
Dimba demonstra, nessas fotos, estar totalmente descontrolado. Os profissionais da mídia foram seu alvo depois que o goleiro defendeu o pênaltiCrédito: AdalbertoMarques.com
Experiente jogador tumultua jogo no Cave
Conheço Dimba muito antes de ele surgir no Botafogo, filial de Sobradinho. Trata-se de uma pessoa educada, pacata, profissional respeitado tanto dentro como fora das quatro linhas, um bom marido e pai exemplar, mas que de uma hora para outra, encarnou outro personagem.
Esse outro personagem, ou, essa nova personalidade de Dimba, aflorou no sábado, quando o seu time atual, o Ceilândia, enfrentou o Botafogo, no estadinho do Cave. Ele aprontou enquanto esteve em campo e quando a partida terminou.
Foi bem expulso pelo confuso árbitro Rogério Bueno, gritou, gesticulou, bateu palmas de forma debochada e fez questão de atravessar todo o campo de forma vagarosa, irritando os adversários, que aquela altura dos acontecimentos, perdiam o jogo, e, por extenção, os torcedores botafoguenses.
Dimba tem quase 40 anos de idade, já tinha pendurado às chuteiras e, não sei porque razão, decidiu voltar. Trata-se de um profissional que está de bem com a vida, uma família bem organizada e que, a meu ver, não tinha necessidade de fazer o que fez.
Se por acaso o seu filho Pablo tiver ido ao estadinho do Cave, deve ter se sentido envergonhado pelo papelão proporcionado pelo pai. As imagens acima, quando o goleiro defendeu o pênalti cobrado por Zé Carlos, não me deixam mentir: ele estava xingando os fotógrafos e repórteres que estavam atrás do gol.
Pelo papelão que fez em campo, acho que Dimba estava passando por alguma situação delicada fora das quatro linhas e decidiu jogar os seus problemas em cima dos companheiros de profissão, do árbitros, cinegrafistas, repórteres e fotógrafos que estavam na cobertura do jogo.
Dimba, menos!
Conheço Dimba muito antes de ele surgir no Botafogo, filial de Sobradinho. Trata-se de uma pessoa educada, pacata, profissional respeitado tanto dentro como fora das quatro linhas, um bom marido e pai exemplar, mas que de uma hora para outra, encarnou outro personagem.
Esse outro personagem, ou, essa nova personalidade de Dimba, aflorou no sábado, quando o seu time atual, o Ceilândia, enfrentou o Botafogo, no estadinho do Cave. Ele aprontou enquanto esteve em campo e quando a partida terminou.
Foi bem expulso pelo confuso árbitro Rogério Bueno, gritou, gesticulou, bateu palmas de forma debochada e fez questão de atravessar todo o campo de forma vagarosa, irritando os adversários, que aquela altura dos acontecimentos, perdiam o jogo, e, por extenção, os torcedores botafoguenses.
Dimba tem quase 40 anos de idade, já tinha pendurado às chuteiras e, não sei porque razão, decidiu voltar. Trata-se de um profissional que está de bem com a vida, uma família bem organizada e que, a meu ver, não tinha necessidade de fazer o que fez.
Se por acaso o seu filho Pablo tiver ido ao estadinho do Cave, deve ter se sentido envergonhado pelo papelão proporcionado pelo pai. As imagens acima, quando o goleiro defendeu o pênalti cobrado por Zé Carlos, não me deixam mentir: ele estava xingando os fotógrafos e repórteres que estavam atrás do gol.
Pelo papelão que fez em campo, acho que Dimba estava passando por alguma situação delicada fora das quatro linhas e decidiu jogar os seus problemas em cima dos companheiros de profissão, do árbitros, cinegrafistas, repórteres e fotógrafos que estavam na cobertura do jogo.
Dimba, menos!
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