Esta comemoração dos jogadores do time catarinense foi pelo primeiro gol. Outros dois ainda seriam marcadosCrédito: Alan Neto
Verdão agora pode até perder por 2 x 0 a partida de volta
Bem que o técnico do Brasiliense, Roberto Fernandes, chamou a atenção para que ninguém - jogadores e torcida -, levasse em consideração a campanha da Chapecoense no Campeonato Catarinense, onde figura apenas na nona colocação entre os 10 clubes participantes.
Dito e feito. Nesta quarta-feira, jogando no seu estádio, diante dos seus torcedores, a equipe catarinense marcou 3 x 0 no supercampeão do DF, no primeiro jogo entre ambos pela Copa do Brasil. Agora, ele tem a vantagem no jogo de volta, dia 10 de março, em Taguatinga. Basta um empate para a Chapecoense seguir para a segunda fase da competição. Derrota por 1 x 0, 2 x 0 também serve.
O time que carregou a cruz da vice-lanterna no Campeonato Catarinense e transformou o técnico Mauro Ovelha no bode expiatório acabou ressuscitando com o técnico Suca. Foi ele quem trouxe novamente harmonia ao time, que a dois minutos de jogo já chutava uma bola no poste com Waldson.
Os torcedores demonstraram sua fé no Verdão, com show de canto e sinalizadores. Eles transformaram o Índio Condá num inferno para o adversário. Mesmo assim o Brasiliense levou perigo, com Iranildo e cia.
O goleiro Ricardo teve trabalho e salvou o time numa saída arrojada nos pés do atacante adversário. Por pouco não virou santo. A Chapecoense tentava com Waldson, Neném e Bruno Cazarine. O prêmio pela insistência veio aos 38 minutos, quando Luís André sofreu pênalti.
Foi aí que começou uma ressurreição individual. Badé, que ficou cinco meses parado devido a uma lesão no ano passado, cobrou e colocou a Chapecoense em vantagem. O ala, que em 2009 tinha sido um dos destaques do time, ainda não havia feito boas atuações em 2010. Tanto que nem era mais considerado titular.
Mas faltava ainda alguma coisa. O gol do artilheiro que ainda não havia marcado. Bruno Cazarine fez 2 x 0 aos 19 minutos do segundo tempo dando razão à faixa com os dizeres: Cazagol Rei. Para fechar a grande noite no Indio Condá, Rafael Morisco acertou uma bela cobrança de falta de canhota e a bola entrou no ângulo direito do goleiro Guto para marcar o terceiro gol do Verdão.
Nem a expulsão de Basílio dois minutos depois estragou a festa. Com a vitória, o Verdão do Oeste agora pensa em reagir no Catarinense. E vai contar com o reforço de Roni, lateral campeão em 2007. Só falta vencer o returno para a Páscoa ficar completa.
Ficha técnica
CHAPECOENSE (3)
Ricardo; Aelson (Steve), Rafael Morisco, Silvio Bido, Badé; Basílio, Luís André, Luciano Ratinho, Neném; Waldison (Mazinho) e Bruno Cazarine
Técnico: Suca.
BRASILIENSE (0)
Guto; Marco Aurélio, Ailson e César Gaúcho; Schmoller, Juninho (Vanderlei), Pedro Ayub, Iranildo e Edinho (Marcinho); Bebeto e Ricardinho
Técnico: Roberto Fernandes.
Gols: Badé (C), aos 39 minutos do 1º tempo; Bruno Cazarine (C), aos 20, e Rafael Morisco (C), aos 35 minutos do 2º tempo.
Cartões amarelos: Juninho, Schmoller, Bebeto (B).
Cartões vermelhos: Basílio (C) e Ailson (B).
Arbitragem: Jean Pierre Gonçalves de Lima, auxiliado por Marcelo Bretanha Barison e José Antonio Chaves Franco Filho.
Local: Estádio Índio Condá, em Chapecó.
Dito e feito. Nesta quarta-feira, jogando no seu estádio, diante dos seus torcedores, a equipe catarinense marcou 3 x 0 no supercampeão do DF, no primeiro jogo entre ambos pela Copa do Brasil. Agora, ele tem a vantagem no jogo de volta, dia 10 de março, em Taguatinga. Basta um empate para a Chapecoense seguir para a segunda fase da competição. Derrota por 1 x 0, 2 x 0 também serve.
O time que carregou a cruz da vice-lanterna no Campeonato Catarinense e transformou o técnico Mauro Ovelha no bode expiatório acabou ressuscitando com o técnico Suca. Foi ele quem trouxe novamente harmonia ao time, que a dois minutos de jogo já chutava uma bola no poste com Waldson.
Os torcedores demonstraram sua fé no Verdão, com show de canto e sinalizadores. Eles transformaram o Índio Condá num inferno para o adversário. Mesmo assim o Brasiliense levou perigo, com Iranildo e cia.
O goleiro Ricardo teve trabalho e salvou o time numa saída arrojada nos pés do atacante adversário. Por pouco não virou santo. A Chapecoense tentava com Waldson, Neném e Bruno Cazarine. O prêmio pela insistência veio aos 38 minutos, quando Luís André sofreu pênalti.
Foi aí que começou uma ressurreição individual. Badé, que ficou cinco meses parado devido a uma lesão no ano passado, cobrou e colocou a Chapecoense em vantagem. O ala, que em 2009 tinha sido um dos destaques do time, ainda não havia feito boas atuações em 2010. Tanto que nem era mais considerado titular.
Mas faltava ainda alguma coisa. O gol do artilheiro que ainda não havia marcado. Bruno Cazarine fez 2 x 0 aos 19 minutos do segundo tempo dando razão à faixa com os dizeres: Cazagol Rei. Para fechar a grande noite no Indio Condá, Rafael Morisco acertou uma bela cobrança de falta de canhota e a bola entrou no ângulo direito do goleiro Guto para marcar o terceiro gol do Verdão.
Nem a expulsão de Basílio dois minutos depois estragou a festa. Com a vitória, o Verdão do Oeste agora pensa em reagir no Catarinense. E vai contar com o reforço de Roni, lateral campeão em 2007. Só falta vencer o returno para a Páscoa ficar completa.
Ficha técnica
CHAPECOENSE (3)
Ricardo; Aelson (Steve), Rafael Morisco, Silvio Bido, Badé; Basílio, Luís André, Luciano Ratinho, Neném; Waldison (Mazinho) e Bruno Cazarine
Técnico: Suca.
BRASILIENSE (0)
Guto; Marco Aurélio, Ailson e César Gaúcho; Schmoller, Juninho (Vanderlei), Pedro Ayub, Iranildo e Edinho (Marcinho); Bebeto e Ricardinho
Técnico: Roberto Fernandes.
Gols: Badé (C), aos 39 minutos do 1º tempo; Bruno Cazarine (C), aos 20, e Rafael Morisco (C), aos 35 minutos do 2º tempo.
Cartões amarelos: Juninho, Schmoller, Bebeto (B).
Cartões vermelhos: Basílio (C) e Ailson (B).
Arbitragem: Jean Pierre Gonçalves de Lima, auxiliado por Marcelo Bretanha Barison e José Antonio Chaves Franco Filho.
Local: Estádio Índio Condá, em Chapecó.
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