quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Está na hora de passar a régua

Em decorrência da pífia campanha que o time vem realizando neste início de campeonato, está passando da hora de a diretoria do Brasiliense - entenda-se Luiz Estevão -, passar a régua e descobrir o que realmente está ocorrendo tanto dentro como fora das quatro linhas na Boca do Jacaré.

Vejamos, Luiz Estevão, os motivos de preocupação: o time é vice-lanterna entre os oito clubes que disputam o certame do DF, com apenas cinco pontos; o ataque só marcou cinco gols, enquanto a defesa tomou oito; até agora só uma vitória foi conquistada; ocorreram dois empates com três derrotas.

Algo inacreditável está ocorrendo no presente campeonato: em 18 pontos disputados somente cinco foram ganhos. E tem mais: há três partidas que o Jacaré não conhece o sabor da vitória. Ele perdeu seguidamente para o Ceilandense (2 x 1); Gama (3 x 1) e nesta quarta-feira o revés foi diante do Brasília (2 x 1), mesmo atuando no Serejão, em Taguatinga.

Outro motivo de preocupação: até agora o ataque do Brasiliense não conseguiu marcar mais de um gol nos seus adversários, isto apesar de contar com Bebeto e Vanderlei, goleadores natos, isso sem falar em Iranildo que costuma ser um meia atacante e que marca gols.

Até o momento o Jacaré disputou três partidas no Serejão e outras três na condição de visitante. Iniciou a temporada empatando com o Botafogo-DF, no Cave. Em seguida outro empate, dessa vez diante do Ceilândia. Só na terceira rodada o time emplacou a primeira e única vitória até agora - 1 x 0 no Dom Pedro. Depois surgiram as derrotas consecutivas para o Ceilandense, o Gama e o Brasília.

Luiz Estevão, o que está havendo nos bastidores do seu time? Esperto, certamente o mega dirigente do Jacaré já deve ter notado o xis da questão. E se o time amarelo perder para o lanterna Luziânia, neste domingo, no Serra do Lago? O que vai acontecer.

Me disseram que Luiz Estevão não demonstrou qualquer nível de irritação com a derrota para o Brasília. Estava sóbrio enquanto se dirigia para o vestiário. Agora, o que ocorreu entre as quatro paredes, entre ele e os jogadores, é que ninguém sabe. Certamente ele não distribuiu tapinhas nas costas dos seus subordinados.

Gente, parece que ninguém mais respeita o Brasiliense. Estou certo ou não?

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