sexta-feira, 23 de abril de 2010

Foi pouco, muito pouco

Por causa do seu pífio desempenho com a camisa alvinegra, certamente Túlio não deixa saudades. Diretoria botafoguense teve, apenas, boa intenção
Crédito: AdalbertoMarques.com


Túlio é desses jogadores de quem o clube, a torcida e a imprensa esperam gols, muitos gols. Afinal, ao longo de sua longa carreira foi isso que mais ele soube fazer, e bem.

Contudo, a passagem desse grande ídolo do Goiás, Corinthians, Botafogo entre outros, pela filial do Botafogo, do Rio, foi um verdadeiro fiasco.

Ao longo dos 20 jogos do nosso campeonato de profissionais, ele contribuiu com apenas cinco míseros gols. Foi pouco, muito pouco, convenhamos.

Marqueteiro de primeira, ele valeu-se do projeto de alcançar os 900 gols na sua carreira profissional, para se manter na mídia, nacional inclusive, apesar de, nas quatro linhas, não corresponder às expectativas.

Não podemos, a esta altura dos acontecimentos, “tapar o sol com a peneira”. Túlio não passou de um autêntico chupa-sangue. Ele não corria, pouco se empenhava e, se a bola chegasse até ele, tudo bem, chutava, ou, pelo menos tentava.

Comenta-se nos bastidores do Botafogo que Túlio, o Maravilha, ganhava R$ 60 mil, para chegar na cidade vindo de Goiânia apenas na quinta-feira, com as despesas com hospedagem e transporte custeadas pelo clube brasiliense.

O custo benefício desse misto de jogador e marqueteiro não trouxe resultados positivos para a filial do Botafogo carioca. O time sequer foi campeão da Série B do ano passado e agora não se habilitou nem mesmo para as finais do campeonato.

A contratação de Túlio foi um autêntico “tiro no pé” na diretoria do Bota. O dinheiro foi mal empregado e o resultado foi pífio.

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