Ceilândia e Brasiliense sempre fizeram bons duelos, quer sejam jogando no Abadião, como o que vai acontecer amanhã, ou no Serejão, a casa do JacaréCrédito: Cláudio Bispo
Calma, gente! Não tirem conclusões precipitadas. O título dessa postagem é apenas uma antecipação do que o Brasiliense vai sofrer quando tiver que enfrentar proximamente o Ceilândia.
Por sinal, esse novo encontro já tem dia e horário para acontecer. Será neste sábado, às quatro da tarde, no Abadião, na progressista cidade de Ceilândia.
Quando faço referência ao inferno que o time amarelo viverá é por causa da temperatura bastante elevada que normalmente faz no horário do jogo, a pressão que o técnico Adelson de Almeida faz sobre a arbitragem, isto sem contar com o potencial do próprio grupo de jogadores do Gato.
Atuando no Abadião, o Ceilândia costuma ser um “osso duro de roer”. O time corre o tempo todo, a marcação, principalmente dos homens encarregados de dar proteção aos zagueiros, costuma ser na base do “homem a homem”, sem tempo para deixar o adversário respirar.
Pode ser até que o Brasiliense, neste que será o primeiro jogo da decisão, saia de campo com os três pontos, mas que será difícil, muito difícil, disso eu não tenho a menor dúvida.
Sem dispor das mesmas condições que o Jacaré oferece aos seus jogadores, o Ceilândia não vai baixar a cabeça para o inimigo, “vai cair com a cabeça erguida”, como deixou claro um dos seus experientes jogadores.
Quem viver, verá.
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