Série B do DF foi o primeiro título conquistado pelo técnico do Ceilandense
De volta ao batente, após uma semana de “molho”, desejo parabenizar um personagem importante na decisão da Segundona do DF, esta tarde, no Cave, na partida entre Botafogo-DF e Ceilandense: o aprendiz de técnico e ex-jogador Gérson Vieira.
Conheço o Gérson de outros carnavais. Desde quando ele surgiu nas categorias de base do Gama. Digamos que ele entrou numa fogueira ao aceitar dirigir o time da Ceilândia na Série B do futebol local.
Sem nenhuma experiência fora das quatro linhas em competições oficiais, isto é, na função de técnico – ele apenas dirigiu os aspirantes do Periquito – o “capita” quase que se dava mal neste início de carreira.
É que nos dois primeiros jogos do seu time na competição, dos seis pontos que estiveram em jogo, ele conseguiu apenas um. Começou perdendo para o Santa Maria por 3 x 0, empatou depois com o Unai por 0 x 0 e na terceira rodada seu time folgou.
Desde seus tempos de jogador que Gérson, agora Vieira, demonstrou uma garra impressionante. Sempre ficava de cara feia quando o Gama ou qualquer dos times que ele defendeu, saiu de campo derrotado.
Por ter sido boleiro, ele sabe como motivar seus jogadores, cobrar mais atenção, ditar os caminhos táticos, o momento de fazer uma substituição e daí em diante. Não resta a menor dúvida que Gérson Vieira começou com o pé direito a sua caminhada no mundo do futebol, agora fora das quatro linhas.
Parabéns, velho capita, você merece. Vá em frente.
sábado, 17 de outubro de 2009
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