Um dos jogadores mais experientes do Brasiliense, o meia Rui aposta na motivação e atenção como fatores decisivos na segunda e última partida da final do Metropolitano, contra o Gama, amanhã, às 18h30, no Serejão, em Taguatinga.
Com a melhor campanha na primeira fase, quando fez o recorde de 34 pontos, 13 a mais que o alviverde, o time amarelo manteve a vantagem do empate depois do 1 x 1 no duelo de ida, no Bezerrão.
"Final é concentração e vontade. É lógico que a técnica é importante, mas o que decide agora é a motivação", receita o versátil jogador de 33 anos, ultimamente escalado mais recuado para fazer a função de segundo volante, e deixar Ferrugem mais livre para arrancar.
Rui, apelidado de Cabeção, acumula três títulos estaduais no currículo: dois mineiros, um pelo América (2001) e outro pelo Cruzeiro (2002); e um do Rio, pelo Botafogo (2006).
Em seu primeiro campeonato no DF, o ex-lateral direito admite que a responsabilidade de vencer é do lado amarelo mesmo com a decisão disputada em um clássico.
Ele deixa o Gama como franco-atirador, apesar dos sete anos de jejum e do recorde de 10 títulos do adversário. "Aqui em Brasília a obrigação é sempre do Brasiliense", compara o meio campista, em alusão ao maior poder de investimento.
A possibilidade permitida pelo regulamento de ser campeão com um empate graças a melhor campanha da primeira fase é deixada em segundo plano pelo jogador que começou a carreira na lateral-direita do América-MG e passou por grandes clubes, como Cruzeiro, Botafogo, Grêmio e Fluminense.
"A fórmula é não pensar em vantagem", ressaltou Rui, que prefere ver o time fazer o seu jogo normal e defender a situação privilegiada somente no fim em caso de necessidade.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
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