Gueldini não conseguiu sucesso na sua nova passagem pelo Jacaré. Jogadores não corresponderam à expectativaCrédito: AdalbertoMarques.com
Este era um final de filme mais ou menos esperado, ou seja, a saída de Reinaldo Gueldini, apesar de faltarem apenas duas rodadas para terminar a participação do Brasiliense na Série B deste ano e a volta (mais uma vez) do mineiro Mauro Fernandes, que estava sem clube, desde que foi demitido do Atlético-GO.
Não tem profissional que suporte a mais uma goleada na competição. Aquela sofrida para o Atlético-GO até se aceita, por considerar-se que foi um acidente de percurso, mas levar seis gols dos juniores do ABC, já rebaixado para a Série C do próximo ano, foi muito forte para o coração de Gueldini.
Se ele fosse convencido do contrário, isto é, se permanecesse até o último jogo, certamente não teria como encarar o grupo de jogadores que lá permanecem, ou, em outras palavras, o seu comando estaria frágil, por causa dos maus resultados e, principalmente pelo fato de o time se encontrar na zona de rebaixamento.
Em outras palavras, o melhor mesmo para o Brasiliense é Gueldini ter pedido o boné, como pediu e foi aceito, até como uma forma para que os jogadores encontrem um pingo de motivação para encarar o Bragantino, no interior paulista e o Vila Nova, na Boca do Jacaré, que serão os últimos jogos desta Série B.
Em 17 jogos que o “professor” Gueldini esteve no comando do time amarelo, teve um aproveitamento de 29,4%, com quatro vitórias, três empates e oito derrotas. Muito pouco, podem dizer os críticos, mas foi o máximo que ele conseguiu realizar.
A culpa é de Gueldini? Acredito que não. Com o máximo de sua experiência, ele fez o possível para ensinar os jogadores o caminho das pedras. Não foi possível. Os profissionais foram desobedientes e por isso estão jogando o bom nome do clube na lata do lixo.
Voltaremos a este assunto na primeira oportunidade. Aguardem.
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