas isto deve servir de ponto de partida para mostrarmos ainda mais ímpeto, vontade e querer ser decisivo".
As contas de quem luta contra o rebaixamento nas duas rodadas restantes
Brasiliense (18º, com 40 pontos e 10 vitórias)
Ponte Preta (C) Sábado
América-RN (F) 27/11
Situação: Precisa ganhar os dois jogos e torcer por um tropeço de Ipatinga e uma derrota do Guaratinguetá ou dois tropeços do Vila Nova ou duas derrotas do Náutico.
Náutico (16º, com 45 pontos e 13 vitórias)
Vila Nova (C) Sábado
Santo André (F) 27/11
Situação: Tem de ganhar mais dois pontos para evitar qualquer risco.
Vila Nova (15º, com 43 pontos e 12 vitórias)
Náutico (F) Sábado
São Caetano (C) 27/11
Situação: Luta por quatro pontos para se garantir em 2011.
Guaratinguetá (16º, com 43 pontos e 10 vitórias)
Figueirense (C) Sábado
Coritiba (F) 27/11
Situação: Precisa de quatro pontos na tabela mais complicada dos times ameaçados, pois enfrenta dois times que já comemoraram o acesso, inclusive o favorito ao título Coritiba, no Couto Pereira, na última rodada.
Ipatinga (17º, com 40 pontos e 11 vitórias)
Portuguesa (F) Sábado
Icasa (C) 27/11
Situação: Depende de duas vitórias somadas a uma derrota ou dois tropeços de Guaratinguetá ou Vila Nova ou uma derrota e um empate do Náutico.
América-RN (19º, com 38 pontos e 10 vitórias)
ASA (F) Sábado
Brasiliense (C) 27/11
Situação: Busca duas vitórias e ainda seca pelo menos dois concorrentes: um tropeço do Ipatinga, duas derrotas do Vila Nova e que o Guaratinguetá não faça mais que um ponto.
Santo André (20º, com 37 pontos e 9 vitórias)
Bahia (F) Sábado
Náutico (C) 27/11
Situação: Precisa ganhar os dois jogos e ainda torcer por uma derrota ou dois empates de Brasiliense e América-RN, dois tropeços do Ipatinga e duas derrotas do Guaratinguetá.
"Sempre nos perguntavam se tinha chegado a hora do Brasiliense reagir, e essa mesma pergunta se estende há vários jogos. Agora, não tem mais para onde correr. A gente tem que se agarrar e lutar pela vitória de qualquer jeito", ponderou.
O experiente jogador fez questão de tranquilizar a torcida amarela. "Estamos fazendo bons jogos e, se antes o Andrade tinha o grupo em suas mãos, agora tem mais ainda. Ele sabe qual é o caminho".
Questionado sobre a importância do jogo deste sábado, fundamental para selar o destino do Jacaré nesta temporada, Ruy recorre ao maior campeonato de futebol do mundo:
"Pode estar certo que vai ser como se fosse uma final de Copa do Mundo. Se perdermos, acabou. É pensar na próxima temporada". O ala reforça o compromisso dos jogadores com o Brasiliense, e foi taxativo:
"O mínimo que podemos fazer é jogar para o Brasiliense ficar na Série B. O clube tem um projeto legal, está construindo seu próprio Centro de Treinamento e temos que encarar 2011 como o ano que seremos campeões da Série B".
Apesar de pensar exclusivamente na Ponte Preta, o jogador reconhece que o impacto da última derrota ainda abala o grupo:
"Claro que a gente tem que esquecer e não deve sentir tanto, mas, pelo contexto do jogo contra o Náutico, que a gente poderia ter saído da zona, é algo que pesa. Não fizemos um jogo inesquecível, mas isto deve servir de ponto de partida para mostrarmos ainda mais ímpeto, vontade e querer ser decisivo".
As contas de quem luta contra o rebaixamento nas duas rodadas restantes
Brasiliense (18º, com 40 pontos e 10 vitórias)
Ponte Preta (C) Sábado
América-RN (F) 27/11
Situação: Precisa ganhar os dois jogos e torcer por um tropeço de Ipatinga e uma derrota do Guaratinguetá ou dois tropeços do Vila Nova ou duas derrotas do Náutico.
Náutico (16º, com 45 pontos e 13 vitórias)
Vila Nova (C) Sábado
Santo André (F) 27/11
Situação: Tem de ganhar mais dois pontos para evitar qualquer risco.
Vila Nova (15º, com 43 pontos e 12 vitórias)
Náutico (F) Sábado
São Caetano (C) 27/11
Situação: Luta por quatro pontos para se garantir em 2011.
Guaratinguetá (16º, com 43 pontos e 10 vitórias)
Figueirense (C) Sábado
Coritiba (F) 27/11
Situação: Precisa de quatro pontos na tabela mais complicada dos times ameaçados, pois enfrenta dois times que já comemoraram o acesso, inclusive o favorito ao título Coritiba, no Couto Pereira, na última rodada.
Ipatinga (17º, com 40 pontos e 11 vitórias)
Portuguesa (F) Sábado
Icasa (C) 27/11
Situação: Depende de duas vitórias somadas a uma derrota ou dois tropeços de Guaratinguetá ou Vila Nova ou uma derrota e um empate do Náutico.
América-RN (19º, com 38 pontos e 10 vitórias)
ASA (F) Sábado
Brasiliense (C) 27/11
Situação: Busca duas vitórias e ainda seca pelo menos dois concorrentes: um tropeço do Ipatinga, duas derrotas do Vila Nova e que o Guaratinguetá não faça mais que um ponto.
Santo André (20º, com 37 pontos e 9 vitórias)
Bahia (F) Sábado
Náutico (C) 27/11
Situação: Precisa ganhar os dois jogos e ainda torcer por uma derrota ou dois empates de Brasiliense e América-RN, dois tropeços do Ipatinga e duas derrotas do Guaratinguetá.
Coletivo termina com placar igual
No primeiro coletivo da semana para o jogo de sábado, contra a Ponte Preta, na Boca do Jacaré, pela 37ª e penúltima rodada da Série B, os titulares do Brasiliense empataram por 1 x 1 com os reservas nesta quinta-feira, no mesmo estádio de Taguatinga. Os dois gols saíram na primeira etapa, de 25 minutos.
O time de baixo balançou as redes aos sete minutos, em belo chute do meia Adrianinho, aproveitando cruzamento do atacante Bebeto. A formação principal igualou aos 18, em cobrança de pênalti convertida pelo lateral-direito Ruy -- Aloísio perdeu a repetição para treinar, com defesa de Guto. O segundo tempo teve 21 minutos, sem nenhum gol.
A única mudança em relação à derrota para o Náutico, no último sábado, na Boca do Jacaré, foi a volta de suspensão do atacante Djavan no lugar do volante Danilo Portugal.
"O treino acabou fugindo da realidade de jogo. O time de baixo não tem compromisso. O zagueiro sobe toda hora, o volante também. E o time de cima dá uma segurada porque se houver uma lesão não dá tempo de se recuperar", pondera o técnico Andrade.
Na 18ª posição, com 40 pontos, o Brasiliense precisa da vitória para tentar fugir da degola, enquanto a Ponte Preta, em 13º, com 47, não tem chances de subir nem risco de cair. Ou seja, pode ter um comportamento parecido com os reservas no coletivo desta quinta-feira.
Os titulares treinaram com: Eduardo; Ruy, Fábio Braz, Santiago e Dieguinho; Luciano Totó, Ferrugem, Thiaguinho e Adriano Felício; Djavan e Aloísio. Os reservas tiveram: Guto; Cicinho, Miltão, Dezinho e Willian; Deda, Daniel, Danilo Portugal e Adrianinho; Bebeto e Acosta.
Os 19 jogadores relacionados começaram a concentração logo depois do coletivo, em hotel no Núcleo Bandeirante. O time fecha a preparação nesta sexta-feira, com um treino tático às 17h na Boca do Jacaré.
Em recuperação das dores na coxa, o atacante reserva Erivelto acabou vetado deste jogo, mas a ecografia feita nesta quinta-feira não detectou nenhuma lesão e ele deve voltar a treinar com o grupo na próxima segunda-feira.
Foram convocados para o confronto contra a Ponte Preta, os seguintes profissionais:
Goleiros: Eduardo e Guto
Laterais: Ruy e Dieguinho
Zagueiros: Dezinho, Fábio Braz e Santiago
Volantes: Ferrugem, Deda, Danilo Portugal, Daniel e Luciano Totó
Meias: Thiaguinho, Adrianinho e Adriano Felício
Atacantes: Aloísio, Bebeto, Acosta e Djavan
O time de baixo balançou as redes aos sete minutos, em belo chute do meia Adrianinho, aproveitando cruzamento do atacante Bebeto. A formação principal igualou aos 18, em cobrança de pênalti convertida pelo lateral-direito Ruy -- Aloísio perdeu a repetição para treinar, com defesa de Guto. O segundo tempo teve 21 minutos, sem nenhum gol.
A única mudança em relação à derrota para o Náutico, no último sábado, na Boca do Jacaré, foi a volta de suspensão do atacante Djavan no lugar do volante Danilo Portugal.
"O treino acabou fugindo da realidade de jogo. O time de baixo não tem compromisso. O zagueiro sobe toda hora, o volante também. E o time de cima dá uma segurada porque se houver uma lesão não dá tempo de se recuperar", pondera o técnico Andrade.
Na 18ª posição, com 40 pontos, o Brasiliense precisa da vitória para tentar fugir da degola, enquanto a Ponte Preta, em 13º, com 47, não tem chances de subir nem risco de cair. Ou seja, pode ter um comportamento parecido com os reservas no coletivo desta quinta-feira.
Os titulares treinaram com: Eduardo; Ruy, Fábio Braz, Santiago e Dieguinho; Luciano Totó, Ferrugem, Thiaguinho e Adriano Felício; Djavan e Aloísio. Os reservas tiveram: Guto; Cicinho, Miltão, Dezinho e Willian; Deda, Daniel, Danilo Portugal e Adrianinho; Bebeto e Acosta.
Os 19 jogadores relacionados começaram a concentração logo depois do coletivo, em hotel no Núcleo Bandeirante. O time fecha a preparação nesta sexta-feira, com um treino tático às 17h na Boca do Jacaré.
Em recuperação das dores na coxa, o atacante reserva Erivelto acabou vetado deste jogo, mas a ecografia feita nesta quinta-feira não detectou nenhuma lesão e ele deve voltar a treinar com o grupo na próxima segunda-feira.
Foram convocados para o confronto contra a Ponte Preta, os seguintes profissionais:
Goleiros: Eduardo e Guto
Laterais: Ruy e Dieguinho
Zagueiros: Dezinho, Fábio Braz e Santiago
Volantes: Ferrugem, Deda, Danilo Portugal, Daniel e Luciano Totó
Meias: Thiaguinho, Adrianinho e Adriano Felício
Atacantes: Aloísio, Bebeto, Acosta e Djavan
Djavan volta cheio de confiança
Depois de cumprir suspensão na derrota para o Náutico, no sábado passado, na Boca do Jacaré, o atacante Djavan volta cheio de confiança para fazer a diferença pelo Brasiliense no duelo contra a Ponte Preta, neste sábado, em Taguatinga, pela 37ª e penúltima rodada da Série B.
Com dois gols em suas três últimas participações com a camisa amarela (no 1 x 0 sobre o Guaratinguetá e nos 3 x 2 sobre o Bahia), ele aposta em sua rapidez para o time conseguir vencer.
"Sentiram muito a minha falta contra o Náutico porque não tinha um jogador de velocidade. O Bebeto (outro atacante) cai só pelo lado esquerdo e eu pelos dois lados. Facilita mais para os meias, volantes e até para o Aloísio porque eu puxo a marcação de um zagueiro", assinala Djavan.
No coletivo de ontem, Djavan voltou no lugar do volante Danilo Portugal, com a reedição do tradicional 4-4-2 das três vitórias seguidas (Icasa, Guaratinguetá e Bahia) em vez do 4-5-1 adotado contra o Náutico. Os titulares ficaram no 1 x 1 com os reservas. Andrade comanda nesta sexta-feira um treino tático para fechar a preparação para o duelo contra a Ponte Preta.
Com dois gols em suas três últimas participações com a camisa amarela (no 1 x 0 sobre o Guaratinguetá e nos 3 x 2 sobre o Bahia), ele aposta em sua rapidez para o time conseguir vencer.
"Sentiram muito a minha falta contra o Náutico porque não tinha um jogador de velocidade. O Bebeto (outro atacante) cai só pelo lado esquerdo e eu pelos dois lados. Facilita mais para os meias, volantes e até para o Aloísio porque eu puxo a marcação de um zagueiro", assinala Djavan.
No coletivo de ontem, Djavan voltou no lugar do volante Danilo Portugal, com a reedição do tradicional 4-4-2 das três vitórias seguidas (Icasa, Guaratinguetá e Bahia) em vez do 4-5-1 adotado contra o Náutico. Os titulares ficaram no 1 x 1 com os reservas. Andrade comanda nesta sexta-feira um treino tático para fechar a preparação para o duelo contra a Ponte Preta.
Eduardo convoca a torcida do Jacaré
O goleiro Eduardo conta com a força das arquibancadas na luta do Brasiliense para fugir do rebaixamento no duelo deste sábado, contra a Ponte Preta, na Boca do Jacaré, pela 37ª e penúltima rodada da Série B.
Na 18ª posição, com 40 pontos, o time de Taguatinga tem mais o jogo contra o América-RN, em Natal, no dia 27 de novembro, para tirar uma diferença de três pontos.
"A gente precisa do apoio do torcedor. É importante não vaiar nem pegar no pé de nenhum jogador porque isso tira a confiança", acredita o camisa 1.
Apesar da preocupação com os protestos, como os que aconteceram no segundo tempo da derrota para o Náutico, no sábado passado, com vaias para Ruy e gritos de burro contra o técnico Andrade, Eduardo elogia o comportamento da torcida amarela no geral.
"A gente sabe que se o time estiver jogando mal os torcedores vão cobrar. Mas não é só no Brasiliense que é assim, em todos os outros times também", explicou.
O camisa 1 aposta que o Brasiliense tem que atropelar a Ponte Preta, sem se preocupar com um eventual desinteresse do adversário, em 13º lugar, com 47 pontos, sem chances de subir nem riscos de cair.
"A gente tem que impor o nosso ritmo, de quem precisa vencer. Independentemente de quem vier para jogar", afirma Eduardo.
Sobre o gol sofrido contra o Náutico, em que saiu da meta para fechar o ângulo no cara-a-cara com Flávio e depois acabou surpreendido com um chute entre ele e a trave, Eduardo nega ter falhado no lance e prefere dar os méritos para o adversário.
"Em um primeiro momento, eu sai e evitei de ele tentar cavar o pênalti. E logo depois ele foi muito feliz. Não olhou para o gol e fingiu que ia cruzar. Foi muita felicidade dele", argumenta.
Na 18ª posição, com 40 pontos, o time de Taguatinga tem mais o jogo contra o América-RN, em Natal, no dia 27 de novembro, para tirar uma diferença de três pontos.
"A gente precisa do apoio do torcedor. É importante não vaiar nem pegar no pé de nenhum jogador porque isso tira a confiança", acredita o camisa 1.
Apesar da preocupação com os protestos, como os que aconteceram no segundo tempo da derrota para o Náutico, no sábado passado, com vaias para Ruy e gritos de burro contra o técnico Andrade, Eduardo elogia o comportamento da torcida amarela no geral.
"A gente sabe que se o time estiver jogando mal os torcedores vão cobrar. Mas não é só no Brasiliense que é assim, em todos os outros times também", explicou.
O camisa 1 aposta que o Brasiliense tem que atropelar a Ponte Preta, sem se preocupar com um eventual desinteresse do adversário, em 13º lugar, com 47 pontos, sem chances de subir nem riscos de cair.
"A gente tem que impor o nosso ritmo, de quem precisa vencer. Independentemente de quem vier para jogar", afirma Eduardo.
Sobre o gol sofrido contra o Náutico, em que saiu da meta para fechar o ângulo no cara-a-cara com Flávio e depois acabou surpreendido com um chute entre ele e a trave, Eduardo nega ter falhado no lance e prefere dar os méritos para o adversário.
"Em um primeiro momento, eu sai e evitei de ele tentar cavar o pênalti. E logo depois ele foi muito feliz. Não olhou para o gol e fingiu que ia cruzar. Foi muita felicidade dele", argumenta.
Macaca tem cinco novidades em coletivo
Além dos atletas que voltam de suspensão automática, o treinador Givanildo Oliveira optou por Pirão no meio e Daniel Lovinho no ataque
O técnico Givanildo comandou na manhã de ontem o último treinamento com bola para os jogadores da Ponte Preta, visando a partida deste sábado (17h), no Serejão, contra o Brasiliense.
No Moisés Lucarelli e na tentativa de buscar a formação, o treinador apresentou algumas novidades, tais como as voltas de Naldo, Eduardo Arroz e Bruno Collaço, que cumpriram suspensão automática.
Por outro lado, sem poder contar com Josimar que levou o terceiro cartão amarelo, o treinador optou por Pirão e no ataque, ao lado de William, apareceu o atacante Daniel Lovinho.
Além das cinco novidades do coletivo no time principal, Givanildo também teve a oportunidade para testar alguns jogadores da base, que devem ser aproveitados para a próxima partida contra o Jacaré.
Esta tarde, no CT do clube, o time volta a treinar, com o tradicional “rachão” e logo depois segue viagem para Taguatinga.
Por outro lado, a Ponte Preta já oficializou que não renovará os contratos de empréstimo com seis jogadores que compuseram o elenco 2010 e que não fazem parte dos planos para o ano que vem.
Os atletas vêm treinando separado e já foram liberados para retornar a seus clubes de origem, onde poderão sair de férias, ou dar continuidade a seus planos profissionais.
Estão nesta situação os laterais Anderson (passe livre) e Éverton Silva (Flamengo); o meia Renato Gonzalez (livre); o zagueiro Augusto (São Caetano) e os atacantes Moacir (Traffic) e Marcelinho (Corinthians).
O goleiro Eduardo Martini e o meia atacante Leandrinho estarão cumprindo férias. Neste período, os dois devem conversar com a diretoria ponte-pretana para definir seu futuro.
Já o meia André deverá ser emprestado a outra equipe onde atuará em 2011. O nome da agremiação será divulgada quando a situação burocrática estiver definida.
O técnico Givanildo comandou na manhã de ontem o último treinamento com bola para os jogadores da Ponte Preta, visando a partida deste sábado (17h), no Serejão, contra o Brasiliense.
No Moisés Lucarelli e na tentativa de buscar a formação, o treinador apresentou algumas novidades, tais como as voltas de Naldo, Eduardo Arroz e Bruno Collaço, que cumpriram suspensão automática.
Por outro lado, sem poder contar com Josimar que levou o terceiro cartão amarelo, o treinador optou por Pirão e no ataque, ao lado de William, apareceu o atacante Daniel Lovinho.
Além das cinco novidades do coletivo no time principal, Givanildo também teve a oportunidade para testar alguns jogadores da base, que devem ser aproveitados para a próxima partida contra o Jacaré.
Esta tarde, no CT do clube, o time volta a treinar, com o tradicional “rachão” e logo depois segue viagem para Taguatinga.
Por outro lado, a Ponte Preta já oficializou que não renovará os contratos de empréstimo com seis jogadores que compuseram o elenco 2010 e que não fazem parte dos planos para o ano que vem.
Os atletas vêm treinando separado e já foram liberados para retornar a seus clubes de origem, onde poderão sair de férias, ou dar continuidade a seus planos profissionais.
Estão nesta situação os laterais Anderson (passe livre) e Éverton Silva (Flamengo); o meia Renato Gonzalez (livre); o zagueiro Augusto (São Caetano) e os atacantes Moacir (Traffic) e Marcelinho (Corinthians).
O goleiro Eduardo Martini e o meia atacante Leandrinho estarão cumprindo férias. Neste período, os dois devem conversar com a diretoria ponte-pretana para definir seu futuro.
Já o meia André deverá ser emprestado a outra equipe onde atuará em 2011. O nome da agremiação será divulgada quando a situação burocrática estiver definida.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Uniceub encara Araraquara em Uberlândia
O Uniceub/BRB/Brasília volta à disputa da terceira edição do Novo Basquete Brasil (NBB) – 2010/2011, neste sábado, às 18h, na Arena Multiuso Tancredo Neves (Sabiazinho), na cidade de Uberlândia (MG), quando enfrentará o Araraquara, pela terceira rodada do turno da fase inicial.
A equipe brasiliense deveria fazer sua estreia em casa, mas em virtude de uma punição imposta pelos incidentes ocorridos na decisão da última edição da competição, o time perdeu o mando de dois jogos em Brasília.
Depois de cumprir a meta da classificação para a fase final da Liga Sul-Americana de Clubes, o representante do Distrito federal volta a pensar exclusivamente no NBB.
“Vamos enfrentar uma equipe forte, composta de bons jogadores e que vem fazendo bons jogos, seja no estadual ou mesmo no NBB. Araraquara vem de uma bela vitória sobre o Pinheiros no Campeonato Paulista, mas a nossa expectativa é manter o nosso momento favorável, fazendo um bom jogos e saindo com o resultado favorável”, comentou o ala/pivô Guilherme Giovannoni, do Uniceub/BRB/Brasília.
Com relação ao fato de jogar fora de casa, Giovannoni afirma que a sua equipe não deverá sentir nenhuma dificuldade.
“Até agora, não atuamos em casa e, desta forma, estamos acostumados a jogar como visitante. Por isso, creio que atuar em Uberlândia não seja problema”, opinou.
Para Lucas Tishcer, que já defendeu o Araraquara ao longo de sua carreira, o jogo será duro, mas o representante do Distrito Federal está preparado para vencer.
“Tivemos uma semana boa de treinamentos e vamos entrar em quadra pensando na vitória, pois queremos manter o bom posicionamento na tabela de classificação. O Araraquara vem de bons jogos no Paulista e venceu bem o Minas em sua estreia no NBB, por isso, a expectativa é de um jogo duro”, disse o pivô.
No seu compromisso mais recente pelo NBB, o Uniceub/BRB/Brasília passou pelo São José Basketball, mesmo atuando como visitante, por 78 x 63; enquanto o Araraquara bateu o Minas Tênis por 93 x 74, jogando em Limeira (SP).
A equipe brasiliense deveria fazer sua estreia em casa, mas em virtude de uma punição imposta pelos incidentes ocorridos na decisão da última edição da competição, o time perdeu o mando de dois jogos em Brasília.
Depois de cumprir a meta da classificação para a fase final da Liga Sul-Americana de Clubes, o representante do Distrito federal volta a pensar exclusivamente no NBB.
“Vamos enfrentar uma equipe forte, composta de bons jogadores e que vem fazendo bons jogos, seja no estadual ou mesmo no NBB. Araraquara vem de uma bela vitória sobre o Pinheiros no Campeonato Paulista, mas a nossa expectativa é manter o nosso momento favorável, fazendo um bom jogos e saindo com o resultado favorável”, comentou o ala/pivô Guilherme Giovannoni, do Uniceub/BRB/Brasília.
Com relação ao fato de jogar fora de casa, Giovannoni afirma que a sua equipe não deverá sentir nenhuma dificuldade.
“Até agora, não atuamos em casa e, desta forma, estamos acostumados a jogar como visitante. Por isso, creio que atuar em Uberlândia não seja problema”, opinou.
Para Lucas Tishcer, que já defendeu o Araraquara ao longo de sua carreira, o jogo será duro, mas o representante do Distrito Federal está preparado para vencer.
“Tivemos uma semana boa de treinamentos e vamos entrar em quadra pensando na vitória, pois queremos manter o bom posicionamento na tabela de classificação. O Araraquara vem de bons jogos no Paulista e venceu bem o Minas em sua estreia no NBB, por isso, a expectativa é de um jogo duro”, disse o pivô.
No seu compromisso mais recente pelo NBB, o Uniceub/BRB/Brasília passou pelo São José Basketball, mesmo atuando como visitante, por 78 x 63; enquanto o Araraquara bateu o Minas Tênis por 93 x 74, jogando em Limeira (SP).
Uma justa homenagem ao Coritiba





No Coritiba, o crescimento, incontestável, após um início cambalante, e a sua consequente ascenção à Série A em 2011 foram dois fatos relevantes e que precisam ser citados.Nunca é demais lembrar aos leitores que o clube Coxa Branca jogou as 10 primeiras rodadas desta Série B em Joinville, punido que foi pelo STJD, devido aos incidentes da partida contra o Fluminense, no encerramento do campeonato do ano passado. Aos poucos, entretanto, o time foi se acertando, ganhando corpo, entrosamento, confiança.
A volta à Série A deu-se na noite da última terça-feira, no estádio de São Januário, no Rio, de propriedade do Vasco. A vitória por 3 x 2 foi o ápice dessa campanha maravilhosa do time paranaense.
Os três pontos foram conquistados em cima do surpreendente Duque de Caxias. O confronto foi cheio de emoção.
Neste momento, o Coritiba, além de ter conquistado o retorno, há praticamente um ano depois de ter descido, lidera a competição.
Em 35 rodadas, o Coxa soma 67 pontos, fruto de 20 vitórias e sete empates. Só ocorreram oito derrotas desde o início do torneio.
O ataque do Coxa marcou 63 gols, enquanto a defesa sofreu 43 - 20 de saldo. Seu aproveitamento é de 63.8 por cento.
Neste espaço faço uma justa homenagem ao Coritiba por tudo o que ele fez até agora.
O trabalho fotográfico é do competente Ueslei Marcelino, da Agif, conceituada agência de fotografias do país.
Ele saiu de Brasília, onde está baseado e foi enviado para São Januário. Parece que a retaguarda da Agif já previa a "subida" do Coritiba, tanto que escalou Ueslei Marcelino.
Eis a amostragem dos lances capitais dessa partida disputada no campo do Vasco.
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