segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Nem chove nem molha

Quero fazer uma referência a esse Botafogo-DF que prometia ser o furor do futebol do DF nesta temporada, mas que tem demonstrado ser um fiasco. Vontade até que a diretoria teve, uma vez que contratou jogadores renomados no cenário nacional, entre os quais Túlio, Zé Carlos, Sérgio Manoel e outros menos votados.

Comecei a ficar com a "pulga atrás da orelha" desde a final da Série B do ano passado. Tecnicamente, o alvinegro era infinitamente superior ao Ceilandense, naquela oportunidade, uma autêntica filial do Gama e do Brasília. Deu no que deu.

Já garantido na divisão de elite do nosso futebol, parece que a filial do Botafogo do Rio deixou o seu melhor futebol no vestiário e terminou sendo batido pelos apenas aguerridos jogadores comandados pelo principiante Gérson Vieira.

Na elite, com os reforços que chegaram, imaginava-se que o Botafogo-DF atropelaria seus concorrentes e consolidaria fácil a sua passagem para a segunda fase do torneio regional, composto por apenas oito clubes profissionais.

Neste instante, ele está na sexta colocação, após nove jogos disputados, com apenas duas vitórias, cinco empates e duas derrotas. O ataque, que se imaginaria um autêntico "rolo compressor" com Túlio e Zé Carlos na frente, marcou apenas 12 gols. No futebol existe uma frase que diz: quando os atacantes não marcam os defensores é que pagam o pato.

Dito e feito. Enquanto os atacantes fizeram apenas 12 gols - o artilheiro Túlio contribuiu com apenas um, o que é muito pouco -, a defesa sofreu o mesmo número. A esta altura dos acontecimentos, Reinaldo Gueldini, o segundo técnico neste campeonato, deve estar para lá de preocupado.

Para tornar as coisas mais difíceis para o alvinegro, no próximo sábado o duelo será contra o emergente Ceilândia, terceiro colocado na classificação. Tudo bem que o jogo será no Cave, mas, não resta a menor dúvida, as dificuldades serão enormes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário