terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Com os nervos à flor da pele

Nos comentários anteriores falei de Gérson Vieira e de José Lopes (Risada). A bola da vez agora é Marquinhos Bahia, ex-jogador de talento e que dirige o Botafogo-DF. No sábado, ele demonstrou estar à beira de um ataque de nervos. Simplesmente ele não viu com bons olhos as inúmeras tentativas de gol que foram criadas e ao mesmo tempo desperdiçadas pelos atacantes.

"Precisamos corrigir os erros do primeiro turno. Não há mais tempo para tropeços, pois queremos terminar essa fase de classificação entre os quatro primeiros". O comentário feito por Marquinhos Bahia diz bem do seu grau de insatisfação com o rendimento do time.

Ele todas as razões do mundo, uma vez que, por causa da qualidade dos jogadores que foram contratados, esparava bem mais do que a quinta colocação, concluída a primeira fase do turno de classificação do nosso campeonato. Até agora são 10 pontos ganhos, com duas vitórias, quatro empates e uma derrota em sete jogos.

A falta de pontaria dos atacantes, especialmente Túlio, Alcione e Zé Carlos, se resume nos 10 gols marcados até agora. O setor defensivo, por outro lado, já foi vazado oito vezes. No futebol existe uma máxima que diz: quando o ataque não faz a defesa é a sacrificada.

Marquinhos Bahia não aceita tal campanha. Ele tem toda a razão. Time com a folha de pagamento do Botafogo, com os nomes que compõem o elenco, não poderia abrir mão de estar nas primeiras colocações - quanto mais na quinta. Marquinhos, cuidado com o coração, amigo velho!

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