O técnico do Gato, Adelson de Almeida, tem motivos de sobra para demonstrar toda a sua preocupação. O time está em queda livre. A goleada de ontem foi vergonhosaCrédito: Ueslei Marcelino
"Foi inexplicável. Não sei o que aconteceu. É difícil. Desde a goleada (4 x 2) sofrida diante do CFZ, o time perdeu o equilíbrio. Não sei mais o que fazer".
Essa frase dita ontem pelo técnico Adelson de Almeida, depois de ver seu time, o Ceilândia, ser humilhado pelo Caxias, em pleno estádio Abadião, por 5 x 0. Isto em apenas 45 minutos, na abertura dos trabalhos da Copa do Brasil deste ano. A consequência? O Gato já está eliminado da competição com apenas um jogo disputado.
Se Adelson não sabe o que aconteceu, que foi algo inexplicável, justamente para ele que é o técnico, quanto mais nós, pobres jornalistas, que não temos acesso à determinadas informações de bastidores.
Ainda atordoado com tamanha humilhação, ele garantiu: "Mesmo assim, não vou pedir demissão. Seria uma covardia. Mas terei uma conversa com a diretoria e meu cargo está à disposição deles".
Não acredito que esta seja a solução para os problemas do time. Jogadores e comissão técnica têm, isto sim, é que juntar os cacos, lavar a roupa suja, se é que existe essa necessidade e partir para a reação.
O experiente goleador do time, Dimba, era outro que estava abalado depois do jogo. Contudo, ninguém conseguiu arrancar dele uma palavra para explicar o inexplicável. "O Ari (presidente) me proibiu de dar entrevista", alegou o centroavante.
Igualmente aborrecido, e não era para menos, Aridelson de Almeida, que também é o administrador da Ceilândia, foi curto e grosso com quem lhe procurou para falar sobre a goleada: "Não quero dar entrevista. É melhor não falar nada do que falar besteira", avisou.
Mas teve jogador, estreante, por sinal, que deu a sua opinião. Trata-se do experiente Jorginho Paulista. "Os gols que sofremos foram ridículos. A gente fez um primeiro tempo para ser esquecido. Temos que levantar a cabeça e nos recuperar rápido. Pois no fim de semana, precisamos vencer o Brasília para ficarmos entre os quatro primeiros do Candangão", sentenciou.
Essa frase dita ontem pelo técnico Adelson de Almeida, depois de ver seu time, o Ceilândia, ser humilhado pelo Caxias, em pleno estádio Abadião, por 5 x 0. Isto em apenas 45 minutos, na abertura dos trabalhos da Copa do Brasil deste ano. A consequência? O Gato já está eliminado da competição com apenas um jogo disputado.
Se Adelson não sabe o que aconteceu, que foi algo inexplicável, justamente para ele que é o técnico, quanto mais nós, pobres jornalistas, que não temos acesso à determinadas informações de bastidores.
Ainda atordoado com tamanha humilhação, ele garantiu: "Mesmo assim, não vou pedir demissão. Seria uma covardia. Mas terei uma conversa com a diretoria e meu cargo está à disposição deles".
Não acredito que esta seja a solução para os problemas do time. Jogadores e comissão técnica têm, isto sim, é que juntar os cacos, lavar a roupa suja, se é que existe essa necessidade e partir para a reação.
O experiente goleador do time, Dimba, era outro que estava abalado depois do jogo. Contudo, ninguém conseguiu arrancar dele uma palavra para explicar o inexplicável. "O Ari (presidente) me proibiu de dar entrevista", alegou o centroavante.
Igualmente aborrecido, e não era para menos, Aridelson de Almeida, que também é o administrador da Ceilândia, foi curto e grosso com quem lhe procurou para falar sobre a goleada: "Não quero dar entrevista. É melhor não falar nada do que falar besteira", avisou.
Mas teve jogador, estreante, por sinal, que deu a sua opinião. Trata-se do experiente Jorginho Paulista. "Os gols que sofremos foram ridículos. A gente fez um primeiro tempo para ser esquecido. Temos que levantar a cabeça e nos recuperar rápido. Pois no fim de semana, precisamos vencer o Brasília para ficarmos entre os quatro primeiros do Candangão", sentenciou.
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