Crédito: Assessoria de Imprensa/Universo
Vice-campeão brasileiro mantém a base e se reforça com Giovannoni e Nezinho
Finalista do primeiro Novo Basquete Brasil, o técnico Lula Ferreira ganhou para a segunda edição do torneio aquela dor de cabeça que todo técnico gosta de ter: muito talento para pouco lugar na quadra.
Com o prestígio de quem esteve nas três últimas decisões do Campeonato Nacional, o Brasília não só manteve sua base do último ano como ainda adicionou dois nomes de peso ao elenco: Guilherme Giovannoni e Nezinho. Com tantos astros, o objetivo não poderia ser outro:
“Uma diretoria que investe pesado, montando uma equipe desse porte, não pode pensar em outra coisa que não seja o título. Demos um passo adiante. É claro que ainda temos uma margem de crescimento. Guilherme e Alex, por exemplo, não estiveram na excursão à China, onde fizemos oito jogos. Então a preparação de fato começou há pouco tempo”, afirma Lula Ferreira.
Após a viagem à China, o primeiro teste do novo Brasília foi na Liga Sul-Americana. O time foi eliminado na primeira fase, mas já viu uma grande atuação de Guilherme, que anotou 37 pontos na vitória sobre o Universidad Concepción.
Campeão da Copa América com a Seleção Brasileira, o ala volta ao país após sete temporadas na Europa.
“O Guilherme é um jogador bem rodado, que fez sua carreira fora do Brasil. Mesmo não tendo treinado muito com a equipe, individualmente ele se acerta rápido. Na seleção, eu já o conheço há muito tempo, foi meu jogador desde o juvenil”, lembra Lula, que pretende usar o ala na posição 4, se revezando com Márcio Cipriano.
A ideia é liberar espaço longe da cesta, onde o Brasília guarda seu ponto forte. Para municiar finalizadores como Alex e Arthur, o técnico conta agora com dois armadores natos, Valtinho e Nezinho.
Lula garante que o episódio com Nezinho no Pré-Olímpico de 2007 já está mais do que superado. Na ocasião, o armador se recusou a voltar à quadra na partida contra o Uruguai.
“Ele cometeu um grande erro, mas foi no meu quarto pedir desculpas. Como isso não foi falado publicamente, as pessoas acham que nós temos problemas um com o outro. Ele sabe que eu não gostei, mas todo mundo erra, e ele reconheceu o erro”, explicou o técnico.
O Universo estreia no NBB no dia 1º de novembro, às 10h, fora de casa, contra o Pinheiros. O jogo marca o reencontro da equipe da capital federal com o ala Diego, que deixou o time para jogar no clube de São Paulo. Na segunda rodada, no dia 2 (segunda-feira), o rival será o Paulistano. O primeiro jogo em casa será no dia 15, contra um velho conhecido: o time de Franca.
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