Time amarelo vira para cima do Bahia, mas continua na zona de degolaCrédito: Cláudio Bispo/Brasiliensefc.com.br
Não resta a menor dúvida que o time orientado por Andrade mostrou, esta tarde no Serejão, mostrou poder de reação jamais visto na Série B, na sua luta desesperada para continuar na chamada segunda divisão do futebol nacional.
Outro bom motivo para que o grupo de jogadores se desdobrasse em campo é o desejo cada mais maior de evitar, em consequência, a Série C.
Para os menos informados, um detalhe chama a atenção na vitória por 3 x 2 diante do tricolor da Boa Terra. Foi a terceira vitória consecutiva.
Anteriormente, o time vencera o Icasa, lá mesmo no Serejão. Em seguida somou mais três pontos, desta vez fora de seus domínios e esta tarde passou também pelo Bahia.
Mais de nove mil torcedores compareceram ao estádio, boa parte deles com a camisa do time visitante. A partida foi válida pela 34ª rodada.
Apesar do triunfo, o Jacaré permanece na zona do rebaixamento, agora com 40 pontos, porque o Náutico bateu o Icasa por 1 x 0, nos Aflitos, mas está a apenas um ponto abaixo desses dois concorrentes a quatro jogos do fim da segundona.
Na próxima terça-feira, o Brasiliense volta a tentar sair do grupo de risco, mas precisa vencer a Portuguesa, no Canindé, e torcer por tropeços do Náutico ou do Icasa diante de Ponte Preta e Bragantino, respectivamente, ambos em casa.
Com uma dupla de ataque de alta velocidade, o Bahia demorou 17 minutos para superar a zaga do Jacaré. Em passe do centroavante Adriano, Everton desviou fraco, mas no contrapé do goleiro Eduardo: Bahia 1 x 0.
O time de Taguatinga levou apenas dois minutos para empatar. Aos 19, o lateral-esquerdo Dieguinho cruzou na área. O centroavante Aloísio matou no peito e ajeitou para o meia Adriano Felício acertar uma bomba. A bola ainda tocou no travessão antes de entrar.
O Bahia se aproveitou de outro vacilo amarelo para desempatar. Aos 27, o Brasiliense deixou o rápido e eficiente meia Morais, ex-Vasco e Corinthians, bater rapidamente uma falta na intermediária com precisão nas costas do zagueiro Santiago. O beque não chegou e Adriano aplicou um chapéu em Eduardo antes de ser derrubado na área.
Pênalti claro, bem marcado pelo árbitro Márvio Chagas da Silva (RS), mas o Brasiliense ainda saiu no lucro pois o goleiro levou apenas o cartão amarelo.
Adriano escorregou na cobrança, mas acertou o canto esquerdo. Ainda levou a advertência por comemorar com a torcida baiana na Arena Sul do estádio.
No segundo tempo, o Brasiliense teve fôlego para a virada fulminante. Logo aos quatro, o lateral-direito Ruy lançou o volante Ferrugem que cruzou para o atacante Djavan se atirar livre, mas cabecear para fora.
O camisa 11, entretanto, não desperdiçou a segunda chance de empatar. Aos 17, Ruy roubou a bola de Morais, arrancou e lançou Djavan, que cortou o goleiro do Bahia e carimbou o ângulo esquerdo: 2 x 2.
Com o novo empate, a torcida do Jacaré se empolgou e passou a empurrar o time. Dentro de campo, a virada veio aos 32. O volante Danilo Portugal fez belo lançamento para Ruy, que driblou Fernando e deixou Ferrugem sozinho para balançar as redes.
O Bahia ficou desesperado a ponto do goleiro subir na área, aos 45, na tentativa de cabecear uma bola na cobrança de escanteio.
Ficha técnica
3 Brasiliense (4-4-2)
Eduardo; Ruy, Fábio Braz, Santiago e Dieguinho (Willian); Deda (Dezinho), Thiaguinho, Ferrugem e Adriano Felício (Danilo Portugal); Djavan e Aloísio
Técnico: Andrade
2 Bahia (4-4-2)
Fernando; Arilton (Felipe), Luizão, Nen e Ávine; Fábio Bahia, Marcone, Hélder (Rodrigo Grahl) e Morais (Ananias); Everton e Adriano
Técnico: Márcio Araújo
Gols: Everton, aos 17, Adriano Felício, aos 19, e Adriano (pênalti), aos 29 minutos do primeiro tempo; Djavan, aos 17, e Ferrugem, aos 32 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Eduardo, Santiago, Dieguinho, Thiaguinho, Ferrugem, Aloísio (Brasiliense) e Everton, Hélder e Adriano (Bahia)
Renda: R$ 28.453
Público: 9.064 pagantes
Outro bom motivo para que o grupo de jogadores se desdobrasse em campo é o desejo cada mais maior de evitar, em consequência, a Série C.
Para os menos informados, um detalhe chama a atenção na vitória por 3 x 2 diante do tricolor da Boa Terra. Foi a terceira vitória consecutiva.
Anteriormente, o time vencera o Icasa, lá mesmo no Serejão. Em seguida somou mais três pontos, desta vez fora de seus domínios e esta tarde passou também pelo Bahia.
Mais de nove mil torcedores compareceram ao estádio, boa parte deles com a camisa do time visitante. A partida foi válida pela 34ª rodada.
Apesar do triunfo, o Jacaré permanece na zona do rebaixamento, agora com 40 pontos, porque o Náutico bateu o Icasa por 1 x 0, nos Aflitos, mas está a apenas um ponto abaixo desses dois concorrentes a quatro jogos do fim da segundona.
Na próxima terça-feira, o Brasiliense volta a tentar sair do grupo de risco, mas precisa vencer a Portuguesa, no Canindé, e torcer por tropeços do Náutico ou do Icasa diante de Ponte Preta e Bragantino, respectivamente, ambos em casa.
Com uma dupla de ataque de alta velocidade, o Bahia demorou 17 minutos para superar a zaga do Jacaré. Em passe do centroavante Adriano, Everton desviou fraco, mas no contrapé do goleiro Eduardo: Bahia 1 x 0.
O time de Taguatinga levou apenas dois minutos para empatar. Aos 19, o lateral-esquerdo Dieguinho cruzou na área. O centroavante Aloísio matou no peito e ajeitou para o meia Adriano Felício acertar uma bomba. A bola ainda tocou no travessão antes de entrar.
O Bahia se aproveitou de outro vacilo amarelo para desempatar. Aos 27, o Brasiliense deixou o rápido e eficiente meia Morais, ex-Vasco e Corinthians, bater rapidamente uma falta na intermediária com precisão nas costas do zagueiro Santiago. O beque não chegou e Adriano aplicou um chapéu em Eduardo antes de ser derrubado na área.
Pênalti claro, bem marcado pelo árbitro Márvio Chagas da Silva (RS), mas o Brasiliense ainda saiu no lucro pois o goleiro levou apenas o cartão amarelo.
Adriano escorregou na cobrança, mas acertou o canto esquerdo. Ainda levou a advertência por comemorar com a torcida baiana na Arena Sul do estádio.
No segundo tempo, o Brasiliense teve fôlego para a virada fulminante. Logo aos quatro, o lateral-direito Ruy lançou o volante Ferrugem que cruzou para o atacante Djavan se atirar livre, mas cabecear para fora.
O camisa 11, entretanto, não desperdiçou a segunda chance de empatar. Aos 17, Ruy roubou a bola de Morais, arrancou e lançou Djavan, que cortou o goleiro do Bahia e carimbou o ângulo esquerdo: 2 x 2.
Com o novo empate, a torcida do Jacaré se empolgou e passou a empurrar o time. Dentro de campo, a virada veio aos 32. O volante Danilo Portugal fez belo lançamento para Ruy, que driblou Fernando e deixou Ferrugem sozinho para balançar as redes.
O Bahia ficou desesperado a ponto do goleiro subir na área, aos 45, na tentativa de cabecear uma bola na cobrança de escanteio.
Ficha técnica
3 Brasiliense (4-4-2)
Eduardo; Ruy, Fábio Braz, Santiago e Dieguinho (Willian); Deda (Dezinho), Thiaguinho, Ferrugem e Adriano Felício (Danilo Portugal); Djavan e Aloísio
Técnico: Andrade
2 Bahia (4-4-2)
Fernando; Arilton (Felipe), Luizão, Nen e Ávine; Fábio Bahia, Marcone, Hélder (Rodrigo Grahl) e Morais (Ananias); Everton e Adriano
Técnico: Márcio Araújo
Gols: Everton, aos 17, Adriano Felício, aos 19, e Adriano (pênalti), aos 29 minutos do primeiro tempo; Djavan, aos 17, e Ferrugem, aos 32 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Eduardo, Santiago, Dieguinho, Thiaguinho, Ferrugem, Aloísio (Brasiliense) e Everton, Hélder e Adriano (Bahia)
Renda: R$ 28.453
Público: 9.064 pagantes
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