Pontos, adversário e até a mesma data. Semelhanças com o Santa de 2007 que assombram o Náutico
Série B, 36ª rodada. Após empate em 1 x 1 com a Ponte Preta em casa, um jogo decisivo contra o Brasiliense, longe do Recife, pela frente. Na tabela, 42 pontos somados e a esperança viva de que a equipe vai se livrar do rebaixamento à Série C.
Falando do Náutico? Também, afinal, esta é a situação de momento do Timbu. Contudo, o início desta matéria descreve exatamente a situação pela qual passava o Santa Cruz em 2007, ano de derrocada coral rumo à Terceirona.
Mesma rodada, mesmo número de pontos, mesmo adversário, mesmo placar. O próximo confronto também é igual e até a data do jogo seguinte é a mesma: 13 de novembro. Coincidências de arrepiar. E a torcida dos alvirrubros é que tudo pare por aqui. Porque, em 2007, o Santa Cruz levou de 3 x 0 do Brasiliense e, logo em seguida, com uma nova derrota para o Criciúma, selou o rebaixamento para a Série C.
O alento alvirrubro é que o Náutico ainda tem o seu destino nas mãos. Tem a possibilidade de escrever um futuro diferente do rival. O Santa Cruz ficou nos 42 pontos. O objetivo do Timbu é ir além disso, claro.
E o primeiro pensamento é fazer exatamente o que o Tricolor não conseguiu: parar o Brasiliense. E depois decidir a vida em casa, no sábado seguinte, diante do Vila Nova.
Por isso, o discurso nos Aflitos é de que um empate com o Brasiliense, neste sábado, não seria um mau resultado. Primeiramente, o Timbu evitaria que o adversário, que está dois pontos atrás, o ultrapassasse na tabela, levando a equipe alvirrubra à zona de rebaixamento. Em segundo lugar, saindo do Serejão com um ponto, com uma vitória sobre o Vila Nova o Náutico selaria matematicamente sua permanência na Série B.
Esta é a matemática do técnico Roberto Fernandes, calculada no contexto de um discurso otimista. "O paraíso para a gente seria a vitória em Brasília. Praticamente selaríamos a permanência. Mas não podemos esquecer que, se não perdermos do Brasiliense, voltamos de um confronto direto na frente do adversário e fora da zona de rebaixamento para decidir em casa contra o Vila", ressaltou.
Falando do Náutico? Também, afinal, esta é a situação de momento do Timbu. Contudo, o início desta matéria descreve exatamente a situação pela qual passava o Santa Cruz em 2007, ano de derrocada coral rumo à Terceirona.
Mesma rodada, mesmo número de pontos, mesmo adversário, mesmo placar. O próximo confronto também é igual e até a data do jogo seguinte é a mesma: 13 de novembro. Coincidências de arrepiar. E a torcida dos alvirrubros é que tudo pare por aqui. Porque, em 2007, o Santa Cruz levou de 3 x 0 do Brasiliense e, logo em seguida, com uma nova derrota para o Criciúma, selou o rebaixamento para a Série C.
O alento alvirrubro é que o Náutico ainda tem o seu destino nas mãos. Tem a possibilidade de escrever um futuro diferente do rival. O Santa Cruz ficou nos 42 pontos. O objetivo do Timbu é ir além disso, claro.
E o primeiro pensamento é fazer exatamente o que o Tricolor não conseguiu: parar o Brasiliense. E depois decidir a vida em casa, no sábado seguinte, diante do Vila Nova.
Por isso, o discurso nos Aflitos é de que um empate com o Brasiliense, neste sábado, não seria um mau resultado. Primeiramente, o Timbu evitaria que o adversário, que está dois pontos atrás, o ultrapassasse na tabela, levando a equipe alvirrubra à zona de rebaixamento. Em segundo lugar, saindo do Serejão com um ponto, com uma vitória sobre o Vila Nova o Náutico selaria matematicamente sua permanência na Série B.
Esta é a matemática do técnico Roberto Fernandes, calculada no contexto de um discurso otimista. "O paraíso para a gente seria a vitória em Brasília. Praticamente selaríamos a permanência. Mas não podemos esquecer que, se não perdermos do Brasiliense, voltamos de um confronto direto na frente do adversário e fora da zona de rebaixamento para decidir em casa contra o Vila", ressaltou.
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