Sem perder para o principal rival dentro de casa há três anos, o Brasiliense precisa manter a escrita no Serejão, amanhã, para se classificar para a final do Metropolitano.
A última derrota do time de Taguatinga para o Gama, em seus domínios, aconteceu no dia 6 de abril de 2008, em partida válida pelo campeonato daquele ano, quando o Periquito bateu o arquirrival por 2 x 0, com gols de Dendel e Thiago Bezerra.
Os dois jogadores nem defendem mais a equipe gamense. Aliás, jogador algum no atual elenco fez parte daquela vitória.
Já no Brasiliense, cinco dos atletas que compõem o atual time participaram da partida: o goleiro Guto, que segue em recuperação da lesão no cotovelo; o lateral-direito Patrick; o volante Coquinho e os meias Iranildo e Adrianinho.
A última vitória gamense no Serejão já faz tanto tempo que Iranildo, o camisa 10 do Jacaré, havia esquecido do ocorrido e acabou confundindo as datas. “Pelo que eu me lembro, a última vez que perdemos em casa para eles foi em 2001”, especulou Iranildo.
Não faz tanto tempo assim, mas a situação em que ocorreu a derrota pode ter feito com que o experiente jogador tenha esquecido o fato. Na ocasião, o resultado adiou a volta olímpica antecipada do Brasiliense dentro de casa, com direito até a dancinha do “Créu” por parte da torcida alviverde.
Outro fato que pode contribuir para a possível amnésia do ídolo do Jacaré é por ele ter sido substituído por Adrianinho e ter ido embora do estádio antes de a partida acabar, o que gerou um mal-estar com o atacante Jobson, então um garoto revelado pelo clube.
Mesmo sem ter nenhum representante dentro das quatro linhas que tenha participado do jogo, no Gama, há quem recorde da data em meio à comissão técnica.
O massoterapeuta Crioulo já corria para atender os atletas em campo. Com 16 anos de clube, ele lembra de parte daquela emoção.
“Aquele dia foi uma alegria geral, muita gente pensava que o Brasiliense ia ser campeão naquele jogo, mas nós vencemos”, contou.
Se, naquela época, o jogo tinha importância apenas para o Brasiliense, que tentava o pentacampeonato candango, desta vez a situação é mais complicada.
Também em busca de uma vaga na decisão da competição local, o Periquito precisa vencer para ficar com a vaga. Situação que Iranildo não vê como um problema a mais.
“Independentemente de qualquer situação, clássico é sempre clássico e cada um tem uma história diferente. Mas o fato de eles estarem há tanto tempo sem vencer no Serejão deve incomodar bastante por lá”, analisou o Chuchu.
Neste sábado, às 17h, no Serejão, um novo episódio desta história será escrito, com antigos e novos protogonistas, em meio à já conhecida rivalidade que marca os encontros entre Brasiliense e Gama, com a expectativa de que o duelo fique apenas no gramado, com paz nas arquibancadas.
Com: Rafael Pache
A última derrota do time de Taguatinga para o Gama, em seus domínios, aconteceu no dia 6 de abril de 2008, em partida válida pelo campeonato daquele ano, quando o Periquito bateu o arquirrival por 2 x 0, com gols de Dendel e Thiago Bezerra.
Os dois jogadores nem defendem mais a equipe gamense. Aliás, jogador algum no atual elenco fez parte daquela vitória.
Já no Brasiliense, cinco dos atletas que compõem o atual time participaram da partida: o goleiro Guto, que segue em recuperação da lesão no cotovelo; o lateral-direito Patrick; o volante Coquinho e os meias Iranildo e Adrianinho.
A última vitória gamense no Serejão já faz tanto tempo que Iranildo, o camisa 10 do Jacaré, havia esquecido do ocorrido e acabou confundindo as datas. “Pelo que eu me lembro, a última vez que perdemos em casa para eles foi em 2001”, especulou Iranildo.
Não faz tanto tempo assim, mas a situação em que ocorreu a derrota pode ter feito com que o experiente jogador tenha esquecido o fato. Na ocasião, o resultado adiou a volta olímpica antecipada do Brasiliense dentro de casa, com direito até a dancinha do “Créu” por parte da torcida alviverde.
Outro fato que pode contribuir para a possível amnésia do ídolo do Jacaré é por ele ter sido substituído por Adrianinho e ter ido embora do estádio antes de a partida acabar, o que gerou um mal-estar com o atacante Jobson, então um garoto revelado pelo clube.
Mesmo sem ter nenhum representante dentro das quatro linhas que tenha participado do jogo, no Gama, há quem recorde da data em meio à comissão técnica.
O massoterapeuta Crioulo já corria para atender os atletas em campo. Com 16 anos de clube, ele lembra de parte daquela emoção.
“Aquele dia foi uma alegria geral, muita gente pensava que o Brasiliense ia ser campeão naquele jogo, mas nós vencemos”, contou.
Se, naquela época, o jogo tinha importância apenas para o Brasiliense, que tentava o pentacampeonato candango, desta vez a situação é mais complicada.
Também em busca de uma vaga na decisão da competição local, o Periquito precisa vencer para ficar com a vaga. Situação que Iranildo não vê como um problema a mais.
“Independentemente de qualquer situação, clássico é sempre clássico e cada um tem uma história diferente. Mas o fato de eles estarem há tanto tempo sem vencer no Serejão deve incomodar bastante por lá”, analisou o Chuchu.
Neste sábado, às 17h, no Serejão, um novo episódio desta história será escrito, com antigos e novos protogonistas, em meio à já conhecida rivalidade que marca os encontros entre Brasiliense e Gama, com a expectativa de que o duelo fique apenas no gramado, com paz nas arquibancadas.
Com: Rafael Pache
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