O rubronegro Ceilandense é a grata surpresa do campeonato, dividindo a ponta da tabela com o irmão CeilândiaCrédito: AdalbertoMarques.com
O nosso campeonato de profissionais tem demonstrado, na prática, ser um dos melhores dos últimos anos. Os clubes contrataram bem, os jogos demonstram um certo ponto de equilíbrio técnico, o público tem comparecido e, por incrível que pareça, ninguém disparou na ponta da tabela, faltando seis rodadas para terminar o turno de classificação.
Para se ter uma idéia, o vice lanterna da competição, o Dom Pedro/Bandeirante, tem apenas quatro pontos de diferença em relação aos primeiros colocados, no caso o Ceilândia e o Ceilandense. Em outras palavras, o campeonato está aberto em relação aos quatro primeiros colocados que vão disputar a segunda fase da competição.
O Ceilândia lidera com 14 pontos e dois gols a favor. O segundo tem o mesmo número de pontos, mas perde no segundo critério, pois tem apenas um. O Gama, que estava invicto até a última rodada, aparece em terceiro com 13 pontos, enquanto o supercampeão Brasiliense é o quarto com dois pontos a menos.
No bloco intermediário, o quinto colocado, o Brasília, tem campanha quase idêntica a do Jacaré. Tem o mesmo número de pontos ganhos, de vitórias (três), de empates (dois) e de derrotas (três). Apenas o time de Taguatinga tem a vantagem por causa do saldo de gols (dois), contra nenhum do Brasília.
Entre o sexto e o sétimo colocado - Botafogo-DF e Dom Pedro/Bandeirante -, a diferença é porque o time de Túlio marcou 12 gols e o dos bombeiros 10 - ambos têm saldo zero.
A pior situação é mesmo a do Luziânia, praticamente rebaixado para a Série B. O representante da vizinha cidade goiana soma apenas dois pontos, fruto de dois empates. Não conseguiu, em consequência nenhuma vitória e acumula seis derrotas. O ataque marcou só três gols e a defesa sofreu 14.
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