terça-feira, 24 de maio de 2011

Uniceub tenta matar a série e festejar o bi

Atual campeão do NBB conta com o Nilson Nelson lotado para buscar o título esta noite; Franca precisa da vitória para forçar o quinto jogo no sábado

Arthur já avisou que “18 mil vai ser pouco”. Helinho incluiu na bagagem o pedido do torcedor: “Traz o jogo 5”.

Cada um com sua missão, os jogadores de Uniceub e Franca voltam à quadra esta noite para a quarta partida da final do Novo Basquete Brasil (NBB).

Os dois times já sabem qual cenário vão encontrar quando a bola subir, a partir das 21h: um Nilson Nelson apinhado de fanáticos como no jogo 1.

E, das duas, uma: ou a multidão brasiliense comemora o bicampeonato em caso de vitória do time da casa, ou volta para casa com a pulga atrás da orelha sabendo que a decisão ficou para sábado, no Pedrocão.

Após vencer a terceira partida da série, em Franca, a equipe do interior paulista evitou o título do rival e respirou no confronto.

Agora tem a árdua missão de arrancar uma vitória na casa do adversário, que só precisa vencer mais uma vez para comemorar o título em sua quinta decisão nacional consecutiva.

Para o Uniceub, o triunfo significa o título na sua casa, diante dos seus torcedores. Não há dúvidas de que a torcida vai superlotar o ginásio mais uma vez.

E o time da casa, treinado por José Carlos Vidal, sabe que a hora de fechar a série e levantar a taça é esta, já que o jogo 5 seria disputado no caldeirão francano.

Para o time do interior paulista, o duelo de hoje significa a sobrevivência e a inversão do favoritismo.

Uma vitória esta noite significaria não só manter a esperança de título como recuperar a condição de favorito, carregando a partida-chave para o tradicional Pedrocão.

Ricardo Probst, ala-pivô do Franca, comentou o que ele e os companheiros esperam da partida dessa noite:

“Tem um fator fundamental que é o desgaste físico. Nosso grupo tem um elenco maior, e esse fator pode ser muito importante no quarto jogo.”

Sobre este assunto, o técnico do Uniceub, José Carlos Vidal, se posicionou assim: “O desgaste dos meus jogadores foi um pouco excessivo por causa da prorrogação no jogo 3. Mas são dois dias para recuperar, todos são atletas profissionais, e vamos para o jogo”.

Apesar da derrota no jogo 3, domingo passado, o representante de Brasília foi melhor que Franca no aproveitamento de arremessos: 33% a 27% de três, 55% a 51% de dois, e 92% a 86% nos lances livres.

Mesmo com a fama de pegar poucos rebotes, Franca superou os brasilienses na terceira partida, por 31 a 30. Ganhou também nas bolas recuperadas, com 9 a 6.

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