segunda-feira, 11 de abril de 2011

Me engana que eu gosto


Crédito: Francisco Stuckert

Meus amigos!

Já pensei, repensei, contei até cem, até mil, para não falar novamente de um acontecimento que tem, de certa forma, me incomodado bastante.

Refiro-me ao “ainda” jogador profissional Túlio, que se alto denomina “Maravilha”, apesar dos seus 41 anos de idade, político emergente no Estado de Goiás.

No fim de semana, ele sequer foi relacionado para o banco de reservas, como acontecia no período em que o Augusto César era o técnico, para o difícil confronto contra o Gama, no Cave.

O - na minha opinião -, ex-jogador, resolveu então colocar a boca no trombone por intermédio do seu twitter, utilizando-se de alguns coleguinhas da mídia carioca par fazer tal propagação.

“Para Túlio, o fato de dividir seu tempo entre a política e o futebol, seria o principal motivo da barração. O jogador é vereador em Goiânia.

“Sou um jogador com 957 gols, com 41 anos de idade. Tenho disposição para jogar os 90 minutos. Basta eu estar em Brasília desde quinta. Mas fazer o quê!? Eu estou à disposição depois dos meus compromissos políticos. Eles sabem disso! Mas pelo jeito não fizeram questão da minha presença... Será que é só porque tenho que conciliar as duas profissões, a política e a de jogador de futebol? Se treino todos os dias na academia...”, ponderou na rede social.

Sem nenhum pingo de humildade, ele declara que já fez 957 gols e que tem disposição para jogar os 90 minutos de uma partida. Será que tem mesmo?

Venhamos e convenhamos, jogar da maneira que ele joga a sua carreira vai passar, tranquilamente, dos 50 anos. Túlio, quando está em campo, não corre, usa poucos metros perto da área adversária e é facilmente marcável pelos seus marcadores.

Outra pérola do ex-goleador:
O atacante também lamentou o fato de não ter mais oportunidades em outros clubes do futebol brasileiro.

“Eu não consigo compreender as pessoas de um modo geral. Um atleta brasileiro com 957gols, faltando apenas 43 gols para o milésimo, e certas pessoas, como dirigentes de clubes das série A, B e C, não darem oportunidade a um atleta que luta pelo seu milésimo gol. Que país é esse!”.

Não preciso comentar mais nada

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