Jóbson prestou depoimento ao STJD e revelou ser usuário de crackCrédito: Patrícia Esteves/Justiça Desportiva
Clube foi eliminado pelo Juventude e o jogador punido por uso de crac
Duas notícias, digamos, não muito boas e que atingem diretamente o futebol do Distrito Federal.
No começo da noite os garotos do CFZ foram eliminados da Copinha. Eles empataram por 1 x 1 no tempo normal com o Juventude (RS) e foram derrotados nos pênaltis por 2 x 1.
A outra péssima notícia é que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acaba de suspender o jovem Jóbson, do Brasiliense, por dois anos.
Dois dos auditores foram favoráveis a que o atacante, que disputou o último Brasileiro pelo Botafogo, ficasse longe do futebol por 12 meses e outros dois defenderam a pena de dois anos.
No desempate ficou decidido que a suspensão será de dois anos, por uso de crack. Jóbson revelou, lá mesmo no tribunal, que usou a droga desde 2008, quando ainda estava despontando no Jacaré.
Agora, uma pergunta que não quer calar: como o presidente do Brasiliense, Luiz Estevão, vai resolver essa parada? O jogador tem seus direitos federativos presos ao clube e como será feito para que ele faça jus aos salários?
Apesar do dirigente dizer abertamente que gosta muito do seu jogador, as perguntas têm que ser feita em termos de futuro. Suspenso por dois anos, o jogador terá seu contrato rescindido? O clube disponibilizará um psicólogo para acompanhá-lo?
Jóbson poderá exercer outra função no clube para justificar seus salários até o fim do contrato? Luiz Estevão esteve no STJD, fez a defesa oral do seu profissional, mas não conseguiu convencer os membros de que ele merecia uma pena menor.
Uma pena!
No começo da noite os garotos do CFZ foram eliminados da Copinha. Eles empataram por 1 x 1 no tempo normal com o Juventude (RS) e foram derrotados nos pênaltis por 2 x 1.
A outra péssima notícia é que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acaba de suspender o jovem Jóbson, do Brasiliense, por dois anos.
Dois dos auditores foram favoráveis a que o atacante, que disputou o último Brasileiro pelo Botafogo, ficasse longe do futebol por 12 meses e outros dois defenderam a pena de dois anos.
No desempate ficou decidido que a suspensão será de dois anos, por uso de crack. Jóbson revelou, lá mesmo no tribunal, que usou a droga desde 2008, quando ainda estava despontando no Jacaré.
Agora, uma pergunta que não quer calar: como o presidente do Brasiliense, Luiz Estevão, vai resolver essa parada? O jogador tem seus direitos federativos presos ao clube e como será feito para que ele faça jus aos salários?
Apesar do dirigente dizer abertamente que gosta muito do seu jogador, as perguntas têm que ser feita em termos de futuro. Suspenso por dois anos, o jogador terá seu contrato rescindido? O clube disponibilizará um psicólogo para acompanhá-lo?
Jóbson poderá exercer outra função no clube para justificar seus salários até o fim do contrato? Luiz Estevão esteve no STJD, fez a defesa oral do seu profissional, mas não conseguiu convencer os membros de que ele merecia uma pena menor.
Uma pena!
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