quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Clássico que vale a ponta

Alex e Marcelinho, os dois melhores jogadores de Uniceub e Flamengo respectivamente, estarão frente a frente novamente em Brasília. O vencedor fica com a liderança

Finalistas das duas primeiras edições do Novo Basquete Brasil (NBB) e também da última Liga Sul-Americana. Nos últimos anos, o duelo entre o hoje Uniceub, antigo Universo, e Flamengo, se transformou na maior rivalidade do basquete brasileiro.

Esta noite, com início previsto para às 19h30, brasilienses e cariocas entram novamente em quadra para medir forças e disputar a liderança do torneio. "Jogo de cachorro grande", como se diz no jorgão do esporte, o local do confronto será o Ginásio Nilson Nelson e será válido pela 13ª rodada do primeiro turno.

Em duas temporadas de NBB, essas equipes já se enfrentaram 14 vezes, com os brasilienses levando a melhor. Foram oito vitórias para o time do DF contra seis do rubro-negro. Em finais, o Flamengo ganhou o NBB 2008/2009, e o Brasília venceu em 2009/2010, além da Liga Sul-Americana no fim de 2010.

Não bastasse toda a rivalidade entre as duas equipes, a partida desta noite ainda vale a liderança do torneio. O Flamengo é o primeiro colocado, com 14 vitórias em 18 jogos e 77,78% de aproveitamento. Com um jogo a menos, o Brasília aparece na segunda posição, com 13 vitórias em 17 jogos e 76,47% de aproveitamento.

Alex, ala do Uniceub, comentou sobre o clássico desta noite: “A rivalidade é claro que tem, pelos anos seguidos fazendo finais. Mas é gostoso, é algo sadio para o esporte. Será um jogo importante, temos a responsabilidade de vencer por jogarmos em casa, mas como é um clássico, tudo pode acontecer, é imprevisível”.

Do outro lado, o astro do Flamengo, disse: “Flamengo e Brasília criaram uma enorme rivalidade nos últimos anos e isso faz deste jogo, sem dúvidas, o maior clássico do basquete brasileiro na atualidade. E, como em todas as partidas que fizemos até hoje, este vai ser um jogo muito duro, nervoso, decidido nos detalhes. Quem errar menos, vence, como sempre tem sido. Qualquer bobeada pode ser fatal”, acredita.

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