Quando treinava o Ceilândia, no Metrpolitano deste ano, Adelson de Almeida foi protagonista de cenas deploráveis, como a que vemos no CaveUma pergunta que não quer calar, e antecipadamente até já sei a resposta: técnico ganha jogo? Por acaso é ele que corre, que marca, dribla, chuta em gol e corre em direção à torcida para comemorar os gols?
A saída de Davino é um claro sinal, a meu ver, que não existem mais esperanças de o time sequer alcançar uma classificação mais honrosa neste Brasileiro da Série B.
A luta, é um diagnóstico meu, desde o encerramento do Mundial, é para não ficar entre os quatro últimos da competição e disputar a Série C do próximo ano.
Só quero saber o seguinte: o que Adelson de Almeida vai acrescentar a este time? Será que ele vai ter peito de exigir de determinados medalhões do time que eles se doem ainda mais?
Não tenho nada contra o profissional Adelson de Almeida. Pelo contrário. Ele é esforçado, está crescendo na carreira – vide o título estadual deste ano à frente do Ceilândia -, mas conseguir tirar o Jacaré do buraco em que se encontra, aí já são outros quinhentos.
Torço que esta nova aposta do todo-poderoso Luiz Estevão dê certo; que o Brasiliense consiga dar um salto de qualidade e saia dessa temerosa zona de rebaixamento.
Porém, nunca é demais lembrar que, apesar dos treinadores que por aqui passaram, com o currículo de cada um deles, os “medalhões” contratados a peso de ouro não corresponderam às expectativas.
Boa sorte Adelson e que você passe incólume pelas duas pedreiras que se avizinham: Curitiba e Figueirense.
A saída de Davino é um claro sinal, a meu ver, que não existem mais esperanças de o time sequer alcançar uma classificação mais honrosa neste Brasileiro da Série B.
A luta, é um diagnóstico meu, desde o encerramento do Mundial, é para não ficar entre os quatro últimos da competição e disputar a Série C do próximo ano.
Só quero saber o seguinte: o que Adelson de Almeida vai acrescentar a este time? Será que ele vai ter peito de exigir de determinados medalhões do time que eles se doem ainda mais?
Não tenho nada contra o profissional Adelson de Almeida. Pelo contrário. Ele é esforçado, está crescendo na carreira – vide o título estadual deste ano à frente do Ceilândia -, mas conseguir tirar o Jacaré do buraco em que se encontra, aí já são outros quinhentos.
Torço que esta nova aposta do todo-poderoso Luiz Estevão dê certo; que o Brasiliense consiga dar um salto de qualidade e saia dessa temerosa zona de rebaixamento.
Porém, nunca é demais lembrar que, apesar dos treinadores que por aqui passaram, com o currículo de cada um deles, os “medalhões” contratados a peso de ouro não corresponderam às expectativas.
Boa sorte Adelson e que você passe incólume pelas duas pedreiras que se avizinham: Curitiba e Figueirense.
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