Crédito: Francisco Stuckert
O Brasiliense voltou ao banco dos réus, nesta segunda-feira, por conta da denúncia formulada pelo Vasco de superlotação do Serejão, quando o clube carioca esteve em Brasília, no último dia 25 de agosto. Na oportunidade, o Vasco venceu o jacaré por 1 x 0.
O advogado do Brasiliense, Carlos Portinho, afirmou que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) havia recebido laudo técnico que dava condições de jogo no estádio Serejão.
Argumentou também, que o prazo para a instalação de processo no STJD é de, no máximo, 30 dias e que o Vasco não respeitou este prazo, fazendo somente agora a denúncia.
Portinho questionou o tribunal no caso de um laudo de liberação virar um laudo de interdição, de um dia para o outro. Informou que o Brasiliense sempre se preocupa em proceder com o que a lei diz.
"Tínhamos vários problemas de invasão de campo e, agora, não temos mais, pois fizemos obras para que isso não ocorra", afirmou no tribunal. Disse também que o estádio poderia receber até 25 mil pessoas. E pediu que, para que não prejudicasse o time, o clube fosse absolvido.
O relator do processo, Henrique Domenici entendeu que, nesse caso, "foram elucidadas todas as irregularidades" e votou pela absolvição do Brasiliense. Todos os outros auditores acompanharam o jurista e absolveram o clube candango.
Por Rener Lopes

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