O goleiro Eduardo conta com a força das arquibancadas na luta do Brasiliense para fugir do rebaixamento no duelo deste sábado, contra a Ponte Preta, na Boca do Jacaré, pela 37ª e penúltima rodada da Série B.
Na 18ª posição, com 40 pontos, o time de Taguatinga tem mais o jogo contra o América-RN, em Natal, no dia 27 de novembro, para tirar uma diferença de três pontos.
"A gente precisa do apoio do torcedor. É importante não vaiar nem pegar no pé de nenhum jogador porque isso tira a confiança", acredita o camisa 1.
Apesar da preocupação com os protestos, como os que aconteceram no segundo tempo da derrota para o Náutico, no sábado passado, com vaias para Ruy e gritos de burro contra o técnico Andrade, Eduardo elogia o comportamento da torcida amarela no geral.
"A gente sabe que se o time estiver jogando mal os torcedores vão cobrar. Mas não é só no Brasiliense que é assim, em todos os outros times também", explicou.
O camisa 1 aposta que o Brasiliense tem que atropelar a Ponte Preta, sem se preocupar com um eventual desinteresse do adversário, em 13º lugar, com 47 pontos, sem chances de subir nem riscos de cair.
"A gente tem que impor o nosso ritmo, de quem precisa vencer. Independentemente de quem vier para jogar", afirma Eduardo.
Sobre o gol sofrido contra o Náutico, em que saiu da meta para fechar o ângulo no cara-a-cara com Flávio e depois acabou surpreendido com um chute entre ele e a trave, Eduardo nega ter falhado no lance e prefere dar os méritos para o adversário.
"Em um primeiro momento, eu sai e evitei de ele tentar cavar o pênalti. E logo depois ele foi muito feliz. Não olhou para o gol e fingiu que ia cruzar. Foi muita felicidade dele", argumenta.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
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