A polêmica venda da sede social do Gama, ao lado do Bezerrão, ainda é objeto de discussão.
Após quase um ano da desocupação do lote onde funcionava o SESC, o presidente Paulo Goyaz ainda se exime de esclarecer em quais termos foi efetuada a transação, nem onde foi aplicado o dinheiro recebido da construtora Tecnisa.
Estima-se que o Gama tenha arrecadado R$ 6 milhões até o momento com a negociação, porém, a notícia de que os salários dos jogadores andaram atrasados põe os torcedores de cabelos em pé.
Polêmicas à parte, o presidente do Gama, Paulo Goyaz, declarou que em 18 meses, terão início as obras de construção de um shopping no local da antiga sede.
Segundo o mandatário, o edifício, que está avaliado em R$ 25 milhões, ajudará o clube a sanar suas dívidas estimadas em aproximadamente R$ 1,3 milhões.
A demora na construção se deve à condição imposta pela pamonharia instalada no local.
Após uma briga judicial, o dono do estabelecimento ganhou a causa e agora pede R$ 900 mil para deixar o local. Como o Gama não possui este dinheiro, o jeito é esperar até que o contrato de locação e o alvará de funcionamento da loja expirem para que o alviverde possa retomar o local que está alugado:
"O importante é que estamos quitando o passivo do Gama. As dívidas serão sanadas em breve", prometeu Goyaz.
Por: Blogama
quinta-feira, 14 de abril de 2011
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