Estas são as imagens produzidas, ontem, pelo competente repórter-fotográfico Ueslei Marcelino, atualmente prestando seus serviços à Reuters, no momento em que a antiga arquibancada coberta do Mané Garrincha deveria ter ido abaixo.Todos os esforços foram em vão. Os explosivos foram colocados, houve festa para convidados vips, patrocinada pelo GDF, muitos curiosos se deslocaram ao local, mas a arquibancada resistiu.
Uns, em tom de brincadeira, chegaram a dizer que era o espírito do eterno Mané Garrincha que estava presente e não deixou que a principal parte do estádio que leva o seu nome fosse abaixo.
Para outros, faltou competência por parte dos engenheiros responsáveis pela obra, que não souberam colocar a carga de dinamite no local adequado.
De uma forma ou de outra, ficou a frustração. As obras, enquanto isso, seguem dentro do cronograma estabelecido. Em 2013, o novo Estádio Nacional de Brasília receberá jogos da Copa das Confederações.
Quem sabe, até lá, os homens não conseguem demolir o que restou da arquibancada. É ou não é?

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