O ministro do Esporte, Orlando Silva, pediu às autoridades municipais e regionais responsáveis pelas construções necessárias para a Copa de 2014 para que acelerem o ritmo das obras.
"A Copa será um sucesso, mas é necessário apressar o passo. Temos de cumprir um cronograma bem definido", afirmou Silva em audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado no começo da semana.
O ministro advertiu que, quanto mais demorarem para concluir as obras, maiores serão os custos para Estados e municípios.
"Estou insistindo para acelerarem a preparação para a Copa porque o evento tem data marcada para começar. Se não antecipamos o serviço agora, teremos de aumentar os investimentos para acabar as obras quando tivermos menos tempo", disse.
Orlando Silva também afirmou que nas últimas semanas viajou para várias das cidades que serão sede da Copa para discutir sobre o atraso. Na última quarta-feira ele entregou um relatório sobre o avanço das obras ao presidente Lula.
Além disso, ele sugeriu que o Presidente convoque prefeitos e governadores para uma reunião a fim de pedir pressa no cronograma das obras.
Segundo o ministro, a construção ou a adaptação dos estádios no tempo estipulado foi um dos compromissos que o Brasil assumiu junto à Fifa, quando foi escolhido para organizar o torneio.
O cronograma da Fifa prevê que as obras nos estádios se iniciem antes do dia 3 de maio deste ano e algumas das cidades ainda estão discutindo projetos ou buscando recursos.
Orlando Silva admitiu que, caso alguma cidade não realize as obras no tempo estipulado, será possível discutir a possibilidade de reduzir o número de sedes.
O Brasil organizará a Copa em 12 sedes, apesar da recomendação da Fifa é que a competição seja realizada em um máximo de dez cidades.
"O número de sedes é problema da Fifa. São 12 cidades porque o Brasil entendeu que era necessário estender a todo o país a realização da Copa. Mas é necessário que as cidades e os estados cumpram seus compromissos", afirmou o ministro.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário