Já assisti dezenas de vezes às imagens da partida Brasiliense x Formosa, sábado, no Serejão, em Taguatinga. E confeço-lhes que até agora não entendi o que ocorreu com o árbitro-Fifa, Sandro Meira Ricci, que apitou esse encontro entre candangos e goianos.
No momento do pênalti, deu para ver claramente que, quem fez a falta dentro da área foi o camisa 6 da equipe goiana.
Ainda de acordo com as imagens, o para mim ainda competente apitador, mostrou cartão amarelo para o volante Cássio.
Em outro lance do ataque do Jacaré, o mesmo Cássio foi penalizado com o segundo amarelo. Logicamente que, com dois amarelos, ele teria de receber o vermelho.
Estranhamente, Ricci limitou-se a acumular os cartões amarelos sem expulsar o volante do Formosa. Os dois auxiliares nada fizeram para auxiliar o árbitro, tão pouco o quarto árbitro.
O samba do “criolo doido” continuou esta manhã, quando um repórter da Rede Globo indagou-lhe sobre o deslize. Para deixar as coisas ainda mais confusas, Ricci esclareceu que o primeiro dos dois cartões amarelos, aquele do pênalti, lembram-se, foi dado ao quarto zagueiro Luan, que sequer estava no lance.
Esta série de equívocos de Sandro Meira Ricci, em um jogo só, absolutamente não lhe tiram a condição de um dos melhores árbitros da nova geração do futebol brasileiro.
Não quero neste espaço justificá-lo, mas ele é um ser humano e está perfeitamente passível de erro, por mais absurdo que posso parecer.
Só fico na torcida para que Ricci, no ambiente do seu lar, possa, a esta altura dos acontecimentos, ter visto e revisto o lance e dar “a mão a palmatória”, como se diz no jargão popular.
“Errar é humano, mas persistir no erro é burrice”.

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