
A festa do time do Uniceub com a taça de campeão da Liga Sul-Americana de 2010
Crédito: Alexandre Vidal
Equipe do DF conquista pela primeira vez o título do continente e festeja ano perfeito
O reencontro foi como o esperado e marcado pelo equilíbrio que tanto caracteriza a maior rivalidade do basquete nacional na atualidade. O Flamengo sonhava com o bicampeonato da Liga Sul-Americana e com a oportunidade de devolver ao Brasília a derrota que ficou atravessada na garganta na final do NBB.
O atual campeão brasileiro queria se impor e provar novamente o gostinho de um título, agora internacional. E conseguiu de novo. Não se importou se estava na casa do adversário ou diante de um time que sempre lhe deu muito trabalho.
Como resultado, teve nervos, paciência e fôlego para vencer e calar a torcida rubro-negra: 96 x 86, após 53 x 44 no primeiro tempo. Com este resultado, a equipe brasiliense comemora um ano perfeito, com as duas taças em sua galeria.
A próxima edição será disputada a partir de outubro do próximo ano, distribuida em três sedes na primeira fase: Quito, no Equador; Montevidéu, no Uruguai e Santiago, no Chile.
O Brasil terá três equipes, enquanto a Argentina e o Uruguai terão dois, respectivamente, enquanto Chile, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai, um. O hexagonal final será no período de 22 a 26 de novembro em local a ser definido. A novidade é que os times poderão ter até três estrangeiros inscritos. Antes, apenas dois eram permitidos.
Como foi
Em um duelo entre dois grandes clubes não havia espaços para falhas. Qualquer erro de passe tinha uma cesta como resposta. Foi assim também com as bolas de três. E foram elas que deram no primeiro quarto o respiro que cada time brasiliense precisava. Ora com Marcelinho e Teichmann, ora com Alex e Guilherme.
Mas o cestinha rubro-negro mostrava inspiração e já tinha 15 pontos no bolso. Duda, o outro Machado em ação, também tratou de mostrar quem era o dono da casa com um chute longo, quando o cronômetro zerava, que fez a vantagem crescer para nove pontos e o Uniceub franzir a testa: 33 x 24.
Panorama que mudaria completamente depois de uma falta técnica tomada por Marcelinho, logo no início do segundo período. Nezinho anotou oito pontos seguidos, seis deles de bolas de três, e conseguiu a virada (38 x 35).
A cabeça da equipe rubro-negra também virou. As reclamações com a arbitragem eram constantes e os erros vieram a galope. Do outro lado, a constância era de cestas, principalmente de Guilherme. Para complicar, Marcelinho ia para o banco carregado com três faltas.
A diferença tocou na casa dos 10 pontos, caiu para seis com a volta de Marcelinho, mas voltou a subir com mais um arremesso certeiro de Guilherme: 53 x 44.
Em menos de dois minutos, o silêncio tomou conta do banco do Uniceub. A pressão rubro-negra vinha da arquibancada, vinha dentro de quadra. A marcação passou a ser mais agressiva. Duas roubadas de bola seguidas provocaram o empate: 56 x 56. A virada foi uma questão de tempo (60 x 56).
O clima ficava ainda mais quente. Alex cometeu a quarta falta e foi para o banco. Marcelinho teve de fazer o mesmo. E viu de lá Cipriano e Nezinho frearem a reação (64 x 61). O Flamengo tinha dificuldades de entrar no garrafão do rival e insistia nas bolas de três (até aquele momento tinha acertado cinco em 19 tentativas). E elas davam em aro. No último segundo do terceiro quarto, Wagner pôs o time rubro-negro novamente no jogo: 73 x 71.
O empate veio logo em seguida. Só que a precipitação ofensiva custou caro mais uma vez. O representante brasiliense trabalhava melhor a bola e fazia 81 x 75. Era hora de Marcelinho voltar. E Alex também.
Fred fez três faltas seguidas, foi eliminado e mostrou irritação. O Flamengo perdia o seu armador. Lutava, mas as escolhas não eram as melhores. As do Brasília, sim. O prêmio foi a taça inédita para a galeria.
O atual campeão brasileiro queria se impor e provar novamente o gostinho de um título, agora internacional. E conseguiu de novo. Não se importou se estava na casa do adversário ou diante de um time que sempre lhe deu muito trabalho.
Como resultado, teve nervos, paciência e fôlego para vencer e calar a torcida rubro-negra: 96 x 86, após 53 x 44 no primeiro tempo. Com este resultado, a equipe brasiliense comemora um ano perfeito, com as duas taças em sua galeria.
A próxima edição será disputada a partir de outubro do próximo ano, distribuida em três sedes na primeira fase: Quito, no Equador; Montevidéu, no Uruguai e Santiago, no Chile.
O Brasil terá três equipes, enquanto a Argentina e o Uruguai terão dois, respectivamente, enquanto Chile, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai, um. O hexagonal final será no período de 22 a 26 de novembro em local a ser definido. A novidade é que os times poderão ter até três estrangeiros inscritos. Antes, apenas dois eram permitidos.
Como foi
Em um duelo entre dois grandes clubes não havia espaços para falhas. Qualquer erro de passe tinha uma cesta como resposta. Foi assim também com as bolas de três. E foram elas que deram no primeiro quarto o respiro que cada time brasiliense precisava. Ora com Marcelinho e Teichmann, ora com Alex e Guilherme.
Mas o cestinha rubro-negro mostrava inspiração e já tinha 15 pontos no bolso. Duda, o outro Machado em ação, também tratou de mostrar quem era o dono da casa com um chute longo, quando o cronômetro zerava, que fez a vantagem crescer para nove pontos e o Uniceub franzir a testa: 33 x 24.
Panorama que mudaria completamente depois de uma falta técnica tomada por Marcelinho, logo no início do segundo período. Nezinho anotou oito pontos seguidos, seis deles de bolas de três, e conseguiu a virada (38 x 35).
A cabeça da equipe rubro-negra também virou. As reclamações com a arbitragem eram constantes e os erros vieram a galope. Do outro lado, a constância era de cestas, principalmente de Guilherme. Para complicar, Marcelinho ia para o banco carregado com três faltas.
A diferença tocou na casa dos 10 pontos, caiu para seis com a volta de Marcelinho, mas voltou a subir com mais um arremesso certeiro de Guilherme: 53 x 44.
Em menos de dois minutos, o silêncio tomou conta do banco do Uniceub. A pressão rubro-negra vinha da arquibancada, vinha dentro de quadra. A marcação passou a ser mais agressiva. Duas roubadas de bola seguidas provocaram o empate: 56 x 56. A virada foi uma questão de tempo (60 x 56).
O clima ficava ainda mais quente. Alex cometeu a quarta falta e foi para o banco. Marcelinho teve de fazer o mesmo. E viu de lá Cipriano e Nezinho frearem a reação (64 x 61). O Flamengo tinha dificuldades de entrar no garrafão do rival e insistia nas bolas de três (até aquele momento tinha acertado cinco em 19 tentativas). E elas davam em aro. No último segundo do terceiro quarto, Wagner pôs o time rubro-negro novamente no jogo: 73 x 71.
O empate veio logo em seguida. Só que a precipitação ofensiva custou caro mais uma vez. O representante brasiliense trabalhava melhor a bola e fazia 81 x 75. Era hora de Marcelinho voltar. E Alex também.
Fred fez três faltas seguidas, foi eliminado e mostrou irritação. O Flamengo perdia o seu armador. Lutava, mas as escolhas não eram as melhores. As do Brasília, sim. O prêmio foi a taça inédita para a galeria.
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