

Crédito: Francisco StuckertA chamada “partida decisiva” de sábado passado, no Abadião, ainda está dando o que falar. Em campo estavam dois times “tradicionais” do nosso futebol com os mesmos objetivos: passar para o G4 do Metropolitano.
O Gato, como o Ceilândia é carinhosamente conhecido por seus torcedores, dependia de dois itens importantes contra o Periquito para se credenciar a estar entre os quatro clubes que disputarão, a partir do próximo fim de semana, o “quadrangular” do nosso campeonato.
Os comandados de Marquinhos Bahia até que fizeram a sua parte. Venceram o visitante por 2 x 0. Contudo, o número de gols, o outro ítem, foi insuficiente para levá-lo ao G4. Precisavam golear por cinco gols de diferença. Infelizmente, não foi o que aconteceu.
Campanha por campanha os dois oponentes encerraram as suas respectivas participações no turno de classificação, praticamente iguais.
Ambos somaram 21 pontos em 14 jogos. Ganharam cinco partidas, empataram seis e perderam três vezes.
A vantagem do Gama se refere ao número de gols marcados e sofridos. Enquanto seu ataque fez 22 a sua defesa tomou 15, o que lhe confere um crédito de sete gols.
Já os atacantes do Gato marcaram 19 gols, mas o sistema defensivo sofreu 16 – saldo de apenas três.
O Gama terminou esta fase na quarta colocação, enquanto o Ceilândia, com o mesmo número de pontos, ficou com o quinto lugar.
Sem jogos oficiais até o fim da temporada, os profissionais do alvinegro da Ceilândia estão desempregados. Os do Gama, ao contrário, além das partidas pelo quadrangular, ainda disputarão a Série D no segundo semestre.
Para uns a alegria de integrar a elite do futebol candango, para outros, a parada obrigatória. É a roda viva do futebol tupininquim.
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