sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Um Vagner Marques diferente

Vestindo roupa social, aparentando estar mais magro, com os cabelos grisalhos e, acompanhado de seu amigo de longas datas, o Gatti, membro da diretoria do Gama, encontrei-me no último sábado com o presidente de honra do Periquito, o ainda todo poderoso Vagner Marques.

O local foi o mais inusitado possível, o metrô. Descemos juntos na estação próxima do estádio Abadião, na Ceilândia. Caminhamos alguns metros e nos acomodamos em uma das poucas e pequenas cabines do estádio. Um calor insuportável. Para amenizar a situação, várias garrafas de água mineral, que ninguém é de ferro.

Ele, Vagner Marques, queria ver em ação o tricolor da Ceilândia, ou, mais precisamente, o comportamento dos jogadores do Gama cedidos para disputarem a Segundona do DF. Dos 11 que iniciaram o duelo contra o Botafogo, seis eram do clube alviverde.

Vagner fez comentários sobre esta e aquela determinada jogada, xingou a arbitragem de José Caldas, que para ele é muito fraco, elogiou, criticou e deu pistas sobre com quais jogadores pretende ver no Gama na próxima temporada. Deixou o estádio satisfeito com o triunfo do “seu” time e voltou para a Asa Sul novamente de metrô.

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