sábado, 16 de outubro de 2010

Parcialmente renovado, Brasil inicia mini Copa de futsal

O astro Falcão (foto) é a principal atração do mini Mundial de futsal que começa neste domingo na cidade goiana de Anápolis



O Brasil inicia neste domingo contra a República Tcheca, às 10h em Anápolis (GO), a sua participação no Grand Prix de futsal renovado pela metade em relação à Copa do Mundo de 2008, quando voltou a vencer a competição em seus domínios após duas derrotas consecutivas para a Espanha (2000 e 2004).

Dos 14 jogadores que participaram da competição há dois anos, nove integram o grupo atual. As exceções desta lista são Rogério, Schumacher, Marquinho, Betão e Lenísio, sendo que o último não está com o grupo do Grand Prix por motivo de lesão.

O comandante da equipe é um pouco diferente, já que o técnico Marcos Sorato, mais conhecido como Pipoca, era auxiliar de PC de Oliveira na equipe que foi campeã em 2008, e assumiu logo após a Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) decidir que haveria a necessidade de uma troca de comando.

E é com este selecionado e ainda com o agora veterano Falcão como principal referência que o Brasil tenta manter a hegemonia de nunca ter perdido um título em cinco edições desta competição que está sendo considerada excepcionalmente em 2010 uma mini Copa do Mundo.

O apelido deste Grand Prix é cabível, já que o nível dos adversários será alto: sete das oito melhores seleções da Copa de 2008 vão disputar o torneio na cidade goiana, dentre elas a sempre temida Espanha, que dificilmente enfrenta a seleção brasileira sem ser em Mundiais.

“É uma espécie de Mundial disputado em oito dias. As melhores seleções do mundo estarão presentes e certamente o nível técnico do torneio será dos mais altos”, resumiu o técnico Pipoca.

O adversário da seleção brasileira logo na primeira rodada é o mais difícil do grupo. Apesar de não ter muita tradição no futsal e não conseguir passar da primeira fase no Mundial de 2008, a República Tcheca surpreendeu ao chegar às semifinais do último Campeonato Europeu, prova de sua evolução no esporte.

“Acompanhei o último Europeu na Hungria, quando eles eliminaram a Itália nas quartas de final. É um time rápido, que gosta de jogar no contra-ataque. Por isso temos que ter cuidado com nossa reposição defensiva”, analisou Pipoca.

A seleção brasileira está no grupo A do Grand Prix, que possui ainda Costa Rica e Líbia. Os 16 times que disputam esta competição estão divididos em quatro grupos de quatro integrantes, sendo que os dois melhores de cada chave avançam para as quartas de final. O torneio tem início neste domingo e vai até o próximo dia 24.

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