

Nas imagens do competente fotógrafo Adalberto Marques, uma síntese da segunda derrota do Brasília. Alegria dos visitantes, desolação de Marquinhos Carioca e a pegada forte dos zagueiros para evitar que Maninho chegasse na bola. Duas viradas é demaisVou ser claro e grosso: até agora não entendi o que ocorreu com a mente dos jogadores do Brasília, nesses dois confrontos contra o Araguaína, pela Série D do Brasileiro.
O time candango foi eliminado da competição, coincidentemente, por causa do mesmo trágico acontecimento, ou seja, estava na frente do marcador e deixou os inimigos virarem.
Só para abrir dos leitores: no primeiro jogo entre ambos no interior do Tocantins, o Colorado do DF vencia facilmente por 3 x 0. Partida ganha, diriam alguns. Ledo engano.
Os jogadores do Brasília consideraram a partida ganha, afinal 3 x 0 era um placar difícil de ser descontado. Se sentiram de “salto alto” e caíram do cavalo.
No segundo tempo, os tocantinenses marcaram quatro gols. No sábado, no Serejão, em Taguatinga, o Colorado fez 1 x 0, desperdiçou um pênalti e no segundo tempo o Araguaína fez 2 x 1. Pronto, o nosso representante estava eliminado.
A olho nu deu para perceber que “faltou gás”, o que certamente sobrou para a equipe adversária. Não é todo dia que um time, tido como profissional, leva duas “viradas” consecutivas.
Das duas uma: ou o grupo de jogadores do Brasília era muito fraco para encarar esse tipo de competição, o que eu não acredito, ou os tocantinenses são reais candidatos a subirem para a Série C, pelo time e pela campanha que vem fazendo.
O time candango foi eliminado da competição, coincidentemente, por causa do mesmo trágico acontecimento, ou seja, estava na frente do marcador e deixou os inimigos virarem.
Só para abrir dos leitores: no primeiro jogo entre ambos no interior do Tocantins, o Colorado do DF vencia facilmente por 3 x 0. Partida ganha, diriam alguns. Ledo engano.
Os jogadores do Brasília consideraram a partida ganha, afinal 3 x 0 era um placar difícil de ser descontado. Se sentiram de “salto alto” e caíram do cavalo.
No segundo tempo, os tocantinenses marcaram quatro gols. No sábado, no Serejão, em Taguatinga, o Colorado fez 1 x 0, desperdiçou um pênalti e no segundo tempo o Araguaína fez 2 x 1. Pronto, o nosso representante estava eliminado.
A olho nu deu para perceber que “faltou gás”, o que certamente sobrou para a equipe adversária. Não é todo dia que um time, tido como profissional, leva duas “viradas” consecutivas.
Das duas uma: ou o grupo de jogadores do Brasília era muito fraco para encarar esse tipo de competição, o que eu não acredito, ou os tocantinenses são reais candidatos a subirem para a Série C, pelo time e pela campanha que vem fazendo.
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