Esta foto, mostrando o empenho dos jogadores do Botafogo e do Ceilândia, é bonita, mas o espetáculo foi pobre de técnicaCrédito: AdalbertoMarques.com
Botafogo-DF e Ceilândia dão mal exemplo dentro e fora de campo
A esta altura dos acontecimentos, não resta dúvida que bateu o desespero no Botafogo-DF. Cotado inicialmente como um dos favoritos ao título deste ano, a filial do alvinegro carioca simplesmente não está correspondendo o que a sua torcida espera.
Confeço-lhes que até agora não sei o real motivo da ausência do "medalhão" do time, o atacante Túlio, no duelo do último sábado, no Cave, diante do Ceilândia, presenciado por um público muito abaixo do esperado.
Nas quatro linhas o espetáculo foi triste. Os jogadores priorizaram o "choque", o corpo a corpo, as faltas cometidas em excesso, principalmente os do Ceilândia. O futebol, na sua essência, foi deixado de lado. Para quem estava no estádio foi deprimente.
Vamos ser justos, até que em alguns (raros) momentos, os botafoguenses tentaram tocar a bola, imprimir maior velocidade às jogadas, mas encontraram o setor de marcação dos visitantes bem postado. A partida, muito truncada, irritou a todos.
Some-se à baixa qualidade técnica, o confuso desempenho do árbitro Rogério Bueno. Ele marcou faltas inexistentes, inverteu algumas, distribuiu cartões amarelos de forma desnecessária, irritou os jogadores e provocou a revolta dos dois times ao término da partida.
Com mais este empate, o sexto na competição, o Botafogo caiu para a sexta colocação com 12 pontos em 10 jogos disputados. A campanha alvinegra é ridícula, como podemos observar, uma vez que o time só ganhou dois jogos e foi derrotado outras duas vezes. O ataque marcou 13 gols e a defesa foi vazada o mesmo número de vezes.
A esta altura dos acontecimentos, não resta dúvida que bateu o desespero no Botafogo-DF. Cotado inicialmente como um dos favoritos ao título deste ano, a filial do alvinegro carioca simplesmente não está correspondendo o que a sua torcida espera.
Confeço-lhes que até agora não sei o real motivo da ausência do "medalhão" do time, o atacante Túlio, no duelo do último sábado, no Cave, diante do Ceilândia, presenciado por um público muito abaixo do esperado.
Nas quatro linhas o espetáculo foi triste. Os jogadores priorizaram o "choque", o corpo a corpo, as faltas cometidas em excesso, principalmente os do Ceilândia. O futebol, na sua essência, foi deixado de lado. Para quem estava no estádio foi deprimente.
Vamos ser justos, até que em alguns (raros) momentos, os botafoguenses tentaram tocar a bola, imprimir maior velocidade às jogadas, mas encontraram o setor de marcação dos visitantes bem postado. A partida, muito truncada, irritou a todos.
Some-se à baixa qualidade técnica, o confuso desempenho do árbitro Rogério Bueno. Ele marcou faltas inexistentes, inverteu algumas, distribuiu cartões amarelos de forma desnecessária, irritou os jogadores e provocou a revolta dos dois times ao término da partida.
Com mais este empate, o sexto na competição, o Botafogo caiu para a sexta colocação com 12 pontos em 10 jogos disputados. A campanha alvinegra é ridícula, como podemos observar, uma vez que o time só ganhou dois jogos e foi derrotado outras duas vezes. O ataque marcou 13 gols e a defesa foi vazada o mesmo número de vezes.
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